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sábado, 7 de março de 2020

IDE - A Firme Convicção do Pr. Amilto Justus Sobre o Dia do Senhor;


A FIRME CONVICÇÃO DO PASTOR AMILTO JUSTUS SOBRE O DIA DO SENHOR

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
                               Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.





TRINTA RAZÕES PORQUE NÃO GUARDO O SÁBADO – Pr. Amilto Justus.


As trinta razões por que não guardo o Sábado, mencionadas aqui, não são as únicas, todavia, penso que são suficientes para demonstrar cabalmente que nenhum ser humano, seja gentio ou judeu, uma vez convertido a Cristo, tem qualquer obrigatoriedade com a guarda do Sábado, visto ser ele um preceito da lei de Moisés, a qual consistia em um Concerto entre o Senhor e Israel somente.
Todavia, como Jesus colocou o Velho Concerto de lado ao cumpri-lo totalmente, e ao estabelecer o Novo Concerto, hoje, nem mesmo o judeu tem qualquer compromisso com a guarda do Sábado, uma vez estando em Cristo Jesus.
Sugiro ao prezado leitor uma leitura sem prevenção doutrinária, e com honestidade e humildade no exame dos textos citados, pedindo a direção do Espírito Santo na interpretação dos mesmos. 


JUSTA CONTESTAÇÃO
Educador Glauco César 




Numa certa oportunidade visitei uma igreja no agreste pernambucano, que tinha um sino que badalejava roufenho.
Por estar rachado, não tocava em conformidade com o som que deveria soar. Ao ser percutido transmitia um som fanhoso, por isso não ecoava como deveria.
Falando com o administrador daquele templo perguntei: Como conseguir que o sino viesse a dobrar com o som original?
A mim, foi dito que só havia uma maneira. O sino deveria ser confiado a um artífice que preencheria a fenda com uma camada de bronze derretido. A emenda ficaria grosseira e feiosa, contudo o som passaria a ecoar perfeitamente. Alternativa esta, rejeitada pelo pároco, por achar que o objeto ganharia uma indesejável artificialidade.
Em face da rejeição do vigário, o artesão, então, sugeriu fazer um molde do instrumento, no qual faria o reparo, corrigindo o defeito, em seguida dissolveria o sino e, com o bronze derretido daquele sino, restauraria à sua própria imagem que, ao ser ferido, produziria um som perfeito.
Contudo, o sacerdote não permitiu o conserto, pois, afirmou que o sino perderia sua legitimidade e historicidade. Por sua  vez o vigário concluiu decididamente: - Prefiro, pois, ficar com o sino quebrado e roufenhando, desde que não perca a sua originalidade e valor, do que tocar em uníssono com o objetivo para o qual fora desenvolvido.
Aquele ministro pensou, tão somente, na plasticidade e no valor venal do instrumento, esquecendo-se que a beleza do som, agradaria muito mais aos seus paroquianos.
Diferentemente, em vida, Jesus deu exemplo perfeito, renunciando a tudo em detrimento ao ministério de Deus em prol da humanidade, mostrando como servir, e Ele serviu, ajudando a todos, ensinando-os: “Todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal” Mateus 20: 26.
Cristo estava afirmando para toda a humanidade que no Seu governo, não existe acepção de pessoas ou superioridade, destacando-se, tão somente, a grandeza cristã e humanitária.
Somente quando se torna numa humilde criatura, é que se aprende a resistir, opondo às suas próprias forças, dobrando sua vontade, o bastante para servir ao semelhante, a ponto de desenvolver-se à semelhança de Cristo para tornar-se numa honra para Deus.
A mais sábia decisão que a espécie humana pode tomar é escolher aperfeiçoar, conservar e solidificar a pureza do caráter de Cristo em seu pensar, falar e proceder, mantendo uma interação individual com o Criador, atendendo aos graciosos reclamos da divindade para ter-se um relacionamento pessoal, salvífico e vivificante com o Divino.
Ouça, então, os graciosos e atrativos reclamos de Cristo, para todos quantos se fizerem amigos de Deus!
Por maior que seja a sabedoria humana, na verdade, não passa de loucura para Deus, principalmente, quando a criatura assevera que nenhum ser humano, precisa guardar o Sábado, do quarto Mandamento.
Entretanto, os benevolentes apelos de Jesus, registrados no livro de Eclesiastes no capítulo 12 e verso 13, afirma, categoricamente, que a guarda do Sábado, é dever de todo homem. Vejamos: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus, e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem”. E os Mandamentos de Deus, você sabe, estão registrados no livro de Êxodo 20. São Eles: 1 – Não terás outros deuses diante de Mim. 2 – Não farás para ti imagem de escultura. 3 – Não tomar o Seu Santo Nome em vão. 4 – Lembra-te, do dia de Sábado para Santificá-Lo. Porque em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra e o mar, e ao sétimo dia descansou, portanto abençoou Deus o dia de Sábado e o Santificou. Por isso é dever de todo o homem guardar o mandamento do Sábado e todos os demais.
Diz ainda a invencionice humana, que a Lei que contém estes Mandamentos é de Moisés. No entanto as Sagradas Letras dizem-nos claramente, que esta Lei é de Deus e não de Moisés, como querem os humanos. Deuteronômio 4: 12 e 13. “Então o Senhor vos falou do meio do fogo; a voz das palavras ouviste; porém, além da voz, não viste aparência nenhuma. Então vos anunciou Ele a Sua aliança, que vos prescreveu, os Dez Mandamentos e os escreveu em duas tábuas de pedra”. Neemias também confirma no seu livro capítulo 9: 13 e 14. “Desceste sobre o monte Sinai, do Céu falaste com eles, e lhes destes juízos retos, leis verdadeiras, estatutos e mandamentos bons. O Teu santo Sábado lhes fez conhecer; preceitos, estatutos e lei, por intermédio de Moisés Teu servo, lhes mandaste”. Está claro, amigo leitor, que a Lei dos Dez Mandamentos, é de Deus e não de Moisés.
Diz ainda a opinião humana, que a Lei de Deus, era um concerto entre o Senhor e o povo de Israel somente.
No entanto, Adão conhecia a Lei de Deus desde o Éden. Sabe-se que Adão, a primeira criatura humana, não era israelita e não tinha nacionalidade, pois, na criação não havia nação alguma. Adão era, portanto, apátrida, pois, habitava no Jardim do Éden, era, por conseguinte, edênico, nunca israelita, observe atentamente o relato de Romanos 5: 19 que descreve assim: “Porque, como pela desobediência de um só homem (Adão) muitos se tornaram pecadores, assim também por meio da obediência de um só (Cristo) muitos se tornarão justos”. (Adendo nosso).
Desobediência ou pecado, nada mais é, do que quebrantamento da Lei de Deus. Confirme em I S. João 3: 4. “Todo aquele que pratica o pecado, também transgride a Lei; porque o pecado é a transgressão da Lei”.
O pecado entrou no mundo por Adão, e pecado é transgressão da Lei, logo, já existia a Lei de Deus no Jardim do Éden, do contrário não teria havido transgressão nem, muito menos, pecado!
O Sábado foi instituído no Éden, está registrado em Gêneses 2: 1, 2 e 3. Confirme: “Assim, pois, foram acabados os céus e a terra, e todo o seu exército. E havendo Deus terminado no dia sétimo a Sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a Sua obra que tinha feito”.
Logicamente, no Éden não havia nenhum israelita, nem Judeu, nem Batistas do Sétimo Dia, nem muito menos Adventistas do Sétimo Dia ou, como queiram, Sabatistas.
Por isso, eu prefiro firmar minhas convicções espirituais na Verdade Divina, do que em teorias humanas, mesmo que essas estejam cheias de honestidade e, até mesmo, de humildade.
Na ânsia de querer acertar, e quem sabe ajudar Deus, o ser humano chega a afirmar que Jesus Cristo estabeleceu um Novo Concerto, no lugar da Lei de Deus. Ponto de Vista este, que distorce completamente do que a Bíblia nos esclarece na primeira epístola de João, registrado no capítulo 2: 7 que diz: “Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão mandamento antigo, o qual desde o princípio tivestes. Esse mandamento antigo é a palavra que ouvistes”.
Fique atento meu querido leitor, não é mandamento novo, mas, antigo, que Adão e Eva passou a conhecer desde o princípio, ou seja, desde a Criação, e o Sábado foi estabelecido na semana da criação!
Por isso, é nosso desejo que todos façam a vontade de Deus, para assim, viver eternamente! Veja I São João 2: 17 “Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente”. E a vontade de Deus é que guardemos o Seu Santo Sábado.
Portanto, amigo leitor, quando a tortura e a aflição cair sobre ti, esteja com os ouvidos prontos para ouvir os atraentes apelos provenientes dos lábios do amorável Pai, que não medirá esforços para minorar o teu sofrimento ofertando-te, gentilmente, a salvação. Esteja, pois, disposto a seguir as instruções a ti oferecidas, para fazer-te vencedor, frente ao mal!
Agora é o tempo sobremodo oportuno, para responder, afirmativamente, à oração de Cristo feita pouco antes de Sua humilhação e morte, registrada na epístola de João 17: 21, descrita assim: “A fim de que todos sejam um; e como és Tu, ó Pai, em Mim e Eu em Ti, também sejam eles em Nós; para que o mundo creia que Tu Me enviaste”.
Esta deve ser a minha e a tua postura, refletir, gradativamente, o caráter de Cristo em tua vida, para que as pessoas que entraram em contato contigo possam ver a imagem de Deus restaurada em tua vida!
Este é o meu desejo e a minha singela oração!

