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terça-feira, 21 de abril de 2020

IDE - O Sábado do Quarto Mandamento Permanece ou Foi Abolido?


O SÁBADO DO QUARTO MANDAMENTO PERMANECE OU FOI ABOLIDO?

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
                               Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.


SEGUNDA RAZÃO – Pr. Amilto Justus

ANTES DO CONCERTO DO SINAI DEUS NÃO ORDENOU A NINGUÉM QUE GUARDASSE O SÁBADO




A única Lei dada por Deus ao homem a princípio foi a que está inserida em Gêneses 2: 16 e 17. “E ordenou o Senhor Deus ao homem dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente; mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás”.
Quando o Senhor chamou Abraão e lhe anunciou o evangelho da salvação, o qual viria a ser revelado de maneira mais ampla e clara, com a vinda de Jesus, nada lhe comunicou quanto à necessidade de se guardar o Sábado, ou mesmo a Lei de Moisés, como algo necessário para se obter a salvação, conforme registrado em Gálatas 3: 8 “Ora, tendo a Escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti”.
É óbvio, portanto, que antes do Sinai ninguém foi obrigado a guardar o Sábado. É certo também que, mesmo durante o período da Lei, nenhum gentio tinha qualquer compromisso de guardar o Sábado, visto ser um concerto único e exclusivamente com Israel. E claro está também que, nem gentios nem judeus, têm obrigação de observar a guarda do Sábado após a vinda de Jesus, pois, não estamos mais debaixo da lei, estamos sob a tutela da graça. Aleluia!



