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sábado, 10 de agosto de 2013

IDE - A Saudação da Trindade à Igreja de Deus

A SAUDAÇÃO DA TRINDADE À IGREJA DE DEUS


 Educador Glauco César


NOTA DO ARTICULISTA -  Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo assunto também é veiculada, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar das mesmas, enriquecendo desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



            Aos leitores ávidos da sabedoria Divina, desejamos que a misericordiosa mão de Deus, o amor salvífico de Jesus Cristo, bem como a companhia benfazeja do Seu Santo Espírito, seja constante para com todos.
O verso que se segue, tem a capacidade de descerrar as pálpebras do diligente investigador apocalíptico, descortinando e aclarando a saudação da Trindade à Igreja de Deus.
Fique, então, atento à narrativa do versículo quatro do capítulo primeiro do Apocalipse: “João, às sete igrejas que estão na Ásia; graça e paz sejam convosco da parte dAquele que é, e que era, e que há de vir, e da dos sete espíritos que estão diante do Seu trono”.

JOÃO, ÀS SETE IGREJAS QUE ESTÃO NA ÁSIA

Sabe-se que havia muitas igrejas na Ásia, dentre elas poderíamos citar: Miletus, Hierapolis, Lystra, Derbe, Antioquia e tantas outras, ultrapassando o número de sete.
A Divindade, nas pessoas do Todo Poderoso, do Seu Filho Jesus e do Consolador, o Espírito Santo, dedica o Apocalipse somente às sete igrejas, cujos nomes são os seguintes: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laudicéia.
Cada uma das cartas às sete igrejas contém no final, a seguinte admoestação: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” Apocalipse 2: 7, 11, 17, 29 e 3: 6, 13 e 22.
Ora, não são somente as pessoas da Ásia Menor, onde estão as citadas igrejas, que têm ouvidos para ouvir. Sabemos que todas as pessoas em qualquer parte do globo e em todo período da história universal têm ouvidos, para ouvir.
A comissão proposta por Jesus de ir por todo o mundo proclamando o Evangelho, implica em transformar as pessoas em igrejas, não somente na Ásia, e sim em todo o planeta. “Ide por todo o mundo, e pregue o evangelho a toda criatura... em testemunho a todas as nações, e então virá o fim”. São Marcos 16: 15 e São Mateus 24: 14.
O Senhor assegurou estar com Sua igreja até ao fim, comprovando ser a igreja símbolo de toda a igreja cristã. “E eis que estou convosco todos os dias, [diz o Senhor] até a consumação dos séculos”. São Mateus 28: 20.
Tem-se ciência que muitas são as definições de igreja, tanto no sentido restrito como no abarcante. Como, pode-se então definir o termo igreja?
Fazendo-se uso do Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa, percebe-se que o vocábulo igreja, vem do grego enklesía significando ‘assembleia de cidadãos’, e do latim ecclesia que é ‘assembleia de fiéis’, podendo também significar templo cristão ou, comunidade dos cristãos ou ainda, o conjunto dos fiéis ligados pela mesma fé e sujeitos aos mesmos chefes espirituais.
É óbvio que, teoricamente, qualquer dessas definições bateria em uníssono com o entendimento vigente que toda pessoa tem sobre igreja, no entanto, biblicamente, a definição de igreja diferencia um pouco, tendo um entendimento mais específico.
Qual, então, é esse entendimento?
Quando a Bíblia faz alusão à igreja de Deus, em momento algum, está se referindo a uma instituição de cunho humano, com seu bojo doutrinário, com um entendimento específico, e com um conjunto de fiéis ligados pelo mesmo entendimento, arvorando-se ser dono, exclusivo, da ‘verdade’!
Diferentemente, a Bíblia trata de algo mais restrito, no entanto, muito mais abarcante, por estar ligada, intimamente, à Religião!
Neste caso, a Religião, aqui tratada, não é uma instituição ou, um entendimento teórico, é sim, a pessoa de Jesus, pois, a Religião é o caminho de retorno ao Deus Onipotente!
Cristo afirmou com total propriedade que Ele é, verdadeiramente, o caminho de retorno à vida! Sendo assim, a Religião é Cristo, o Dom gratuito de Deus, sendo Ele mesmo o elo que une a humanidade à Divindade!
Nesse entendimento, a Religião é uma pessoa, e esta pessoa é Cristo, o filho do homem! No caso da igreja não poderia ser diferente, pois, a Religião tem um público alvo e específico, que é conduzir cada indivíduo ao Pai, para reatar o laço de amizade entre humano e Divino!
Assim, a igreja é também uma pessoa, é cada ser humano! Por isso é que Cristo (Religião), comissionou a cada pessoa (igreja) para ir a todos (a cada igreja) para que todos se tornassem um, em Cristo Jesus!
Existe a possibilidade de que muitos leitores estejam, neste momento, arrazoando consigo mesmos; achando que, em teoria, é muito fácil afirmar, contudo, comprovar esse enunciado nas Escrituras, torna-se difícil!
Então, recorra-se às Páginas Sagradas! Como se sabe, uma das definições de igreja refere-se ao templo cristão. Pois bem, Cristo quando esteve em peregrinação na região da Palestina, esteve como divino-humano, certa feita Ele disse que destruiria o templo e que em três dias o reconstituiria! “Eu posso derribar o templo de Deus, e reedificá-lo em três dias”. Mateus 26: 61.
As pessoas imaginavam que Ele estivesse falando sobre o templo de Jerusalém, no entanto, Ele estava se referindo sobre Sua própria pessoa, numa demonstração que a pessoa é, quem, de fato, é o templo de Deus, ou seja, igreja de Deus!
Amigo leitor, você, nesse momento pode estar até imaginando, esse verso que se refere ao templo de Deus, se destina somente à pessoa de Cristo, que, por sinal, também era Divina! Por isso mesmo, necessita-se de outro verso, que denote de forma convicta que a pessoa humana também seja templo de Deus!
Pois bem, que esse não seja o problema! O amorável Deus jamais deixaria qualquer pessoa em dúvida, por isso, preparou para cada uma das inquietações humanas, um verso que possa aclarar o entendimento pessoal! “Não sabei vós que sois templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?” I Coríntios 3: 16.
O mais interessante nesse contexto, é que todas as pessoas, indistintamente, conforme esse entendimento, na verdade, são igrejas de Deus, e Deus mesmo habita em cada uma delas! “Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos”. Efésios 4: 6.
O que realmente faz a diferença, não é a presença de Deus na igreja, pois, Ele está em todos por ser onipresente, e possuir ubiquidade!
Verdadeiramente, o diferencial acontece quando cada igreja está com Deus, ou seja,  quando cada pessoa usa seu livre arbítrio, utilizando-o no deleite da companhia benfazeja do Onipotente! “Todos nós, não temos o mesmo Pai? Não fomos criados pelo mesmo Deus? Por que seremos desleais uns para com outros, profanando o concerto de nossos pais?” Malaquias 2: 10.
Com esse entendimento, fica-se convicto que, a igreja, conforme a Bíblia, é o ser humano, você e eu, mais precisamente, cada um de nós! Sendo assim a Religião é uma pessoa, Cristo! A igreja, também é uma pessoa, cada indivíduo humano!
Perceba o detalhe, não é que cada pessoa seja uma célula que formará a igreja, num todo. Contudo, cada pessoa é, verdadeiramente, a igreja de Cristo!
É bom lembrar que as sete igrejas do Apocalipse foram identificadas não por denominações do judaísmo, contudo, pelo nome das cidades!