sábado, 8 de fevereiro de 2020

IDE - Opiniões Desencontradas Sobre o Dia do Senhor!

OPINIÕES DESENCONTRADAS SOBRE O DIA DO SENHOR!

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
                               Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



UMA PALAVRA DO PR. AMILTO JUSTUS


O presente trabalho que apresentamos aos distintos leitores, ávidos de conhecimentos sérios e honestos no que tange aos maravilhosos ensinamentos da Santa Palavra de Deus, é fruto de estudos bíblicos feitos com toda humildade por alguém que já milita nas fileiras do exército do Senhor há mais de vinte anos como pastor e ensinador das verdades espirituais e eternas.
Por muito tempo resistimos ao impulso de colocar em um opúsculo as verdades e considerações contidas nesta mensagem que agora passamos às mãos dos que a leem.
Relutamos porque achamos que assim fazendo poderíamos magoar ou entristecer algumas pessoas que são guardadoras do Sábado, muitas delas, ótimas e amigas chegadas a nós.
Todavia, como não tivemos a mesma consideração por muitos sabatistas, que se introduziram em nossos arraiais, semeando suas doutrinas, que a nosso ver, carecem de base bíblica, procurando levar para seu meio, como aconteceu com alguns casos, pessoas sem firmeza e sem melhores conhecimentos da Palavra, um tanto constrangido, porém certos de que é à vontade de Deus, resolvemos deixar extrapolar do coração e da mente para o papel a mensagem simples, mas cheia da Palavra de Deus, que o leitor honesto e inteligente tem em suas mãos.
O Objetivo desta mensagem não é fazer dela uma espada para ferir quem quer que seja, porém usá-la como escudo.
Não é nossa pretensão agredir aos que não pensam como nós, mas colocar nas mãos dos nossos irmãos em Cristo Jesus uma mensagem que os ajude a defenderem-se dos ataques maldosos, maliciosos e até heréticos daqueles que nos querem meter debaixo do jugo, não o jugo suave e leve de Cristo, mas, do jugo pesado e insuportável da Lei, já colocado de lado pelo Senhor Jesus.
Aos que não pensam nem creem como nós, nossas escusas por distribuir escudos aos milhares aos amados que querem servir a Deus na simplicidade do Evangelho de Jesus Cristo. A estes, nossos votos de que façam bom uso e as mãos cheias deste trabalho, que tem por finalidade fortalecer a convicção bíblica de que somos salvos única e exclusivamente pela graça de Deus, mediante a fé em nosso Senhor Jesus Cristo.

