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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Janela Poética - O BRASIL QUE EU QUERO!


O BRASIL QUE EU QUERO!
Educador Glauco César
















Neste meu Brasil o que eu mais quero
é fugir de quem faz enrolação,
quero morar numa grande nação,
de um povo humilde, mas, sincero!

Onde o trabalhador seja leal,
e receba ajuda vinda do céu,
tendo na honestidade um troféu
e, faça do amor sua Capital!

Nele o idoso, a mulher e o infante,
seja honrado, além de caridoso,
só assim o bem será triunfante!

O trato ao bandido seja severo,
e ao mau político, impiedoso.
Este é o Brasil que eu mais quero!!!

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

IDE - A Medição do Santuário de Deus!

CAPÍTULO XI

A MEDIÇÃO DO SANTUÁRIO DE DEUS!
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
             Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.




Neste novo capítulo do livro do Apocalipse, onde os fatos históricos e espirituais que se encontravam velados, por intervenção Divina, passam a ser conhecidos, abrindo um leque enorme de fatos e acontecimentos que, certamente vai envolver todo perscrutador atento a utilizar tempo e a mente no diligente estudo da Palavra de Deus!
Desde o capítulo oito da Revelação, até aqui, estivemos envolvidos em aprender sobre as trombetas, tentando compreender os fatos que ocorreriam ao soar do toque de cada uma das sete trombetas, lembrando que, ainda estamos vivenciando a sexta trombeta, até que se ouça o retumbar da sétima corneta!
É certo que a instrução Divina tem vindo recheada de figurações, as quais são, portanto, emblemas que deverão ser decifrados.
No entanto, crendo na possibilidade de haver erros e acertos interpretativos, contudo, procurando de forma mais racional possível se deparar com os acertos para demonstrar aos pecadores a mensagem que Deus deseja transmitir!      
Portanto, alicerçados na Palavra e conduzidos pelo Espírito, busquemos a compreensão do texto proposto.
Alguns analistas proféticos acreditam que a mensagem contida neste capítulo não segue uma ordem cronológica, se assim fosse, argumentam eles, este tratado deveria anteceder o capítulo dez.
No entanto, não desprezando as opiniões alheias, busquemos decifrar os enigmas propostos no texto.
Para João foi dada uma vara de medir e, com ela o profeta deveria verificar, tendo por base uma escala fixa de grandeza para avaliar o santuário de Deus, o altar e os adoradores.
É óbvio que de início precisamos descodificar os emblemas propostos e, numa análise simples, mas, não superficial, percebe-se, de início, cinco figuras que devem ser compreendidas.
A primeira figura é o próprio vidente João. De quem ele, especificamente, está sendo uma figuração?
Decifrada a primeira incógnita, deve-se buscar, então, o que  se precisa saber, ou seja, a significação do caniço de medir, do santuário, do altar e dos adoradores, seriam figuras de que?
Quais seriam as lições ou ensinamentos que o Mestre dos mestres queria que a humanidade se apercebesse, para melhor viver aqui na Terra, em preparação espiritual para a Vida Eterna?
Antes, porém, precisamos conhecer os versos que serão, diligentemente, esmiuçados. Ei-los: "Foi-me dado um caniço semelhante a uma vara, e também me foi dito: Dispõe-te e mede o santuário de Deus, o Seu altar e os que naquele adoram; mas deixa de parte o átrio exterior do santuário e não o meças, porque foi ele dado aos gentios; estes, por quarenta e dois meses, calcarão aos pés a cidade santa." Apocalipse 11: 1 e 2.

