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sábado, 19 de novembro de 2016

IDE - O Jogral dos Anjos e de Todas as Criaturas do Universo

 O JOGRAL DOS ANJOS E DE TODAS AS CRIATURAS DO UNIVERSO 

Educador Glauco César


NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.




                               Após o enaltecedor cântico das quatro criaturas e dos vinte e quatro anciões que apontavam, musicalmente, para Cristo, como o único digno de abrir o livro selado, abrilhantando aquela apresentação, surge uma exibição espontânea, em forma de jogral, dos milhares de milhões de seres angelicais, concordando com a letra daquela melodia.
              A voz retumbante das miríades de miríades de anjos, afirmava que Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, era digno de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor.
        A proclamação dos anjos foi tão envolvente, que contagiou toda criatura pensante do céu, da terra, do mar e, dos mortos, que hoje se encontram sob a terra.
                Chegará o dia em que toda criatura do universo, até aqueles que dormiram na certeza da ressurreição para a vida, haverão de endossar o jogral, composto, inicialmente, pelos seres luminosos dos céus, os anjos, confirmando a declaração que, Deus e Jesus são os únicos aptos a receber, eternamente, o louvor, a honra, a glória e o domínio. 
             Após essa declaração universal, enaltecendo Deus e Cristo, as quatro criaturas e os vinte e quatro anciões, em aquiescência, aprovam em fiel concordância, ao pronunciar; assim seja.
     De posse desse entendimento, podemos tomar conhecimento dos versos a serem analisados: "Vi e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono, dos seres viventes e dos anciões, cujo número era de milhões de milhões e milhares de milhares, proclamando em grande voz: Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor. Então, ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos. E os quatro seres viventes respondiam: Amém; também os anciões prostraram-se e adoraram." Apocalipse 5: 11 - 14.  