             Isto, pelo fato de que, em sua maioria, as pessoas (igrejas) habitavam, justamente, nas cidades. Daí identificar as igrejas pelos nomes das cidades!
            Esse entendimento priva as pessoas de bom senso, a interpretar o termo cidade como se fora indicativo de denominação, para que, em momento algum, venham, dessa compreensão, tirar qualquer tipo de proveito!


JESUS ESTARÁ COM TODOS ATÉ A CONSUMAÇÃO DOS SÉCULOS – APÓS ESSE PERÍODO, SOMENTE COM OS QUE HERDAREM A ETERNIDADE 

No comentário acima, citei Mateus 28: 20, onde assevera que Cristo ficará com todos, somente até a consumação dos séculos! Esse verso, se não bem entendido, pode parecer que após o término da malsinada história do pecado, os galardoados com a vida eterna haverão de enfrentar a eternidade sem a companhia benfazeja do Cordeiro de Deus!
É evidente que Jesus, nosso amigo e companheiro, jamais abandonará Seus discípulos, após a consumação dos séculos.
Este verso, na verdade, é uma garantia de que Deus estará em cada instante da vida do ser humano, acompanhando-o, fortalecendo-o e ajudando-o a tomar uma postura ao lado de Cristo.
Sendo assim, toda criatura, enquanto em vigência o período de oportunidade, quem decidir ficar ao lado de Jesus, garantirá um companheirismo eternal com a família de Deus.
Os outros, aqueles que não aceitaram a graça redentora de Cristo, infelizmente, após a consumação dos séculos, não terão mais a Jesus, pois, se farão cinzas debaixo dos pés dos justificados, tornando-se poeira cósmica. Confirme esta compreensão no livro de Malaquias 4: 3 menciona assim: “E pisareis os ímpios, porque se farão cinza debaixo da planta de vossos pés naquele dia que prepararei diz o Senhor dos Exércitos”.
Estes, por escolha própria, abandonaram o companheirismo com Cristo, deixando de ser igreja de Cristo, por isso, Jesus só estará com estes até a consumação dos séculos.
Portanto, voltando ao comentário do Apocalipse, conclui-se que as sete igrejas devem ser compreendidas como sete períodos ou divisões de tempo da igreja fundada por Cristo e fundamentada em Seu Evangelho, desde os dias dos apóstolos até ao final da história de pecado, na humanidade!

