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sábado, 7 de setembro de 2013

IDE - Povo de Deus - Todas as Pessoas


O POVO DE DEUS SÃO TODAS AS PESSOAS

Educador Glauco César

NOTA DO ARTICULISTA -  Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo assunto também é veiculada, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar das mesmas, enriquecendo desta maneira, seu cabedal de conhecimento.






JESUS CRISTO NOS FEZ REIS E SACERDOTES PARA O SEU DEUS E PAI

Cada criatura humana que se dedica em refletir com esmero o caráter de Cristo, tornando-se, por conseguinte, seguidor de Jesus, Deus o considera como rei, devido ao fato de estar reinando com o Filho de Deus no reino de Sua graça. Portanto, toda criatura é regente num domínio sacerdotal.
Assim, nessa condição é um sacerdote, pois recebeu do próprio Mestre a incumbência de levar pecadores aos pés de Jesus que é o Sumo Sacerdote, e também porque oferece sacrifício, sacrifício dela própria, neste caso, refreando determinadas ações que em si mesmas eram maléficas, por isso mesmo, necessitavam ser contidas para seu próprio benefício espiritual, além desses sacrifícios espirituais existem também os sacrifícios de louvores, que por si sóis são deleitosos, provocando um gozo íntimo e suave!

Sendo assim, quando terminar o sacerdócio de Cristo, terminará também o de cada indivíduo, e quando isto ocorrerá? Exatamente quando a porta da oportunidade se fechar, o passo seguinte será a volta de Jesus, momento em que será estabelecido o reino da glória, então, cada criatura reinará eternamente com o supremo Rei.

POVO DE DEUS – TODAS AS PESSOAS


Sabe-se que tudo pertence, por direito legítimo ao Deus Criador, a natureza com suas características e particularidades, a máxima extensão do planeta, a vida contida nele e, principalmente, o ser humano. Cada pessoa é sim, propriedade de Deus. Não há como discordar, uma vez que está registrado nas Escrituras. “Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam.” Salmos 24: 1.
Partindo desse princípio que serve de base a esse raciocínio, algumas pessoas podem concluir que toda criatura humana, sendo propriedade de Deus, logicamente, também é povo de Deus. Tal conclusão, técnica e teologicamente é correta!
Todavia, não se pode generalizar, pois, alguns versos são direcionados a uma parcela, especifica, do povo de Deus, e não à sua totalidade!
Perceba esse exemplo e, procure definir que parte do povo de Deus este verso está se reportando: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus.” I Pedro 2: 9 pp.
É óbvio que toda criatura humana faz parte do povo de Deus, pois Deus é Pai de todos, conforme Efésios 4: 5 e 6 (grifo nosso) que descreve assim: “há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos”.
Contudo, por conta do livre arbítrio, o povo de Deus, tem autonomia para tomar suas próprias decisões! Por isso mesmo, o Senhor, certa feita, declarou: “Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, orar e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então Eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.” II Crônicas 7: 14.
Portanto, o povo que Deus está tratando como Sua propriedade, é aquela parcela do povo, que faz uso do arrependimento, que se perdoa e se deixa perdoar, que se humilha perante o Senhor, que aceita a paternidade Divina e, finalmente, haverá de tomar posse da Salvação oferecida por Deus, adquirindo o direito à Vida Eterna.
Somente quem queira passar por todo este processo de santificação, absorverá as beatitudes descritas por Pedro,  sendo reconhecido por Deus como raça eleita para desempenhar o papel de sacerdote, juntamente com Cristo, o Sumo Sacerdote, assim, adquire a cidadania celestial, tornando-se em propriedade exclusiva de Deus, não só no presente século, mas por toda eternidade!
Consequentemente, quando a pessoa se humilha, buscando Deus em oração, se convertendo, automaticamente, ela se enquadra naquela porção do povo de Deus, que tem o privilégio de proclamar as virtudes de Jesus!
Deixe que a Bíblia seja a reveladora das doutrinas, ensinando e ampliando o conceito de que o povo que executa esse exercício espiritual, ainda aqui na terra, é tido como rei e sacerdote de Deus.
A Bíblia declara em Apocalipse 3: 21 que: “Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no Meu trono, assim como também Eu venci, e Me sentei com Meu Pai no Seu trono”. Sim, Deus nos faz reis, e sentaremos no trono com Jesus Cristo.
Daniel amplia ainda mais este conceito. “Mas os santos do Altíssimo receberão o reino, e o possuirão para todo o sempre, de eternidade em eternidade... O reino e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o Céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno e todos os domínios O servirão e lhes obedecerão”. Daniel 7: 18 e 27.


GLÓRIA E DOMÍNIO PARA SEMPRE

Não é para admirar que João, o discípulo amante e amado rendesse a Jesus Cristo, honra e reconhecimento, pelo tanto que o Filho de Deus fez pela humanidade!
Quão bom seria que toda pessoa se unisse neste justíssimo tributo ao Seu maior benfeitor e mais querido amigo, Jesus Cristo!
O cristão da atualidade é chamado para viver num mundo cada vez mais complexo e corrupto. Ao mesmo tempo, apesar da crescente iniquidade e progressiva frieza da maioria dos cristãos, Deus requer que Seu povo proclame “as virtudes dAquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz.” I São Pedro 2: 9 up.
Espera-se a vinda de Deus e volta de Jesus para esses dias, contudo, poucos estão preparados para usufruir deste faustoso evento!

CRISTO VIRÁ DE FORMA CORPÓREA, PALPÁVEL E VISÍVEL


Continue a extrair as verdades divinas, contidas no versículo sete do capítulo primeiro do Apocalipse que relata: “Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá até os mesmos que O transpassaram; e todas as tribos da Terra se lamentarão sobre Ele. Certamente amém”.

         
EIS QUE VEM COM AS NUVENS

 Aqui João faz pela primeira vez no Apocalipse, menção da segunda vinda de Cristo, desta feita, em glória. O livro de Atos no verso onze do capítulo primeiro esclarece que “Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no Céu, há de vir assim como para o Céu O vistes ir”. Esta é a promessa que a Divindade fez aos discípulos, por intermédio de dois varões vestidos de branco, quando Jesus retornava para o Pai, enquanto uma nuvem ocultava-O aos olhos dos que ali estavam!
Mais de cinquenta anos depois, na glória, Jesus quebra o silêncio e revela a Seu amigo João, a certeza de Sua breve volta.
Neste Evangelho do Amor, o anúncio começa com: “Eis que vem com as nuvens”, e termina com: “Certamente cedo venho”.