PONTO DE VISTA – Educador Glauco César




Em uma determinada circunstância, o grandioso Deus lançou os fundamentos da Terra; ornamentou o mundo inteiro no aparato suntuoso e magnífico da beleza, ostentando-o de coisas úteis ao homem, extraindo do nada todas as maravilhas da Terra e do Mar.
Após seis dias a grande obra da Criação se estabeleceu. Jesus Cristo o fecundo e fecundante Deus “descansou no sétimo dia (no Sábado) de toda Sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou, porque nele descansou de toda a Sua obra, que como Criador fizera”. Gêneses 2: 2 e 3 (adendo nosso).
Depois de haver dado pausa no processo Criativo, no Sábado, o Onipotente Arquiteto do Universo, achou por bem transmitir para toda humanidade, que o sétimo dia era, de fato, memorial de santificação e exemplar dia de repouso!
Quando o ser humano, em todos os Sábados alivia os afazeres do cotidiano, ele sente que a expansão do amor faz germinar em seu intelecto, a reverência e o agradecimento ao Deus Criador.
Desde o Éden, Cristo estabeleceu o Sábado como memorial de Sua obra Criativa, deixando extrapolar bênçãos sem medida sobre aquele dia, diferenciando-o dos demais.
Por conseguinte, ao reverenciar o dia de Sábado, identificando-o como memorial da Criação, cada morador da terra deve reconhecer que o Soberano Deus é seu Criador e que a humanidade é obra de Suas mãos, portanto, ela é súdita da autoridade do Princípio Supremo do Universo, Jesus Cristo!
A Divindade sabia que um repouso era essencial para o homem, mesmo no Paraíso.
Necessita-se do Sábado para de maneira mais vívida, estreitar o relacionamento vivificante com Deus, aflorando gratidão, visto que tudo quanto, faustosamente, se possuí vem das benignas e misericordiosas mãos do Augusto Criador!
Deus procura imprimir no homem Sua Lei, como condição indispensável da existência da humanidade. Como não existe governo sem lei, percebe-se que a humanidade é súdita do governo Divino!
Com a inteligência, forma-se ideia abrangente de que o Sábado, assim compreendido, tem por finalidade, além de Santificar e identificar quem é o Criador, também faz papel de conduto que restaura as forças exauridas durante a semana de trabalho, tornando-se numa bênção sem medida!
A grande pergunta a ser respondida é: Para quem foi feito o Sábado? – A resposta a tão vívida interrogação encontra-se no livro de São Marcos 2: 27 pp. “E prosseguiu Jesus: O Sábado foi feito por causa do homem”.
Observe-se que o Sábado não foi feito, somente para judeus ou israelitas, mas, genericamente, para a humanidade!
Então, chega-se à seguinte interpelação: Quando foi criado o homem? Moisés, através do livro de Gêneses demanda a explicação no capítulo 1: 27 e 31. “Criou, pois Deus o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher Deus os criou. E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. E foi à tarde e a manhã, o dia sexto”.
Desta forma fica claro, que o gênero humano, ou seja, o homem foi formado na sexta-feira da Criação.
Se o Sábado foi feito para o homem, ou seja, para o gênero humano, resta-se, então, saber quando o Sábado foi estabelecido para a criatura humana? A resposta é simples e enfática. Confirme em Gêneses 2: 1, 2 e 3 relatam: “Assim foram acabados os céus e a terra, com todo o seu exército. Ora, havendo Deus completado no dia sétimo a obra que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra que fizera. Abençoou Deus o sétimo dia, e o santificou; porque nele descansou de toda a Sua obra que criara e fizera”. Portanto, patenteado está, o Sábado foi feito para o homem, todo o gênero humano, após haver Deus terminado a Sua obra criadora. E, claro está que Deus havia informado a todo o gênero humano, o sentido do Sábado.
O quarto Mandamento, ou seja, o que apresenta o dia de Sábado para ser santificado, começa com a palavra lembra-te. Está registrado no livro de Êxodo 20: 8 – 11. Aquele Mandamento começa assim: “Lembra-te do dia de Sábado para Santificá-Lo”.
A palavra lembra-te pressupõe que o Mandamento e a própria Lei de Deus já existiam, antes que a mesma houvesse sido entregue, em tábuas de pedra, a Moisés, no monte Sinai. Pois, como poderia o povo de Deus lembrar-se do Sábado, se anteriormente não conhecia, uma vez que, só existe lembrança de algo, que anteriormente se conheceu.
O próprio Deus, afirmou a Moisés que o Seu povo havia se desviado do caminho que Deus mesmo lhe propusera, denotando assim a existência prévia da Lei de Deus antes do Sinai. Confira em Êxodo 32: 7 e 8, “Então disse o Senhor a Moisés: Vai, desce; porque o teu povo,... depressa se desviou do caminho que Eu lhe ordenei”.
Moisés, ao perceber que o povo estava transgredindo abertamente a Lei de Deus, conhecida verbalmente por todos e, agora escrita em tábuas de pedra, pelo dedo de Deus, fica indignado, quebra as tábuas do testemunho, mostrando assim que o povo estava em desacordo com a vontade conhecida de Deus.
Este ato de Moisés, por si só, comprova que mesmo antes do Sinai, o povo tinha conhecimento da Lei, senão Moisés não poderia quebrar, literalmente, como forma de protesto, as tábuas dos 10 Mandamentos de Deus, com o intuito de fazer aquela gente formar ideia de compreensão que estava pecando, pois pecado é quebrantamento da Lei. “Todo aquele que pratica o pecado, também transgride a Lei; porque pecado é transgressão da Lei”. I João 3: 4.
Este incidente está relatado em Êxodo 32: 19 e 21. “Chegando ele ao arraial e vendo o bezerro e as danças, acendeu-se o furor de Moisés, e arremessou as tábuas das suas mãos, e as despedaçou ao pé do monte. E Perguntou Moisés a Arão: Que te fez este povo, que sobre ele trouxeste tamanho pecado?”
Tendo conhecimento doutro incidente, prova-se que o povo conhecia os Mandamentos da Lei de Deus, principalmente o do Sábado, uma vez que este outro fato, ocorreu um mês antes do Sinai, no deserto de Sim, quando Deus providencia, todos os dias, a queda do maná, sendo que na Sexta o maná caía em dobro, para que, no Sábado, não violassem o Mandamento que ordena abstinência do trabalho, ficando como exemplo, tanto para o povo daquela época, como o da atualidade, para confirmar qual seja a boa e perfeita vontade de Deus. Está relatado em Êxodo 16: 22 e 25 – 28 (adendo nosso): “Mas ao sexto dia colheram maná em dobro, dois gômeres para cada um”. Veja então o que acontecia no Sábado: “Então disse comei-o hoje, porquanto hoje é o Sábado; nele não haverá. Mas aconteceu ao sétimo dia que saíram alguns do povo para colher, e não o acharam. Então disse o Senhor a Moisés: Até quando recusareis guardar os Meus Mandamentos e as Minhas leis?” Aí encontramos Deus dizendo da existência de Seus mandamentos antes do Sinai.
Sabe-se que nos Novos Céus e na Nova Terra também se guardarão o Sábado. Confirme em Isaías 66: 22 e 23. “Pois como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, durarão diante de Mim, diz o Senhor, assim durará a vossa posteridade e o vosso nome. E acontecerá que desde uma lua nova até a outra, e de um Sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante Mim, diz o Senhor”. Deus está desta forma dizendo, que de uma lua nova a outra, ou seja, no período de cada mês, virá toda pessoa, em cada Sábado adorá-LO.
Perceba as palavras contundentes do Profeta Isaías em seu livro: “Tu vês muitas cousas, mas não as observas; ainda que tenha os ouvidos abertos, nada ouves. Foi do agrado do Senhor, por amor da Sua própria justiça, engrandecer a Lei e fazê-la gloriosa”. Isaías 42: 20 e 21. Existe algum motivo racional para impugnar a determinação de Deus?
Em momento algum, o Augusto Criador impôs a observância do Sábado, pois, se assim o fizesse, o homem seria um autômato, e não teria o livre arbítrio. Deus não nos obriga, mas, convida a obedecê-Lo livremente!
Essa liberdade no servir a Deus é confirmada em I Coríntios 7: 37 pp. “Todavia, o que está firme em seu coração, não tendo necessidade, mas domínio sobre o seu próprio arbítrio, e isto bem firmado no seu ânimo”. Lembre-se que Deus colocou Sua Lei no entendimento, gravando-a nas tábuas do intelecto humano.
Quanto ao fato de Deus não ter mencionado a Abraão a obrigatoriedade da Lei de Moisés, é fácil explicar!
Como poderia o Senhor Deus mandar Abraão guardar a “Lei de Moisés”, se Abraão viveu cerca de 500 anos antes de Moisés?
Lembre-se que Abraão gerou Isaque, Isaque deu existência a Jacó, Jacó procriou José, que foi levado cativo ao Egito, e o povo de Israel ficou cativo no Egito 430 anos, só então surgiu Moisés para libertar o povo de Israel do Cativeiro Egípcio, passando então 40 anos no deserto quando, então, Moisés recebeu a Lei de Deus no Monte Sinai, lógico está que Deus não mandaria Abraão guardar a suposta “Lei de Moisés”, pois, a mesma não existia.
Contudo, a Lei de Deus, que é o transcrito do caráter do Onipotente, eterna como a Divindade, contendo o Sábado que é o memorial da Criação, esta, o Senhor anunciou a Abraão. Verifique no livro de Tiago 2: 23 (grifo nosso) “E se cumpriu a Escritura, a qual diz: Ora, Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça e: Foi chamado amigo de Deus”.
Como se sabe, os amigos de Deus guardam os Seus Mandamentos é o que informa João em sua primeira epístola. “Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos Deus e praticamos os Seus Mandamentos; ora, os Seus Mandamentos não são penosos”. I João 5: 2 e 3.
Pelo que se consta, o próprio Moisés, citando a palavra do Senhor (Gênesis 26: 2), quando o próprio Jesus assevera que Abraão obedecia a Lei de Deus! “Porque Abraão obedeceu à Minha palavra, e guardou os Meus Mandamentos, os Meus preceitos os Meus estatutos e as Minhas Leis” Gêneses 26: 5. Amigo, na Lei de Deus consta o Mandamento do Sábado!
Observe a promessa que o Senhor fez a Abraão, em Gêneses 18: 19. “Porque Eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor, e pratiquem a justiça e o juízo; para que o Senhor faça vir sobre Abraão o que tem falado a seu respeito”.
Essa promessa, Deus deseja repassar a você meu querido leitor.
Em tempo algum, confie no seu próprio discernimento em relação a qualquer coisa. Sempre consulte o desejo de Deus, mesmo que você pense ter certeza que sua escolha seja a correta. Faça o exercício da Fé que produz bênção, entre na sala de audiência de Deus, pois, a opção do Infinito pode ser oposta à sua. Se tiveres que agir de presto; pare; pense; reflita nas promessas do Criador, se ainda assim ficares indeciso faça uma pausa e converse com o seu grande amigo Jesus, se não tiveres tempo para ouvir a resposta, então não atue, não faça nada. Seja sábio e sensato, espere por Deus, pois, o que espera nEle nunca terá um desapontamento. Só assim encontrarás o caminho da perfeição de Deus e estarás apto para a exercitação da vontade do Onipotente Criador!
Que a bênção do Senhor seja absorvida por todos!

quinta-feira, 2 de abril de 2020

IDE - Ataque e Defesa Sobre o Dia do Senhor

ATAQUE E DEFESA SOBRE O DIA DO SENHOR

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
                               Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.

