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sábado, 25 de julho de 2020

IDE - O Sábado e a Lei Moral de Deus, Não São Perpétuos?

O SÁBADO E A LEI MORAL DE DEUS, NÃO SÃO PERPÉTUOS?


NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
                               Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



SEXTA RAZÃO – Pr. Amilto Justus.



O SÁBADO NÃO É UMA INSTITUIÇÃO PERPÉTUA, COMO A LEI NÃO O É.


Observando a revelação de Deus dada a Paulo, descobrimos que a Lei foi dada como uma alternativa, até que viesse a fé, quando então seria tirada, ou seja, colocada de lado porque teria assim cumprido sua finalidade. “Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais glória tem o que é permanente”. II Coríntios 3: 11.
“Mas digo isto: Que tendo sido o testamento anteriormente confirmado por Deus, a lei que veio quatrocentos e trinta anos depois, não o invalida, de forma a abolir a promessa. Logo para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita; e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro. Ora o medianeiro não é de um só, mas Deus é um. Logo a lei é contra as promessas de Deus? De nenhuma sorte; porque, se dada fosse uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei. Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas depois que a fé veio, já não estamos debaixo do aio. Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus”. Gálatas 3: 17, 19 – 26.
Se a guarda do Sábado fosse uma instituição perpétua, como poderia Deus colocá-lo de lado? Deus não é Deus de confusão. Deus não é homem para que minta, nem filho de homem para que se arrependa.

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PONTO DE VISTA – Educador Glauco César