IMPARCIAL PONTO DE VISTA
Educador Glauco César


O inimigo das almas tem procurado ferir de maneira mordaz, toda pessoa que esteja disposta a cumprir os Mandamentos da Lei de Deus. E o faz através de instrumentos humanos que, até mesmo sem perceber, se colocam a seu serviço, atacando de forma tosca e descaridosa toda pessoa que, sincera e fielmente, esteja disposta a seguir os conselhos de Deus. Evidentemente em cumprimento do que se acha profetizado em Apocalipse capítulo doze, verso dezessete: “Irou-se o dragão (ou seja, Satanás e seus seguidores) contra a mulher (os fiéis prosélitos de Cristo) e foi pelejar com os restantes de sua descendência, os que guardam os Mandamentos de Deus e sustentam o testemunho de Jesus”.
É nosso objetivo, auxiliar o leitor a descobrir nas Escrituras qual o dia que Deus reservou como Seu santo dia e, se possível, ajudá-lo a posicionar ao lado de Cristo e de Sua verdade!
Para tanto, necessita-se analisar com clareza espiritual, o que está contido no livro TRINTA RAZÕES PORQUE NÃO GUARDO O SÁBADO, escrito pelo Pr. Amilto Justus, para não se incorrer no pecado por omissão, de que trata o livro de Tiago no capítulo quatro, verso dezessete: “Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem, e não o faz, nisso está pecando”. Logicamente, esclarecer aos amigos e irmãos sobre enganos espirituais é fazer o bem.
Apoiados nesta premissa, analisemos as considerações do Pr. Amilto Justus, à luz da Palavra de Deus.
Logo nas primeiras considerações do autor, o mesmo chama de distintos leitores, ávidos de conhecimentos sérios e honestos àqueles que, por ventura, venham a concordar com seus enunciados, ou ponto de vista. O escritor ainda se identifica como humilde, enaltecendo a sua própria pessoa.
Ao assim fazer, o mesmo se coloca em flagrante oposição ao enunciado contido no livro de Colossenses no capítulo dois e verso vinte e três: “Tais cousas, com efeito, tem aparência de sabedoria, como culto de si mesmo e falsa humildade, e rigor místico, todavia não tem valor algum contra a libertinagem”.
Infelizmente, o dito autor, ao se engrandecer, certamente, se esqueceu das sábias deferências de João, contidas no seu livro capítulo três, verso trinta onde está escrito: “Convém que Ele cresça e que eu diminua”.
Com estas palavras, o Discípulo Amado, estava afirmando que o objetivo de todo cristão é enaltecer a pessoa de Jesus, restaurando a imagem perdida de Deus no ser humano!
Todos que agirem desta maneira, quando observado por seus semelhantes, tais espectadores com certeza afirmarão: verdadeiramente, este é filho e representante do Senhor Deus!
Em seguida, o autor diz textualmente “ter resistido ao impulso de colocar em um opúsculo as verdades e considerações contidas nesta mensagem”. E continua: “relutamos porque achamos que assim fazendo poderíamos magoar ou entristecer algumas pessoas amigas e chegadas a nós”.
Note bem, caro amigo, se a mensagem defendida pelo autor é verdadeira, o Pr. Amilto não tem sido justo com Deus, pois, deixa de pregar a verdade, para não ferir seus amigos, e, talvez, preservar a amizade, quem sabe, procurando não causar divisão.
O pesquisador franco e leal, sempre que fizer uso da Bíblia, deve estar atento ao que Jesus afirma no livro de Mateus no capítulo dez, dos versos trinta e quatro aos trinta e nove: “Não penseis que vim trazer paz a Terra, não vim trazer paz, mas espada. Pois vim causar divisão entre o homem e seu pai, entre a filha e sua mãe, e entre a nora e sua sogra. Assim, os inimigos do homem serão os de sua própria casa. Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem não tomar a sua cruz, e vir após Mim, não é digno de Mim. Quem acha a sua vida, perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por Minha causa, achá-la-á”.
Mais adiante, o autor, esclarece-nos que espírito o motivou a escrever estas TRINTA RAZÕES; afirma Amilto: “Todavia como não tivemos a mesma consideração por muitos sabatistas”, etc., etc., etc., “resolvemos deixar extrapolar...” e continua “que o leitor honesto e inteligente tem em suas mãos”.
O Pr. Amilto deixa patenteado o que lhe motivou a escrever este livro. Com certeza foi o espírito de ressentimento e de vingança. E estes atributos não fazem parte do fruto do Espírito Santo. Na habitação dos justificados, não haverá lugar para ressentimentos e vinganças.
No Novo Céu e na Nova Terra, na restauração de todas as coisas, o Senhor acolherá os justificados, ali habitará a justiça, será um lugar de felicidade e de genuíno motivo de regozijo.
Continuando, o autor afirma textualmente que “o objetivo desta mensagem não é fazer dela uma espada para ferir quem quer que seja, porém, usá-la como escudo”.
E logo em seguida, destoando de sua afirmação anterior, ele chama aos que procuram fazer a vontade de Deus, de “maliciosos e até heréticos”. Mostrando, claramente, que este livro não tem sido escudo e sim uma arma de acusação, para os que procuram fazer a vontade de Deus.
Prossegue o Pr. Amilto Justus, asseverando que a “Lei de Deus é um jugo pesado e insuportável”.
O Apóstolo Paulo, em revelação doada por Deus, discorda flagrantemente da opinião do Pr. Amilto. Confira no livro de Romanos no capítulo sete, verso doze: “Por conseguinte a Lei é santa, e o Mandamento, santo e justo e bom”.
Já João, conhecido como o Discípulo Amado, concorda com o apóstolo Paulo, está registrado na primeira Epístola de João no capítulo cinco, verso três: “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os Seus Mandamentos; ora os Seus Mandamentos não são penosos”.
Está claro, meu amigo leitor, que a opinião do Pr. Amilto está distorcida, e que o esclarecimento de Paulo e João, bate JUSTO com a vontade do Onipotente.
Esta prédica tem por objetivo ser um auxiliador na condução de tua jornada rumo à Vida Eterna. Mas, que fazer para entrar na Vida Eterna?
Deixemos que o próprio Cristo esclareça: “Respondeu-lhe Jesus: Por que Me perguntas acerca do que é bom? Bom só existe um. Se queres, porém entrar na vida, guarda os Mandamentos”. Mateus 19: 17. Observe ainda o que está contido no livro de Mateus no capítulo sete, verso vinte e um e, reflita nas palavras de Jesus: “Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino do Céu, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai que está nos Céus”.
Examine minuciosamente o que Jesus afirmou acerca daqueles que violam os Mandamentos e assim ensinam aos homens: "Aquele, pois, que violar um destes Mandamentos, posto que dos menores e, assim, ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos Céus”. Mateus 5: 19 pp.
Em contrapartida que assevera Cristo, sobre quem cumpre e ensina sobre a perenidade da Lei? “Aquele, porém, que os observam e ensina, esse será considerado grande no reino dos Céus”. Mateus 5: 19 up.
Portanto, meu querido amigo, o princípio essencial da Lei de Deus, não é a discórdia nem a acusação, é, por conseguinte, o amor!
Nessa compreensão, entende-se que a Lei de Deus, na verdade, é o transcrito do caráter da Divindade. É este amor que devemos transmitir. “O Amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da Lei é o Amor”. Romanos 13: 10.
Graças a Deus, que a opinião do Pr. Amilto é falha, pois, Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho único, Jesus.
O amor de Jesus é tão imenso que Ele se predispôs a morrer, por cada pecador, na cruz do Calvário, para salvá-los dos enganos, erros, das mentiras e dos pecados. Sim, isto é Amor salvífico.
Por isso, se faz necessário atentar para a justa opinião de Cristo registrada no livro de São Mateus no capítulo cinco, verso dezessete que assevera: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir”.
Quaisquer coisas, além disso, são opiniões humanas, destituídas da Verdade.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

IDE - Qual é o Dia Especial de Adoração?

QUAL É O DIA ESPECIAL DE ADORAÇÃO?

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
                               Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.
Educador Glauco César



UM PEQUENO COMENTÁRIO



TRINTA RAZÕES;
POR QUE NÃO?
GUARDO O SÁBADO!