O que mais chama atenção é o destaque que Jesus e os discípulos deram a esse assunto!
A grandeza desse tema versado é de tamanha excelência que denota uma superioridade a ele, em todas as épocas, através dos divulgadores desta proposição!
Note como tem sido grande e solene a ênfase. Observe com que preeminência tem sido esta doutrina dada através de todos os ensinos de Nosso Senhor e de Seus apóstolos.
A Segunda vinda de Cristo será tão real quanto à primeira e, muito mais gloriosa que Sua ascensão.
Espiritualizar a volta de nosso Senhor é perverter o claro significado de Sua promessa: “Virei outra vez”. É anular todo o plano da redenção; pois, a recompensa dos fiéis de todas as épocas será dada por ocasião daquele extraordinário e glorioso evento.
Fique-se atento ao que Mateus descreve no capítulo vinte e quatro do seu livro, versos vinte e três até o vinte e seis: “Então, se alguém vos disser; Eis que o Cristo está aqui, ou ali, não lhe deis crédito; porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora enganariam até os escolhidos. Eis que Eu vô-lo tenho predito. Portanto, se vos disseres: Eis que está no deserto, não saiais; eis que Ele está no interior da casa; não acrediteis”.
É interessante ficar apercebido, pois, normalmente, no deserto escaldante do entendimento humano, quando necessita-se da Água da Vida para refrescar a compreensão e da brisa suave do Espírito para arejar a percepção, não se deve crê facilmente nos fenômenos espirituais, uma vez que a dependência irrefletida aos prodígios, conduz o pecador ao fracasso.
Na grande procissão celestial em demanda à Terra, Deus virá na companhia de Cristo com miríades de miríades de seres luminosos, seus anjos, todos os olhos das pessoas que estiverem vivas, se volverão para os Céus, e num mesmo instante verão, simultaneamente, este evento!
Lógico que naquele momento, a Divindade, estará como que anulando uma de Suas leis físicas.
Como se sabe, a humanidade habita num planeta que tem forma geoide, semelhante a um globo, sendo assim, com essa configuração sólida ou aspecto geométrico particular, tendo aparência de uma laranja, portanto, seria impossível, em situação normal, os habitantes de toda a Terra, no mesmo instante, levantar sua vista, e ao mesmo tempo ver Deus. A menos que haja uma intervenção do próprio Criador anulando uma de suas leis físicas!


SATANÁS FALSEARÁ A VOLTA DE CRISTO, TODAVIA, NEM TODOS LEVANTARÃO AS CABEÇAS PARA ENXERGÁ-LO


    

Em termo das coisas espirituais, nem tudo está claramente definido. Baseado nesta definição, Jesus, o Revelador, deixa a possibilidade de cada analista eclesiástico fazer suas próprias suposições, estando, porém, sujeito a erros e acertos, todavia, não deve ser enquadrado como falso profeta!
Em meus pensamentos, algumas vezes sinto a necessidade de conjecturar, baseado em minhas observações, tento examinar com minúcia para submeter a critica tais juízos, que muitas das vezes essas opiniões parecem sem fundamento preciso. Contudo, não se pode descartar o conceito de que, em termo de espiritualidade, tudo é conjectura!
Baseado nesta hipótese acredita-se que o Inimigo, também falsificará o episódio da volta de Jesus. Satanás daria um jeito para que todo olho vivo, num mesmo instante o contemplasse.
No entanto, acredito que isto só seria possível através da tecnologia, com a ajuda da internet, através de aparelhos tecnológicos que, obviamente, as pessoas não necessitariam sair do interior de suas casas.
Daí haver esta incisiva admoestação, não acredite, por tratar-se de mais uma farsa, talvez um dos últimos enganos do Adversário!
Naturalmente, para se observar um ponto determinado, em movimento na imensidão do céu, induziria a humanidade caída a levantar os olhos para o infinito.
E não será diferente na Vinda de Deus e Volta de Cristo!
Toda pessoa que estiver viva, naquela oportunidade, haverá de levantar seus olhos para divisar tão glorioso evento!
No embuste que, supostamente, o Inimigo prepararia, para enganar, se possível, até os próprios escolhidos, teria uma similaridade tão real, que quase toda a humanidade veria, conjuntamente, o Falso Cristo descendo nas nuvens dos céus à destra do fictício Deus, rodeado de refulgentes seres luminosos, aquela terça parte de anjos caídos!
            No entanto, que fique bem claro que essa falsa vinda de Deus e volta de Cristo, não acontecerá, no mesmo instante, ou seja, conjuntamente com a realidade da vinda de Deus e volta Jesus. Portanto, acontecerá, naturalmente, enquanto a porta da graça ainda estiver aberta, para enganar, se possível, as pessoas que decidiram permanecer ao lado da Verdade!  
Volte o pensamento para a cena do embuste. No entanto, para que as pessoas que estiverem vivas possam vivenciar essa enganosa dissimulação, a maioria delas, não levantaria suas cabeças, pois o Farsante não teria como invalidar a lei física, criada por Deus, que impede que as pessoas vejam uma boa parte do céu atmosférico, numa região que estivesse encoberta pela redondeza da Terra!
Justamente nessa imitação, as pessoas estariam, em sua maioria, dentro das casas, observando em aparelhos televisivos e de mídia da internet, para poder divisar o infundado, traiçoeiro e inexato retorno de Cristo!
Assim, as pessoas estariam, definitivamente, com o olhar e as cabeças voltadas para baixo, em direção a algum aparelho tecnológico que, seria, exatamente, a única forma do Falsificador tentar enganar, aquelas pessoas que escolheram estar ao lado da verdade, que é Cristo Jesus!
Esse seria mais um sinal e prodígio praticado pelo Dragão para enganar a humanidade, contudo, não se precisa ficar, neste instante de cabeça baixa, nem se deve aparvalhar ante tal asnice do Inimigo.
Portanto, deve-se ficar atento, para não ser lesado com interpretações precipitadas e errôneas!