GRAÇA E PAZ SEJA CONVOSCO 

Deus, a fonte de toda a benção e do Apocalipse, saúda a Sua igreja e de Seu Filho, que após o retorno de Cristo ao Céu, passou a ser conduzida pelo Espírito Santo.
Através da unidade do Espírito, esclarece-nos Jesus: “Eu e o Pai somos um”. João 10: 30.
Pode-se definir graça como sendo misericórdia e amor. Desta maneira amorosa, benevolente e complacente, dá-lhe o Todo Poderoso a certeza de Seu amparo e Seu cuidado constante!
Paz é uma das maiores virtudes cristãs, é uma dádiva inestimável de Deus para todas as pessoas, indistintamente, uma vez que Deus trata a todos como na realidade são, Seu povo!
A paz de Deus é, portanto, diferente da paz que o homem oferece. O homem fala de paz enquanto promove a desagregação entre pessoas, separando-as da Divindade. Deus não, a paz de Deus é abarcante, irrestrita e definitiva. Jesus disse: “A minha paz vos dou, e não vô-la dou como o homem a dá”. São João 14: 27.
Certa feita foi solicitada a um artista plástico, que pintasse um quadro que refletisse a paz.
Ele pintou, portanto, um mar revoltoso, com ondas fortes e bravias, que se precipitavam impetuosamente sobre um rochedo, fazendo salpicar, de forma violenta, água em todas as direções!
Um pouco acima, no rochedo, uma ave marinha havia construído o seu ninho, que calma, tranquila e pacientemente, chocava seus ovos indefesos, como se nada estivesse ameaçando-a ao seu redor!
Este quadro reflete bem o tipo da paz que o nosso Deus, e do Apocalipse, quer transmitir a cada um de nós.
A despeito de tantas incompreensões, de toda maldade, de toda ira, contratempos e miséria; apesar de que ao nosso derredor tudo esteja sendo arremessado violentamente contra nós, o amor de Deus transmite-nos segurança e tranquilidade!
Analogamente, meu caro leitor, todos nós podemos estar em paz conosco mesmos, com nosso semelhante e com Deus.
É esta a paz que Deus através do Apocalipse está a nos oferecer.
Pode parecer às pessoas que Deus esteja distante e seja irreconhecível. Eles não O veem. Embora Deus não possa ser contemplado pelo homem pecador, Ele está perto e lhe é familiar.
Desde a queda, Deus tem comunicado com o homem por meio da natureza, dos profetas e por providências especiais.
Que mais poderia o homem esperar? Poderia, sim, desejar ver Deus em pessoa. É disso que trata a segunda parte do verso quatro.
No próximo texto, analisaremos a parte restante deste verso.
Contamos com sua participação, tendo a certeza que Deus continuará aclarando toda mente para o entendimento de Suas pronunciações!
Até lá, e que Deus continue reinando na mente de cada pessoa!

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

IDE - O Elogio

O ELOGIO
Educador Glauco César

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.  


     




Uma vez compreendido, de forma inteligível, todos os pormenores do versículo um do capítulo primeiro, se faz necessário entender, de igual forma, o verso subsequente.
Portanto, o versículo dois do capítulo primeiro, contém um eloquente elogio ao apóstolo amado. Está descrito com as seguintes palavras: “O qual atestou a Palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo, quanto a tudo o que viu”. – Como se pode perceber, este elogio contém três partes.

1 – O QUAL TESTIFICOU DA PALAVRA DE DEUS – João o discípulo amado, testificou, ou atestou em viver e pregar a ‘Palavra de Deus’ tal, como ela é, sem alterá-la no mínimo sequer, pois, ele ouviu de Jesus seu amado Mestre: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de Mim”. João 5: 39.
Isto não quer dizer que João estivesse enaltecendo o pé da letra, uma vez que, analisando assim, dá margens para muitos erros de interpretação, e não foi esse o objetivo da mensagem recebida, contudo, ele exaltava ao pé do ouvido, por entender que Jesus, seu amigo, tenha segredado todo o querer de Deus!
João testificou a ‘Palavra de Deus’, ou seja, a Escritura Sagrada, tanto do Velho quanto do Novo Testamento, sendo ele mesmo, um dos principais escritores, não unicamente do Novo Testamento, como de todo contexto bíblico.