TIRANDO O VÉU DAQUILO QUE ESTAVA ENIGMÁTICO




Nessa comunicação proveniente do Paço Celestial, tendo por destinação a Terra, o canal humano utilizado foi o profeta João.
Sabe-se que a mensagem recebida tinha por destinação final, não simplesmente o planeta e sim, a criatura humana, com o intuito de capacitar a humanidade a manter um comportamento relacional com a Divindade, a fim de receber instruções que a capacite a vencer os entraves espirituais que o pecado lhe impõe!
Notadamente, fica, então, evidenciado de forma até racional e bastante compreensível, que João, ao receber a vara de medir, estava simbolizando cada criatura humana.
No entanto, sabe-se que, uma vara de medir tem por objetivo conferir alguma coisa, fato que nos remete a imaginar que o objetivo primordial dessa visão é alertar o pecador para que o mesmo faça um julgamento íntimo para conferir seu desempenho espiritual, para assim, corrigir alguma falha, que porventura esteja cometendo!
Sintetizando, esta vara de medir conduz o pensamento humano ao Juízo  Investigativo!
Todavia, devem-se desmistificar alguns equívocos em relação ao juízo investigativo.
Acredita-se que o juízo investigativo, seja Deus contabilizando em cada ser humano, o desempenho positivo e o negativo para, então, tomar uma decisão sobre sua recompensa final. Morte ou vida eterna?
Crê-se também que o juízo investigativo seja um acontecimento novo ou recente, que começou há cerca de duzentos e poucos anos.
Antes de tudo, baseado na Revelação, o pesquisador deve ficar atento para um simples detalhe. Se realmente for verdadeiro que a vara de medir simboliza o juízo, esta investigação não será feita por Deus, pois, o mesmo sabe de todas as coisas, e não precisa recorrer a nenhum artifício para reconhecer em que lado o pecador se encontra, se ao lado da Vida Eterna ou se preferiu escolher o caminho da perdição!
Aperceba-se que era João quem estava de posse da vara de medir, portanto, era ele quem deveria medir e não a Divindade.
Como João, nesta visagem é figuração da raça humana, isto indica que a investigação deve ser feita individualmente, cada pessoa fazendo seu próprio juízo, investigando sua própria vida e, decidindo que postura deva tomar!
Uma vez cônscio desta premissa, precisa-se compreender qual é o simbolismo da vara, o que ela representa e qual medida se deve seguir?
Pois bem, esta vara representa a norma do juízo ou o referencial por intermédio da qual, todo pecador deve se reger, portanto, esta vara é a Santa Lei de Deus que, por extensão representa o próprio Jesus Cristo, que é o nosso referencial tendo em Si próprio a estatura perfeita de Deus. "Falai de tal maneira e de tal maneira procedei como aqueles que hão de ser julgados pela lei da liberdade." Tiago 2: 12. "Até que todos cheguem à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo." Efésios 4: 13 (grifo nosso).
Você, amado leitor, pode, perfeitamente, não ter se convencido de que a vara seja símbolo do juízo e que de posse dela, cada pessoa possa fazer uma introspecção de sua própria postura espiritual.
No entanto, na Revelação consta que a vara é para medir o santuário, sendo assim, pode-se imaginar que essa medição seja para definir qual é a denominação verdadeira, para que, então, o humano a possa seguir embarcando na condução que, certamente, o guiará aos céus! Se você crê assim, saiba que esta definição interpretativa está, totalmente, equivocada!
Todavia, amado leitor, a Bíblia é extremamente clara ao declarar que o homem é o santuário de Deus, portanto, desde o advento do pecado, é função do ser humano, fazer uma introspecção para saber, se o santuário de Deus, que é o homem, está batendo com as medidas apresentadas pelos céus! "Porque nós somos santuário do Deus vivente, como Ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo." II Coríntios 6: 16.