TODO OLHO O VERÁ

Algumas pessoas acreditam que Cristo virá em espírito, de forma incorpórea, sendo isto flagrantemente falso.
Enquanto toda a humanidade não O contemplar, conjuntamente, a olho nu, sem auxílio de aparelhos tecnológicos, vindo com as nuvens, é porque Ele ainda não veio.
Ele virá buscar o Seu mais querido tesouro os Seus santos que morreram e os que estiverem vivos, pois, foram comprados com o Seu próprio sangue precioso; aos quais arrebatou do poder da morte em belo e patente conflito; e para os quais a Sua vinda não será, também, menos patente e triunfante!
Mateus, um dos doze companheiros de Cristo, que absorveu do Mestre uma grande experiência, adverte-nos e conclui com exatidão que a vinda do Senhor será de maneira visível.“Porque, assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra até ao Ocidente, assim será também a vinda do Filho do Homem”. Mateus 24: 27.
Se não houver um preparo, a humanidade será surpreendida, pois, é-nos dito que Jesus virá como um ladrão, é o que Pedro confirma, está relatado em sua segunda epístola. “Virá, entretanto, como ladrão, o dia do Senhor”. II Pedro 3: 10 pp.
A todos que, obstinadamente, fecham seus olhos aos solenes sinais da aproximação de Jesus e se recusam a crer na fiel Palavra que assevera que Cristo está às portas, o retorno do Messias será uma desagradável surpresa.
Porquanto, fique claramente explícito que, Cristo não está voltando, nem Deus está vindo!
No entanto, Jesus juntamente com o Pai e toda população celestial, está ansiosa e prestes a vir buscar os remidos!
Que o fim dessa aflição angustiosa seja também desejo de todos, para desfrutar do encontro pessoal, salvífico e vivificante com o Pai e Cristo Jesus, nas nuvens dos céus!
Portanto, meu caro leitor, para que você não venha ser surpreendido, procure seguir o que se encontra em Mateus 24: 42. “Vigiai, pois, porque, não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor”.
Foi Jesus Cristo quem revelou os mistérios Apocalípticos a João, Ele dará a você, diligente pesquisador da Verdade, um antegozo das coisas celestiais.
Você, cujo coração está aberto à recepção da verdade, será capacitado a compreender seus ensinos, ser-lhe-á garantida à benção prometida àqueles que “ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas”. Apocalipse 1: 3.
Por conseguinte, convidamos você, numa próxima oportunidade, analisar comigo o restante do verso sete do primeiro capítulo do livro da revelação, o Apocalipse!
Que Deus te abençoe e te preserve com animação de vida para receber o pinganejar de Suas pronunciações!

sábado, 31 de agosto de 2013

IDE - Cristo Morreu em Quatro Tempos Cronológicos Distintos?

CRISTO MORREU EM QUATRO TEMPOS CRONOLÓGICOS DISTINTOS?

Educador Glauco César


NOTA DO ARTICULISTA -  Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo assunto também é veiculada, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar das mesmas, enriquecendo desta maneira, seu cabedal de conhecimento.




Para alguns pesquisadores é praticamente impossível compreender, de forma racional, sem se fazer uso de uma grande dosagem de fé, como foi possível Cristo ter morrido num mesmo evento, em quatro tempos cronológicos distintos!
Contudo, realmente, nas Escrituras contém Sua revelação!
Jesus, então, através de Sua Palavra, torna entendível, qualquer enunciado ambíguo ou velado, isto porque Ele é a descoberta reveladora da Divindade!
A parte crucial do mistério da expiação é, justamente, entender, com racionalidade, o fato da múltipla morte de Cristo ser, realmente, um único acontecimento!
Esse é o enigma a ser revelado!
Até então, não se tinha tal entendimento, justamente, por não manter uma verdadeira intimidade com as Escrituras, daí estar passível ao engano e, desconhecer as reais possibilidades do Grande Eu Sou.
Portanto, a humanidade estava enquadrada na mesma condição dos saduceus, aos quais, noutra oportunidade, o Filho do Homem, “Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus”. Mateus 22: 29.
É claro, que nenhuma pessoa deseja incorrer no mesmo erro daquele povo! Por isso deve-se recorrer à Revelação, por conseguinte, ela esclarecerá e revelará o grandioso poder de Deus!
Todavia, permanece uma inquietação na mente do fiel pesquisador! Será que Cristo precisou morrer quatro vezes?
Apenas para reavivar a mente do investigador da realidade, lembre-se quando ocorreram esses acontecimentos. 1- Na plenitude dos tempos, no monte chamado Caveira, há mais de dois mil anos. (Lucas 23: 46) 2- Na fundação do Mundo. (Apocalipse 13: 8) 3- Antes da Fundação do Mundo. (I Pedro 1: 20) 4- Desde os séculos eternos (II Timóteo 1: 9).
A resposta a este questionamento deve permanecer vívida na mente de cada leitor, com legitimidade unanime, pois, todos sabem que Jesus padeceu uma única vez para perdoar os pecados, tanto os praticados na Terra quanto os do Céu! Pedro revela essa garantia! “Porque, também, Cristo padeceu uma única vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito.” I Pedro 3: 18.
Essa única vez que Jesus morreu, foi, justamente, desde os séculos eternos, isto, para alcançar tanto as coisas da Terra quanto as dos Céus!
Se a morte de Cristo, ocorrida, desde os séculos eternos, não foi simbólica, deve-se crer que só foi possível, mediante o poder de Deus, que está embutido no principal atributo da Divindade!
São três os principais atributos de Deus: Onipresença, Onipotência e Onisciência. Atributos encontrados, tão somente, na Divindade.
A Onipresença é também conhecida como Ubiquidade. Portanto, Deus na pessoa do Pai, Filho e Espírito Santo, é o único ser, em todo o universo, que é ubíquo.
Este entendimento faz convergir em Cristo, todo tempo, em um só tempo, neste caso específico em estudo, ao tempo do século eterno!
Porém, para a humanidade que está limitada ao tempo e ao espaço, a morte de Jesus ocorreu na plenitude dos tempos, no Calvário!
Sendo assim, todas as pessoas envolvidas direta e indiretamente no sacrifício de Jesus, na plenitude dos tempos, Deus trouxe à existência, no século eterno, essas pessoas, então, crucificaram a Jesus, conforme encontramos no relato bíblico.
Quando se analisa respeitando a verdade, percebe-se que todas as pessoas, tanto as que já morreram quanto as que estão vivas e as que ainda não nasceram, participaram daquele evento!
Todas essas pessoas, no século eterno, quando o episódio de fato ocorreu, ainda não existiam, mas, foram trazidas à existência, por Deus para, participar efetivamente, ou ser, meras testemunhas oculares da história!
Todavia, para Deus que é ubíquo, tudo existe e converge em Cristo, pois, em Jesus existem todas as coisas, de todos os tempos, num só tempo, que é o presente de Deus! "Porque nEle habita, corporalmente, toda a plenitude da divindade." Colossenses 2: 9 "E Ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por Ele; E Ele é a cabeça do corpo da igreja, é o princípio e o primogênito de entre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência. Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nEle habitasse." Colossenses 1: 17 – 19.
O que mais chama a atenção nesse texto, é que o mesmo refere-se a Jesus, como sendo o Princípio, ou seja, o Criador.
Aponta para Cristo como sendo o primogênito de entre os mortos, não com o sentido de o melhor deles, mas, definitivamente como, de fato, o primeiro a morrer!
Isso é simplesmente fenomenal!
É exatamente esse poder de Deus, que Paulo, reportando aos romanos, esclarece: “O Deus que vivifica os mortos e chama à existência as coisas que não existem.” Romanos 4: 17.
Antes mesmo de firmar, definitivamente, esse raciocínio, percebe-se o que Paulo comentou aos romanos, ele disse: “Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conforme a imagem de Seu Filho, a fim de que Ele seja o primogênito entre muitos irmãos”. Romanos 8: 29.
Baseado neste verso, alguns analistas eclesiásticos defendem que Deus predestinou alguns para a eternidade e, outros para a morte eterna!
Conforme nosso entendimento essa dedução é indevida, pois, o verso reporta para as pessoas que Deus de antemão conheceu, sabendo-se que Deus conheceu e conhece todos, portanto, todos, indistintamente, foram predestinados para ser semelhante a Cristo. É exatamente o que relata o livro de Gênesis, onde afirma que a humanidade foi formada conforme a imagem e semelhança da Divindade!