2 – E DO TESTEMUNHO DE JESUS CRISTO –João, presenciou o testemunho de Jesus, e Cristo, seu amado mestre, declarava que o Onipotente Deus, era, de fato, o Seu Pai, revelando a todos o real caráter do Eterno, mostrando à humanidade que Deus é amor, misericórdia, benignidade e mansidão, fazendo ver que Cristo veio salvar a raça caída porque, também, esta é à vontade de Deus, o Seu Pai. O Testemunho de Cristo era tamanho, que dizia: “Faça-se Pai, a Tua e não a Minha vontade”. Lucas 22: 42.
Contudo Apocalipse 19: 10 narra minuciosamente: “Adora a Deus, pois o testemunho de Jesus é o Espírito de Profecia”. Do mesmo modo, o Testemunho de Jesus ou Espírito de Profecia é a revelação de Jesus por intermédio do Seu Espírito Santo a um instrumento humano, conhecido como Profeta.
Por maior que seja a revelação de Deus ao profeta, em momento algum, este deve ser exaltado de forma assoberbada, a ponto de causar, no ser humano, uma reverência assemelhada à adoração! Pois, não passaria de amor excessivo, o que, na verdade, seria idolatria!
Portanto, a Divindade é a única que deve ser reverenciada em adoração! Isto pelo simples fato do profeta ser apenas assemelhado à pena que ele utilizou para descrever as mensagens que procederam de Deus!
Neste caso, João testificou de todo estímulo ao pensamento por moção da atividade do Criador concedida a todos os profetas, tanto do Velho, como do Novo Testamento, fazendo ver que esta era a real comunicação do Senhor Jesus, sendo, João, um dos grandes profetas pelo qual o ‘testemunho de Jesus’ se manifestou à Sua igreja.
As verdades da Palavra de Deus, meu caro leitor, são de vital importância, e devem ser gravadas na sede dos sentimentos, das emoções, da mente e consciência. Pois, “as sagradas letras, podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus”. II Timóteo 3: 15.
Continuando na análise do encômio recebido por João, o vidente de Patmos, depara-se com a terceira parte daquele elogio.

3 – E DE TUDO O QUE TEM VISTO – Quantas coisas gloriosas vira João. Os milagres, os ensinos, a transfiguração, a humilhação, a crucificação, a ressurreição, a ascensão e o grandioso amor do Salvador, bem como, o poderoso Pentecostes e suas conversões em massa, são coisas gloriosas que João viu e, de tudo testificou.
Por todos esses motivos, foi João o mensageiro escolhido por Cristo para apresentar a humanidade às mensagens contidas no Apocalipse.




O verso três do capítulo primeiro contém uma tríplice beatitude, e reza assim: “Bem aventurados aqueles que leem e aqueles que ouvem as Palavras da Profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo”.
BEM-AVENTURADO – Em português, ventura também significa felicidade, bem-aventurado significa, portanto, bem feliz, ou muito feliz, no superlativo absoluto sintético, seria, então, felicíssimo.
A palavra ‘bem-aventurança’ vem do grego ‘makarios’ que significa felicidade celestial.
Felicíssimo, com a felicidade celestial, é “AQUELE QUE LÊ, OUVE AS PALAVRAS DESTA PROFECIA, E GUARDAM AS COISAS QUE NELA ESTÃO CONTIDAS”.
Em nenhuma parte da Bíblia, encontra-se uma bênção tão categórica sobre a leitura, a audição e a prática duma revelação de Deus.
É por isso que, com esmero, procuro divulgar essa mensagem para que os leitores possam tomar pé da explicita leitura, bem como, para que, ao ser lido, haja algum ouvinte predisposto a observar os desejos positivos de Deus, porventura grafados neste texto!