Em todas as épocas, tanto na atualidade, quanto no futuro eterno e no passado longínquo, sempre houve uma afinidade de amor tão perfeita no Paço Celestial, entre as criaturas e o Criador de todas as coisas, que a Divindade não cabendo mais em Si e, vendo extrapolar do Seu íntimo tanta bondade, sem querer desperdiçar tão grandioso amor, resolve, diferentemente das demais coisas criadas, usar o toque majestoso da mão de Cristo para criar novos seres, que pudessem usufruir as benesses que emanam do Altíssimo!
Assim, Pai, Filho e Espírito Santo, uníssono em propósito, preparam, em seis dias, a Terra, sob a auspiciosa ordem proferida pelos lábios de Jesus, como fiel representação da vontade do Pai e do Espírito Santo.
Desta maneira a Divindade adorna, prepara e condiciona o Planeta para a perfeita sobrevivência do homem que no transcurso do sexto dia fora formado à perfeita imagem e semelhança do Criador.
Preocupado com o bem estar do homem, Deus mesmo, através de Cristo, instituiu o Sábado santificando-o.
Desse modo, o sétimo dia foi separado por Deus, para Ele mesmo, tornando-se também uma bênção para a humanidade, recentemente Criada.
Este ato consagrado por Deus, fez com que todos os seres inteligentes do universo, externassem um júbilo intens0. “as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus rejubilavam”. Jó 38: 7.
O mundo respirava paz, pois, a Terra vivenciava harmonia com o Céu. “Viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom”. Gêneses 1: 31. Só assim, Deus pode descansar e, repousou na alegria da conclusão de Sua obra perfeita e resplendorosa.
Por ter repousado no Sábado, “abençoou Deus o dia sétimo e o santificou”. Gêneses 2: 3. Separando-o para uso santo. Deu-o a Adão como dia de repouso. Era uma lembrança da obra da criação e, assim, um sinal do poder de Deus e de Seu amor. Afirma a Escritura: “Fez lembradas as suas maravilhas”. Salmos 111: 4.
“Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das cousas que foram criadas”. Romanos 1: 20.
Tudo foi organizado e Criado por Cristo, o filho de Deus. “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus... Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a Sua glória, glória como do unigênito do Pai”. João 1: 1 – 3, e 14. Como se percebe, o Verbo, ou a Palavra em Ação, não é outra pessoa senão Jesus, pois “nEle habita corporalmente toda plenitude da Divindade”. Colossenses 2:9. Uma vez que o Sábado é uma lembrança da obra da Criação, torna-se num testemunho do amor e do poder de Cristo.
É no Sábado que se experimenta um estreitamento de relação com o Criador, este, por Sua vez, conduz o pensamento humano para a natureza.
Justamente, quando em contato com a natureza, de forma pálida, percebe-se a voz cálida e sussurrante de Deus, através dos bisbilho dos insetos, ou ainda do murmúrio do mar, onde divisa-se o marulho, aquela leve agitação das ondas ao se espraiar, que refresca os pés empoeirados e, refrigera o entendimento do ser humano, tonificando-o, conforme Deus.
Essa voz cálida da natureza, fala ao entendimento de cada criatura, elevando-a ao Céu. Contudo, não é, na sua totalidade, a mesma voz que na viração do dia, falava a Adão no Éden.
A voz de Deus encontra-se nas Escrituras, pois, as Sagradas Letras falam de forma perceptível à consciência da humanidade, ofertando conforto e, certeza de Vida Plena. Pois, Aquele “que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo”. II Coríntios 4: 6.
Esta é a mensagem escrita na natureza que o Sábado se encarrega de conservar na memória da humanidade. Quando o Senhor pediu a Israel que Lhe santificasse o sétimo dia da semana, Ele deu a seguinte informação: “Santificai os Meus Sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saiba que Eu Sou o Senhor, vosso Deus”. Ezequiel 20: 20.
Do mesmo modo fica claro, enquanto Deus existir, o Sábado permanecerá para sempre em todas as gerações, por toda a eternidade!
Contudo, há quem acredite que o Sábado foi dado somente para o povo de Israel e, como tal, não pode ser perpétuo.
A Bíblia, porém, difere, radicalmente, dessa assertiva, tendo, por conseguinte, um entendimento diferenciado: “Assim, pois, foram acabados os Céus e a Terra, e todo o seu exército. E havendo Deus terminado no dia sétimo a Sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a Sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera”. Gênesis 2: 1 a 3.
Observa-se que o Sábado foi estabelecido na semana da Criação, feito, especialmente, para o gênero humano, conforme pronunciação de Jesus, relatado por Marcos em seu livro: “O Sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do Sábado”. Marcos 2: 27.
Na semana da Criação o gênero humano era composto, apenas, de Adão e Eva, e eles eram apátridas, ou seja, não tinham nacionalidade, não eram israelitas, nem judeus.
Se existisse um adjetivo pátrio para identifica-los, esse adjetivo seria edênico. Portanto, eles eram apenas humanos e, para a humanidade, que, naquela ocasião, era formada apenas do santo casal, fora o Sábado estabelecido.
Numa conversação do Senhor com Moisés, o grande Eu Sou confirmou a perenidade do Sábado quando se reportava aos israelitas: “Pelo que os filhos de Israel guardarão o Sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações... É sinal para sempre”. Êxodo 31: 16 e 17.
Por isso mesmo, até na eternidade o Mandamento do Sábado continuará em evidência. “Porque, como os novos Céus e a Nova Terra, que hei de fazer... Será que de uma lua nova à outra, e de um Sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante Mim, diz o Senhor”. Isaías 66: 22 e 23.
O Sábado não se destinava meramente a Israel, mas à totalidade do globo terrestre. No Éden, Adão e Eva tomou conhecimento desta evidência, pois, não somente do quarto Mandamento como os demais preceitos do Decálogo, são de imutável obrigatoriedade.
Certa feita, Cristo comentando sobre a Lei de Deus, Ele declarou: “Até que o Céu e a Terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da Lei, sem que tudo seja cumprido”. Mateus 5: 18.
Enquanto Céus e Terra durarem continuará o Sábado como glorioso sinal do Criador. E quando o Éden reflorescer na Terra, o santo e divino dia de repouso será honrado por todos debaixo do Sol. “Desde um Sábado até ao outro”, os habitantes da Terra Restaurada virão “adorar perante Mim, diz o Senhor”.
O objetivo do Senhor ao estabelecer o Sábado, era identificar os guardadores do Sábado como adoradores de Deus, sendo, portanto, sinal de separação da idolatria e, ao mesmo tempo, símbolo de ligação com o verdadeiro Deus.
Mas, a fim de reverenciar o dia de Sábado, os próprios homens precisam, antes de qualquer coisa, se santificarem. Devem, pela fé, tornar participante da justiça de Cristo.
Quando Moisés recebeu das mãos do Senhor as tábuas do Decálogo, contendo o Mandamento: “Lembra-te do dia de Sábado, para santifica-lo”, o Senhor também lhes disse: “E ser-Me-eis homens santos”. Êxodo 22: 31. Só assim, os israelitas, ao reverenciar o dia de Sábado, se identificavam como adoradores de Deus.
No entanto, as pessoas que ainda admitem que o Sábado perdeu sua validade, defendem também que a Lei Moral, perdeu seu objetivo!
É de bom alvitre perceber a inter-relação apresentada pelo salmista Davi: “As obras de Suas mãos são verdade e justiça; fiéis todos os Seus preceitos. Estáveis são eles para todo o sempre, instituído em fidelidade e retidão”. Salmos 111: 7 e 8.
O que Davi está a esclarecer é que, assim como é certo que Deus criou todas as coisas, é igualmente correto crer que o Decálogo é inalterável.
Concluindo; se a pessoa acredita que a Lei de Deus perdeu sua validade, também deve admitir que a Divindade não é Criadora!