Certa feita, falando sobre a veracidade do Sábado, a um amigo do Evangelho, este, por sua vez, ante as contundentes provas bíblicas, disse-me que se houvessem provas escriturísticas de que o Domingo fosse o Dia do Senhor, seria quase provável que eu não mudaria o meu ponto de vista nem passaria a observar o Domingo. Eu, por minha vez, disse-lhe que bastaria apenas um verso que transmitisse uma certeza sobre a guarda do Domingo e, prontamente, eu seria um adepto do primeiro dia da semana.
Decorrido algum tempo, chega a mim, aquele amigo do evangelho, com um opúsculo, dizendo: Eis-me aqui, não com uma, mas, com TRINTA RAZÕES, PORQUE NÃO GUARDO O SÁBADO e, certamente, você não mais guardará.
Confesso que naquele momento, por segundos, o mundo me fugiu dos pés, e o Céu me caiu na cabeça. Contudo, ao analisar aquele pequeno livro, o mesmo mudou de nome, ou pelo menos de sentido, pois, em meu pensamento, o seu título continuou o mesmo, contendo as mesmas palavras, mas com um significado totalmente inverso do que ele propunha.
Após a análise daquele livrete, passou a ser chamado por mim de: TRINTA RAZÕES; POR QUE NÃO? GUARDO O SÁBADO!
O leitor passa a ter em mãos uma pequena análise bíblica das 30 razões apresentadas pelo Pr. Amilto Justus, contra a guarda do Sábado que, divinamente o Espírito Santo, transforma essa aparente derrota daqueles que procuram seguir a vontade de Deus, numa grande vitória da Verdade Divina.
Esta obra é, portanto, um estudo dirigido sobre o livrete: TRINTA RAZÕES PORQUE NÃO GUARDO O SÁBADO.


PONTO DE VISTA


Hoje, declaraste ao Senhor que te será por Deus, e que andarás nos Seus caminhos, e guardarás os Seus estatutos, e os Seus juízos, e darás ouvidos à Sua voz, portanto, “pagai a todos o que lhes é devido, a quem honra, honra, a quem respeito, respeito”. Romanos 13: 7. E Deus respeitou o homem de tal maneira, que lhe criou o mundo, dotando o homem de opiniões próprias, respeitando-lhes o seu ponto de vista, dando-lhes o livre arbítrio.
Agora, pois, “a ninguém fiqueis devendo cousa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama ao próximo tem cumprido a Lei”. Romanos 13: 8.
“Acolhei ao que é débil no conhecimento de Deus, e não lhes discuta as opiniões, pois Deus nosso Pai também o acolheu”. Romanos 14: 1.
“Porque um faz diferença entre dia e dia, outro julga iguais todos os dias, mas, cada um tem opinião bem definida em sua própria mente”. Romanos 14: 5.
Porém, “quem distingue entre dia e dia, para o Senhor o faz, e dá graças a Deus”. Romanos 14: 6.
Agora, pois, é hora de vermos nos nossos semelhantes, um amigo, um irmão, e um servo do Senhor.
Pois, as trevas da noite se dissiparam, portanto revistamo-nos do amor, que é a arma da luz.
“Andemos dignamente como em pleno dia”. E esqueçamos as “dissoluções, contendas e ciúmes”. Romanos 13: 13.
“Revistamo-nos, portanto, do Senhor Jesus Cristo”. Romanos 13: 14.
Acolhamos com simpatia e amor, aqueles que têm diferente o seu PONTO DE VISTA.


APRESENTAÇÃO – Gilberto Stêvão





Trinta Razões Porque Não Guardo o Sábado, o pastor Amilto Justus conseguiu externar com clareza o mais puro evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde não há lugar para a lei de Moisés porque se tornou falha e inoperante.
O pastor Amilto penetra na essência do problema e no verdadeiro sentimento dos apóstolos que, inspirado pelo Espírito Santo refutaram a ideia dos falsos cristãos que desejavam servir a Cristo e guardar a lei.
Fazendo uso correto dos textos bíblicos, não lhes torcendo o sentido e não invalidando o contexto, o autor destrói, em cada uma das trinta razões, o pretexto judaizante de fazer do cristianismo uma seita judaica e da lei de Cristo remendos apenas.
O pastor Amilto soube demonstrar por que somos ministros de um Novo Testamento, e que a religião de Cristo não está dependurada a rudimentos e dispõe de suas próprias leis. Cristo não colocou remendo de pano novo (seus ensinos) em vestido velho (a Lei e os Mandamentos). Jesus estabeleceu tudo novo e jogou fora o velho. Veja Hebreus 8: 13. “Dizendo: Novo pacto, ele tornou antiquado o primeiro. E o que se torna antiquado e envelhece, perto está de desaparecer”. Observe Gálatas 4: 30. “Que diz, porém, a Escritura? Lança fora à escrava e seu filho, porque de modo algum o filho da escrava herdará com o filho da livre”.
Segundo a epístola de Paulo aos Coríntios, os dez mandamentos são o ministério da morte, um ministério de condenação, uma Lei Transitória, que quer dizer: passageira, temporária e instável. Os dez mandamentos foram temporários e não têm mais valor algum porque foram abolidos por Cristo.
Gosto do Velho Testamento. Gosto das coisas antigas pelos seus aspectos históricos, mas jamais serei tolo de usar uma coisa antiga e obsoleta, quando existem coisas superiores. Não trocarei a luz elétrica pelas tochas de fogo. Assim não trocarei o Domingo, que etimologicamente quer dizer O DIA DO SENHOR, O DIA QUE O SENHOR RESSUSCITOU, por nenhum outro, nem mesmo pelo Sábado da Lei, cuja glória desvaneceu ante o resplendor do dia da ressurreição.