O APOCALIPSE É UMA REVELAÇÃO DE FÁCIL ENTENDIMENTO

Essa propositura é de clara e simples compreensão. Pois, seria ilógico acreditar que Deus pronunciaria uma tão gloriosa bênção a quem lesse um livro impossível de ser compreendido ou, que o ouvindo, não o pudesse entender nem praticá-lo?
Qualquer pessoa de sã consciência responderia negativamente a esta inquietação. Isto prova que a Revelação é um livro plenamente entendível, portanto, deve ser esmiuçado pelo fiel perscrutador.
Deus, a própria fonte da inspiração, estimula o estudo, a aceitação integral, bem como a observância dos ensinos contidos na Revelação, para que assim, o leitor comprometido, possa ser contado entre os bem-aventurados com a felicidade celestial!
Portanto, ler, ouvir e praticar a mensagem contida no Apocalipse leva o leitor a possuir a própria felicidade celestial.
Porventura, se alguém recusar as mensagens contidas no Apocalipse poderá, por sua própria vontade, estar se privando da bem-aventurança celeste, ou seja, esteja rejeitando, conscientemente, o gozo e a felicidade que provém do céu!
Essa escolha mal pensada faz com que esses filhos imprudentes se excluam do povo que escolheu voltar para Deus, já os que preferiram aceitar as pronunciações apocalípticas, como consequência irá permanecer reinando com o Divino por toda eternidade!
Estes terão as benesses eternas, uma vez que aceitaram o convite da salvação, para quem, o Apocalipse deseja que tenham a felicidade de conviver eternamente com Cristo, seu Amigo, o Espírito Santo, seu Companheiro e Deus, seu Pai Eterno.
O versículo três termina assim: “PORQUE O TEMPO ESTÁ PRÓXIMO” - Após o cumprimento da mensagem do Apocalipse, o fim seguramente virá.
As profecias cumpridas séculos após séculos indicavam a aproximação do fim. Hoje ao verem-se as últimas previsões sendo cumpridas, pode-se ter a certeza que ‘o tempo está próximo’.
É por isso que se deve crer nas gloriosas mensagens do livro da revelação, o Apocalipse. Vivenciem-se suas instruções e serão contados entre os bem-aventurados celestiais.
Que Deus continue abençoando e abrindo a mente do diligente leitor, para que ele possa absorver todo entendimento das Pronunciações Divinas!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

IDE - Capítulo I - Anúncio e Benção

CAPÍTULO I



ANÚNCIO E BÊNÇÃO

Educador Glauco César

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



É nosso desejo que a paz de Deus e a misericórdia de Jesus Cristo, se estendam a todos os lares, e que o Refrigerante Eflúvio do Poder Divino, faça pousada constante em todo entendimento, esclarecendo as verdades de Deus, porventura embotadas na concepção da humanidade.
É chegado o momento de se franquear o intelecto para entender as graciosas mensagens do Onipotente, onde cada leitor deverá utilizar tempo em aplicar a mente no diligente estudo da Palavra de Deus.
O livro do Apocalipse começa com o anúncio do seu título contendo uma bênção dirigida aos que prestarem um ativo zelo, às suas solenes palavras proféticas.
O versículo um do capítulo primeiro reza assim: “Revelação de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar aos Seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e pelo Seu anjo as enviou, e as notificou a João, Seu servo”.
Passemos então, a analisar este verso, parte por parte, para que fique racionalmente revelada a verdade de Deus, porventura entorpecida em nosso entendimento, em cada porção deste versículo.
Comecemos então pela primeira parte do verso; REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO – Em geral os tradutores da Bíblia têm dado a este livro o título de Apocalipse do apóstolo São João. Mas este título contradiz as primeiras palavras do próprio livro, segundo as quais ele é a “Revelação de Jesus Cristo”.
Jesus Cristo é o Revelador, e não João. João é apenas o instrumento humano usado por Cristo para escrever esta Revelação em benefício a todos os povos que viveram no período em que ele foi escrito, bem como, a todos que vivem nos solenes dias da atualidade, como também àqueles que viverão nos derradeiros instantes da malsinada história humana, quando Cristo, então, porá termo definitivo na trama do pecado!
Posto que os primeiros vocábulos apontem Jesus Cristo como sendo Aquele que fez a revelação, todavia, o seu verdadeiro Autor é Deus o Pai, a Eterna Fonte de toda Sabedoria e Verdade!
As informações do Apocalipse originaram-se na mente privilegiada do Pai, por conseguinte, sendo o Filho, um com Deus, teve a real incumbência de transmiti-la à humanidade, pois, Jesus Cristo é, de fato, o único Revelador!
Desde o advento do pecado no Planeta, a humanidade perdeu a comunicação pessoal com Deus e, como resultado da desobediência, ela perece em suas transgressões e delitos.
Deus, a não ser por Jesus, tem movido o Espírito Santo, que comissiona o anjo Gabriel, para impressionar Seus profetas. É unicamente desta maneira que a Divindade se comunica com Seus filhos caídos.
O Apocalipse é, portanto, a última revelação canônica da Divindade para todas as criaturas inteligentes, indistintamente, que viverem neste último e solene período da história do mundo.
Deus trata com carinho a todos, identificando-os de amados, dando a certeza de Sua afeição, amizade, simpatia e ternura pelo pecador, advertindo-o das ameaças espirituais dos seus perigosos adversários.