PRIMEIRA RAZÃO - Pr. Amilto Justus

O SÁBADO FAZ PARTE DE UM CONCERTO OU PACTO ENTRE DEUS E O POVO ISRAELITA E NINGUÉM MAIS



“Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo: Tu, pois fala aos filhos de Israel dizendo: Certamente guardareis Meus Sábados; porque isso é um sinal ente Mim e vós nas vossas gerações; para que saibas que Eu Sou o Senhor, que vos santifica.
Portanto guardareis o Sábado, porquanto santo é para vós; aquele que o profanar certamente morrerá; porque qualquer que nele fizer alguma obra, aquela alma será extirpada do meio do seu povo. Seis dias se fará obra, porém o sétimo é o Sábado do descanso, santo ao Senhor; qualquer que no dia do Sábado fizer obra, certamente morrerá...
Guardarão, pois, o Sábado os filhos de Israel, celebrando o Sábado nas suas gerações, por concerto perpétuo. Entre Mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou, e restaurou-se”. Êxodo 31: 12 – 17 (grifo nosso).
Observe-se nos textos grifados que o Senhor é claro, claríssimo em dizer com quem é o concerto para guardar o Sábado. Só não enxerga quem não quer ver. Somente os que estão com os olhos vendados ou os que querem tirar vantagens, fingem não ver que a guarda do Sábado é um concerto entre Deus e Israel, somente.
Leia Romanos 1: 18 – 21. “A ira de Deus se revela do Céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.
Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das cousas que foram criadas.
Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato“.
Leia também Romanos 2: 12 – 16. ”Assim, pois, todos os que pecaram sem lei, também sem lei perecerão; e todos os que com lei pecaram, mediante lei serão julgados.
Porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados. Quando, pois, os gentios que não têm lei, procedem por natureza de conformidade com a lei, não tendo lei, servem eles de lei para si mesmos.
Estes mostram a norma da lei gravada nos seus corações. Testemunhando-lhes também a consciência, e os seus pensamentos mutuamente acusando-se ou defendendo-se; no dia em que Deus, por meio de Cristo Jesus, julgar os segredos dos homens, de conformidade com o Meu evangelho”.
Entendemos também que, após a vinda de Jesus, o qual cumpriu a Lei de Moisés, integral e cabalmente, nem mesmo os judeus têm necessidade de guardá-la, visto que o fim da Lei é Cristo.
Portanto todo judeu convertido a Cristo não está mais debaixo da Lei, não precisa guardar o Sábado, aliás, foi isso que Paulo queria dizer em Gálatas 3: 23 – 29. “Mas, antes que viesse a fé, estávamos sob a tutela da Lei, e nela encerrados, para essa fé que de futuro haveria de revelar-se.
De maneira que a Lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé.
Mas, tendo vindo à fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo, de Cristo vos revestistes.
Destarte não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.
E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão, e herdeiros segundo a promessa”.
Leia Romanos 7: 4 – 6. “Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à Lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, e deste modo frutifiquemos para Deus.
Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela Lei, operavam em nossos membros a fim de frutificarem para a morte.
Agora, porém, liberados da Lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra”.