JUSTA REFUTAÇÃO
Educador Glauco César



Na apresentação do opúsculo TRINTA RAZÕES PORQUE NÃO GUARDO O SÁBADO escrito pelo Sr. Gilberto Stêvão, logo no primeiro parágrafo, diz que; no mais puro evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, não há lugar para a Lei de Moisés porque se tornou falha e inoperante.
Justamente aí, encontra-se um grande engano do Sr. Gilberto Stêvão, quando confunde a Lei de Deus (Lei Moral – 10 Mandamentos) com a lei de Moisés (lei cerimonial – ordenanças).
Logo, a Lei a que o mesmo se refere não é a de Moisés, mas de Deus, proferida por Deus, conforme Deuteronômio 4: 12 e 13, que diz: “E o Senhor vos falou do meio do fogo:... Então Ele vos anunciou o Seu pacto, o qual vos ordenou que observásseis, isto é, os dez Mandamentos; e os escreveu em duas tábuas de pedra”. Lei esta, escrita pelo dedo de Deus, conforme Êxodo 31: 18 que reza assim: “E deu a Moisés, quando acabou de falar com ele no monte Sinai, as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus”.
Os conjuntos de leis que regia a nação judaica eram divididos, praticamente, em três partes: MORAIS – Os 10 Mandamentos – CERIMONIAIS – que atende a ritos religiosos e de ordenanças, das quais as leis de Moisés estão incluídas. JUDAICAS – leis do país.
Por conseguinte, a lei de Deus não se tornou falha e nem inoperante, pois, a mesma comunica conhecimento do pecado, como atesta Romanos 3: 20 “Porquanto pelas obras da Lei nenhum homem será justificado diante dEle; pois o que vem pela Lei é o pleno conhecimento do pecado”. Veja Romanos 7: 7 “Que diremos pois? É a Lei pecado? De modo nenhum, contudo, eu não conheci o pecado senão pela Lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a Lei não dissesse: Não cobiçarás”. Por isso mesmo a Lei de Deus deveria ser engrandecida por Cristo, é isto que diz o profeta Isaías no capítulo 42: 21 “Foi do agrado do Senhor, por amor da Sua justiça, engrandecer a Lei e torná-la gloriosa”.
Faz parte daquela apresentação a afirmativa de que são falsos cristãos aqueles que desejam servir a Cristo e guardar a Lei.
Na concepção daquele apresentador, o verdadeiro Cristão segue a Cristo sem, contudo, fazer a Sua vontade, torna-se isto lógico?
Recorramos mais uma vez às sagradas letras, as quais se tornam para os leitores ávidos da verdade, vida e ensino.
O próprio Cristo dá o Seu testemunho em Mateus 5: 17 “Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir”.
O próprio Jesus, filho do Deus Altíssimo, dá-nos um gracioso conselho, que se guarde os Mandamentos de Deus para, assim, permanecer no Seu amor. Está relatado em São João 2: 6. Veja: “Aquele que diz estar nEle, também deve andar como Ele andou”. E Jesus quando esteve aqui na Terra, no espaço de trinta anos na Palestina, ele andou guardando os Mandamentos da Lei de Deus.
Podemos, portanto, afirmar que Jesus Cristo, certamente, conforme o conceito do apresentador Gilberto Stêvão, foi o primeiro Falso Cristão, porque Ele guardou a Lei de Deus.
Por isso mesmo, sinto-me feliz em ser mais um Falso Cristão, porque este é o dever de todo homem. Veja Eclesiastes 12: 13. “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus, e guarda os Seus Mandamentos; porque isto é o dever de todo homem”.
O Sr. Gilberto Stêvão, diz ser ministro de um Novo Testamento. Diz ainda que Cristo não colocou remendo de pano novo (seus ensinos) em vestido velho (a Lei e os Mandamentos). Continua ele, Jesus estabeleceu tudo novo e jogou fora o velho; e cita Hebreus 8: 13 que reza assim: “Quando ele diz nova, torna antiquada a primeira. Ora aquilo que se torna antiquado e envelhecido, está prestes a desaparecer”. Cita também Gálatas 4: 30 que afirma: “Contudo, que diz a Escritura? Lança fora a escrava e a seu filho, porque de modo algum o filho da escrava será herdeiro com o filho livre”. Querendo dizer com esta citação que a Lei Moral de Deus escraviza o homem.
Sobre este item tem-se algumas coisas a observar, antes mesmo de se entrar em detalhes mais aprofundados. Sobre a citação do apóstolo Paulo aos Hebreus, o mesmo falando sobre o dito Novo Testamento, de que tanto fala o Sr. Stêvão, já no versículo dez o Relato afirma que o próprio Cristo esclarece o Novo Testamento ou Nova Aliança. Está redigido da seguinte forma: “Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias diz o Senhor. Nas suas mentes imprimirei as Minhas leis, também sobre os seus corações as inscreverei; e Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo”. Hebreus 8: 10.
O que se conclui disto tudo, é que a Lei Moral de Deus, ou seja, o transcrito do caráter do Onipotente, nesta nova aliança, não será apenas escrita em tábuas de pedra, mas, principalmente, nas tábuas do nosso entendimento, que, muitas vezes, torna-se empedernido pelo pecado.
As Leis e os Mandamentos de Deus estarão eternamente impressos em nosso caráter, para que Deus possa ser o nosso Deus, e para que nós possamos ser o Seu povo peculiar.
E com referência a Gálatas 4: 30, que o autor daquela apresentação quis torcer o sentido, afirmando de maneira um tanto rígida que a Lei Moral de Deus escraviza o homem, seria bom que o Sr. Gilberto ficasse atento ao que está registrado no livro de Tiago no capítulo dois e verso doze que informa, exatamente, o contrário do que ele deseja apregoar, senão vejamos: “Falai de tal maneira, e de tal maneira procedei, como aqueles que hão de ser julgados pela Lei da Liberdade”.
Observem queridos leitores, não pela lei da escravidão, mas Lei da Liberdade, não lei que o torna um subserviente cego e cativo, que força, mas Lei que deixa a humanidade a cavaleira para fazer uso do sagrado livre arbítrio e fazer a independente escolha de se colocar ao lado do Criador e Redentor, Jesus Cristo!