É interessante perceber que foi ordenado a João que além de medir o santuário, ele deveria, também, medir o altar. Que mensagem instrutiva está atrelada na definição do altar?
Para responder com acerto tal inquietação, precisa-se, de início, saber o que é um altar e, qual a sua utilidade?
Pois bem, no passado, o altar era um bloco de doze pedras destinado à imolação de vítimas, como oferendas, em sacrifícios religiosos. Com o transcorrer do tempo, passou a ser o lugar de adoração e veneração.
Para nossa melhor compreensão, perceba que foi pedido ao vidente que medisse o santuário e também o seu altar, ou seja, o altar do santuário.
Apenas para informação preliminar, o altar, conforme a história eclesiástica é uma peça que faz parte do santuário de Deus. 
Havia dois altares, o de holocausto, localizado no pátio e o altar de incenso que ficava no primeiro compartimento do santuário denominado de Lugar Santo, junto ao véu, defronte da arca da aliança e do propiciatório que ficava no segundo compartimento, chamado de Lugar Santíssimo.
Conforme o enunciado, o altar a ser medido, só pode ser o altar de incenso, pois, é o que, de fato, está no santuário, e não no pátio!
Se o santuário, como vimos, é emblema do ser humano, e o altar faz parte do santuário, portanto, nesse caso, o altar em foco faz parte do ser humano!
Têm-se, então, subsídios para afirmar com plena convicção, que esse altar é simbólico do caráter de cada pessoa, pois, é possível ter-se um comportamento exemplar, ou seja, observar os mandamentos de Deus, sem, no entanto ter-se um relacionamento vivificante com Cristo.
Portanto, medir o altar, é figuração de uma introspecção sincera e sem paixão, que o pecador deve fazer para saber se ele está guardando os Mandamentos de Deus, apenas mecanicamente, com o intuito de comprar a salvação  ou, se é um ato responsivo de agradecimento ao amor incondicional de Cristo pelo pecador?
Quando o ser humano observa os Mandamentos de Deus de forma racional, por ter um relacionamento dignificante e amoroso com a Divindade e, não simplesmente uma obediência interesseira, mas, amorosa e responsiva, certamente, Deus se agrada desse procedimento, como resultado, o pecador será agraciado com a Vida Eterna!
É assim que é feita a medição do altar!
Foi dito ao vidente de Patmos que também fossem avaliadas aquelas pessoas que, no altar, também adoram a Deus.
Esta é a parte crucial do primeiro verso deste capítulo onze, pois, reflete a postura decisiva de cada pessoa que tenha passado pelo processo introspectivo, por isso mesmo, é de suma importância que essa pessoa esteja disposta a desempenhar a comissão proposta por Cristo!
É certo que você, leitor, esteja flutuando por não entender onde o articulista deseja chegar?
No entanto, é de importância suprema que cada pessoa que fizer um juízo da própria vida, esteja disposta a demonstrar que, realmente, teve um encontro pessoal, salvífico e vivificante com Jesus Cristo, por isso mesmo, está com o coração maleável e, por dar crédito à comissão do Filho de Deus, passe a anunciar a todos, as Boas Novas da Salvação. "Ide por todo o mundo e pregue o Evangelho a toda criatura." Marcos 16: 15. "E será pregado este Evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então virá o fim."  Mateus 24: 14.
Pois bem, as pessoas alcançadas pelo testemunho daqueles que fizeram juízo de sua própria vida, também deverão fazer o mesmo, analisar seu relacionamento com Cristo, imitar o Cordeiro de Deus e, divulgar o evangelho eterno, só assim estará cooperando no processo de abreviar a volta de Cristo e vinda de Deus!
Esta é a maneira mais eficaz do ser humano demonstrar que é um fiel adorador do único ser Onipresente, Onisciente e Onipotente!