Todavia, outros analisadores, fundamentados neste mesmo texto, defendem que Cristo, não é Deus Criador; e sim criatura, pois, foi o primeiro de toda Criação.
Jesus é o primogênito entre muitos irmãos, não no sentido de ser o primeiro ser Criado, pois, como se  viu nos versos supracitados, Ele é Deus Criador e não criatura!
Contudo, Ele é o primogênito entre muitos irmãos no sentido de ser o primeiro a morrer e ressuscitar, por isso, Ele é também a Salvação!
Agora  se pode concluir esse raciocínio com firmeza racional, embasado na Revelação Divina!
Com base nesses versos, deduz-se que Cristo morreu em plenitude, justamente, no tempo do século eterno, antes de haver criado qualquer coisa, chamando à existência os fatos, que para nós, os humanos, ainda não existiam!
Como foi Cristo quem Criou todas as coisas, precisava ter ressuscitado, para então formar o Universo, conforme, relatado na epístola de Paulo aos Hebreus 1: 1 e 2 (adendo nosso). “Nestes últimos dias (Deus o Pai) nos falou, pelo Filho, (Jesus Cristo) a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual (através de Jesus Cristo) também fez o universo”.

O Onipotente Pai, então, O ressuscitou dos mortos, “Ao qual (numa referência a Jesus Cristo) Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela.” Atos 2: 24 (Adendo nosso) “Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas.” Atos 2: 32.
Agora sim, uma vez ressuscitado, Cristo formou a grande expansão que nós chamamos de Universo, posteriormente dá condições de vida ao planeta Terra, colocando nela a humanidade, que destoa de Seu plano, pecando!
Quando o homem pecou, já estava perdoado pelo sangue remidor de Cristo, vertido desde os tempos eternos!
Então, para que a humanidade pudesse compreender, este ato foi manifestado, na cruz do Calvário, em nosso tempo, aproximadamente há mais de dois mil anos. Acontecimento este, que torna, plenamente, entendível a profundidade do amor de Deus!
Assim, pode-se perceber que os humanos são limitados ao espaço e ao tempo, por conseguinte, todo tempo, (presente passado e futuro), está contido, no presente da Divindade!
Como se percebe, em relação ao ser humano, o presente é o período de tempo de menor duração entre o passado e o futuro.
Contudo, quando o foco é a Divindade, nEla não existe passado nem futuro, pois, só existe o tempo atual, sendo o período de maior duração, ocupando toda eternidade!  
Tudo converge para o presente de Cristo! Esta foi a iniciativa divina para remir o pecador!

Que Deus continue abençoando os pecadores, abrindo seu entendimento para que a humanidade possa compreender a altura, largura e profundidade desse grandioso amor de Deus!
Infelizmente, a maior parte das pessoas de todas as épocas tem rejeitado ou menosprezado Jesus Cristo achando que Ele não seja Deus.
O povo a quem Deus escolheu, na maioria das vezes, tem perdido de vista o gracioso caráter divino de Jesus, no entanto, Cristo quer definir os caracteres dos cidadãos do Seu reino, e quer que todos se tornem herdeiros de Deus e coerdeiros com Ele próprio!
Nunca  se deve perder de vista as palavras de Paulo que respalda a condição de Cristo, ao afirmar que "nEle habita corporalmente toda a plenitude da Divindade". Colossenses 2: 9.

Portanto, Jesus deve, também, ser foco de nossa adoração, pois,  sendo o primogênito Criador, Ele saúda e por Sua ressurreição garante a Eternidade para todos que, no presente século, escolheram viver com Ele!

O PRÍNCIPE DOS REIS DA TERRA



             
A premissa de que Cristo é o Príncipe dos reis da Terra é verdadeira e, incontestável, pois, Jesus continua ainda com toda essa prerrogativa, pois, tal apanágio, faculta este privilégio sobre as demais autoridades terrenas!

Paulo faz uso de uma premoção ao demonstrar a ação Divina com o intuito de influenciar o entendimento humano, registrado em Efésios 1: 20 e 21, demonstrando que Cristo foi “posto à direita de Deus nos lugares celestiais, acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro”.

O relato bíblico confirma que Cristo continua sentado, ao lado do Poder, no Trono de Domínio Universal. Ele mesmo declarou  “Eu venci, e Me sentei com Meu Pai no Seu trono”. Apocalipse 3: 21 up.
Jesus está com Deus governando e dirigindo todas as nações da Terra. O próprio Senhor disse aos apóstolos ao ressuscitar. “É-Me dado todo o poder no Céu e na Terra”. Mateus 28: 18.
Todos os reinos do mundo passarão a Cristo como legítimo herdeiro!
Na Sua volta, ainda assentado a direita de Deus, Ele haverá de receber o Seu próprio trono e, será então, de fato, Rei dos reis e Senhor dos senhores.
O vidente de Patmos confirma que naquela oportunidade os reinos do mundo serão entregues pelo Pai, para o domínio de Cristo!
No retorno de Jesus à Terra em Sua vestimenta estará escrito o título: “Rei dos reis e Senhor dos senhores”. Apocalipse 19: 16.
Por enquanto, sob o aspecto de não ser ainda Rei dos reis Ele, com toda propriedade, permanece como o Príncipe dos Reis da Terra!