Como se tudo isto não bastasse, o Salvador deixa ainda uma infinita gama de versos que elucidam as dúvidas se, por acaso ainda existam.
Malaquias, no livro do mesmo nome, escrevendo sobre Deus e o Seu caráter, no capítulo três e verso seis, primeira parte relata: “Porque Eu, o Senhor, não mudo”. Quando Deus diz que não muda, Ele quer dizer, que Seus propósitos não mudam, Seu caráter não muda, nem muda Sua Lei.
Logo, o ensino de Cristo não é algo novo, não são instruções novas, porque Deus não muda, nem, contudo muda Suas informações. Como que querendo por um ponto final no assunto, Deus, graciosamente, oferta para a humanidade o registro no livro dos Salmos, com tão sábias e decisivas palavras, tais como as que se encontram grafadas no capítulo cento e onze, versos sete e oito: “As obras de Suas mãos são verdade e justiça; fiéis todos os Seus preceitos. Estáveis são eles para todo o sempre, instituídos em fidelidade e retidão”.
Após estes versículos se pode, tão somente, agradecer a Deus por exatas palavras de princípio certo, tais como: justiça; verdade; fiéis; estáveis para todo o sempre; fidedigna e reta.
Sim, isto é, o que são os Mandamentos de Deus. Mas, Deus ainda nos outorga outro verso, que tira todas as dúvidas restantes, este verso é I João 2: 7 que informa: “Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão Mandamento antigo, o qual desde o princípio tivestes. Esse Mandamento antigo é a palavra que ouvistes”. É por isso, caro leitor, que, eu, livremente, escolho a Palavra de Deus, que opiniões de qualquer comentarista.
Não satisfeito e nem realizado, aquele apresentador diz que os Dez Mandamentos é o ministério da morte. Afirmando ainda, que o Decálogo foi temporário e não têm mais valor algum porque foi abolido por Cristo.
Muito bem, na verdade eu não creio que os Dez Mandamentos sejam ministério da morte, muito pelo contrário, pois, a morte subjuga o homem, mas o Decálogo não, ele traz liberdade, e liberdade nunca é e nem será sinônimo de morte, é isto que Tiago se refere em sua epístola no capítulo dois e verso doze: “Falai de tal maneira, e de tal maneira procedei, como aqueles que hão de ser julgados pela Lei da Liberdade”. Mateus, discorrendo sobre o mesmo assunto, cita a pessoa de Jesus, e Cristo, oportunamente, dá-nos este maravilhoso conselho que encontramos no versículo dezessete do capítulo dezenove do livro de Mateus. “Respondeu-lhe Jesus: Por que me perguntas acerca do que é bom? Bom, só existe um. Se, porém, queres entrar na vida, guarda os Mandamentos”.
Se os Dez Mandamentos é o ministério da morte, Jesus, nunca teria dito “se queres entrar na vida” Mateus 19: 17.
Mas, a despeito do que os outros pensem ou digam, eu prefiro ficar com as afirmações de Cristo, porque só Ele é vida e vida abundante.
Com referência a que os Dez Mandamentos são temporários, instáveis e não ter mais valor algum, pois, foram, supostamente, abolidos por Cristo, nada melhor do que saciarmos nossa sede, no “manancial de águas puras e cristalinas”, Jesus, pois, Ele falando com referência a este assunto, no livro de Mateus no capítulo cinco e verso dezessete, informa-nos: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir”.
Qualquer coisa, além disso, são “cisternas, cisternas rotas que não retém as águas” Jeremias 2: 13.
Mais adiante aquele exibidor diz que jamais seria um tolo de trocar o Domingo pelo Sábado da Lei, cuja glória desvaneceu.
A Bíblia diz que a glória dos homens é loucura para Deus, aquele apresentador querendo se expor à vista como sábio, aos olhos humanos, se opõe as coisas simples e belas de Deus, taxando de tolo, inclusive, aos que procuram, como Cristo, conforme o costume dEle, guardar o Sábado do Senhor!
Talvez, aquele homem ao apresentar seus argumentos, pense ser um sinal de inteligência, de erudição duvidar ou se colocar contra a palavra de Deus. Quem sabe, ele esteja construindo um caminho que aos seus olhos seja caminho de vida, mas que no final, com certeza, será caminho de morte!
É por isso que mais uma vez, alegro-me em ser um tolo, aos olhos humanos, pois, certamente não o serei aos olhos de Deus, porque este não é dever apenas meu, mas de todos, indistintamente, e esta não é uma posição minha, arbitrária ou aleatória, mas uma posição de convicção do Todo Poderoso, conforme Eclesiastes 12: 13 que relata assim: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus, e guarda os Seus Mandamentos; porque isto é o dever de todo homem”.
Mas, infelizmente, há aqueles que não guardam os Mandamentos de Deus, acham-se destituídos de tal, e o que é pior, assim ensinam aos seus semelhantes, dizendo, inclusive, que assim ensinando, estão dando prova cabal de que os ama, pois estão livrando do jugo pesado da Lei.
Quão enganados encontram-se, e quão distanciados estão de Deus e de Sua verdade. Pois, na primeira epístola de João, no capítulo dois e no verso quatro, existe uma advertência que não poderíamos passar de largo; esta advertência afirma: “Aquele que diz: Eu O conheço e não guarda os Seus Mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade”. Reconheço que são duras palavras, mas, são vitais para todo aquele que  deseja manter um relacionamento salvífico e vivificante com Cristo!
Não é livrando os irmãos do suposto jugo pesado da Lei, que damos provas do nosso amor por eles, mas é demonstrando-lhes a fonte do amor, Deus, que lhe damos provas sinceras de que os amamos.
É por isso, que são felizes os que praticam as obras da Lei, pois, ao agirem dessa maneira, estão se preparando para a vinda do Pai e a volta gloriosa de Cristo. É o que diz o vidente de Patmos, em Apocalipse 14: 12. “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os Mandamentos de Deus e a fé de Jesus”.
Que possamos, com amor e obediência, abreviar este grande e faustoso evento!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