Ainda assim, existem pessoas que, francamente, acreditam que com a morte de Cristo na cruz, os Dez Mandamentos perderam a validade.
Para estes, o próprio Jesus deixa eternizado o Seu esclarecimento: “Porque em verdade vos digo: Até que o céu e a Terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra”. Mateus 5: 18.
Todavia, há aqueles, que sinceramente creem que a Lei foi dada como uma alternativa, até que viesse a fé, quando então seria tirada, porque teria assim cumprida sua finalidade. Confundindo, desta forma a Lei Moral de Deus, que é eterna, com a lei Cerimonial que é passageira.
O apóstolo Paulo faz a diferenciação de ambas às leis: “Porque, se o que se desvanecia teve sua glória - lei Cerimonial - muito mais glória tem o que é permanente - Lei Moral”. II Coríntios 3: 11 (acréscimo nosso).
Jesus Cristo, nosso Redentor dá esta garantia: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir”. Mateus 5: 17.
Note, se Jesus, tivesse revogado a Sua Lei, a humanidade estaria, irremediavelmente, perdida. Pois, sem Lei, não há pecados, sem pecados não haveria necessidade de um Salvador, e sem Cristo o Remidor, não haveria salvação.
É salutar lembrar que, todos, em todas as épocas e lugares, sempre foram salvos, pela fé, em Cristo Jesus, sendo, o Filho de Deus o único meio pelo qual os pecadores podem ser justificados: “Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da Lei, mas pela fé em Jesus Cristo, e não pelas obras da Lei; porquanto pelas obras da Lei nenhuma carne será justificada”. Gálatas 2: 16.
Sabe-se que o pecado adentrou no mundo, por um só homem, Adão, e por intermédio dele, a condenação. Assim, Adão e toda a humanidade, pela fé no Dom gratuito, Jesus Cristo, será justificado: “E não foi assim o Dom como a ofensa, por um só que pecou. Porque o juízo veio de uma só ofensa, na verdade, para condenação, mas o Dom Gratuito veio de muitas ofensas para justificação”. Romanos 5: 16.
Observe que Pedro afirma que os discípulos, bem como os profetas, no caso, os pais da fé, foram salvos pela graça redentora de Jesus. “Agora, pois, por que tentais Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais puderam suportar, nem nós? Mas cremos que fomos salvos pela graça do Senhor Jesus, como também aqueles o foram”. Atos 15: 10 e 11.
Pode-se perceber que tanto Pedro quanto o profeta Habacuque concordam que toda pessoa, em qualquer época, sempre viverá pela sua fé e foi salva pela graça redentora de Jesus Cristo! “Eis o soberbo! Sua alma não é reta nele; mas o justo viverá pela sua fé”. Habacuque 2: 4.
Como se viu, querido leitor, todos, em todas as épocas e em todos os lugares, serão sempre salvos, pela fé na graça remidora de Cristo Jesus.
Portanto, seja grato a Deus, pela Sua onisciência, por fazer Sua Lei, semelhante a Ele, eterna. Lei que ainda hoje está em vigor e será sempre atual, pois, nunca invalidou a fé.
Perceba o exercício da fé que conduz à salvação, ocorrido no Velho Testamento, registrado no livro de Hebreus no capítulo 11. “Pela fé Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim... Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte... de fato, sem fé é impossível agradar a Deus... Pela fé Noé, divinamente instruído acerca de acontecimentos que ainda não se viam e sendo temente a Deus, aparelhou uma arca para a salvação... Pela fé Abraão... obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança... pela fé, também, a própria Sara recebeu poder para ser mãe... Pela fé Abraão, quando posto à prova, ofereceu Isaque... Pela fé, igualmente Isaque abençoou a Jacó e Esaú... Pela fé Jacó... José... Pela fé Moisés, quando já homem feito, recusou ser chamado filho da filha de Faraó. Porquanto considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão. Pela fé ele abandonou o Egito... celebrou a páscoa... atravessaram o Mar Vermelho... ruíram as muralhas de Jericó... Raabe, a meretriz, não foi destruída”.
“E que mais direi ainda? Certamente me faltará tempo necessário para referir o que há a respeito de Gideão, de Baraque, de Sansão, de Jefté, de Davi, de Samuel e dos profetas, os quais, por meio da fé, subjugaram reinos, praticaram a justiça, obtiveram promessas fecharam bocas de leões, extinguiram a violência do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram força, fizeram-se poderosos em guerra, puseram em fuga exércitos de estrangeiros. Mulheres receberam, pela ressurreição os seus mortos. Alguns foram torturados, não aceitando seu resgate, para obterem superior ressurreição; outros, por sua vez, passaram pela prova de escárnios e açoites, sim, até de algemas e prisões. Foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos ao fio da espada; andaram peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados (homens dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, pelos montes, pelas covas, pelos antros da terra. Ora, todos estes que obtiveram bom testemunho por sua fé, não obtiveram, contudo a concretização da promessa, por haver Deus provido cousa superior a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados”.
Apesar de que a humanidade é salva pela fé, na graça redentora de Cristo, a Lei nunca foi invalidada. Esta é a garantia de todo cristão. “Anulamos, pois a Lei, pela fé? Não, de maneira nenhuma, antes confirmamos a Lei”. Romanos 3: 31.
As Sagradas Letras registram que a justiça recebida pela graça, por meio da fé, não deve ser desculpa para se continuar no pecado. “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?” Romanos 6: 1 e 2.
Sabe-se que a fé, não exclui as obras. “Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem obras é morta?” Tiago 2: 20.
Não obstante, no Oráculo Revelado de Deus aos Homens, há comprovação da viva e genuína fé. “Mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras”. Tiago 2: 18.
Talvez, você esteja se interrogando, se a graça veio por intermédio da morte de Cristo, como, aqueles que viveram antes da cruz, foram alcançados por ela? A Palavra de Deus se encarrega de revelar a resposta à tão sábia pergunta. Deixemos então a Bíblia esclarecer.
Paulo escrevendo aos romanos, afirma que: “Deus... chama a existência às coisas que não existem”. Romanos 4: 17. Ou seja, Deus é Onipresente, todas as coisas, passada e futura, estão acontecendo no tempo presente de Deus, o que equivale afirmar que, Deus não está limitado ao tempo, tudo está patente ao Onisciente Deus, tudo permanece no presente da Divindade, por isso Ela é atemporal, pois, para Deus, o tempo não passa!
Com esta compreensão, fica fácil entender a Revelação apocalíptica que define Cristo como: “O Cordeiro que foi morto, desde a fundação do mundo”. Apocalipse 13: 8.
Já o apóstolo Pedro antecipa a morte de Cristo, demonstrando que ela aconteceu antes da fundação do mundo, sem, no entanto, entrar em contradição, pois, todo acontecimento está no presente da Divindade. “Sabendo que não foi mediante cousas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós que, por meio dele, tendes fé em Deus, o qual o ressuscitou dentre os mortos e lhe deu glória, de sorte que a vossa fé e esperança estejam em Deus”. I Pedro 1: 18 – 21.
Desta maneira Deus traz à existência as coisas que não existem. Assim Cristo morreu antes de haver criado o gênero humano, em seguida Deus O ressuscita, após voltar a reviver o Filho de Deus Criou o homem, este pecou, e foi salvo pela fé, na graça redentora de Jesus.
Semelhantemente, a guarda do Sábado é uma instituição perpétua, pois, Cristo não colocou de lado, no entanto Ele confirmou sua perenidade!
Deus não é Deus de confusão. Deus não é homem para que minta, nem filho de homem para que se arrependa!