QUANDO A AÇÃO DIFERE DA INTENSÃO




A instrução deixada por Cristo Jesus ao profeta João, era clara ao informar que não havia necessidade de medir o átrio exterior do santuário de Deus.
É sempre bom ficar atento que a instrução de Jesus ao fazer referencia ao santuário de Deus, na verdade, era uma alusão ao ser humano, pois, a própria Divindade identifica o homem como sendo Seu santuário.
Ora, no santuário terrestre, para poder entrar no templo, representado pelos sacerdotes, era necessário fazer uma autoanálise e depositar uma oferenda no altar de sacrifício, que ficava no átrio exterior.
A pessoa que não reconhecesse sua pecabilidade e não sacrificassem suas atitudes vãs, não tinha direito de ser representada pelo sacerdote para adentrar no Tabernáculo, no Lugar Santo. Automaticamente, estaria desprovida das bênçãos eternais!
Como nessa nova figuração, foi pedido que não se medisse o átrio externo do tabernáculo, se entende que Cristo, nesse pedido, está confirmando que aqueles indicativos do passado ainda continuam em vigor.
Portanto, como nessa nova visão o Tabernáculo de Deus, representa cada ser humano, o não medir o átrio exterior, seria demonstrar que nem sempre as obras que se apresentam como tarefas de caridade e humildade, o são, verdadeiramente!
O próprio Jesus quando esteve peregrinando aqui na Terra, na região da Palestina, certa feita, alertou sobre esta possibilidade! "Este povo honra-Me com os lábios, mas, o seu coração está distante de Mim." Mateus 15: 8.
Na atualidade, muitos são enganados ao seguir obreiros fraudulentos que, no entanto, demonstram ser piedosos, entretanto, estão distanciados de Cristo.
Tais pessoas denotam crédito suplementar a determinados lideres e instituições, enquanto que o Instituidor, no caso, Jesus Cristo, fica velado perante o conceito de tais ministradores!
O Messias, já havia alertado sobre essa postura, afirmando; "E em vão Me adoram ensinando doutrinas que são preceitos de homens." Mateus 15: 9.
Na verdade, Jesus está alertando cada pecador penitente para não deixar se levar pelas obras exteriores de nenhum ser humano, pois, estas obras poderão ser fraudulentas, no entanto, cada pessoa deve fazer uma análise de sua própria vida e, se porventura, encontrar deficiência, procurar a correção divina, que se encontra na pessoa de Cristo! 
Ao aconselhar o povo, então, Cristo faz alusão ao acontecimento recente dos quarenta e dois meses, ou mil e duzentos e sessenta dias, que equivale há um tempo, dois tempos e metade de um tempo que, historicamente, representa o período de supremacia papal que cobre o espaço de 538 a 1798 que corresponde a 1260 anos literais!
O que aconteceu nesse período? O ano de 538 determina a ascensão do Sistema Papal que foi progredindo e se fortificando, ao tempo em que ia delimitando a liberdade religiosa, até que os franceses, comandados por Napoleão Bonaparte, feriram-no de morte em 1798.
            Na verdade este fato se deu quando o Papa Pio VI foi feito prisioneiro por Berthier, general francês, em 1798, pondo cifras quase definitivas ao domínio temporal da Igreja Dominante, fato que repercutiu, principalmente, em toda Europa. 
Nessa data termina, então, o calcar do pé, ou opressão imposta, naquele período, pela Igreja Dominante!
O amigo leitor deve estar se perguntando, ora, o articulista se privou de esclarecer que a opressão era sobre a cidade santa e, não contra as pessoas!
É bom lembrar que o livro da revelação usa uma linguagem enigmática, portanto, faz uso de várias figuras de linguagens, sendo assim, o escritor usa o recurso da Metonímia, que é uma figura que fundamenta a proximidade de ideias, explorando-se a relação existente entre as palavras.
Neste caso, quando o Profeta afirma que a cidade santa foi oprimida, ele estava fazendo uso de uma metonímia onde se interpreta o continente pelo conteúdo, ou seja, a cidade santa, que é o continente, deve ser interpretada pelas pessoas, que é o conteúdo de qualquer cidade!
No caso de ainda restar alguma dúvida, sugiro ao amado leitor que recorra, incansavelmente, à pesquisa da Palavra, que por certo, O Senhor Jesus Cristo, esclarecerá qualquer dificuldade em crer, por isso, creia tão somente, pois, esta é a vontade de Deus, que todos creiam em Jesus e tenham a Vida Eterna e, ressuscitem no último Dia! “De fato, a vontade de Meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nEle crer tenha a vida eterna; e Eu o ressuscitarei no último dia.” João 6: 40.
Este é o nosso desejo e a nossa oração! 