IDE - Após o Angustioso Crepúsculo Espiritual, Cintila o Dia Eternal!

CAPÍTULO XXII

APÓS O ANGUSTIOSO CREPÚSCULO, CINTILA O DIA ETERNAL!
Educador Glauco César

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento. 



A humanidade está a oferecer os saborosos frutos da árvore da sabedoria humana que, na maioria das vezes, tais frutos, apenas distanciam a criatura, cada vez mais, do Criador, Cristo Jesus!
Em contrapartida, a Divindade apresenta à vista e ao espírito humano os suculentos frutos da Árvore da Vida. “Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus.” Apocalipse 2: 7.
Na obra Criativa, o Paraíso de Deus era o Jardim do Éden, no qual, no meio dele, encontrava-se a árvore da vida. “Do solo fez o Senhor Deus brotar toda sorte de árvores agradáveis à vista e boas para alimento; e também a árvore da vida no meio do jardim.” Gênesis 2: 9.
Após o advento do pecado no Planeta, a humanidade foi proibida de se alimentar do fruto da árvore da vida para que, assim, não viesse a viver eternamente! “Então, disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tornou como um de nós, conhecedor do bem e do mal; ora, pois, para que não estenda a mão, e tome também da árvore da vida, e coma, e viva eternamente. O Senhor Deus, por isso, o lançou fora do Jardim do Éden.” Gênesis 3: 22 e 23.
Para não perpetuar o pecado Deus proíbe o homem de comer do fruto da árvore da vida.
Proibição esta que, na verdade, foi mais uma prova da misericórdia e do amor de Deus pela humanidade!
Imagine como seria angustiante e dolorosa a situação de uma pessoa que, estivesse, por exemplo, com câncer em fase terminal, condenada a permanecer padecendo por toda eternidade, sem ter o refrigério do descanso do sono da morte!
Foi, justamente, para impedir que o pecado e o sofrimento se eternizassem que Deus colocou querubins para guardar o caminho da árvore da vida. “E havendo lançado fora o homem, colocou querubins ao oriente do Jardim do Éden e o refulgir de uma espada que se revolvia, para guardar o caminho da árvore da vida.” Gênesis 3: 24.
Existem evidências que a árvore da vida e o Jardim do Éden, que é o Paraíso, foram transferidos para o céu que, posteriormente, deverá ser restituído para a humanidade remida ou, restaurada! “No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a saúde das nações.” Apocalipse 22: 2.
Portanto, provavelmente, a árvore da vida, encontra-se, hoje, no terceiro céu, no meio do Paraíso, também conhecido como o Jardim do Éden. “Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos, foi arrebatado até ao terceiro céu (se no corpo ou fora dele, não sei, Deus o sabe)... Foi arrebatado ao Paraíso.” II Coríntios 12: 2 e 4 pp.
Nessa compreensão, o vencedor só terá direito ao fruto da árvore da vida, depois de remido, no futuro eterno, todavia, o pecador necessita vencer, cotidianamente, todas as mazelas do pecado.
Sendo assim, como batalhador em busca da vitória, a humanidade necessita receber, de imediato, após cada conquista, o louro da vitória que é o fruto da árvore da vida, do contrário, dificilmente encontrará forças para almejar vitórias futuras, por isso mesmo, ele necessita ser galardoado no momento de sua conquista!
Existe outra compreensão que confere premio ao vencedor no momento da vitória, em todos os instantes da luta contra o mal. Nessa outra percepção a árvore da vida é um emblema de Jesus!
Esta é uma maravilhosa promessa de benção, não somente para que o fruto da Árvore da Vida seja degustado no futuro eterno, ou seja, na Terra restaurada, mas, que este Fortificante Divino possa robustecer o pecador, em sua fraqueza, no momento da batalha!
Só assim, o ser humano, torna-se participante de Cristo, a Fonte Pura da força que combate o mal, tornando-o num vencedor prazenteiro, por se alimentar, diariamente, do Fruto da Árvore da Vida, que é Jesus Cristo!
Neste entendimento, aprende-se a fazer uso do Paraíso, usufruindo, a cada momento, do fortificante fruto da Árvore da Vida, substanciado em Cristo Jesus!
Entende-se que o Paraíso seja, em excelência, o lugar de delícias, sendo assim, indubitavelmente, é a morada de Deus. Só se encontram delícias, onde se divisa o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Por isso, é correto se deduzir que, somente a Divindade está todo tempo, em todo tempo (presente, passado e futuro), em todo lugar. Portanto, unicamente, Deus o Pai, Cristo Jesus e o Espírito Santo, possuem ubiquidade!
O Paraíso está onde a Divindade está, certamente, o Paraíso encontra-se em todos! “Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos.” Efésios 4: 5 e 6.
Compreende-se que o Paraíso de Deus, nada mais é do que a Divindade, composta pelo Pai, Filho e Espírito Santo.
Como o Filho ocupa a parte central da Divindade, encontra-se, exatamente, no meio do Paraíso de Deus, assim como está relatado em Gênesis!
Toda criatura que suplantar os atropelos do pecado, encontrará nos méritos de Jesus, o fruto que fortificará o pecador penitente, habilitando-o a permanecer ainda em animação, junto à Árvore da Vida que é o próprio Cristo.
Desta maneira, a humanidade, ainda nesta Terra malsinada pelo pecado, desfrutará da atmosfera celestial, no Paraíso de Deus, que se encontra nela própria. Igualmente, a humanidade usufruirá do companheirismo de Jesus Cristo, do Espírito Santo, bem como, do amor do Pai!
Agora sim, fortificados em vida, pode-se manter a certeza de que na manhã radiante da Eternidade, os vencedores estarão no Paraíso de Deus, na companhia da Trindade, comendo o fruto da árvore da vida, colhido e distribuído para os redimidos, pelo próprio Jesus Cristo!
O Éden, bem como, a árvore da vida, que um dia perdemos por conta do pecado, será, finalmente, devolvido à raça humana, como um eternal emblema do Paraíso de Deus.
Que você, meu amado leitor, possa fazer parte do grupo especial que receberá das mãos de Deus, o galardão da Vida Eterna!
De posse deste conceito, podem-se conhecer os versos que serão analisados com sentimento de dedicação absoluta, num culto de devoção e adoração à Deus. “Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro.
No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos.
Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o Trono de Deus e do Cordeiro. Os Seus servos o servirão, contemplarão a Sua face, e na Sua fronte está o nome dEle.
Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos.
Disse-me ainda: Estas palavras são fiéis e verdadeiras. O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou Seu anjo para mostrar aos Seus servos as cousas que em breve devem acontecer.
Eis que venho sem demora. Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro.
Eu, João, sou quem ouviu e viu estas cousas. E, quando as ouvi e vi, prostrei-me ante os pés do anjo que me mostrou essas cousas, para adorá-lo.
Então, ele me disse: Vê, não faças isso; eu sou conservo teu, dos teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora somente Deus.
Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo.
Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se.
E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras.
Eu Sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim.
Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras [no sangue do Cordeiro], para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas.
Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira.
Eu, Jesus, enviei o Meu anjo para vos testificar estas cousas às igrejas. Eu Sou a Raiz e a Geração de Davi, a brilhante Estrela da manhã.
O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a Água da Vida.
Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer cousa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das cousas que se acham escritas neste livro.
Aquele que dá testemunho destas cousas diz: Certamente, Venho sem demora. Amém. Vem, Senhor Jesus!
A graça do Senhor Jesus seja com todos. Apocalipse 22: 1 - 21.