PONTO DE VISTA
Educador Glauco César



Lembro-me perfeitamente quando, pela primeira vez, tive que sair da casa dos meus pais, deixar para trás meus familiares, quinze irmãos, amigos, sonhos, para praticamente desbravar terras longínquas, para ali construir novos sonhos imaginando alcançar o sucesso e a felicidade.
Projetos enraizados nas selvas amazônicas, entrecortados por caudalosos rios, e pela ansiedade de realizar os desejos dum coração adolescente, que até hoje não esqueci e ainda procuro no porto flutuante da vida.
Viajando na areia do tempo, recordo que após um final de semana acampado em plena selva, tendo o corpo extenuado, as forças moídas e as pálpebras sonolentas, chego à repartição onde trabalhava, lutando, desesperadamente, contra a canseira e, fadado a enfrentar o mal humorado chefe Gadelha, com fama de durão.
Quando, de repente, deparo-me frente-a-frente com o perigo, ouço em tom ordeiro, uma pausada saudação... - Bom dia Glauco, assuma o seu posto.
- Esquecendo-me das fadigas, não querendo incomodar nem ser incomodado, vou decididamente até à máquina de datilografia e, rapidamente estou executando minha tarefa, tão rápida quanto podia, sendo superado somente pelo sono traiçoeiro, que havia me nocauteado, estando eu com a cabeça reclinada sobre a máquina, encontrando-me semidesfalecido... Quase inerte!
Na minha cabeça viajavam pensamentos livres, corriam igarapés, e soprava uma brisa suave... Quando, de repente, uma mão pesada me balançava os ombros, uma voz pausada, rouca, mas sussurrante interpelava. – Glauco! Sei que você está cansado. Seria melhor usar um travesseiro sobre a máquina.
- Obrigado seu Gadelha.
- De um salto, despertei, levantei-me, lavei o rosto com água fria, na ânsia de espantar o sono, que insistia em me fazer companhia. Então, fui até uma lanchonete, peguei um cachorro-quente recheado com pimenta malagueta, esfreguei-o nos lábios. Só assim, consegui vencer o sono inimigo que me atormentava, a sombra do meu desespero fugiu, fazendo-me voltar ao trabalho!
Assim, renovei os ânimos e conquistei um amigo.
A maneira gentil, como fui tratado por Gadelha, desenvolveu um grande relacionamento entre nós, que fez com que gerasse um bom comportamento trabalhista, a ponto de haver uma troca de presentes nos nossos aniversários.
Tanto tempo já se passou desse episódio, contudo, nunca esqueci, nem jamais esquecerei. Tenho certeza que continuarei a lembrar pela vida toda, pois a verdadeira amizade, o verdadeiro companheirismo, não é medido pelo comportamento dignificante, mas sim, pelo bom relacionamento.
É mais ou menos isso, que Deus está ensinando a humanidade, observe o texto de Hebreus 8: 10 está grafado assim: “Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor. Nas suas mentes imprimirei as Minhas Leis, também sobre os seus corações as escreverei; e Eu serei o Seu Deus, e eles serão o Meu povo”.
Este é aquele tipo de verso, que deve permanecer gravado nas tábuas da mente de todos aqueles que desejam continuar sendo amigos de Deus. Mostra que os mandamentos não devem ser observados como forma para se obter a salvação, pois, sabe-se que os mandamentos, nem coisa alguma, tem poder de salvar quem quer que seja, somente o sacrifício de Cristo na cruz, tem esta prerrogativa!
A observância dos Dez Mandamentos da Lei de Deus é prova inconteste e visível que, quem obedece tais preceitos, será alvo certeiro da salvação pela graça redentora de Jesus, tendo direito à Vida Eterna!
Observa-se que é Deus que faz o concerto; Ele coloca Suas leis na mente humana e, as escreve nas tábuas de carne do nosso entendimento.
Como Deus é maravilhoso, Ele está se oferecendo como único e suficiente Pai e, aceita cada pessoa como Seu filho e povo escolhido. Assim, a criatura humana passa a ser “propriedade exclusiva de Deus, nação santa e sacerdócio real”. I Pedro 2: 9.
Se Deus tem escrito Suas Leis, estatutos e normas no entendimento de cada pessoa, nada impede, na qualidade de bons filhos, observarem-se, alegremente, essas Leis. Nada!
Contudo, alguns filhos, notadamente os mais descuidados, entendem que manter um relacionamento de observância às Leis é o mesmo que salvação pelas obras. Estes que assim compreendem, ensinam que é errado e até pecado blasfemar, cometer adultério, matar, roubar, para tais pecados a Lei ainda está em vigência, apesar de que, esses descuidados ministradores apregoem, em bom tom, que a Lei não esteja mais em vigor quando a observância do quarto mandamento, que preceitua a santificação do Sábado, é advogada pelos leais filhos de Deus.
É por isso que tais considerações nos convidam a um reexame da Lei do Senhor. Permanece ou foi abolida?
Precisa-se perceber o bondoso propósito dos Mandamentos de Deus, que é guiar a humanidade a trilhar o caminho da vida, nunca condená-la à morte. O que a Lei condena são os pecados, ela propicia ao diligente estudante da Palavra a oportunidade do arrependimento.
Quando se gasta tempo na aplicação da mente e, diligente estudo da Lei, o Espírito Santo ilumina o entendimento. Facilmente percebe-se que o objetivo dos estatutos de Deus é cobrir cada parte da vida do pecador. Ao se demorar no estudo dos Mandamentos, percebe-se a sua natureza espiritual e preocupação com os pensamentos íntimos que geram atos exteriores.
Cada pessoa deveria ver a obediência como resposta de amor à preocupação Divina, registrada em São João 14: 15, que informa: “Se Me amas, guardareis os Meus Mandamentos”. Quando se gosta de algo contrário à vontade de Deus, talvez, este elo de amor, não seja tão verdadeiro!
Precisa-se ver a Lei como uma expressão da amorável vontade de Deus para conosco e não como uma série de proibições que sempre vão de encontro às nossas inclinações naturais.
É comum se afirmar que o Sábado foi feito, somente, para o povo de Israel e ninguém mais. Contudo, convém lembrar-se do que está registrado em Romanos 5: 19 (adendo nosso). “Porque, como pela desobediência de um só homem (Adão) muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só (Cristo) muitos se tornaram justos”. Sabe-se que Adão não era israelita, não tinha nacionalidade, pois, na Criação, ainda não havia nenhuma nação.