QUEM SÃO OS SERVOS DE DEUS?

 

A parte subsequente está grafada da seguinte forma: "Para mostrar aos Seus servos as coisas que brevemente devem acontecer." Este é o real objetivo do Apocalipse. ‘Mostrar aos Seus servos’. Chega-se, então, ao ápice, ao ponto nerval do versículo primeiro.

Quem são os servos de Deus?
A decifração dos servos de Deus trará ao leitor, alegria e contentamento no coração.
Rejubilem-se, pois, na medida em que a Palavra de Deus, no caso, as Santas Escrituras forem lidas de forma audível, cada ouvinte, deve ter a certeza de estar ouvindo a voz de Deus, obviamente, que por intermédio do timbre da voz do servo que foi escolhido para fazer a leitura da Bíblia.
Ou seja, essa composição literorreligiosa está afirmando que, quando qualquer pessoa, quer seja um cristão, ou mesmo um ateu, abre a Bíblia para ler, naquele exato momento ela passa a ser servo escolhido de Deus.
Uma vez que, a Bíblia identifica como servo, aquela pessoa que faz a vontade do Senhor por obrigação, sem, necessariamente, nutrir uma relação de amor, por isso, tal pessoa "não sabe o que faz o seu senhor!" João 15: 15.
À vista disto, quando se abre a Bíblia, passa-se a, forçosamente, ler a Palavra de Deus, pois, ela está ali escrita e, o leitor, naquele instante, será tratado pelo Onipotente como servo escolhido por Ele para fazer a leitura da Sua Palavra.
A partir do momento em que se fecha a Bíblia e passa-se a pronunciar as próprias considerações, perde-se o atributo de servo escolhido, todavia, continua ainda como servo. E mais que isto, os ouvintes, no momento da leitura da Bíblia, estarão ouvindo a voz de Deus, através do timbre da voz do leitor.
Igualmente, o Apocalipse foi escrito para mostrar a todos que viverem neste último período da história do mundo, ‘as coisas que brevemente devem acontecer’.
É bom lembrar que existe muita gente boa que, se gaba ser serva de Deus, e como tal, despreza as demais pessoas, só por ter outro entendimento e servirem noutros apriscos!
No entanto, Deus leva em maior conta, aquela pessoa que ultrapassar a situação transitória de preparação, deixando de ser serva e, finalmente, alcance o estágio de amiga!
Nessa nova condição, Cristo repassa para as pessoas, tudo que Ele ouve de Deus, portanto, Ele tem dado esse conhecimento, somente, àqueles que se fizerem Seus amigos! "Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de Meu Pai vos tenho dado a conhecer."  João 15: 15.
Contudo, nem por isso, essa pessoa agraciada, deve menosprezar os demais servos de Deus, que ainda não alcançaram o patamar de amigos!
Alegrem-se, pois, Deus, o Senhor Eterno, não quer que nenhum pecador venha a perecer, Ele está com os Seus braços estendidos, desejando devolver a vida, e esta em abundância, para todos que se fizerem Seus amigos!
Com a certeza de que a Divindade foi revelada na humanidade, e que a glória invisível se torna patente na visível forma humana, aprendamos o desconhecido pelo conhecido.
Deixemos, então, que as coisas celestiais sejam reveladas pelas terrenas e, analisemos mais uma parte do verso um do capítulo primeiro da Revelação.