quarta-feira, 24 de junho de 2020

IDE - O Decálogo, Por Ser Imprestável, Foi Invalidado Por Cristo?


O DECÁLOGO, POR SER IMPRESTÁVEL, FOI INVALIDADO POR CRISTO?


NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
                               Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.


QUINTA RAZÃO – Pr. Amilto Justus.




A PALAVRA LEI EM NENHUMA DAS 400 VEZES QUE OCORRE NA BÍBLIA SE REFERE SOMENTE AO DECÁLOGO, ONDE ENCONTRA-SE A GUARDA DO SÁBADO.


Paulo, o maior inimigo dos sabatistas, diz em seus ensinos que a Lei foi por Cristo desfeita, riscada, tirada do nosso meio e cravada na cruz.
“Na sua carne desfez a inimizade, isto é a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois, um novo homem, fazendo a paz”. Efésios 2: 15.
“Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz”. Colossenses 2: 14.
Por que tentar Deus querendo tornar a edificar uma coisa que Ele já aboliu? Dessa maneira estaremos trabalhando contra Deus, o que é algo perigoso demais para ser feito.
Por que guardar o Sábado, ou pior ainda, por que impor sobre outras pessoas um jugo pesado que nem os próprios judeus puderam suportar, e que foi por Jesus abolido por sua fraqueza e inutilidade? “Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem os nossos pais puderam suportar, nem nós? Mas cremos que fomos salvos pela graça do Senhor Jesus, como também aqueles o foram”. Atos 15: 10 e 11.
“Portanto, por um lado, se revoga a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade”. Hebreus 7: 18.


