CARTA À IGREJA DE FILADÉLFIA
Educador Glauco César
Para tanto, necessário se faz conhecer os versos a serem analisados; "7 E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre; 8 Eu sei as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a Minha Palavra, e não negaste o Meu nome.9 Eis que Eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, mas mentem; eis que Eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés e saibam que Eu te amo. 10 Como guardaste a palavra da Minha paciência, também Eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra. 11 Eis que Eu venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. 12 A quem vencer, Eu o farei coluna no templo do Meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do Meu Deus, e o nome da cidade do Meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do Meu Deus, e também o Meu novo nome. 13 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas" Apocalipse 3: 7 - 13.
NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
Uma vez que uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo assunto também é veiculada, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar das mesmas, enriquecendo desta maneira, seu cabedal de conhecimento.
Uma vez observada com minúcia, examinando cada parte constituinte do período representado pela igreja de Sardo, necessário se fazer o devido exame de cada porção da fase subsequente, que sintetiza a postura espiritual de cada indivíduo que vivenciou aquela época, para assim se inteirar das forças que influenciaram de forma positiva e, ou negativa, que justifique a tomada de posição de cada criatura, compreendendo sua natureza e suas funções em meio à capacidade de poder interferir no comportamento e desenvolvimento da sua vida e dos semelhantes.Para tanto, necessário se faz conhecer os versos a serem analisados; "7 E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre; 8 Eu sei as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a Minha Palavra, e não negaste o Meu nome.9 Eis que Eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, mas mentem; eis que Eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés e saibam que Eu te amo. 10 Como guardaste a palavra da Minha paciência, também Eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra. 11 Eis que Eu venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. 12 A quem vencer, Eu o farei coluna no templo do Meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do Meu Deus, e o nome da cidade do Meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do Meu Deus, e também o Meu novo nome. 13 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas" Apocalipse 3: 7 - 13.
CONHECENDO HISTORICAMENTE A CIDADE DE
FILADÉLFIA
CONHECENDO A IGREJA DE FILADÉLFIA
FILADÉLFIA
Retrocedendo vinte e um séculos, continuemos nossa viagem imaginária, utilizando a estrada imperial, na Ásia Menor, rumo a Filadélfia, que era uma antiga cidade da Lídia, situada a duzentos metros do nível do Mediterrâneo.
Será, uma caminhada, conforme nosso cicerone, repleta de belas paisagens, onde percorreremos a pé, cerca de vinte e sete milhas!
Após essa informação, procurei, imediatamente, transformar milhas em quilômetros, ao descobrir, procurei dosar minhas forças, pois, teríamos um pouco mais de quarenta e três quilômetros a avançar até nosso objetivo.
Ao nos aproximar de Filadélfia, nome que significa 'amor fraternal', nosso guia, de forma prestativa, nos informa que, a mesma, foi edificada sobre uma parte do monte Tmulos.
Pudemos confirmar com os nossos próprios olhos que ela foi construída na bela, fértil e bem regada planície do Hermus.
Essa cidade foi idealizada por Átalo Filadelfo, rei de Pérgamo, para difundir a cultura grega na Lídia e na Frígia. Ela foi fundada por volta de 150 a.C.
Rapidamente ela se notabilizou, por ser bem edificada e se destacar comercialmente, ficou conhecida pelo epíteto de Pequena Atenas.
Filadélfia recebeu esse nome em homenagem à lealdade do Rei Átalo a seu irmão mais velho, Eumenes II, que o precedera no trono de Pérgamo. Essa cidade celebrizou-se pela sua religiosidade, destacava-se o culto pagão ao sol, que detinha altares e templos.
Quando João, o vidente de Patmos, escreveu o Apocalipse, no limitar do século I, o cristianismo estava em franca efervescência nessa localidade!
Filadélfia foi edificada numa região propensa a terremotos, tornando-os um fato comum e ocorriam amiudadamente repetido.