PROFETA FALAVA COM O ANJO GABRIEL COMO SE FORA COM DEUS

Note bem, caro leitor, na parte seguinte do primeiro versículo do Apocalipse, consta esta informação: "E pelo Seu anjo as enviou, e as notificou a João Seu servo." É de bom alvitre se perceber que não foi por um simples anjo, mas, ‘pelo Seu anjo’, um anjo especial, que é sempre comissionado pelo Senhor para revelar coisas importantes. Este anjo é Gabriel.
Ele assistiu a Daniel. “Gabriel dá a entender a este a visão”. Daniel 8: 16.
Ele comunicou a Zacarias o nascimento de João Batista. “Eu sou Gabriel que assisto diante de Deus”. Lucas 1: 19.
Ele prediz o nascimento de Jesus. “Ora, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré... Eis que conceberás e darás à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus”. Lucas 1: 26 – 31.
E agora, ele assiste a João. Na verdade, quando o profeta no passado, diz que viu Deus, ou ouviu a Sua voz; com certeza, ele via e ouvia a voz do anjo Gabriel, que assiste diante de Deus.
Esta informação está respaldada biblicamente, pois no livro de I João 4: 12 relata que: “Ninguém jamais viu Deus”, obviamente, após a entrada do pecado.
O livro de João no capítulo cinco verso trinta e sete confirma que nenhum pecador “jamais tem ouvido a Sua voz, nem visto a Sua forma”.
É fácil perceber que a raça caída, com o advento do pecado, não suporta ver a Glória de Deus e, nem sequer ouvir o timbre da voz do Todo Poderoso. Isto, pelo simples fato da degenerescência da estrutura humana, provocada pelo pecado.
Sendo assim, Deus utiliza o anjo Gabriel para dar autenticidade aos Seus pronunciamentos, para que a humanidade possa perceber a presença da Divindade em forma física, bem como, audível.
Portanto, quando o profeta Moisés no passado diz que viu Deus, e ouviu a Sua voz, na verdade, ele via e ouvia o anjo Gabriel, mas, como uma verdadeira autenticidade do Todo Poderoso.
Comprovemos, portanto, na Bíblia, tal conceito.
Certa feita, Moisés, ao final de quarenta anos, em meio ao escaldante deserto do Monte Sinai, na terra de Madiã, ele percebe uma sarça, que ardia em fogo sem, contudo, se consumir, ao aproximar-se, Deus fala com Moisés, através da sarça ardente, conforme entendimento do próprio profeta.
Naquele incidente, pode-se perceber Deus, falando com Moisés, ou seja, Moisés escutando a voz de Deus. Se assim fora, seria um grande contrassenso, pois, a mesma Inspiração, atesta que ninguém jamais viu Deus ou ouviu a Sua voz.
 Confirmemos, então, o entendimento divino. O livro de Atos, no capítulo sete, no verso trinta, faz uma impressionante declaração que versa: “E, completados quarenta anos, apareceu-lhe o anjo do Senhor, (Gabriel) no deserto do Monte Sinai, numa chama de fogo no meio de uma sarça”. (Grifo nosso).
É interessante notar que, dificilmente, se percebe que as Escrituras sempre diz que foi o anjo do Senhor, quem estava em meio à sarça, representando Deus, ou seja, com as prerrogativas da Divindade.
Confirme o enunciado em Êxodo 3: 2 que descreve assim: “E apareceu-lhe o anjo do Senhor (Gabriel) em uma chama de fogo do meio duma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia”. (Grifo nosso).
Gabriel, o anjo do Senhor, se torna perceptível a Moisés, e se apresenta com todas as prerrogativas da Divindade, como se fora o próprio Deus. Só assim, através do anjo do Senhor, que é Gabriel, Moisés pode ver e ouvir Deus.
Confirme em Êxodo 3: 3 - 6 descrevem assim: “E Moisés disse: Agora me virarei para lá e verei esta grande visão, porque a sarça se não queima. E, vendo o Senhor que se virava para lá a ver, bradou Deus a ele do meio da sarça, (no caso, foi o anjo Gabriel quem bradou) e disse: Moisés, Moisés! E ele disse: Eis-me aqui. E disse: Não te chegues para cá; tira os teus sapatos de teus pés, porque o lugar em que tu estás é terra santa. E disse mais: Eu Sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. E Moisés encobriu o seu rosto, porque temeu olhar para Deus”.
Esta conversação de Deus com Moisés, só foi possível porque o anjo Gabriel, se emprestou à Divindade, como interlocutor.
Nesta conversação entre Deus e Moisés, por intermédio do anjo Gabriel, este se apresenta como se fora o próprio Deus, veja o enunciado de Êxodo 3: 14 menciona assim: "E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel. EU SOU me enviou a vós”.
Lembrando que, naquela oportunidade, os filhos de Israel estavam representados por Moisés.
Uma vez de posse desse conhecimento e, sem nutrir medo de errar nem, sequer, adulterar o sentido da Escritura, estas duas últimas afirmações da Divindade, podem ser, facilmente, entendidas com outra conotação.
Portanto, Gabriel recebeu a instrução da Divindade para informar aos humanos que Deus, o Grande EU SOU, lhe enviou para se emprestar como interlocutor entre a Divindade e os humanos. Neste caso, a frase final ganharia essa identificação: Deus enviou Gabriel a vós.
O que é mais extraordinário nisso tudo é, justamente, quando Deus entrega a Moisés as tábuas do Conserto.
Na verdade, o Altíssimo utiliza o anjo Gabriel para se apresentar a Moisés como se fora o Próprio Deus, pelo menos é o que está evidenciado no livro de Atos 7: 38. Observe: “Este é o que esteve entre a congregação no deserto, com o anjo que lhe falava no Monte Sinai, e com nossos pais, o qual recebeu as palavras de vida para no-las dar”.
Confirmemos então, com o relato deste episódio, em Êxodo 19: 3 que descreve assim: “E subiu Moisés a Deus (ao anjo Gabriel, conforme Atos 7: 38) e o Senhor o chamou do monte, dizendo: Assim falarás à casa de Jacó e anunciarás aos filhos de Israel”.
Com esta compreensão, entende-se que fica, racionalmente, esclarecido que quando Deus se apresenta fisicamente e fala com qualquer profeta, na verdade, Deus se faz apresentar, através do Seu anjo, que assiste diante de Seu Trono, no caso, o anjo Gabriel.