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

IDE - Uma Doce Promessa Resulta Numa Amarga Decepção

UMA DOCE PROMESSA RESULTA NUMA AMARGA DECEPÇÃO!
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
             Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



O Oráculo Revelado de Deus, a Santa Bíblia, sempre envolveu em sombras misteriosas o tema sobre o dia em que Cristo retornaria à Terra, para resgatar todo pecador arrependido, perdoado e restaurado!
Por ter total conhecimento do estado atual da humanidade e, por reconhecer a pecabilidade do ser humano, o Onipotente preferiu velar essa informação, para evitar que o pecador deixasse para se preparar para o encontro com Jesus e Sua comitiva, somente quando estivesse, de fato, prestes a concretizar o retorno de Cristo e vinda de Deus, juntamente com o séquito celestial.
Agindo dessa forma, o Onisciente evita que a morte pegue de surpresa o pecador incauto, sem que ele tenha tido, sequer, a oportunidade do preparo para tal evento.
Voltando ao foco principal e, dando continuidade ao nosso estudo, muitos pesquisadores acreditam piamente que houve um hiato entre o término da sexta trombeta e o soar da sétima corneta.
Ora, existe uma escola interpretativa que divulga que a sexta trombeta finda, exatamente, com o término do domínio turco sob a tutela dos quatro sultões, terminando em 11 de agosto de 1840. 
Os que defendem esta ótica interpretativa acreditam que o período da sétima trombeta começa, exatamente, nesta mesma data.
É certo que essa linha interpretativa tem algumas variações, pois, há quem defenda que a sétima trombeta começou a soar, não em 1840, mas, somente em 1844. 
No entanto, outros estudiosos do assunto, acreditam que com o findar do período da sexta trombeta ocorrido em 1840, então, segue-se fatos importantes, como um interlúdio histórico, que se intercala nas várias partes da composição histórica, notadamente entre o período da sexta até alcançar a sétima trombeta, sem, no entanto, pertencer a nenhuma das duas trombetas, sendo, mais ou menos um tempo flutuante na história universal!
Para se chegar a uma racionalização conclusiva, se faz necessário conhecer os versos que serão, cuidadosamente, analisados. Ei-los: "A voz que ouvi, vinda do céu, estava de novo falando comigo e dizendo: Vai e toma o livro que se acha aberto na mão do anjo em pé sobre o mar e sobre a terra.
Fui, pois, ao anjo, dizendo-lhe que me desse o livrinho. Ele, então, me falou: Toma-o e devora-o; certamente, ele será amargo ao teu estômago, mas, na tua boca, doce como mel.
Tomei o livrinho da mão do anjo e o devorei, e, na minha boca, era doce como mel; quando, porém, o comi, o meu estômago ficou amargo.
Então, me disseram: É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis." Apocalipse 10: 8 – 11.

RACIONALIZANDO A MENSAGEM


Foi visto duas formas interpretativas dum mesmo entendimento, contudo, discordante sobre um determinado espaço de tempo, se pertencia à sexta ou sétima trombeta ou, se era um tempo flutuante com característica própria.
A mim me parece compreensível que o tempo em foco deve pertencer a uma ou a outra trombeta, nunca uma referência a um enxerto ou complementação temporal, pois, refletiria uma desatenção ou esquecimento por parte do Revelador Celestial ou, do correspondente terreno, no caso, o Vidente!
Por isso deve-se observar atentamente quando, de fato, termina a sexta e, inicia-se a sétima trombeta. Resolvendo essa questão, elimina-se toda e qualquer dúvida!
A sexta trombeta está relatada no nono capítulo da Revelação a partir do verso treze, no entanto, naquele capítulo, em momento algum se prescreve o final do período dessa trombeta.
O capítulo dez, então, continua relatando acontecimentos relativos a sexta trombeta, os quais referendam sobre a proximidade da volta de Cristo, informando, inclusive, que não haverá muita demora, para que esse evento venha a se concretizar.
Contudo, no verso seguinte, ou seja, no verso sete, sugere que o anjo da sétima trombeta, quando estiver para soar a mesma, notadamente, ainda na desenvoltura da sexta trombeta, então, será revelado o mistério de Deus, qual seja, o dia da vinda do Pai, e volta do Filho, Cristo Jesus e, consequentemente, a ressurreição dos mortos justificados e transformação dos justificados que estiverem vivos.
Todavia, enquanto o anjo não tocar a sétima trombeta, ainda vivenciando a sexta corneta, será "necessário profetizar a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis." Apocalipse 10: 11.
Essa necessidade de profetizar sobre muitos povos, caracteriza que a história da sexta trombeta ainda não chegou ao fim, ela continua em franco desenvolvimento, até que soe a derradeira trombeta, ou seja, a sétima!
Perceba, então, quando de fato o sétimo anjo tocará a sua trombeta: "Eis que vos digo um mistério: nem todos dormirão, mas, transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar d'olhos, ao ressoar da última trombeta (a última trombeta é a sétima). A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós (os que estiverem vivos) seremos transformados." I Coríntios 15: 51 e 52 (grifo e adendo nosso).
Amigo, a ressurreição dos mortos justificados e, a transformação dos vivos preparados para o encontro com Cristo, acontecerá, justamente, quando do retorno de Jesus e, quando esse fato estiver prestes a acontecer, começará o toque da sétima trombeta que descreve o retorno de Cristo para levar consigo, para as mansões celestiais, toda pessoa que procurou viver como Cristo viveu aqui na Terra, cumprindo a vontade do Onipotente!