No livro de I João 3: 4 relata o seguinte: “Todo aquele que pratica o pecado, também transgride a Lei; porque o pecado é a transgressão da Lei”. O pecado entrou no mundo por Adão, e pecado é transgressão da Lei, logo, já existia a Lei no Jardim do Éden, do contrário não teria havido transgressão nem, muito menos, pecado!
Conforme o registro de Gêneses 2: 1 - 3 que relata: “Assim, pois, foram acabados os Céus e a Terra, e todo o seu exército. E havendo Deus terminado no dia sétimo a Sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a Sua obra que tinha feito. E, abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador fizera”. O Sábado foi instituído no Éden. Contudo o mandamento do Sábado relatado em Êxodo 20: 8 – 11, começa com a palavra Lembra-te. Não é possível lembrar-se daquilo que nunca se soube. Adão e Eva lembraram-se de seu primeiro Sábado. Foi seu primeiro dia completo de 24 horas, o primeiro Sábado tão intensamente observado, eles lembraram-se do seu santo significado, por isso, o primeiro casal compartilhou este conhecimento aos seus descendentes.
O Mandamento do Sábado revela que os israelitas conheciam o Sábado muito antes de Moisés ter recebido as tábuas dos 10 Mandamentos das mãos de Deus.
É salutar lembrar-se do que Paulo esclarece em sua epístola aos Romanos 2: 13 e 14, ele elucida: “Porque os simples ouvidores da Lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a Lei hão de ser justificados. Quando, pois, os gentios que não têm lei, procedem por natureza de conformidade com a Lei, servem eles de lei para si mesmos. Estes mostram a norma da Lei gravada nos seus corações”.
Portanto, meu amigo leitor, o Sábado definitivamente não foi, nem é um pacto entre Deus e Israel somente, observe o que diz o profeta Isaías no capítulo 56: 6 – 8. “Aos estrangeiros, que se chegam ao Senhor, para O servirem, e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos seus, sim, todos os que guardam o Sábado, não o profanando, e abraçam a Minha aliança, também os levarei ao Meu santo monte, e os alegrarei na Minha casa de oração”;... E mais adiante, “a Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos”.
Comum também é afirmar que a Lei dos 10 Mandamentos é de Moisés, como vimos anteriormente, a Lei é de Deus, escrita pelo dedo de Deus. O próprio Moisés registrou esta declaração relatada no livro de Êxodo 31: 18: “E tendo acabado de falar com Ele no monte Sinai deu a Moisés as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus”.
Alguns bons estudiosos das Sagradas Letras querem crer que toda Escritura é inspirada por Deus, e para legitimar esta crença citam II Timóteo 3: 16 e 17 que relata: “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda boa obra”.
No entanto, existe uma porção da Bíblia que, definitivamente, não é inspirada por Deus. Pois, neste caso, inspiração é quando a Divindade através do Espírito Santo faz uso de homens escolhidos, tornando-os condutos da Luz divina.
Entretanto, Deus não confiou a nenhum dos Seus profetas o pensamento, nem a redação e nem muito menos a escrita de Sua Lei Moral, pois, os 10 Mandamentos são, na verdade, o transcrito do caráter de Deus!
Por isso, Deus mesmo, escreveu com Seu próprio punho, transmitindo Seu próprio pensamento. Naquela redação encontra-se a digital de Deus e sua caligrafia, o que quer dizer que nas duas tábuas de pedra, encontram-se a forma e a disposição digitiforme da Divindade, com o intuito de transmitir as sensações através do contato, imprimindo Sua influência na mente humana, contudo, sem coação.
Para que o homem não acrescentasse nada, ou dela retirasse alguma coisa, Deus escreveu em cada uma das tábuas de pedra, em seus dois lados. Confira em Êxodo 32: 15 e 16 descrevem assim: “E voltou Moisés, e desceu do monte com as duas tábuas do testemunho na sua mão, tábuas escritas de ambas as bandas; de uma e de outra banda escritas estavam. E aquelas tábuas era obra de Deus também a escritura era a mesma escritura de Deus, esculpida nas tábuas”.
Assim, os 10 Mandamentos não são inspirados, pois Deus não fez uso de profeta algum, mas o próprio Deus descreveu Seu pensamento, redação e escritura.
As tábuas de pedra são símbolos de perenidade, e a escrita ocupando todo espaço de cada tábua, é a certeza de que Deus, nem homem algum haverá de efetuar qualquer mudança na mesma. Confirme em Mateus 5: 17 e 18: “Não cuideis que vim destruir a Lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido”.
 Observe os versos que se seguem e tire suas conclusões. Gálatas 3: 21, “É, porventura, a Lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum”. Leia Gálatas 3: 12. “Ora, a Lei não procede de fé, mas: Aquele que observar os Seus preceitos, por eles viverá”. Fique atento a Romanos 3: 31. “Anulamos, pois, a Lei, pela fé? Não, de maneira nenhuma, antes confirmamos a Lei”. Confirme Romanos 7: 7 “Que diremos, pois? É a Lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da Lei”.
Que acha o amigo leitor, de todas estas informações Divinas contidas na Santa Palavra de Deus, a Bíblia?
Lucas declara por escrito no seu livro, no capítulo 4: 16: “Indo para Nazaré, onde fora criado entrou Jesus, num Sábado, na sinagoga, segundo o Seu costume, e levantou-Se para ler”. Jesus, Aquele que concedera o Sábado do sétimo dia à humanidade, saudava com alegria o dia semanal de repouso e adoração. No Sábado, encontravam-nO na sinagoga, unindo-Se a Seus semelhantes em oração, louvor e estudo da Escritura.
Jesus disse, e está registrado em S. João 15: 10: “Se guardares os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor, assim como também Eu tenho guardado os Mandamentos de Meu Pai, e no Seu amor permaneço”.
Atendam ao reclamo de Cristo, quando se coloca como exemplo, desejoso que todos que O amam, cumpram os Mandamentos de Deus para permanecerem resguardados no amor de Jesus.
Seguindo o exemplo do Filho de Deus, perceber-se-á que essa obediência amorável, unirá Deus o Pai e Jesus Cristo, intimamente a cada pecador. Isto é salvação movida por amor, pelo mútuo amor do Pai e do Filho, e dEles pela humanidade, para que o pecador arrependido trilhe o caminho que conduz à presença de Deus!
Este é o fruto da fé que opera por amor. Aqui se encontra o belo segredo da observância dos Mandamentos. Ninguém pode debater contra Deus, ninguém pode impedir a obediência movida por AMOR!