SERVO E SERVOS - DUAS CATEGORIAS

 

Esta prerrogativa está fundamentada no livro do Apocalipse, quando Cristo comissiona o anjo de Deus, Gabriel, à missão de “notificar ao Seu servo” neste caso específico, ao vidente de Patmos, o profeta João.
Fique atento, pois, o Apocalipse foi escrito para “mostrar aos servos, as coisas que devem acontecer”. Aos servos, que servem por obrigação, o Apocalipse foi, simplesmente, mostrado no sentido de fazer ver ou aparentar.
Contudo, no caso de João, a Revelação foi notificada. Notificado no sentido de esclarecido, ou por outra, o Juiz do Universo, informou ao Vidente de Patmos, de forma íntima, dando conhecimento das Suas mensagens, isto, porque João era um servo diferente dos demais, pois, o mesmo, procurava travar com Jesus um relacionamento salvífico de amizade com seu Criador.
Quando João travou conhecimento com Jesus, ele se destacou dos demais, pela amizade de amor com Cristo, e isto lhe valeu o cognome de ‘Discípulo amado’. Ora, nesta amizade de amor, Jesus lhe segredou: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor; mas tenho-vos chamado amigo, porque tudo quanto ouvi de Meu Pai vos tenho dado a conhecer”. João 15: 15.
E agora, na ilha de Patmos, João, o discípulo amado, é escolhido por Jesus, para conhecer e transmitir aos homens as mensagens de Deus para esta época.

OS SETE DEGRAUS DA REVELAÇÃO 

Assim, o Apocalipse apresenta os gloriosos degraus da revelação Divina:
 Deus – A eterna Fonte do Saber.
Jesus Cristo – Por quem, Deus, unicamente se comunica com o pecador.
Espírito Santo – A terceira pessoa da Divindade que impressiona e inspira a instrumentalidade humana, no caso o profeta, através de sonhos e visões, conforme II Pedro 1: 21. “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo”.
Gabriel - Incumbido por Jesus a transmitir a revelação a João, emprestando sua voz e imagem, para que o pecador possa ouvir as pronunciações e perceber a presença da Divindade. Conforme o próprio Filho de Deus revelou e João, o Discípulo Amado, registrou em seu livro. “E o Pai, que Me enviou, Ele mesmo testificou de Mim. Vós nunca ouvistes a Sua voz, nem viu o Seu parecer”. João 5: 37.  Já na primeira epístola de João no capítulo quatro e verso doze, primeira parte, descreve assim: “Ninguém jamais viu Deus”.
 João - Encarregado de escrever num livro a vontade do Todo Poderoso, para transmitir à igreja de Jesus a revelação apocalíptica.
Percebem-se, desta maneira, que sete são os degraus da Comunicação que emanam do Trono Universal.
O primeiro degrau é o próprio Deus, o Todo Poderoso.
Esta comunicação é revelada para Jesus que é o segundo degrau.
O Filho do Homem confia esta mensagem à Terceira Pessoa da Divindade, no caso o Espírito Santo sendo, assim, o terceiro degrau.
O Consolador comissiona o anjo Gabriel que se torna em figuração de Deus com Sua mensagem, sendo este anjo o quarto degrau.
Gabriel envia esta mensagem a um interceptador humano, no caso um profeta que, evidentemente, passa a ser o quinto degrau.
Este, por sua vez, escreve num livro, no caso, a Bíblia, que é o sexto degrau.
E, finalmente, atinge o sétimo degrau que é a Igreja, ou seja, todo pecador.
A mensagem do Apocalipse é um lenitivo, conforto e bússola, não só para os genuínos cristãos, mas, principalmente, para todas as pessoas que estejam vivas nos últimos momentos da civilização humana.
Assim, o Apocalipse se apresenta de forma global para que todos possam tirar proveito de sua gloriosa mensagem!