A DEGUSTAÇÃO DO LIVRINHO ABERTO



A partir do inicio do Século IXX os sábios estudiosos da Palavra de Deus, de várias denominações e continentes, sem prévia combinação, foram atraídos pelo desejo de perscrutar sobre a doutrina do  segundo advento de Cristo.
Naquela época, admitia-se que o retorno de Cristo, juntamente com o Pai, ocorreria após o Milênio, num futuro muito distante.
Até que, dentre os muitos estudiosos, se sobressaiu, entre eles, a compreensão de que Jesus retornaria antes da era milenar.
Dentre esses estudiosos, destacou-se um chileno, Manuel de Lacuza que era um sacerdote católico romano.
Assim, em cada continente surgiam defensores da proximidade do retorno de Cristo, desta forma foram brotando defensores deste conceito, tanto na Inglaterra quanto na Escócia tais como Eduardo Irving, Henry Drummond e Alexandre Keith.
Essa nova compreensão se espalhou ao redor do mundo. Coube a José Wolf conduzir a mensagem da breve volta de Cristo até o Oriente Médio e à Ásia.
Essa mensagem foi tão envolvente que na Escandinávia, um grupo de crianças saiu a proclamar as Boas Novas de que Jesus estava prestes a voltar!
No entanto, o disseminador desta gloriosa mensagem que mais se destacou foi um agricultor batista de Low Hampton, na cidade de Nova Iorque, por nome de Guilherme Miller.
Pois bem, conforme a profecia, João, o vidente, tomou o livro e o degustou. Naquela figuração, o livreto, em sua boca tinha um sabor adocicado como mel, no entanto, em seu estomago era de um amargor  insuportável.
Quais mensagens se podem extrair dessa figuração?
É interessante se observar que, no passado, foi ordenado ao profeta Daniel que encerrasse e selasse o livro que constava importantes informações sobre acontecimentos que ocorreriam no tempo do fim.
              A expressão bíblica 'tempo do fim' se refere ao fim do período de 42 meses da supremacia papal, que durou de 538 a 1798 AD. Esses quarenta e dois meses proféticos equivalem a 1260 anos literais. 
É sabido que no tempo determinado, estudantes da Palavra, teriam novas informações para divulgar ao mundo carente e ansioso da volta de Cristo!
A cena em que João degusta o livro é simbólica dos homens sábios do tempo do fim, que passaram a estudar, com total interesse, as mensagens seladas pelo Profeta, com o intuito de entender aquilo que houvera sido velado para Daniel. 
Portanto, João simboliza os estudiosos do tempo do fim, que comeram avidamente aquelas mensagens, tal qual fizera, no passado, o profeta Jeremias!  "Achadas as Tuas palavras, logo as comi; as Tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração." Jeremias 15: 16.
O mesmo sentimento ocorrido no passado repetiu-se no início do século IXX, houve uma exaltação de alegria, por acreditar que havia chegado o tempo do advento do nosso Senhor Jesus Cristo! Essa foi a mensagem adocicada como mel que alegrava os estudiosos, deleitando o paladar daquelas pessoas.
Por conta, principalmente, da mensagem pregada pelo batista Guilherme Miller, que focalizava a breve volta de Cristo, atraíram-se milhares de pessoas que acreditaram nas predições de Miller, notadamente, na América do Norte.
Guilherme Miller através de sua convicção pessoal, baseado na profecia das duas mil e trezentas tardes e manhãs marcou, finalmente, para o dia 22 de outubro de 1844, como a data do retorno de Cristo.