sábado, 7 de março de 2020

IDE - A Firme Convicção do Pr. Amilto Justus Sobre o Dia do Senhor;


A FIRME CONVICÇÃO DO PASTOR AMILTO JUSTUS SOBRE O DIA DO SENHOR

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
                               Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.





TRINTA RAZÕES PORQUE NÃO GUARDO O SÁBADO – Pr. Amilto Justus.


As trinta razões por que não guardo o Sábado, mencionadas aqui, não são as únicas, todavia, penso que são suficientes para demonstrar cabalmente que nenhum ser humano, seja gentio ou judeu, uma vez convertido a Cristo, tem qualquer obrigatoriedade com a guarda do Sábado, visto ser ele um preceito da lei de Moisés, a qual consistia em um Concerto entre o Senhor e Israel somente.
Todavia, como Jesus colocou o Velho Concerto de lado ao cumpri-lo totalmente, e ao estabelecer o Novo Concerto, hoje, nem mesmo o judeu tem qualquer compromisso com a guarda do Sábado, uma vez estando em Cristo Jesus.
Sugiro ao prezado leitor uma leitura sem prevenção doutrinária, e com honestidade e humildade no exame dos textos citados, pedindo a direção do Espírito Santo na interpretação dos mesmos. 


JUSTA CONTESTAÇÃO
Educador Glauco César 




Numa certa oportunidade visitei uma igreja no agreste pernambucano, que tinha um sino que badalejava roufenho.
Por estar rachado, não tocava em conformidade com o som que deveria soar. Ao ser percutido transmitia um som fanhoso, por isso não ecoava como deveria.
Falando com o administrador daquele templo perguntei: Como conseguir que o sino viesse a dobrar com o som original?
A mim, foi dito que só havia uma maneira. O sino deveria ser confiado a um artífice que preencheria a fenda com uma camada de bronze derretido. A emenda ficaria grosseira e feiosa, contudo o som passaria a ecoar perfeitamente. Alternativa esta, rejeitada pelo pároco, por achar que o objeto ganharia uma indesejável artificialidade.
Em face da rejeição do vigário, o artesão, então, sugeriu fazer um molde do instrumento, no qual faria o reparo, corrigindo o defeito, em seguida dissolveria o sino e, com o bronze derretido daquele sino, restauraria à sua própria imagem que, ao ser ferido, produziria um som perfeito.
Contudo, o sacerdote não permitiu o conserto, pois, afirmou que o sino perderia sua legitimidade e historicidade. Por sua  vez o vigário concluiu decididamente: - Prefiro, pois, ficar com o sino quebrado e roufenhando, desde que não perca a sua originalidade e valor, do que tocar em uníssono com o objetivo para o qual fora desenvolvido.
Aquele ministro pensou, tão somente, na plasticidade e no valor venal do instrumento, esquecendo-se que a beleza do som, agradaria muito mais aos seus paroquianos.
Diferentemente, em vida, Jesus deu exemplo perfeito, renunciando a tudo em detrimento ao ministério de Deus em prol da humanidade, mostrando como servir, e Ele serviu, ajudando a todos, ensinando-os: “Todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal” Mateus 20: 26.
Cristo estava afirmando para toda a humanidade que no Seu governo, não existe acepção de pessoas ou superioridade, destacando-se, tão somente, a grandeza cristã e humanitária.
Somente quando se torna numa humilde criatura, é que se aprende a resistir, opondo às suas próprias forças, dobrando sua vontade, o bastante para servir ao semelhante, a ponto de desenvolver-se à semelhança de Cristo para tornar-se numa honra para Deus.
A mais sábia decisão que a espécie humana pode tomar é escolher aperfeiçoar, conservar e solidificar a pureza do caráter de Cristo em seu pensar, falar e proceder, mantendo uma interação individual com o Criador, atendendo aos graciosos reclamos da divindade para ter-se um relacionamento pessoal, salvífico e vivificante com o Divino.
Ouça, então, os graciosos e atrativos reclamos de Cristo, para todos quantos se fizerem amigos de Deus!
Por maior que seja a sabedoria humana, na verdade, não passa de loucura para Deus, principalmente, quando a criatura assevera que nenhum ser humano, precisa guardar o Sábado, do quarto Mandamento.
Entretanto, os benevolentes apelos de Jesus, registrados no livro de Eclesiastes no capítulo 12 e verso 13, afirma, categoricamente, que a guarda do Sábado, é dever de todo homem. Vejamos: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus, e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem”. E os Mandamentos de Deus, você sabe, estão registrados no livro de Êxodo 20. São Eles: 1 – Não terás outros deuses diante de Mim. 2 – Não farás para ti imagem de escultura. 3 – Não tomar o Seu Santo Nome em vão. 4 – Lembra-te, do dia de Sábado para Santificá-Lo. Porque em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra e o mar, e ao sétimo dia descansou, portanto abençoou Deus o dia de Sábado e o Santificou. Por isso é dever de todo o homem guardar o mandamento do Sábado e todos os demais.
Diz ainda a invencionice humana, que a Lei que contém estes Mandamentos é de Moisés. No entanto as Sagradas Letras dizem-nos claramente, que esta Lei é de Deus e não de Moisés, como querem os humanos. Deuteronômio 4: 12 e 13. “Então o Senhor vos falou do meio do fogo; a voz das palavras ouviste; porém, além da voz, não viste aparência nenhuma. Então vos anunciou Ele a Sua aliança, que vos prescreveu, os Dez Mandamentos e os escreveu em duas tábuas de pedra”. Neemias também confirma no seu livro capítulo 9: 13 e 14. “Desceste sobre o monte Sinai, do Céu falaste com eles, e lhes destes juízos retos, leis verdadeiras, estatutos e mandamentos bons. O Teu santo Sábado lhes fez conhecer; preceitos, estatutos e lei, por intermédio de Moisés Teu servo, lhes mandaste”. Está claro, amigo leitor, que a Lei dos Dez Mandamentos, é de Deus e não de Moisés.
Diz ainda a opinião humana, que a Lei de Deus, era um concerto entre o Senhor e o povo de Israel somente.
No entanto, Adão conhecia a Lei de Deus desde o Éden. Sabe-se que Adão, a primeira criatura humana, não era israelita e não tinha nacionalidade, pois, na criação não havia nação alguma. Adão era, portanto, apátrida, pois, habitava no Jardim do Éden, era, por conseguinte, edênico, nunca israelita, observe atentamente o relato de Romanos 5: 19 que descreve assim: “Porque, como pela desobediência de um só homem (Adão) muitos se tornaram pecadores, assim também por meio da obediência de um só (Cristo) muitos se tornarão justos”. (Adendo nosso).
Desobediência ou pecado, nada mais é, do que quebrantamento da Lei de Deus. Confirme em I S. João 3: 4. “Todo aquele que pratica o pecado, também transgride a Lei; porque o pecado é a transgressão da Lei”.
O pecado entrou no mundo por Adão, e pecado é transgressão da Lei, logo, já existia a Lei de Deus no Jardim do Éden, do contrário não teria havido transgressão nem, muito menos, pecado!
O Sábado foi instituído no Éden, está registrado em Gêneses 2: 1, 2 e 3. Confirme: “Assim, pois, foram acabados os céus e a terra, e todo o seu exército. E havendo Deus terminado no dia sétimo a Sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a Sua obra que tinha feito”.
Logicamente, no Éden não havia nenhum israelita, nem Judeu, nem Batistas do Sétimo Dia, nem muito menos Adventistas do Sétimo Dia ou, como queiram, Sabatistas.
Por isso, eu prefiro firmar minhas convicções espirituais na Verdade Divina, do que em teorias humanas, mesmo que essas estejam cheias de honestidade e, até mesmo, de humildade.
Na ânsia de querer acertar, e quem sabe ajudar Deus, o ser humano chega a afirmar que Jesus Cristo estabeleceu um Novo Concerto, no lugar da Lei de Deus. Ponto de Vista este, que distorce completamente do que a Bíblia nos esclarece na primeira epístola de João, registrado no capítulo 2: 7 que diz: “Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão mandamento antigo, o qual desde o princípio tivestes. Esse mandamento antigo é a palavra que ouvistes”.
Fique atento meu querido leitor, não é mandamento novo, mas, antigo, que Adão e Eva passou a conhecer desde o princípio, ou seja, desde a Criação, e o Sábado foi estabelecido na semana da criação!
Por isso, é nosso desejo que todos façam a vontade de Deus, para assim, viver eternamente! Veja I São João 2: 17 “Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente”. E a vontade de Deus é que guardemos o Seu Santo Sábado.
Portanto, amigo leitor, quando a tortura e a aflição cair sobre ti, esteja com os ouvidos prontos para ouvir os atraentes apelos provenientes dos lábios do amorável Pai, que não medirá esforços para minorar o teu sofrimento ofertando-te, gentilmente, a salvação. Esteja, pois, disposto a seguir as instruções a ti oferecidas, para fazer-te vencedor, frente ao mal!
Agora é o tempo sobremodo oportuno, para responder, afirmativamente, à oração de Cristo feita pouco antes de Sua humilhação e morte, registrada na epístola de João 17: 21, descrita assim: “A fim de que todos sejam um; e como és Tu, ó Pai, em Mim e Eu em Ti, também sejam eles em Nós; para que o mundo creia que Tu Me enviaste”.
Esta deve ser a minha e a tua postura, refletir, gradativamente, o caráter de Cristo em tua vida, para que as pessoas que entraram em contato contigo possam ver a imagem de Deus restaurada em tua vida!
Este é o meu desejo e a minha singela oração!