AQUELE QUE NOS AMA
               
Nenhum amor é tão digno, se comparado com o amor de Cristo pela humanidade.
A supremacia do Seu amor foi demonstrada na dádiva de Si mesmo no maior sacrifício dos séculos. A um amor tão inigualável, deve-se corresponder, dando-se a Ele em gratidão incondicional e indissolúvel.

SEU SANGUE NOS LAVOU DOS NOSSOS PECADOS
          
Este é o mais nítido exemplo  de amor absoluto! Ninguém tem maior amor do que este; dá sua própria vida por alguém que o desprezou. Foi exatamente isto que Cristo fez, morreu no lugar de todos os pecadores! “O sangue de Jesus Cristo, Seu Filho, nos purifica de todo o pecado”. I João 1: 7.

Sim, só o sangue de Jesus Cristo e nada mais, tem poder de perdoar os pecados, purificando a humanidade, lavando-a completamente!
Amigo leitor, de nada adianta se você faz parte de alguma denominação eclesiástica, seja qual for a sua situação, nenhuma instituição poderá fazer nada por você!
O que Jesus tinha de fazer por você Ele já fez! Ele se doou por você!
Somente Cristo é a Salvação! Ele é o dom gratuito de Deus! Ele te salvou!
Todavia, o estar salvo não garante a eternidade com Jesus!
É sabido que Cristo está contigo, todavia, esta permanência dEle em ti,  não te garante a Vida Eterna, o que realmente faz a diferença é você estar com Jesus!
Por conta da Sua ubiquidade, Jesus está com todos e não quer que ninguém venha perder a vida eterna, a despeito de tudo isso, ainda assim, muitos não herdarão a eternidade!
Isto prova que Deus respeita a nossa atual escolha, ou seja, o nosso livre arbítrio!
Portanto, a salvação é escolha de Deus, e Ele escolheu a todos, doando, gratuitamente, a cada indivíduo, a Salvação que é Cristo Jesus! No entanto, para readquirir a Vida Eterna, é necessário que cada pessoa faça sua legítima escolha!
Possuir a Vida Eterna não se consegue gratuitamente, pois, é requerido do ser humano aceitar a Jesus que é a Vida Eterna, seguir a vontade de Deus e, obedecer ao desejo dEle!
Que cada indivíduo possa sentir a influência do amor salvífico de Cristo Jesus e de Deus, o Seu Pai, bem como, a companhia benfazeja do Santo Espírito.
O Céu, em comum acordo, está a projetar o teu bem, contudo, este projeto é contrário aos interesses do Inimigo.
Para que algo extraordinário aconteça com o pecador, e que as grandes coisas que Deus tem feito por ele, possa restaurar aquele seguro e alegre sentimento de afeição com a Divindade e com os semelhantes, se faz necessário estar ao lado da Divindade!

É nosso desejo que o Espírito prometido por Cristo, continue aclarando a Bíblia, e a mente dos Seus amigos, iluminando-os, e aplicando os Seus ensinos.
Fique, portanto, atento à narrativa do verso seis do capítulo primeiro do Apocalipse: “E nos fez reis e sacerdotes para o seu Deus e Pai: a Ele glória e poder para todo o sempre. Amém”.
O Oráculo Revelado de Deus aos homens, as Sagradas Letras, é o repositório do Onipotente, que deve entesourar no oculto do intelecto, em memória, para ser acessado no momento oportuno, como objeto de grande estimação, pois, dá legitimidade à revelação da vontade de Deus, estabelecendo o caminho do bem, descortinando as doutrinas de Deus, para imprimir na mente do ser humano as graciosas normas da Divindade, a fim de habilitar o dispensário a manter uma experiência salvífica de relacionamento vivificante com o Divino.
O apóstolo Paulo escrevendo na Segunda epístola a Timóteo 3: 16 e 17 que “toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda boa obra”.
Sim, só o Espírito prometido por Cristo, é capaz de desvendar os segredos de Deus para todos os filhos que reconheçam a paternidade Divina e desejam continuar, por toda eternidade, como amigos de Deus, portanto, faça uso constante do Outro Consolador, o Espirito Santo!

sábado, 24 de agosto de 2013

IDE - Cristo Não Tem Um Trono No Céu

CRISTO NÃO TEM UM TRONO NO CÉU

Educador Glauco César


NOTA DO ARTICULISTA -  Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo assunto também é veiculada, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar das mesmas, enriquecendo desta maneira, seu cabedal de conhecimento.


Dando prosseguimento às análises do capítulo primeiro do Apocalipse, executando sua decomposição, é necessário fazer-se o desmembramento analítico da última parte do verso quatro, examinando com cautela a possibilidade de Jesus possuir, ou não, um trono próprio no Céu!


DIANTE DO SEU TRONO 

           
          
Obviamente, esta é uma alusão ao trono de Deus Pai, porque Cristo não recebeu ainda o Seu próprio trono, como é confirmado por Paulo e Marcos. Veja em Efésios 1: 20 e 21. Paulo afirma que “Cristo foi posto à direita de Deus nos lugres celestiais, acima de todo o principado e poder e potestade, e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro”.
          