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PONTO DE VISTA - Educador Glauco César



O Decálogo, a Lei fundamental e suprema do Governo Divino, contém os direitos e deveres de todo ser inteligente do Universo, é o conjunto de dez preceitos reguladores da instituição Divina que promove e estimula o progresso espiritual, movido pelo Amor.
Sendo assim, estas normas doutrinárias, semelhantes a Deus, não tem princípio nem fim, portanto, mesmo antes que existisse a humanidade na Terra, a Lei de Deus já existia. Os anjos dos Céus eram governados por ela. Foi por ter transgredido os princípios do governo de Deus, que Lúcifer, o anjo cobridor pecou, tornando-se Satanás, o opositor da Divindade.
Quando Jesus, o grande Deus Criador, formou Adão e Eva, colocando-os na Terra, o santo par, automaticamente, tomou conhecimento do Decálogo, que é o transcrito do caráter de Deus.
Obviamente, que esta Lei não foi doada de forma escrita, mas foi revelada verbalmente quando, na viração do dia, o Criador vinha, sob a brisa acolhedora do Jardim do Éden, conversar e instruir de forma amorável aquele casal.
O Sábado do quarto Mandamento, em relação à humanidade, foi instituído no Éden.
Cristo deu condições de vida ao Planeta, povoando-o com o santo casal. Deus, então, fez o Sábado para o homem. O pecado da humanidade não modificou a postura de Deus nem de Sua lei, uma vez que Deus é supremo e imutável.
Por isso, o apóstolo Paulo, não podia ser inimigo do Sábado, por ser esse dia, parte integrante e, portanto, insubstituível da Lei de Deus. Lei que reflete o caráter imutável do Deus Criador.
O apóstolo Paulo ensinou e enalteceu o Sábado entre os judeus e os gentios. Basta acompanhar o relato de alguns incidentes envolvendo a pessoa de Paulo e o seu relacionamento com o Sábado.
A princípio, poder-se-ia afirmar que durante as três viagens Missionárias empreendidas por Paulo, durante oitenta e quatro Sábados consecutivos, o mesmo, Sábado após Sábado, se reunia conforme seu costume. Posteriormente, todos os Sábados, Paulo continuara com esta mesma prática.
Comprove esta afirmativa: “Mas eles, atravessando de Perge para a Antioquia da Pisídia, indo num Sábado à sinagoga, assentaram-se”. Atos 13: 14. Veja também o verso 42. “Ao saírem eles, rogaram-lhes que no Sábado seguinte lhes falassem estas mesmas palavras”. E o verso 44. “No Sábado seguinte, afluiu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus”. Observe que Paulo não somente se reunia no Sábado, como também, fez com que quase todos da cidade, se reunissem toda semana no dia de Sábado.
A observância do quarto Mandamento por Paulo era uma prática costumeira em sua vida de adoração a Deus. “Paulo, segundo o seu costume, foi procurá-los, e por três Sábados arrazoou com eles, acerca das Escrituras”. Atos 17: 2. “E todos os Sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus, como gregos”. Atos 18: 4. “E ali permaneceu um ano e seis meses, ensinando entre eles a palavra de Deus”. Atos 18: 11.
Se Paulo fosse inimigo do Sábado, jamais ele teria por costume se reunir tantas vezes em adoração a Deus, neste dia.
Contudo, Paulo foi um homem íntegro, e respeitador, tanto da Lei de Deus quanto da dos homens. “Paulo, porém, defendendo-se, proferiu as seguintes palavras: Nenhum pecado cometi contra a lei dos judeus, nem contra o templo, nem contra César. Disse-lhe Paulo: Estou perante o tribunal de César, onde convém seja eu julgado; nenhum agravo pratiquei contra os judeus como tu muito bem sabes”. Atos 25: 8 e 10.
Fica patenteado, então, que Paulo era um fiel guardador do Sábado, pois o mesmo tornara-se um destemido defensor de Cristo.
No entanto, algumas pessoas acreditam que a Lei de Deus foi anulada, riscada e cravada na cruz por Jesus. Afirmativa esta, que carece de respaldo bíblico e de Cristo. Confirme a postura do Redentor. “Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir”. Mateus 5: 17.
Quando Jesus diz que não veio revogar a Lei, Ele está confirmando que Deus, o autor da Lei é eterno. E quando Ele igualmente diz que não veio revogar os Profetas, Ele nos confirma que a Sua Palavra – a santa Bíblia – que foi revelada aos Profetas é também eterna como Deus, como Sua verdade, como Sua Lei e como o Seu santo dia.
Com referência à Lei dos Dez Mandamentos, declara o salmista: “Para sempre, ó Senhor, a Tua palavra permanece no Céu”. Salmos 119: 89. Cristo mesmo afirmou: “Em verdade vos digo... até que o céu e a Terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da Lei, sem que tudo seja cumprido”. Mateus 5: 18.
Se a Lei Moral dos Dez Mandamentos, não foi cravada na cruz, então, que lei foi desfeita riscada e cravada na cruz por Cristo?
A lei dos rituais, com seus sacrifícios e ordenanças, devia ser cumprida pelos hebreus até que o tipo encontrasse o antítipo, na morte de Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Então cessariam todas as ofertas sacrificais. Foi esta a lei que Cristo “tirou do meio de nós, cravando-a na cruz”. Colossenses 2: 14.
Quem sabe, você pode estar até se perguntando: Por que devo guardar o Sábado? A resposta é simples; porque foi ordenado por Deus o Criador do universo e autor da Lei Moral. Veja Êxodo 20: 8 – 11. “Lembra-te do dia de Sábado, para Santifica-lo... Porque em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há... Por isso o Senhor abençoou o dia de Sábado, e O santificou”.
Assim, a humanidade tem a incumbência de guardar o Sábado, como também de ensinar aos seus semelhantes. Observe o que Jesus afirma sobre os que violam a Lei de Deus e assim ensina aos homens. “Aquele, pois, que violar um destes Mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos Céus”. Mateus 5: 19 pp.
Em contra partida, perceba o que Jesus esclarece sobre os que guardam e ensinam sobre Sua Lei. “Aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos Céus”. Mateus 5: 19 up.
Por isso, continue a guardar o Sábado, e deleite-se em ensiná-lo aos seus semelhantes, para fazer jus aos favores de Deus.
O Decálogo nunca foi tratado como sendo um jugo pesado que nem os judeus puderam suportar. Para chegar a essa conclusão basta ficar atento ao depoimento do Apóstolo Paulo: “Por conseguinte, a Lei é santa; e o Mandamento, santo e justo e bom”. Romanos 7: 12. João concorda com o depoimento de Paulo. “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os Seus Mandamentos; ora, os Seus Mandamentos não são penosos”. I João 5: 3.
Fica difícil conceber a Lei como sendo um jugo pesado, quando o próprio Criador, advoga como santa, justa e boa. Se a Lei é justa e boa, jamais poderá ser considerada como sendo um jugo pesado.
Além de que o escritor bíblico, assevera categoricamente de que os Mandamentos da Lei de Deus não são penosos.
Por isso amigo, eu prefiro crer na Palavra de Deus, que em opiniões outras.
Muitos estudiosos da Bíblia, confundem a Lei Moral de Deus, com a lei cerimonial – ordenanças – usando os textos que falam da lei de ritos, achando que tais textos comprovam que a Lei Moral foi abolida; contudo, as Escrituras Sagradas não abonam tal entendimento!
Ampla e clara é a distinção entre os dois sistemas. O cerimonial era constituído de símbolos que apontavam para Cristo, para o Seu sacrifício e sacerdócio. A Lei Moral é eterna como Deus.
Aprenda a divisar, de uma vez por todas, a linha demarcatória entre as duas leis.
A Bíblia fala de uma Lei que foi dada por Deus diretamente a Moisés. Êxodo 31: 18. “E, tendo acabado de falar com ele no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus”.
Fala também de outra lei que foi dada por Moisés aos Levitas. Deuteronômio 31: 25 e 26. “Deu ordem Moisés aos levitas... dizendo: tomai este livro da lei, e ponde-o ao lado da arca... para que ali esteja por testemunha contra ti”.
Aqui está a razão originária de serem denominadas respectivamente Lei de Deus e lei de Moisés. Trata-se de dois códigos distintos, inconfundíveis.
O Código Moral foi proferido por Deus mesmo. Êxodo 20: 1 – 22. “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo...” Deuteronômio 4: 12 e 13. “Então o Senhor vos falou do meio do fogo... Então vos prescreveu... os Dez Mandamentos e os escreveu em duas tábuas de pedra”.
A lei cerimonial foi proferida por Moisés. Deuteronômio 4: 44 e 45. “Esta é a lei que Moisés propôs aos filhos de Israel... estatutos e juízos que Moisés falou aos filhos de Israel havendo saído do Egito”.
Estes versos demonstram que há, duas leis distintas quanto ao conteúdo, duração e objetivo.
O Decálogo foi escrito em “tábuas de pedra... pelo dedo de Deus”. Êxodo 31: 18. “... Também a escritura era a mesma de Deus, esculpida nas tábuas”. Êxodo 32: 16.
A lei dos ritos foi escrita por Moisés. “E Moisés escreveu todas as palavras do Senhor...” Êxodo 24: 4. Veja também Deuteronômio 31: 19. “E Moisés escreveu esta lei e deu aos sacerdotes”.
A Lei de Deus foi escrita em tábuas de pedra. Deuteronômio 4: 13. “Os Dez Mandamentos e os escreveu em tábuas de pedra”.
A lei de Moisés foi escrita em um Livro. Deuteronômio 31: 24. “E aconteceu que acabado Moisés de escrever as palavras desta lei num livro”.
A Lei de Deus foi colocada por Moisés dentro da Arca. Deuteronômio 10: 5. “Desci do monte e pus as tábuas na arca que fizera”. Êxodo 40: 20. “Tomou o testemunho, e pô-lo na arca”. Confirme também em Hebreus 9: 4. “E a arca do concerto... em que estava... as tábuas do concerto”.
A lei de Moisés foi colocada pelos levitas ao lado da arca, fora dela. Deuteronômio 31: 26. “Tomai este livro da lei, e ponde-o ao lado da arca do concerto do Senhor”.
O Decálogo é denominado Lei do Senhor. Salmos 1: 2. “Tem o seu prazer na Lei do Senhor, e na Sua Lei medita de dia e de noite”. Observe também Salmos 19: 7 “A Lei do Senhor é perfeita”.
A outra, foi denominada a lei de Moisés. Neemias 8: 1. “Disseram a Esdras, o escriba, que trouxessem o livro da lei de Moisés”. Observe Atos 15: 5. “Alguns... da seita dos fariseus... dizendo: É necessário... determinar-lhes... que guardassem a lei de Moisés”.
A de Deus é chamada Lei Real. São Tiago 2: 8. “Se cumprirdes conforme a Escritura, a Lei Real; amarás ao teu próximo como a ti mesmo”.
A de Moisés foi chamada a Cédula das Ordenanças. Efésios 2: 15. “Na sua carne desfez... a lei dos mandamentos que consistiam em ordenanças”.
A Lei de Deus é perfeita. Salmos 19: 7. “A Lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma”.
A de Moisés foi imperfeita, nenhuma coisa aperfeiçoou. Hebreus 7: 19. “Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou”.
O Decálogo permanece para sempre. Salmos 111: 7 e 8. “Todos os Teus Mandamentos, permanecem firmes para todo o sempre”.
A de Moisés foi cravada na cruz. Colossenses 2: 14. “Cédula que era contra nós nas suas ordenanças... e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz”.
A Lei de Deus é estabelecida na dispensação evangélica. Romanos 3: 31. “Anulamos, pois, a Lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a Lei”.
A de Moisés foi abolida na dispensação Evangélica. Efésios 2: 5. “Na sua carne desfez a inimizade, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças”.
A Lei de Deus é Espiritual. Romanos 7: 14. “Bem sabemos que a Lei é espiritual”.
A lei de Moisés não era Espiritual, pois tinha mandamento carnal. Hebreus 7: 16. “Segundo a lei do mandamento carnal”. Observe Hebreus 9: 10. “Consistindo somente em manjares... justificações da carne impostas até ao tempo da correção”.
Por fim a Lei de Deus contém um Sábado Semanal. Êxodo 20: 8 – 11. “Lembra-te do dia do Sábado... Seis dias trabalharás... mas o sétimo é o Sábado do Senhor teu Deus”.
A lei de Moisés continha sábados anuais. Levíticos 23: 24. “O sétimo mês, o primeiro dia do mês será para vós um Sábado e uma recordação”. Note que a lei cerimonial, continha festas anuais, como a páscoa, o pentecostes, o dia da Expiação, etc., que caiam em dias diferentes.
Justamente esses dias festivos, a Escritura denomina de sábados. Sendo assim não pode haver confusão com o Sábado semanal, que está no Decálogo.
Com elementar bom senso e percepção tudo se torna claro no Livro de Deus.