sábado, 8 de fevereiro de 2020

IDE - Opiniões Desencontradas Sobre o Dia do Senhor!

OPINIÕES DESENCONTRADAS SOBRE O DIA DO SENHOR!

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
                               Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



UMA PALAVRA DO PR. AMILTO JUSTUS


O presente trabalho que apresentamos aos distintos leitores, ávidos de conhecimentos sérios e honestos no que tange aos maravilhosos ensinamentos da Santa Palavra de Deus, é fruto de estudos bíblicos feitos com toda humildade por alguém que já milita nas fileiras do exército do Senhor há mais de vinte anos como pastor e ensinador das verdades espirituais e eternas.
Por muito tempo resistimos ao impulso de colocar em um opúsculo as verdades e considerações contidas nesta mensagem que agora passamos às mãos dos que a leem.
Relutamos porque achamos que assim fazendo poderíamos magoar ou entristecer algumas pessoas que são guardadoras do Sábado, muitas delas, ótimas e amigas chegadas a nós.
Todavia, como não tivemos a mesma consideração por muitos sabatistas, que se introduziram em nossos arraiais, semeando suas doutrinas, que a nosso ver, carecem de base bíblica, procurando levar para seu meio, como aconteceu com alguns casos, pessoas sem firmeza e sem melhores conhecimentos da Palavra, um tanto constrangido, porém certos de que é à vontade de Deus, resolvemos deixar extrapolar do coração e da mente para o papel a mensagem simples, mas cheia da Palavra de Deus, que o leitor honesto e inteligente tem em suas mãos.
O Objetivo desta mensagem não é fazer dela uma espada para ferir quem quer que seja, porém usá-la como escudo.
Não é nossa pretensão agredir aos que não pensam como nós, mas colocar nas mãos dos nossos irmãos em Cristo Jesus uma mensagem que os ajude a defenderem-se dos ataques maldosos, maliciosos e até heréticos daqueles que nos querem meter debaixo do jugo, não o jugo suave e leve de Cristo, mas, do jugo pesado e insuportável da Lei, já colocado de lado pelo Senhor Jesus.
Aos que não pensam nem creem como nós, nossas escusas por distribuir escudos aos milhares aos amados que querem servir a Deus na simplicidade do Evangelho de Jesus Cristo. A estes, nossos votos de que façam bom uso e as mãos cheias deste trabalho, que tem por finalidade fortalecer a convicção bíblica de que somos salvos única e exclusivamente pela graça de Deus, mediante a fé em nosso Senhor Jesus Cristo.