Marcos, por sua vez, após ouvir as pronunciações de Cristo que falava à mesa aos discípulos, depois da Sua ressurreição, afirmou convictamente: “De fato o Senhor Jesus, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-Se à destra de Deus”. Marcos 16:19.
É bom ficar atento e observar que Cristo quando foi recebido nos céus se postou à direita de Deus o Todo-Poderoso, permanecendo lá até hoje, não tendo, portanto, um trono próprio!
Na Sua Segunda vinda, Ele descerá, como Ele mesmo confirmou ao Sumo Sacerdote, sentado junto, ou seja, à destra do Pai, conforme registrado no livro de Mateus no capítulo vinte e seis e versículo sessenta e quatro (adendo nosso), ainda sem ter um trono próprio. “Disse-lhe Jesus: Tu o disseste; digo-vos, porém, que vereis em breve o Filho do Homem (Cristo) assentado à direita do Poder (Deus), e vindo sobre as nuvens do Céu”.
Quando a procissão celestial estiver próxima ao nosso planeta, a ponto de todo olho divisar claramente Cristo à direita do Pai, naquele instante, toda a humanidade verá Deus repassando o Trono do Seu poder ao Seu Filho, Cristo Jesus, que era o “Príncipe dos reis da Terra” (Apocalipse 1: 5) tornando-se, de fato, o “Rei dos reis e Senhor dos senhores”. (Apocalipse 17:13 e 19: 16).
Todos que estiverem vivos serão testemunhas desse grandioso evento. Ali estarão as pessoas que não morreram e foram justificadas por Cristo, formando o grupo especial de justificados, os Cento e Quarenta e Quatro Mil. Por isso, tais pessoas foram transformadas, ganhando a imortalidade!
Os demais justificados, aqueles que ressurgiram dos sepulcros para herdar a vida eterna, também serão testemunhas desta transmissão de poder, do Pai para o Filho!
Não somente pessoas justificadas mas, também incrédulas serão testemunhas desse acontecimento.
Duas classes de ímpios estarão naquele instante; os que não morreram e, aqueles que participaram do crime de Deicídio, por isso, ressurgiram do pó, através de uma ressurreição especial, para testemunhar esse fato e, comprovar que era fiel e verdadeira a pronunciação de Jesus, quando inquirido pelo Sumo Sacerdote!
Estes que ressuscitaram para confirmar a palavra de Jesus Cristo, haverão de se convencer e, não ficará nenhuma dúvida, na mente deles, de que Cristo é, de fato, o Filho de Deus!
Aquele momento foi, detalhadamente descrito pelo apóstolo Mateus, confira: “Quando vier o Filho do Homem na Sua Majestade e todos os anjos com Ele, então, se assentará no trono de Sua glória”. Mateus 25: 31 (grifo nosso).
Esta mesma revelação teve o profeta Daniel quando, em visão, vê o exato momento em que Jesus é levado à presença de Deus para receber do Onipotente, o Trono, símbolo do Poder Universal.
Como se percebe, este episódio acontecerá quando da volta de Cristo. Comprove em Daniel 7: 13 e 14 que relata assim: “Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de dias, e O fizeram chegar até Ele. Foi-lhe dado domínio e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas O servissem; o Seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o Seu reino jamais será destruído”.
Será, exatamente, naquele momento que Jesus receberá o trono de Deus o Seu Pai; e o trono, então, será de fato, de Nosso Senhor Jesus Cristo!
Deve-se analisar e compreender sobre os Sete Espíritos de Deus. Quando o Relato afirma que os Sete Espíritos estão diante do trono de Deus, o Revelador, desta forma, está a asseverar que o Divino Espírito está sempre pronto a interceder pela humanidade carente, para aqui realizar, constantemente, importantes objetivos em favor de todos os humanos, pois, sendo pecadores, necessitam do favor da Divindade!
Que quadro maravilhoso e comovente; Deus através do Seu Santo Espírito, numa busca incessante por pessoas que tenham impresso em sua mente, o desejo de fazer a vontade do Onipotente!
Quão bom seria, meu prezado leitor, que eu e você fizesse parte das pessoas que Deus está buscando, incansavelmente!
O Profeta Sofonias demonstra a alegria do Todo Poderoso em poder auxiliar os pecadores, todos aqueles que estejam dispostos a seguir os conselhos da Divindade: “O Senhor teu Deus está no meio de ti, poderoso para salvar-te; Ele se deleitará em ti com alegria, renovar-te-á no seu amor, regozijar-se-á em ti com júbilo”. Sofonias 3: 17.
O próprio Deus está cheio de riso e de brado de júbilo, ficando eternamente feliz, quando o pecador responde, afirmativamente, aos Seus graciosos reclamos, para manter um relacionamento salvífico com Ele!
A bondade de Deus é imutável, o amor do Onipotente por você é inalterável. Regozije-se e seja, extremamente, feliz.
A partir de agora, se faz necessário fazer um exame atento, cuidadoso e ponderado de tudo que está narrado em Apocalipse 1: 5 “E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dos mortos e o príncipe dos reis da Terra. Aquele que nos ama e em Seu sangue nos lavou dos nossos pecados”.
Como se percebe, Cristo não é, pois, a pessoa que é designada como sendo ‘Aquele que é, e que era, e que há de vir’. São aqui mencionadas algumas das principais características que pertencem a Cristo. Ele é:


A FIEL TESTEMUNHA

Cristo testemunhou do Pai, de Si mesmo e da Verdade. Note que Cristo é a ‘Testemunha Fiel e Verdadeira’, o Seu depoimento é fidedigno, nEle pode-se confiar. E quem testemunha, declara em juízo sobre alguém ou um fato. Cristo, enquanto esteve na Terra, demonstrou a excelência de Deus o Seu Pai, revelando a todos o Seu real caráter.
Quando Cristo testificava do Pai, dava testemunho de Si mesmo. Sim, porque Ele e o Pai são tão íntimos, que se tornam um em propósito, em amor e em verdade. Este é o maior e mais perfeito exemplo de unidade em meio à diversidade!
O versículo três do capítulo primeiro de Hebreus informa que Cristo é a expressão exata de Deus. Está grafado da seguinte maneira: “Ele é o resplendor da glória e a expressão exata do Seu ser, sustentando todas as cousas pela palavra do Seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-Se à direita da Majestade nas alturas”.
O apóstolo Paulo fez questão de elucidar: “Porquanto nEle habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade”. Colossenses 2: 9.
Este enunciado é espelho da verdade! O testemunho de Jesus, é sempre verdadeiro. Cristo cumpre tudo o que promete.

CRISTO É DEUS CRIADOR E O PRIMEIRO HUMANO A MORRER          

Continuando a usufruir da atmosfera celestial e, movidos pelo Espírito Santo, se faz necessário desvendar as maravilhas de Deus Pai e o amor enternecedor de Cristo Jesus.