quarta-feira, 27 de maio de 2020

IDE - O Sábado Não é Uma Nova Imposição Espiritual, Proposta Por Deus, No Sinai


O SÁBADO NÃO É UMA NOVA IMPOSIÇÃO ESPIRITUAL, PROPOSTA POR DEUS, NO SINAI

         NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
                               Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.




QUARTA RAZÃO - Pr. Amilto Justus

O SÁBADO CONSTA DO DECÁLOGO E ESTA NÃO É A PARTE MAIS IMPORTANTE DA LEI DE DEUS


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“E um deles, doutor da Lei interrogou-O para experimentar, dizendo: Mestre qual é o grande mandamento da Lei? E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo semelhante a Este é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos depende toda a Lei e os profetas”. Mateus 22: 35 – 40.
O texto acima citado faz parte do ensino de Jesus ministrado aos fariseus e é repetição da parte do Velho Testamento. “Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de toda a tua força”. Deuteronômio 6: 5. “Agora, pois, ó Israel, que é que o Senhor requer de ti? Não é que temas o Senhor teu Deus, ande em todos os Seus caminhos, e o ames, e sirvas ao Senhor teu Deus de todo o teu coração e de toda a tua alma”. Deuteronômio 10: 12.
Observe que estes textos não fazem parte do Decálogo. Jesus disse que destes dois mandamentos depende toda a Lei e os profetas.
Crer-se que Jesus estava afirmando que se o homem não amar Deus acima de todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo, a guarda do Sábado e demais Mandamentos, mesmo feito com o máximo de rigor e seriedade, não passa de perda de tempo e algo totalmente inútil.
A maioria das pessoas que conheço, que são guardadoras do Sábado, se parecem bastante com aqueles as quais Jesus falou, dizendo: “Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício”, não condenaríeis os inocentes. “Porque o Filho do Homem até do Sábado é Senhor”. Mateus 12: 7 e 8.