IMPARCIAL PONTO DE VISTA
Educador Glauco César


O inimigo das almas tem procurado ferir de maneira mordaz, toda pessoa que esteja disposta a cumprir os Mandamentos da Lei de Deus. E o faz através de instrumentos humanos que, até mesmo sem perceber, se colocam a seu serviço, atacando de forma tosca e descaridosa toda pessoa que, sincera e fielmente, esteja disposta a seguir os conselhos de Deus. Evidentemente em cumprimento do que se acha profetizado em Apocalipse capítulo doze, verso dezessete: “Irou-se o dragão (ou seja, Satanás e seus seguidores) contra a mulher (os fiéis prosélitos de Cristo) e foi pelejar com os restantes de sua descendência, os que guardam os Mandamentos de Deus e sustentam o testemunho de Jesus”.
É nosso objetivo, auxiliar o leitor a descobrir nas Escrituras qual o dia que Deus reservou como Seu santo dia e, se possível, ajudá-lo a posicionar ao lado de Cristo e de Sua verdade!
Para tanto, necessita-se analisar com clareza espiritual, o que está contido no livro TRINTA RAZÕES PORQUE NÃO GUARDO O SÁBADO, escrito pelo Pr. Amilto Justus, para não se incorrer no pecado por omissão, de que trata o livro de Tiago no capítulo quatro, verso dezessete: “Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem, e não o faz, nisso está pecando”. Logicamente, esclarecer aos amigos e irmãos sobre enganos espirituais é fazer o bem.
Apoiados nesta premissa, analisemos as considerações do Pr. Amilto Justus, à luz da Palavra de Deus.
Logo nas primeiras considerações do autor, o mesmo chama de distintos leitores, ávidos de conhecimentos sérios e honestos àqueles que, por ventura, venham a concordar com seus enunciados, ou ponto de vista. O escritor ainda se identifica como humilde, enaltecendo a sua própria pessoa.
Ao assim fazer, o mesmo se coloca em flagrante oposição ao enunciado contido no livro de Colossenses no capítulo dois e verso vinte e três: “Tais cousas, com efeito, tem aparência de sabedoria, como culto de si mesmo e falsa humildade, e rigor místico, todavia não tem valor algum contra a libertinagem”.
Infelizmente, o dito autor, ao se engrandecer, certamente, se esqueceu das sábias deferências de João, contidas no seu livro capítulo três, verso trinta onde está escrito: “Convém que Ele cresça e que eu diminua”.
Com estas palavras, o Discípulo Amado, estava afirmando que o objetivo de todo cristão é enaltecer a pessoa de Jesus, restaurando a imagem perdida de Deus no ser humano!
Todos que agirem desta maneira, quando observado por seus semelhantes, tais espectadores com certeza afirmarão: verdadeiramente, este é filho e representante do Senhor Deus!
Em seguida, o autor diz textualmente “ter resistido ao impulso de colocar em um opúsculo as verdades e considerações contidas nesta mensagem”. E continua: “relutamos porque achamos que assim fazendo poderíamos magoar ou entristecer algumas pessoas amigas e chegadas a nós”.
Note bem, caro amigo, se a mensagem defendida pelo autor é verdadeira, o Pr. Amilto não tem sido justo com Deus, pois, deixa de pregar a verdade, para não ferir seus amigos, e, talvez, preservar a amizade, quem sabe, procurando não causar divisão.
O pesquisador franco e leal, sempre que fizer uso da Bíblia, deve estar atento ao que Jesus afirma no livro de Mateus no capítulo dez, dos versos trinta e quatro aos trinta e nove: “Não penseis que vim trazer paz a Terra, não vim trazer paz, mas espada. Pois vim causar divisão entre o homem e seu pai, entre a filha e sua mãe, e entre a nora e sua sogra. Assim, os inimigos do homem serão os de sua própria casa. Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem não tomar a sua cruz, e vir após Mim, não é digno de Mim. Quem acha a sua vida, perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por Minha causa, achá-la-á”.
Mais adiante, o autor, esclarece-nos que espírito o motivou a escrever estas TRINTA RAZÕES; afirma Amilto: “Todavia como não tivemos a mesma consideração por muitos sabatistas”, etc., etc., etc., “resolvemos deixar extrapolar...” e continua “que o leitor honesto e inteligente tem em suas mãos”.
O Pr. Amilto deixa patenteado o que lhe motivou a escrever este livro. Com certeza foi o espírito de ressentimento e de vingança. E estes atributos não fazem parte do fruto do Espírito Santo. Na habitação dos justificados, não haverá lugar para ressentimentos e vinganças.
No Novo Céu e na Nova Terra, na restauração de todas as coisas, o Senhor acolherá os justificados, ali habitará a justiça, será um lugar de felicidade e de genuíno motivo de regozijo.
Continuando, o autor afirma textualmente que “o objetivo desta mensagem não é fazer dela uma espada para ferir quem quer que seja, porém, usá-la como escudo”.
E logo em seguida, destoando de sua afirmação anterior, ele chama aos que procuram fazer a vontade de Deus, de “maliciosos e até heréticos”. Mostrando, claramente, que este livro não tem sido escudo e sim uma arma de acusação, para os que procuram fazer a vontade de Deus.
Prossegue o Pr. Amilto Justus, asseverando que a “Lei de Deus é um jugo pesado e insuportável”.
O Apóstolo Paulo, em revelação doada por Deus, discorda flagrantemente da opinião do Pr. Amilto. Confira no livro de Romanos no capítulo sete, verso doze: “Por conseguinte a Lei é santa, e o Mandamento, santo e justo e bom”.
Já João, conhecido como o Discípulo Amado, concorda com o apóstolo Paulo, está registrado na primeira Epístola de João no capítulo cinco, verso três: “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os Seus Mandamentos; ora os Seus Mandamentos não são penosos”.
Está claro, meu amigo leitor, que a opinião do Pr. Amilto está distorcida, e que o esclarecimento de Paulo e João, bate JUSTO com a vontade do Onipotente.
Esta prédica tem por objetivo ser um auxiliador na condução de tua jornada rumo à Vida Eterna. Mas, que fazer para entrar na Vida Eterna?
Deixemos que o próprio Cristo esclareça: “Respondeu-lhe Jesus: Por que Me perguntas acerca do que é bom? Bom só existe um. Se queres, porém entrar na vida, guarda os Mandamentos”. Mateus 19: 17. Observe ainda o que está contido no livro de Mateus no capítulo sete, verso vinte e um e, reflita nas palavras de Jesus: “Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino do Céu, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai que está nos Céus”.
Examine minuciosamente o que Jesus afirmou acerca daqueles que violam os Mandamentos e assim ensinam aos homens: "Aquele, pois, que violar um destes Mandamentos, posto que dos menores e, assim, ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos Céus”. Mateus 5: 19 pp.
Em contrapartida que assevera Cristo, sobre quem cumpre e ensina sobre a perenidade da Lei? “Aquele, porém, que os observam e ensina, esse será considerado grande no reino dos Céus”. Mateus 5: 19 up.
Portanto, meu querido amigo, o princípio essencial da Lei de Deus, não é a discórdia nem a acusação, é, por conseguinte, o amor!
Nessa compreensão, entende-se que a Lei de Deus, na verdade, é o transcrito do caráter da Divindade. É este amor que devemos transmitir. “O Amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da Lei é o Amor”. Romanos 13: 10.
Graças a Deus, que a opinião do Pr. Amilto é falha, pois, Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho único, Jesus.
O amor de Jesus é tão imenso que Ele se predispôs a morrer, por cada pecador, na cruz do Calvário, para salvá-los dos enganos, erros, das mentiras e dos pecados. Sim, isto é Amor salvífico.
Por isso, se faz necessário atentar para a justa opinião de Cristo registrada no livro de São Mateus no capítulo cinco, verso dezessete que assevera: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir”.
Quaisquer coisas, além disso, são opiniões humanas, destituídas da Verdade.