A PRAÇA E O RIO




A Nova Jerusalém, como descrita na Revelação, é uma cidade física, portanto, literal, uma vez que, literais são seus habitantes, por isso mesmo, sabe-se que não se deve espiritualizar aquela extraordinária cidade!
Todavia, pode-se sim, tirar lições emblemáticas. É o caso de todos os objetos que compõem tal metrópole!
Tem-se conhecimento que uma praça, além de ser um lugar público e atrativo, onde, geralmente, as pessoas convergem para dali tirar proveito, sendo, portanto, o principal ambiente de encontros. Nesse caso, a Praça é um perfeito emblema da pessoa de Cristo Jesus!
Para robustecer essa insígnia, vale ressaltar que no meio da mesma encontra-se o Rio da Vida que, também é símbolo do Mestre! "Aquele, porém, que beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, Eu serei nele uma fonte a jorrar para a vida eterna." João 4: 14.
Nessa figuração, acredita-se que os habitantes da Terra Restaurada, estarão, constantemente, se dessedentando dAquela água. A brisa que corre sobre a Praça é balsâmica e vivificante, tudo ali respira beleza e musicalidade!
A face gloriosa de Cristo é espelho do rosto do Pai, todavia, o ser humano, naquela oportunidade, não verá Deus através do reflexo das ações de Cristo, pois, o Eterno, fisicamente, estará ali, em cumprimento da promessa feita por Jesus no Sermão do Monte. "Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão Deus". Mateus 5: 8.
Esta é uma demonstração vívida que Deus o Pai é o personagem alvo que a humanidade busca e, haverá de encontrá-Lo, vendo-O como Ele é!
Não é sem razão que o próprio Deus virá resgatar Seus filhos, confira nas palavras de Cristo tal propositura! "Quando vier o Filho do homem na Sua majestade e todos os anjos com Ele, então, se assentará no trono da Sua glória... Assim, dirá Jesus aos que estiverem à Sua direita: Vinde, benditos de Meu Pai!" Mateus 25: 31 e 34 pp. (grifo nosso). "Respondeu-lhe Jesus:... Eu vos declaro desde agora, vereis o Filho do homem assentado à direita do Todo-Poderoso, vindo sobre as nuvens do céu."  Mateus 26: 64. (grifo nosso).
Quando o pecado adentrou na Terra, a humanidade, a partir de então, passou a enaltecer em demasia as coisas por Deus Criadas, deixando de perceber que o Criador é muito maior que Sua própria Criação!
Para corrigir esta postura de entendimento, a mensagem apocalíptica apresenta Deus em esplendor e Jesus com glória desvelada, transmitindo a impressão que junto ao Trono do Onipotente não existe noite, o brilho da Divindade é tão intenso que chega mesmo a ofuscar a luz do sol, onde a noite do pecado não resistirá à Luz da Verdade.
Este fato leva o ser humano a compreender que a claridade Divina é essencial, por isso, apesar de que o sol, que ilumina a parte clara do dia, continuará a existir, como também a lua, que galanteia a noite, dividindo o dia em duas partes, a escura e a clara, todavia, tais astros, tanto o sol quanto a lua, não mais serão fundamentais para a humanidade, pois, teremos Jesus, o Sol da justiça, ante O qual, todas as pessoas O reverenciarão!
Pode-se descansar confiante nesta promessa, pois, quem assevera todas estas coisas é o Mestre, Ele é fiel ao Pai e tão verdadeiro quanto o Todo Poderoso. Em Jesus, pode-se confiar plenamente!
Cristo virá juntamente com o Pai para resgatar toda pessoa zelosa das promessas apocalípticas. Contudo, a humanidade ainda está vivenciando o tempo sobremodo oportuno, todavia, a porta da misericórdia está prestes a ser obstruída!
Quando a porta da Graça se fechar, então, durante o último ano sobre este planeta governado, ainda, pela régia do pecado,  somente naquele último ano, não haverá Livre Arbítrio, tudo estará definido, aguardando-se tão somente o desfecho final, por isso, todo injusto continuará praticando injustiça, toda criatura suja de entendimento, permanecerá se enlambujando em sua sujeira, por conseguinte o justificado, cada vez mais, praticará atos de justiça, procurando desta forma, condizer, com sua justificação!
Ao terminar o último ano de peregrinação sobre a Terra, com certeza, acontecerá o maior evento de todos os séculos, a vinda de Deus e a volta de Cristo. Naquela oportunidade, o Filho de Deus retribuirá a cada pessoa o que ela terá de direito, isto, baseado nas obras e escolhas que cada  ser humano fizer!
Esta garantia está referendada por Aquele que, através de Sua Palavra, Criou todas as coisas para que a humanidade pudesse se sentir segura e feliz, junta à Divindade!
É por esse motivo que Jesus identifica de felicíssimo todo pecador arrependido, perdoado e justificado que, por ter purificado suas ações, lavando-as no sangue do Cordeiro, guardando todos os mandamentos da Lei de Deus, como consequência, se alimentará do fruto da Árvore da Vida, tendo direito a conviver com o Altíssimo!
Não obstante, a Revelação identifica cinco qualidades de pecadores que, definitivamente, ficarão alijados do Reino de Deus.
A lista começa com os cães, obviamente, que estes cães são emblemáticos, portanto, não são referências aos cachorros, é uma figuração a toda pessoa que, em essência, deveria estar vigilante, e não estiveram, todavia, também é alusão direta aos pastores e líderes religiosos que apregoam falácias e, conduzem os fiéis a acreditarem em sonhos inatingíveis!
Tais pregadores, incautos, maliciosos, afrontam a Divindade, cobrando altíssimas contas, pelo dom gratuito de Deus, esses divulgadores espirituais, não se fartam em suas roubalheiras. Todos eles, sem exceção, não herdarão a vida eterna! "Os seus atalaias são cegos, nada sabem; todos são cães mudos, não podem ladrar; sonhadores preguiçosos que gostam de dormir.
Tais cães são gulosos, nunca se fartam; são pastores que nada compreendem, e todos se tornam para o seu caminho, cada um para a sua ganância, todos sem exceção." Isaías 56: 10 e 11 (grifo nosso).
Afora os cães, todos que se prostituem, principalmente no âmbito doutrinário, adulterando a Palavra de Deus, se tornando em homicidas das promessas Divinas, todos estes, não serão recebidos na Eternidade!
Contudo, os mentirosos, pessoas que se identificaram, intimamente, com o pai da mentira, que em tudo coloca uma pitada de inverdade, a única certeza deles, verdadeiramente, será a morte eterna.
Por isso, amigo leitor, fuja do exemplo que tais pecadores, estão a te ofertar, portanto, não te deixes seduzir por modelos inconvenientes de comportamento!
O próprio Jesus enviou o anjo Gabriel para esclarecer a humanidade sobre Seus objetivos.
O Relato Revelado, no Evangelho conforme o entendimento de Mateus, identifica Cristo como sendo descendência de Davi (Mateus 1: 1), obviamente, fazendo alusão à linhagem humana, todavia, agora, ao final da Revelação, Jesus afirma, categoricamente, ser, de fato, a raiz e a geração de Davi, ou seja, Ele é o Deus Criador de todas as coisas, por isso é também o Desejado das Nações, a resplandecente estrela da manhã! "Eu, Jesus... Sou... A brilhante Estrela da manhã." Apocalipse 22: 16.

O ÚLTIMO CONVITE




Nos instantes derradeiros de Cristo nesta Terra desvirtuada pelo pecado, o Mestre incumbiu toda criatura que dEle tivesse conhecimento para ir e anunciar Suas boas novas, estabelecendo, desta maneira Sua comissão! "Ide por todo mundo e pregue o evangelho a toda criatura." Marcos 16: 15.
Depois deste fato Ele ascendeu ao Céu, onde foi recebido e aclamado, assentando-Se ao lado do Onipotente!
Hoje, perto do fechamento da porta da graça, o Refrigerante Eflúvio do Poder Divino, o Espirito Santo, juntamente à humanidade que, convicta aguarda o retorno de Jesus e vinda do Pai, ao invés de anunciar as Boas Novas, está comunicando a todo pecador, por meio de palavras, imagens, músicas, recursos audiovisuais e efeitos luminosos a, não mais ir, contudo, chegou o momento de vir.
É um convite pleno de amor, um apelo com características da Divindade, tanto do Pai, quando do Filho e do Espírito. Essa convocação é extensiva a toda criatura que, deverá fazer uso de seu livre arbítrio, para rejeitar ou aceitar este misericordioso convite!
Contudo, a convocação celeste continua ecoando: Vem! Vem ver o Rei dos reis e Senhor dos senhores em Sua beleza imaculada em Seu cerúleo Trono!
Vem, para a tua eterna pátria, a Terra restaurada, gozar a felicidade! Vem brilhar como as estrelas, para sempre, em glória universal!
Vem, sobretudo, habitar com Deus o Pai, Jesus, nosso irmão mais velho e o Espírito Santo, que continuará conosco para todo o sempre!
Querido amigo leitor, vem, pois, a Palavra garante que, ao se obedecer todos os mandamentos de Deus, tendo a fé em Jesus, serão autenticados o direito de usufruir todas essas promessas!
Se você leu estas considerações, não as guarde, unicamente, para você, mas, divulgue-as e compartilhe a todos que fazem parte de tua abrangência pessoal, bem como, virtual!
Portanto, vem, e beba de graça a Água da vida.
A Palavra de Deus contém o caminho de retorno para a felicidade!
O nosso lugar, deve ser ao lado do nosso Pai Eterno!
Jesus garante que, cedo virá, qual é a tua expectativa, amigo leitor?
O meu desejo íntimo é corresponder aos anseios da Divindade dizendo: Assim seja, Ora, vem, Senhor Jesus.

É meu desejo que a graça do Senhor Jesus seja receptiva em todos os meus leitores!