PONTO DE VISTA – Educador Glauco César




Num certo dia fui convidado para desenvolver uma palestra numa igreja evangélica. Naquela oportunidade fui apresentado como sendo o filho da irmã Gláucia: Educadora, professora, escritora, poetisa e mãe de 16 filhos.
Noutra oportunidade, uma amiga me fez o convite para visitar os seus pais. Lembro-me que, naquela ocasião, por não ter argumentos das minhas relações sociais, fui apresentado como sendo o filho de Crispim da ‘Movelaria A Nobreza’.
No passado, não tão recente, quase sempre, eu era reconhecido como sendo um dos irmãos do renomado gráfico Berg, do arquiteto Glauciano, ou mesmo do artista plástico Glauber Fábio.
Por certo, sou comumente assim identificado, por não ser o mais importante membro da família Lima e Silva.
Se assim fosse, com certeza, minha mãe e pai, seriam reconhecidos como os genitores de Glauco, logo, eu seria o ponto de referência e não eles. Da mesma forma, meus irmãos seriam declarados como membros da família de Glauco.
Logo, quando uma totalidade é reconhecida por uma parte, fica notório, que esta porção é que identifica a totalidade, por isso é destacado do restante.
Quando Moisés, no Monte Sinai, recebeu das próprias mãos do Senhor as tábuas da Lei de Deus, contendo, entre eles, o Mandamento que ordena a observância do Sábado, Moisés tinha ciência de que o Sábado foi instituído na semana da Criação, portanto, não era uma nova imposição espiritual, proposta, naquele instante, por Deus, pois, como se sabe, Deus é o mesmo e não muda!
Sendo assim, o Sábado deve ser lembrado e observado como um marco da obra criativa de Cristo, que aponta para Deus como sendo Aquele que, ao ordenar, logo tudo se fez: Céus, Terra e mar, bem como, as demais coisas que na Terra contém.
É importante notar que o quarto Mandamento faz alusão ao Sábado que distingue Deus como o grande Eu Sou, diferenciando-O dos falsos deuses.
Quando o cristão guarda o sétimo dia, por este singelo ato, demonstra para a humanidade que ele é adorador de Cristo, o Criador de todas as coisas, inclusive, do próprio Sábado.
Enquanto houver alguém na Terra para auxiliar o Criador, o Sábado será o sinal de submissão a Deus.
Dos Dez Mandamentos, o único que identifica Deus como o grande Criador é o quarto Mandamento que lembra a santificação do Sábado, portanto, este Mandamento serve como cédula de identidade, que distingue dos filhos de Deus, quais os que desobedecem, daqueles que além de filhos tornaram-se amigos de Cristo por desempenhar a perfeita vontade do Onipotente.
O quarto Mandamento é o único, de toda Lei Moral, que identifica quem é Deus. Ele é o Criador que estabeleceu o Decálogo que, inclusive, determina o território de atuação desta Santa Lei, cuja área compreende todo Céu e a Terra, ou seja, informa que o Universo é regido pela Lei Moral de Deus, que é o transcrito do caráter do Todo Poderoso.
Sendo assim, o Sábado, afixado ao Decálogo, indubitavelmente, é o selo que dá autenticidade e vigência à Lei de Deus. “Também lhes dei os Meus Sábados, para servirem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu Sou o Senhor que os santifica”. Ezequiel 20: 12.
O Sábado faz parte dos Dez Princípios morais e espirituais do Senhor,  identifica Deus como sendo o Criador do Universo, por isso, este Mandamento é diferenciado dos demais.
O que identifica a Lei Moral como sendo a Lei de Deus, conforme o profeta Neemias é, justamente, o Mandamento que ordena a guarda do Sábado, por isso mesmo, distingue a Lei de Deus das demais leis.   “Desceste sobre o monte Sinai, do Céu falaste com eles, e Lhes destes juízos retos, Leis verdadeiras, estatutos e mandamentos bons. O Teu santo Sábado Lhes fez conhecer: preceitos, estatutos e lei, por intermédio de Moisés Teu servo, lhes mandaste”. Neemias 9: 13 e 14.
Observe que neste verso o único Mandamento destacado é o do Sábado. Denotando, desta maneira, sua importância sobre os demais. O Santo Sábado é assim tratado por Deus, por ser o único Mandamento que declara que Deus é o Criador, por isso é destacado dos outros. “Porque em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia de Sábado, e O santificou”. Êxodo 20: 11.
Percebe-se Deus destacando o Mandamento que ordena a observância do Sábado, portanto, Ele abençoou e santificou  o sétimo dia. Esta ação Divina, até hoje faz a total diferença.
Algumas pessoas acreditam que Jesus resumiu a Lei Moral de Deus, em dois mandamentos, o que não é verdade. Pois, em lugar nenhum, nem na Bíblia nem onde quer que seja, Jesus afirma ter resumido Sua Lei em apenas dois Mandamentos.
É preciso ter muito cuidado, para não fazer conclusões precipitadas.  Faça-se, portanto, uma análise, até mesmo superficial, pois, não é necessário uma acareação mais profunda para, claramente, se perceber que existe um abismo enorme entre resumir, como quer alguns ministradores da Palavra, e depender, conforme dito por Jesus.
Nos devidos termos, o entendimento dos estudiosos que preferem a palavra resumir, usam-na no sentido de restringir os Dez Mandamentos, eliminando oito, limitando a dois: Amar a Deus e amar ao próximo.
No entanto, na resposta de Jesus, Ele informa que os Preceitos da Santa Lei de Deus dependem, ou seja, só será eficaz se o pecador amar Deus e o próximo, por conseguinte, os 10 Mandamentos estão sujeitos, dependentes ao Amor, pois, “Deus é amor” I João 4: 16.
Na pergunta feita pelo doutor da Lei ao nosso grande Mestre, Jesus não invalidou nenhum dos Dez Mandamentos. Em outras palavras, a pergunta poderia ter sido formulada da seguinte forma: Mestre qual é o grande Mandamento, do Decálogo? É exatamente desta forma que deve ser entendida a pergunta daquele doutor da Lei.
Jesus, então, sabiamente, como era Seu costume, dá a resposta, informando que o principal é amar Deus sobre todas as coisas, em segundo lugar deve-se, igualmente, amar ao próximo como a si mesmo. Então Ele conclui: “Destes dois mandamentos depende toda a Lei e os profetas”. Mateus 22: 40.
Percebe-se que Cristo em momento algum, em Sua resposta, invalida qualquer de Seus Mandamentos nem, ao menos Seus profetas, muito pelo contrário, Ele confirma a perenidade da Sua Lei, e a autoridade dos Seus profetas.
Como entender a resposta do Filho do Homem? Jesus simplesmente estava afirmando àquele interlocutor a vigência dos dez preceitos da Lei de Deus, contudo, o cumprimento dos Mandamentos, deve vir atrelado ao amor, incondicional, a Deus.
Encontra-se relatado este amor na primeira tábua de Sua Lei, pois, nos quatro primeiros Mandamentos aparecem a relação de respeito e afeto, da humanidade para com o Criador.
          Não obstante, o Mandamento que preceitua a observância do Sábado é o mais destacado, pois, é o único Mandamento que informa que Deus é Criador.
Na resposta de Cristo em forma de ensino, o Mestre indica que “amar o próximo como a si mesmo” (Mateus 22: 39) era o segundo mandamento em semelhança de amor. Na outra tábua do Decálogo, encontram-se os Preceitos que indicam a relação de amor responsável, que deveria haver entre os humanos.
O que Cristo realmente estava afirmando, era que Sua Lei está montada no patamar do AMOR. O amor de Deus para conosco e, o nosso amor por Ele e por nossos semelhantes. Isto comprova que o Decálogo é, de fato, o transcrito do caráter de Deus, pois, “Deus é Amor”. I João 4: 8 e 16.
Assim, Cristo não está diminuindo, ou invalidando o quarto Mandamento, que aponta o Sábado como dia do Senhor, pelo contrário, Ele confirma e dignifica!
Nota-se que os primeiros quatro Mandamentos foram relacionados para mostrar aos humanos o dever deles, em relação a Deus. Sendo assim, o quarto Mandamento é o elo da ligação entre Deus e a humanidade.
Portanto, o Sábado foi, especialmente, outorgado para benefício do homem e honra de Deus.
Os últimos seis Preceitos demonstram como a humanidade deve se relacionar com seus semelhantes.