Um destes terremotos, no ano dezessete da nossa era, que a destruiu quase que totalmente, causou tanto pânico a seus habitantes que muitos deles se evadiram vivendo fora de seus muros e, não mais voltando. O interessante nesse incidente, é que em meio às ruínas, uma solitária coluna, permaneceu incólume de pé.
Somente com a intervenção de Tibério que reedificou a cidade, fez com que uma grande parte de seus habitantes voltasse a ocupar o local como sua residência.
Além dos terremotos naturais, Filadélfia foi tremendamente abalada no século XV, mais precisamente em 1402, por Tamerlão, que a destruiu, contudo, essa cidade conseguiu escapar, superando os obstáculos.
Seu poder de sobrevivência era tamanho, que ela foi a última cidade da Ásia Menor a cair nas mãos dos turcos, isso em 1390.
Na atualidade a cidade de Filadélfia é conhecida pelo nome turco de Allah-Shehr, que significa Cidade de Deus, no entanto, há quem afirme que esse nome exprime 'a cidade avermelhada', por conta do solo vulcânico de cor vermelha, em que a cidade foi edificada!
Será, uma caminhada, conforme nosso cicerone, repleta de belas paisagens, onde percorreremos a pé, cerca de vinte e sete milhas!
Após essa informação, procurei, imediatamente, transformar milhas em quilômetros, ao descobrir, procurei dosar minhas forças, pois, teríamos um pouco mais de quarenta e três quilômetros a avançar até nosso objetivo.
Ao nos aproximar de Filadélfia, nome que significa 'amor fraternal', nosso guia, de forma prestativa, nos informa que, a mesma, foi edificada sobre uma parte do monte Tmulos.
Pudemos confirmar com os nossos próprios olhos que ela foi construída na bela, fértil e bem regada planície do Hermus.
Essa cidade foi idealizada por Átalo Filadelfo, rei de Pérgamo, para difundir a cultura grega na Lídia e na Frígia. Ela foi fundada por volta de 150 a.C.
Rapidamente ela se notabilizou, por ser bem edificada e se destacar comercialmente, ficou conhecida pelo epíteto de Pequena Atenas.
Filadélfia recebeu esse nome em homenagem à lealdade do Rei Átalo a seu irmão mais velho, Eumenes II, que o precedera no trono de Pérgamo. Essa cidade celebrizou-se pela sua religiosidade, destacava-se o culto pagão ao sol, que detinha altares e templos.
Quando João, o vidente de Patmos, escreveu o Apocalipse, no limitar do século I, o cristianismo estava em franca efervescência nessa localidade!
Filadélfia foi edificada numa região propensa a terremotos, tornando-os um fato comum e ocorriam amiudadamente repetido.
Um destes terremotos, no ano dezessete da nossa era, que a destruiu quase que totalmente, causou tanto pânico a seus habitantes que muitos deles se evadiram vivendo fora de seus muros e, não mais voltando. O interessante nesse incidente, é que em meio às ruínas, uma solitária coluna, permaneceu incólume de pé.
Somente com a intervenção de Tibério que reedificou a cidade, fez com que uma grande parte de seus habitantes voltasse a ocupar o local como sua residência.
Além dos terremotos naturais, Filadélfia foi tremendamente abalada no século XV, mais precisamente em 1402, por Tamerlão, que a destruiu, contudo, essa cidade conseguiu escapar, superando os obstáculos.
Seu poder de sobrevivência era tamanho, que ela foi a última cidade da Ásia Menor a cair nas mãos dos turcos, isso em 1390.
Na atualidade a cidade de Filadélfia é conhecida pelo nome turco de Allah-Shehr, que significa Cidade de Deus, no entanto, há quem afirme que esse nome exprime 'a cidade avermelhada', por conta do solo vulcânico de cor vermelha, em que a cidade foi edificada!
CONHECENDO A IGREJA DE FILADÉLFIA
A Comunidade Cristã de Filadélfia, conjuntamente com a Igreja de Sardo, só foi mencionada no Oráculo Revelado de Deus, pelo discípulo amado, João, o profeta do Apocalipse.