Dezenas de milhares de pessoas se envolveram esperado a concretização de suas convicções, no entanto, aquele dia passou, deixando, tão somente o acre sabor que, de tão amargo tornou-se áspero, agudo e penetrante que chegou a desfigurar a esperança de milhares de pessoas envolvendo-as num profundo desapontamento. Justamente aí, se cumpriu o amargor do estômago!
No entanto, as pessoas que continuaram crendo na promessa da breve volta de Jesus, encontraram consolo na grande decepção que os discípulos de Cristo, tiveram ao perceber que o Filho de Deus não ascendera ao trono terrestre de Davi, mas, havia perecido na cruz como um malfeitor! No entanto, havia um erro de compreensão dos maiorais religiosos e, não da intensão Divina.
A decepção dos discípulos estava na má compreensão do enunciando de Daniel nove, no verso vinte e cinco que fala sobre a unção do Príncipe, crendo eles que Jesus seria ungido para o trono de Davi, aqui na Terra.
Já aqueles que estabeleceram a vinda de Cristo para o ano de 1844, estavam baseados nas predições de Daniel oito e, verso quatorze. Eles criam que a Terra era o Santuário a ser purificado e, que essa purificação dar-se-ia com a segunda vinda de Cristo Jesus!
O certo é que os discípulos de Cristo não compreenderam a natureza do reino espiritual estabelecido por Jesus, de igual modo os estudiosos do tempo do fim, não compreenderam o significado da purificação do santuário.
Aqueles estudiosos acreditavam que o santuário fosse a Terra, que seria purificada pela ação do fogo, por ocasião da segunda vinda de Cristo, que viria fazer juízo contra os ímpios. "Eis que vem o Senhor entre Suas santas miríades, para exercer juízo contra todos os ímpios, acerca de todas as obras ímpias que impiamente praticaram e acerca de todas as palavras insolentes que ímpios pecadores proferiram contra Ele." Judas 14 up e 15.
O certo é que depois da ascensão de Jesus Cristo, os discípulos compreenderam o motivo da sua amarga experiência. Eles foram libertos do jugo do pecado e não dos romanos.
Semelhantemente, os homens sábios e estudiosos do tempo do fim compreenderam a razão de seu desapontamento, causando uma tão amarga decepção.
Para entender o erro interpretativo eles se apegaram na parábola das dez virgens onde informa que o noivo tardou. Indicando que o noivo não viera no tempo esperado,   conforme o entendimento humano, contudo, a Revelação houvera informado sobre tal desapontamento. "E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram." Mateus 25: 5. "Certamente, ele será amargo ao teu estômago." Apocalipse 10: 9.
A parábola das dez virgens deixa claro que Cristo virá quando não se espera. A Bíblia, em outra porção, o próprio Cristo alertou sobre essa possibilidade. "Mas a respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe... Estai de sobreaviso, vigiai [e orai]; porque não sabeis quando será o tempo... para que, vindo Ele inesperadamente, não vos ache dormindo. O que, porém, vos digo, digo a todos: vigiai!" Marcos 13: 32, 33, 36 e 37.
Amigos, antes que Cristo retorne para a Terra, na companhia do Seu Pai, juntamente com milhares de milhares, miríades de miríades de seres luminosos, Seus anjos, conjuntamente com toda procissão celestial, antes mesmo que esse evento faustoso se concretize, se faz necessário que Seus fiéis seguidores, ainda deverão anunciar, neste período da sexta trombeta, não por conjecturas, mas,  em vaticínio, antevendo o mais brilhante futuro, fazer parte da família de Deus!
Que eu e você possa, não só anunciar, mas, aguardar intensamente o retorno de Cristo, esperando nEle se encontrar com o Pai, para viver eternamente em união familiar!

Esse é meu desejo e a minha oração!