O PRIMOGÊNITO DOS MORTOS


Para compreender a fundo esta pronunciação de Deus, comunicada pelo Seu anjo à igreja, precisa-se entender que esta expressão é paralela a Colossenses 1: 12 - 20 (grifo nosso); “Dando graças ao Pai que nos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz; O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do Seu amor; Em quem temos a redenção pelo Seu sangue, a saber, a remissão dos pecados; O qual é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; Porque nEle foram criadas todas as coisas que há nos Céus e na Terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades: tudo foi criado por Ele e para Ele.
Ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por Ele.
Ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência.
Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nEle habitasse, e que, havendo por Ele feito a paz pelo sangue da Sua cruz, por meio dEle reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na Terra como as que estão nos Céus".
 A parte final desse texto Paulo registrou também em Efésios 1: 9 e 10 (grifo nosso),  da seguinte forma: “Desvendando-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito que propusera em Cristo, de fazer convergir nEle, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as cousas, tanto as do Céu como as da Terra". (Dispensação =  Período em que o indivíduo é experimentado quanto à sua obediência a alguma revelação especial da vontade de Deus).
Estes textos não deixam margem de dúvida quanto ao fato de Cristo ser aquela pessoa que no princípio falou para que surgissem todas as coisas, eles apontam para Jesus como sendo o Criador!
Não deve existir equívoco no fato de que, dos componentes da Divindade, Pai, Filho e Espírito Santo, emanaram a força, o poder, e a vontade de Criar a Grande Expansão, todavia, foi a pessoa de Jesus Cristo quem falou e, consequentemente, Criou todas as coisas!
No entanto, a superioridade, grandeza e excelência de Jesus reside no fato dÊle ser, conjuntamente, o Princípio e o Primogênito dos Mortos.
Esta dualidade de característica é que diferencia Jesus Cristo das outras duas pessoas da Divindade, pois, só Ele morreu, daí Sua preeminência!
Foi a morte de Jesus, o único humano híbrido, por, possuir duas naturezas; a Divina e a humana, que capacitou Cristo a ser o reconciliador de todas as coisas da Terra, o pecado da humanidade, como das coisas do Céu, o pecado de Lúcifer e seus seguidores angelicais!
Cristo, portanto, é o expiador, pois, Ele e somente Ele fez a expiação, ou seja, Ele é o único ser que, de fato, é o propulsor da expiação. Sem o Seu ato vicário, não haveria o cumprimento e pagamento da pena imposta pelo pecado!
Conforme o Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa, expiação é o ato de expiar!
Aurélio Buarque de Holanda nos informa que expiar é o mesmo que remir a culpa, cumprindo a pena; pagando e sofrendo as consequências impostas pelo pecado. Foi, exatamente, isto que Jesus fez pelo pecador!
Na epístola de Paulo aos efésios, o Apóstolo enriquece seu enunciado, portanto, deve-se interpretar de forma não menos rica, com racionalidade e coerência.
Este é aquele tipo de texto que exige do pesquisador o uso apurado da mente, e, para isso, requer do mesmo, a demanda do emprego de tempo.
Fazendo um estudo pormenorizado da primeira parte do verso de Efésios, percebe-se que o texto versa sobre o mistério da vontade de Deus!
Muitos estudantes deixam de averiguar mais profundamente a vontade de Deus, pois, entendendo que o verso esteja focalizando um mistério, logo, seja algo, tão somente, inacessível ou incompreensível. Por isso, eles não arvoram entrar num detalhe que pertence, tão somente, à Divindade.
O que essas pessoas esquecem é que mistério é também um enigma!
Nesse verso em pauta, mistério não pode ser definido como inacessível nem incompreensível, pois, conforme o mesmo é para ser desvendado, sendo, portanto, um enigma, que é uma descrição obscura de uma coisa para ser decifrada.
Faça-se, então, uma busca minuciosa para averiguação da realidade!
Para iniciar essa investigação, primeiramente, precisa-se saber qual é, então, o mistério ou enigma da expiação?
Esse mistério está delineado em Hebreus 9: 22. Deve-se, então, tomar conhecimento dele! O mistério é que “sem derramamento de sangue, não há remissão de pecados”.
Esse enunciado verbal é bastante concludente, fato que coloca em maus lençóis as pessoas que antedatam ao Calvário, elas estariam, irremediavelmente, destituídas da salvação!
Nesse caso, se Cristo morreu há um pouco mais de dois mil anos, somente as pessoas que viveram após o Gólgota, estariam remidas pelo sangue do Cordeiro de Deus!
Como, então, resolver esse enigma?
Só existe uma maneira de se resolver essa descrição ambígua! Seria, justamente, se Cristo houvesse morrido vicariamente, antes que o pecado tivesse surgido!
Sendo assim, para a remissão de Cristo alcançar a pessoa de Abel, que foi o primeiro descendente de Adão a falecer, Jesus, o Cordeiro de Deus, teria que ter morrido, de fato, desde a Criação, para desta forma, alcançar Abel, que foi o primeiro humano a experimentar o desfavor da morte!
É sabido que sangue de ovelhas não tem poder de salvar, o próprio Paulo nos assevera esta verdade! “Porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados” Hebreus 10: 4.
Nesse caso, teria, então, de ser o sangue de Jesus, o Cordeiro pascoal, pois, conforme João Batista, Cristo é o Cordeiro de Deus. Confirme esse enunciado: “No dia seguinte, João viu Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” João 1: 29.
Baseado, exatamente, nessa declaração de João Batista, comece a desvendar esse enigma proposto por Deus!
Demasiado interessante é notar que João Batista, naquela oportunidade, identifica a pessoa de Jesus como “o Cordeiro que tira o pecado do mundo.”
Essa afirmativa da ‘voz que clama no deserto’, não me surpreende, uma vez que João tinha plena certeza do que estava afirmando, apesar de que Cristo ainda não tinha morrido na cruz nem derramado seu sangue para remir os pecados!
Contudo, no entendimento de João, Jesus, desde sempre, tirava o pecado do mundo!
É bom notar, que o mesmo João, momentos antes, havia asseverado que “a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.” João 1: 17.
O dicionário ‘Aurélio’, define graça como perdão. Como podemos perceber, nesse caso, perdão ou remissão dos pecados só acontece com o derramamento do sangue de Cristo.
Agora, que se tem esse entendimento, conclui-se que João Batista, ao ver Jesus se aproximar, teria que tornar firme sua declaração dizendo que só Cristo é o Cordeiro de Deus, e Ele tiraria o pecado, quando fosse crucificado!
Mas não foi isso que aconteceu, João tinha plena convicção do que estava declarando! Por isso Ele colocou sua afirmativa no presente, e não no futuro. Ele sabia que tudo está no presente da Divindade!
Já os humanos, só vivem o presente, contudo, tem um passado e, a depender das escolhas, poderão ter um futuro eterno, com vida neles próprios, vivenciando as benesses que o Pai lhes oferece!
João Batista realmente cria que, de fato, Cristo, o Cordeiro, houvera morrido, “desde a fundação do mundo.” Apocalipse 13: 8.