Em nenhum outro livro das Sagradas Escrituras, se encontra referência sobre essas duas Igrejas, o que leva a crer que o cristianismo alcançou o corpo social dessas cidades, após o derramamento do Espírito Santo sobre os apóstolos e, discípulos de Cristo!
Provavelmente como fruto das viagens missionárias do apóstolo Paulo. Isto, pelo fato da inexistência de informação de que Cristo tenha visitado estas duas comunidades, quando esteve peregrinando na região da Palestina!
Como não existe alusão, ou mesmo referência vaga ou indireta sobre o comportamento espiritual ou, mesmo moral, das criaturas humanas dessa igreja em estudo, resta-nos comentarmos a desenvoltura dos cristãos que vivenciaram o período representado pela Igreja de Filadélfia!
Essa carta cobre o sexto período da igreja cristã, que vai desde a queda das estrelas, que pode simbolizar o fim do período de supremacia papal, que é o início do fim, no ano de 1833 até o ano de 1844. Certamente existem diversas outras datas limítrofes, para esse período, variando, conforme a explicação de cada intérprete do tempo!
Como se percebe, nesta fase, os seres humanos se envolveram por completo no estudo das profecias bíblicas, fato que gerou do Senhor apenas conselhos e promessas, não encontrando nenhuma reprimenda nem reprovação, como aconteceu também com a época representada pela igreja de Esmirna.
Fica bastante evidenciado que este foi o menor período de tempo, dentre todas as igrejas, o que pressupõe, que passado esse curto espaço de interesse coletivo, algo marcante aconteceu, que mudou a atitude da maioria dos cristãos, delimitando essa faixa cronológica!
A Igreja de Filadélfia foi alvo, por parte do Senhor Jesus, o Revelador do Apocalipse, de rasgados elogios, contudo, Cristo dá-se a conhecer de forma muito solene e sublime, demonstrando a imponência majestosa, enfática e, não menos pomposa de Sua pessoa.
Por um momento, ou seja, durante esse diminuto período de tempo, os seres humanos atenderam positivamente aos reclamos do Senhor, abandonando a apostasia, havendo assim, um visível crescimento espiritual.
Filadélfia, que significa Amor Fraternal, encaixa-se, perfeitamente, com o sentimento nutrido pela grande maioria da população que, expressava uma estreita e indivisível amizade entre as pessoas, demonstrado que o sentimento geral era de uma excelente irmandade!
Filadélfia, que significa Amor Fraternal, encaixa-se, perfeitamente, com o sentimento nutrido pela grande maioria da população que, expressava uma estreita e indivisível amizade entre as pessoas, demonstrado que o sentimento geral era de uma excelente irmandade!
Essa época foi um sinal distintivo de função, dignidade, nobreza e irmandade, que se harmonizava integralmente com o caráter das pessoas, que vivenciavam e estremeciam de copioso amor mútuo, ansiando, principalmente, o retorno de Jesus Cristo.
Povo que tinha ímpeto e ardor fervoroso pelos pecadores e, erguia a voz clamando e alardeando com veemência, fazendo ver que era necessário um rigoroso e completo preparo para receber o Senhor da glória, que viria comandando a grande procissão celestial, para buscar os Seus!
Assim, paulatinamente ia engrossando as fileiras daqueles que estraçalhavam seus próprios corações, para descobrir seus defeitos, buscando em Jesus, um coração puro com espírito inabalável, fato que os entornava de paz, amor e gozo! Este era o sentimento do povo; "cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova dentro de mim um espírito inabalável" Salmos 51: 10.
Naquele período se verificou a mais extraordinária demonstração de reavivamento, jamais experimentado na história da humanidade!
Que algo semelhante possa estar acontecendo conosco, nesse exato momento e, possamos, na iminência da vinda de Deus e volta de Jesus, alçar bem alto as nossas vozes declarando; "eis que este é o nosso Deus, a quem aguardávamos, e Ele nos salvará; este é o Senhor, a quem aguardávamos; na Sua salvação gozaremos e nos alegraremos" Isaías 25: 9.
Que assim seja, e Deus nos abençoe!