Com esta percepção, pode-se concluir que Cristo sincronizou o Decálogo, conforme as tábuas da lei, em duas vertentes. Na primeira tábua, contém os quatro primeiros Mandamentos que se referem ao amor do homem para com Deus, ou seja: “Amar o Senhor Deus de todo o coração, alma e entendimento”. Mateus 22: 37.
A segunda tábua se refere ao amor da humanidade ao seu semelhante, ou seja: “Amar ao próximo como a si mesmo”. Em suma, os Dez Mandamentos estão sintetizados naqueles dois enunciados por Jesus, e deles, dependem todos os Dez Mandamentos do Decálogo.
Percebe-se que a Lei Moral de Deus, está sintetizada no AMOR. Pois, o amor é a índole de Deus, que transmite firmeza de vontade e constância, principalmente, para com aqueles que se fizerem amigos da Divindade, vivenciando o verdadeiro amor.
O Sábado é um sinal, para sempre, entre Deus e Seu povo. Desta maneira, todos os que observam o Sábado, estão demonstrando que adoram o Deus Vivo, Criador dos Céus e da Terra. Sendo assim, este dia, passa a ser o sinal entre Deus e Seu povo, enquanto Ele tiver um povo sobre a Terra para servi-Lo.
Como tem sido bom, fazer parte do povo de Deus aqui na terra, servindo-O e observando o Seu santo Sábado.
Amigo leitor, você deseja fazer parte do povo de Deus que está disposto a servi-Lo e observar o santo dia de adoração ao Senhor?
Sabe-se que, se o homem não amar Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, a guarda do Sábado e dos demais Mandamentos, mesmo feitos com o máximo de rigor e seriedade, não passam de perda de tempo e algo totalmente inútil. Porém, se o homem ama Deus, automaticamente, ele guarda os Seus Mandamentos, pois, é dever de todo homem. “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus, e guarda os Seus Mandamentos; porque isto é dever de todo homem”. Eclesiastes 12: 13.
A Bíblia tem sido muito enfática em relação à obediência aos Mandamentos da Lei de Deus. “Ora, sabemos que O conhecemos por isto; se guardamos os Seus Mandamentos. Aquele que diz: Eu O conheço e não guarda os Seus Mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade”. I João 2: 3 e 4.
Meu querido leitor, talvez você ainda não tenha se apercebido de tão contundentes palavras, por isso, se esta informação te abalou, talvez, você se surpreenda com esta interrogação íntima que não te deixa sossegar: Eu amo Jesus?
O que os versos supracitados estão informando é que, se você ama o Criador, deve guardar todos os Mandamentos da Lei de Deus, incluindo aí, o Sábado.
Isto pressupõe que para a mentira não reinar na vida do cristão, deve-se amar Deus e guardar todos os Mandamentos dEle, reverenciando, inclusive, o Sábado do Senhor, só assim o pecador arrependido experimentará uma relação de felicidade com o Criador!
Na verdade, eu não gostaria de ter como vizinho alguém que não guarda os Mandamentos do Senhor, pois, o tal não respeitaria a minha casa, nem os meus familiares.
Existem pessoas que acreditam que a guarda do quarto Mandamento, traria, para suas vidas, um grande desperdício e sacrifício.
   Fica, em minha mente, uma grande inquietação: Será, de fato, penosa e desgastante a observância do Mandamento que ordena a guarda do Sábado, bem como, dos demais da santa e justa Lei de Deus?
Você, amigo leitor, é quem dará a resposta!
O apóstolo Paulo estava convicto das coisas que aprendeu com Jesus. “Por conseguinte, a Lei é santa; e o Mandamento, santo e justo e bom”. Romanos 7: 12.
            Pode ser penoso e cansativo, a observância de um Mandamento, que o próprio Deus, diz ser Santo, Justo e Bom? Note, se é justo e bom, não pode ser cansativo, mas, somente Santo.
João, o discípulo amado, concorda plenamente com Paulo. “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos”. I João 5: 3.  Pois bem, contra a Palavra de Deus, não há argumentos.
Algumas pessoas creem que não há mais necessidade da guarda do Sábado. Uma vez que elas se baseiam nas palavras de Jesus, conforme relatado por Marcos, discípulo do Mestre. “De sorte que o Filho do Homem é Senhor também do Sábado”. Marcos 2: 28.
Conforme a lógica dessas pessoas, elas concluem e admitem que Cristo seja, realmente, Senhor do Sábado, tendo, inclusive, autonomia de anular e, se quiser, por em desuso a Ordenança que, declara que Cristo é o Criador de todas as coisas, inclusive do Sábado, pois, “todas as coisas foram feitas por intermédio dEle, e sem Ele nada do que foi feito se fez”. João 1: 3.
Paulo concorda com a definição do Discípulo Amado, admitindo que Jesus, de fato, Criou todas as coisas. “Nestes últimos dias nos falou pelo Filho (Jesus Cristo) a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo”. Hebreus 1: 2. (adendo nosso).
          Não obstante, Cristo em lugar algum invalida este Mandamento, nem pediu aos Seus discípulos a estabelecer o Domingo como dia consagrado, uma vez que, Jesus haveria de ressuscitar no primeiro dia da semana, assim justificaria esta prática espúria. 
Não resta a menor dúvida que foi Jesus Cristo quem Criou o universo, estabelecendo e santificando o dia de Sábado.
Sabe-se que o Messias é o nosso referencial e, como tal, deve ser imitado por todos. Assim, o costume de Cristo deve ser repetido pela humanidade! “Indo para Nazaré, onde fora criado entrou num Sábado, na sinagoga, segundo o Seu costume, e levantou-Se para ler”. Lucas 4: 16.
Certa feita, Jesus foi acusado de desrespeitar as horas sabáticas, em Sua defesa o Mestre informou que o Seu  Pai trabalhava incessantemente. Fica então a dúvida, que tipo de trabalho é propício para ser realizado em dia de Sábado. A resposta a esta inquietação o próprio Legislador do Universo esclarece: “Então disse Jesus a eles: Que vos parece? É lícito no Sábado fazer o bem ou mal? Salvar a vida ou deixá-la perecer?” Lucas 6: 9.
            Patenteado está, no dia do Senhor, deve-se praticar o bem, esta é à vontade de Cristo Jesus para a humanidade.
O Filho de Deus nunca transgrediu Sua Lei nem desonrou o dia de Sábado, como alguns acreditam. A atitude de Jesus para com o Seu santo dia foi de reverência e não de desprezo. Note que o Sábado foi feito por causa do homem.
Esta verdade não pode ser aplicada ao Domingo, uma vez que, no primeiro dia da semana o homem ainda não havia sido Criado!  Uma vez que a Criação do gênero humano aconteceu no sexto dia.
Quanto ao fato do “Filho do Homem até do Sábado ser Senhor,” deve-se levar em consideração que Jesus é Senhor do Sábado, não para mudá-lo, alterá-lo, ou, suprimi-lo. Pois, se Cristo, de alguma forma, violasse este ou qualquer outro Mandamento, Ele se tornaria num pecador, pois, “todo aquele que pratica o pecado, também transgride a Lei; porque o pecado é a transgressão da Lei”. I João 3: 4.
Saiba que, como pecador, Jesus, de maneira alguma, poderia continuar sendo o Salvador!
Frise-se bem que Jesus é Senhor do Sábado e não do Domingo, muito embora haja quem creia que o Domingo, por Cristo ter ressuscitado neste dia, adquiriu a condição de Dia do Senhor. Cristo, porém, reafirmou Sua soberania, somente, sobre o Sábado.
Jesus Cristo é o Autor do sétimo dia, Ele consagrou para repouso e santificação, nessa qualidade, Ele sabe o que é lícito ou não fazer neste dia.
Sabe-se que não é o que se pratica na ignorância que condena o pecador, mas, aquilo que se persiste em fazer, mesmo tendo conhecimento do desagrado e não aprovação Divina!
A Bíblia, através de Tiago, discípulo de Cristo, afirma que “aquele, pois, que sabe fazer o bem e não faz, comete pecado”. Tiago 4: 17.
Mateus confirma esta condição: “E qualquer que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos Céus”. Mateus 5: 19.
Deus estabeleceu e comissionou a humanidade para, na medida do possível, ir por todo mundo pregando o Evangelho, fazendo uso de toda ferramenta disponível, de forma presencial ou virtual,  não para condenar os homens, mas, para indicar que Cristo é a Verdade.
O juízo a Deus pertence!