Perceba como funciona a didática Divina, o texto que deveria esclarecer por completo esse detalhe, coloca mais dificuldades! É exatamente essa dificuldade que induz o pesquisador a se aprofundar nos mistérios de Deus, para poder decifrar os pequenos entraves, que são colocados para aproximar o pecador, cada vez mais de Cristo, que é o revelador dos enigmas!
Todavia, foi praticamente na Fundação do Mundo, que a simbologia do Cordeiro foi estabelecida. Assim, ao ser dado condições de vida ao Planeta, Cristo teria morrido, simbolicamente, através do sangue de um cordeiro!
Nessa simbologia, as pessoas que antedatam a cruz, estariam perdoadas, apenas, simbolicamente! Para ter seus pecados verdadeiramente perdoados, Jesus teria que ter morrido, de fato, desde a fundação do Mundo!
E se Cristo morreu de fato, tem-se, então, que fundamentar, efetivamente, na Bíblia, esse acontecimento! Uma vez que o verso apresentado, não define se a morte foi simbólica ou se foi real!
Para fugir dessa figuração, Jesus teria que ter morrido antes da efetivação desse símbolo! Portanto, precisa-se demonstrar que Cristo morreu, verdadeiramente, antes da fundação do mundo, para não confundir, o que é real com o que é simbólico!
Como Cristo, também, é a própria verdade, Ele quer que cada pessoa tenha conhecimento bastante para desvencilhar dos empecilhos que o assunto oferece!
Por isso, a Divindade se encarregou de registrar em Sua Palavra a prova de que Jesus morreu, de fato, e não simbolicamente! “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, o qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas, manifestado nestes últimos tempos por amor de vós.” I Pedro 1: 18 – 20 (grifo nosso).
Esses versos são tão esclarecedores quanto o próprio Jesus! Eles revelam que a humanidade foi resgatada pelo precioso sangue de Cristo, nunca pela simbologia, através do sangue dos cordeiros!
Para melhor entender e, situar na linha do tempo, não confundindo com o simbolismo, na fundação do mundo, nem mesmo há pouco mais de dois mil anos, através da morte substituinte de Cristo, no monte Caveira, esse verso informa que o sangue de Jesus, na verdade, foi vertido, em outro tempo, antes da fundação do mundo. O que quer dizer, um pouco antes da Terra adquirir condições de vida, aproximadamente, um pouco mais de seis mil anos.
A riqueza de detalhes que o enunciado bíblico apresenta, garante ao leitor, a convicção da verdade Divina!
Para não restar nenhuma dúvida, o verso esclarece os pormenores, levando o leitor a entender com total inteireza, ao afirmar que a morte de Cristo, foi manifestada no Calvário, nestes últimos tempos (há aproximadamente, um pouco mais de 2000 anos), pois a Divindade ama o pecador, ou seja, para que a criatura humana pudesse entender, corretamente, o propósito do grande amor salvífico de Deus!
Agora sim, morrendo um pouco antes da fundação do mundo, não se confunde com o símbolo do cordeiro, mesmo porque a Bíblia esclarece que Ele morreu de verdade e não simbolicamente.
Assim, todos que viveram antes do Calvário teriam sido resgatados pela graça redentora de Cristo, isto por intermédio de Seu sangue que foi vertido, de fato, antes da fundação do Mundo.
Apesar de que essa citação resolva por completo a situação da humanidade, fazendo convergir em Cristo às coisas da Terra, ainda continua parte do enigma, que é as outras coisas, para que todas as coisas, até as do Céu, fossem solucionadas. "Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nEle habitasse, e que, havendo por Ele feito a paz, pelo sangue da Sua cruz, por meio dEle reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos Céus." Colossenses 1: 19 e 20.
E quais coisas do Céu seriam essas? É óbvio, o perdão dos pecados de Lúcifer e de seus seguidores angelicais.
Então, para que o enigma seja totalmente decifrado, Jesus teria que, verdadeiramente, ter morrido antes que Cristo tivesse Criado os seres angelicais, ou seja, antes que Ele Criasse até mesmo o Universo.
Só assim, a morte de Cristo alcançaria as coisas do Céu, no caso, os anjos que pecaram. E foi, exatamente, o que aconteceu, “segundo o poder de Deus, que nos salvou, e nos chamou com santa vocação, não segundo as nossas obras, mas conforme a Sua própria determinação e graça, que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos, e que é manifestada agora, pela aparição do nosso Salvador, Jesus Cristo, o qual destruiu a morte, e trouxe à luz a vida e a incorrupção, mediante o evangelho.” II Timóteo 1: 8 – 10 (grifo nosso).
A leitura desse verso, cada vez mais, alargará o conhecimento do fiel pesquisador!
Na visão de Paulo, a morte de Cristo, não aconteceu, de fato, no Calvário, nem na fundação do mundo, nem ainda antes da fundação do mundo, mas sim, antes dos tempos eternos!
Foi, justamente, esse grandioso poder de Deus, conforme Sua própria determinação, capaz, de num único momento, resolver, tanto as coisas da terra, ou seja, perdoar o pecado da humanidade, quanto às coisas do Céu, perdoar o pecado de Lúcifer e dos anjos, seus seguidores.
É de bom alvitre esclarecer que apesar de Lúcifer e os anjos, seus seguidores, terem sido perdoados pelo sangue de Cristo, eles recusaram tal perdão, por isso mesmo não terão direito à vida eterna.
A morte de Cristo, antes dos tempos eternos, abriu a porta da graça para Lúcifer, os anjos, seus seguidores e a humanidade, já a manifestação dela, no Calvário, há pouco mais de dois mil anos, destruiu a morte, ou seja, fechou a porta da graça para as coisas do Céu, Satanás e os anjos, seus seguidores, permanecendo, tão somente aberta, para a humanidade.
Apesar de que toda a humanidade tenha sido perdoada, de igual modo, por Cristo, esse perdão não garante a vida eterna, pois, precisa-se aceitar a remissão da pena, fazendo uso do livre arbítrio.
Conforme essa citação de Paulo a Timóteo, pode-se concluir, definitivamente, como as coisas aconteceram.
Antes dos tempos dos séculos, Jesus Cristo, mesmo antes de formar o Universo, é morto na cruz do Calvário. Em seguida é sepultado e ao terceiro dia ressurge, uma vez que, o Pai O ressuscitou.
Em seguida Cristo faz surgir a Grande Expansão e forma os seres celestiais. Posteriormente, o grande anjo Lúcifer peca, mas, por força da graça do sangue de Cristo vertido na cruz, esse poderoso anjo e seus seguidores celestiais, já estão perdoados, se bem que, Lúcifer e seus companheiros angelicais, não aceitaram o perdão.
Posteriormente, Cristo dá condições de vida ao planeta Terra, Criando a humanidade que, se resumia nas pessoas de Adão e Eva.
Esse primeiro casal destoa do propósito de Deus e, peca. Todavia, já estava perdoado por Cristo, pois, Jesus já houvera sido morto, desde os tempos eternos!
Sendo assim, todas as coisas convergiram em Cristo, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as do Céu, Lúcifer e seus seguidores angelicais, como as da Terra, Adão, Eva e a humanidade!
Ainda assim, o enigma não foi totalmente decifrado. Precisa-se compreender como Cristo tornou isto possível.
Este assunto será, diligentemente, estudado na próxima postagem.
Não percam!