ACLAMAÇÃO NO SANTUÁRIO CELESTE




        Tudo que estava ocorrendo junto ao Trono do Poder, tinha relação de reciprocidade entre os indivíduos racionais, de todo o Universo, em relação ao Criador.
           Uma vez que, naquela Audiência, estava em apreciação, não somente a postura comportamental da raça caída, mas, sobretudo, se, realmente, havia dignidade, no Altíssimo, a ponto de ser merecedor de Adoração!?
        Esta dúvida foi estabelecida na Grande Expansão, quando Lúcifer, dissemina a incerteza sobre o caráter da Divindade, levando muitos a pecarem, e, aqueles que não cederam ao pecado, entretanto, mesmo não estando indecisos, ficaram como que hesitantes, aguardando o desenrolar dos acontecimentos!
             Por isso, que esse Tribunal estava aberto e patente a todo o Universo, o Livro deveria ser aberto! 
           No desenrolar daquele exame, no ato de julgar, ficou manifesto e evidenciado, para todo o Universo, que a morte de Jesus, foi a ferramenta utilizada pela Divindade, que é composta pelo Pai, Filho e Espírito Santo, para tornar clara a verdade a todos os nãos caídos, bem como, à própria Terra, que os argumentos de Lúcifer eram facciosos.
           Assim, o caráter de Satanás foi desmascarado, ao tempo que, vindicava a qualidade inerente e feitio moral de Deus!
              Fica, então, satisfatória e definitivamente, esclarecida a diferenciação entre Cristo e Satanás. Definindo que ao Diabo pertence à especialidade mortífera, enquanto que ao Filho de Deus, era conferido o cunho marcante da Vida Eterna! "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor." Romanos 6: 23.
           Foi essa definição que levou os quatro seres juntamente com os vinte e quatro anciões a se esbaldarem em louvor ao Pai e ao Filho, Jesus!
            Após a execução daquele canto mavioso, surge em vozes fortes e marcantes dos anjos, um belíssimo e harmonioso jogral, que enaltecia a figura da Divindade, especialmente nas pessoas do Pai e do Filho Eterno, Jesus!
              A fórmula litúrgica de louvor, direcionada ao Pai e ao Salvador Jesus Cristo, apesar, de ser feita através de palavras, cheias de racionalidade, mas, de maneira ritmada, agora, devido ao entendimento pleno, adquirido naquele juízo, veio repleto de significados marcantes, não só para os habitantes dos céus, como, principalmente, para a raça caída, os humanos.
                Aquela doxologia, iniciada pelas hostes celestes, veio recheada de reconhecimento sétuplo do caráter dAquele que doou Sua vida para resgate de muitos.
               Jesus Cristo foi apresentado como digno de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor, totalizando sete atributos de reconhecimento ao Salvador!
           Sabe-se que sete, profeticamente, é um número que em sua simbologia, também significa inteireza e perfeição, denotando que esse reconhecimento do céu, é completo e perfeito.
           Nessa compreensão, podemos divisar, que Cristo, nosso General, contava com um exercito de anjos que o auxiliava na batalha contra o mal.
       Esses anjos, durante o juízo investigativo, são auxiliadores amorosos, à disposição de Cristo para amparar, proteger, socorrer e beneficiar os humanos carentes.
          Essas criaturas celestes, que estão hierarquicamente abaixo dos humanos, recebem de Cristo, através dos quatro seres viventes e dos vinte e quatro anciões, que são, nesse entendimento, como oficiais de dia, que repassam para o exército angelical, o ofício a ser desempenhado entre os humanos!
           Talvez, você esteja se interpelando, o que faz o articulista crer que os anjos são inferiores aos humanos?
             A resposta é simples, nessa visão, recebida por João, ao Centro, ou seja em primeiro plano está a Divindade; Pai e Filho, em seguida estão os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciões, que são seres humanos, somente após esses é que aparecem os anjos celestiais. 
               Nessa postura, fica evidenciada como é composta a hierarquia dos Céus! Para demonstrar a superioridade, hierárquica dos humanos, basta lembrar que; Deus é Criador, a humanidade se reproduz, mas, os anjos não procriam, pois, são assexuados.
           Os humanos foram feitos um pouco menor que Deus, e um pouco maior que os anjos! "Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste." Salmos 8: 5.
       Outro fato, a humanidade foi criada à imagem e semelhança de Deus, já Lúcifer, que era um anjo de luz, seu pecado consistiu em desejar ser semelhante a Deus. "Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo. Contudo serás precipitado para o reino dos mortos, no mais profundo do abismo." Isaías 14: 14 e 15 (Grifo nosso).
            Voltando à nossa Reflexão, quando os anjos iniciam aquele jogral, soa tão bem ao Universo, que aqueles interpretes, acompanhados pelos instrumentos dos dois grupos de humanos, veem avolumar-se aquela interpretação, de imediato, pelas demais criaturas celestiais, posterior e gradativamente, uma boa parte de humanos, aqui na Terra, vão se achegando e, no decorrer do tempo, antes da porta da graça se fechar, muitos estarão emprestando sua voz em reconhecimento ao Altíssimo e a Jesus. 
               Os que desceram às sepulturas, só haverão de unir suas vozes aos desses interpretes, durante a segunda fase do juízo, que é o milenar, pois, já terão sido ressuscitados para a Vida Eterna!  
           Naquele instante toda criatura racional que há no Universo estará vibrando, o que dela sai, ecoa numa agitação que estremece de júbilo todos os seres, racionais e irracionais, o vento dará sua parcela de contribuição, pois, em sibilação, as ondas sonoras em pressão, se propagam, em frequência, como que se responsabilizando pelos fenômenos acústicos, conduzindo-os para além do Infinito, transportando os acordes racionais, que saem dos timbres das vozes daqueles que dignificam o louvor incondicional à Divindade!
               Ao final do Juízo Milenar ou Vindicativo quando a humanidade tiver sido soerguida, retomando a perfeição e livre de toda tristeza e recalques, não mais tendo sentimentos e desejos perniciosos, eliminando os graves distúrbios que o pecado produzira, uma vez que, receberá a Terra restaurada, momento em que Deus enxugará dos rostos toda lágrima e, enfim, reinará felicidade, voltando o planeta Terra a ter uma atmosfera de harmonia, quando readquirirá o título de Paraíso de Deus. "E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram." Apocalipse 21: 4.
           Nesse clima de alegria e triunfo, toda criação universal, principalmente os humanos, que vivenciaram o dessabor do pecado, unirá ao restante do jogral, bradará em uníssono; "Aquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos." Apocalipse 5: 13 up. Já não haverá mais nenhuma voz, em todo o Universo, que discorde dessa afirmativa.
            Essa certeza descrita por João tem sido o estímulo a todo ser humano, que apesar de falho, tem o desejo de trilhar por caminhos retos.
               O que mais nos alegra, é quando esse fato ocorrer, os quatro seres viventes, e os vinte e quatro anciões, que, respectivamente, são os primeiros ressuscitados para morar com Deus, e aqueles que ressuscitaram com Cristo, pois, com Ele foram ungidos. Esses dois grupos, estarão tão jubilosos que lhes faltarão palavras e, simplesmente, para demonstrar seu pleno acordo dizem 'amém'.
      Contudo, essa simples palavra tem um significado assoberbado, nesse caso, aparece como um verbete litúrgico de aclamação, indicando a firme anuência desses dois grupos, uma vez que estavam em perfeita concordância, com aquela proclamação de fé!
              Logo após essa invocação, os vinte e quatro anciões quedam-se em respeito, prostram-se e adoram o Ancião de Dias e o Cordeiro de Deus, que é a nossa Salvação!
           Esse acontecimento só será possível após toda a Criação do Universo, de maneira unanime, reconhecer, finalmente, a justiça de Deus!
           Amigo leitor, se você der crédito a Palavra de Deus e, confiar no único ser digno, Cristo Jesus, certamente, será abençoado, a ponto de adorar e servir a Divindade!
             Que essa seja a minha e a tua experiência!

sábado, 12 de novembro de 2016

IDE - Cristo, o Humano Divino, a Única Pessoa Digna de Abrir o Livro Selado!

CRISTO, O HUMANO DIVINO, A ÚNICA PESSOA DIGNA DE ABRIR O LIVRO SELADO! 

Educador Glauco César


NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de
 conhecimento.



João, o discípulo amado, que também ficou conhecido pelo cognome 'Vidente de Patmos', após conferir em cenas, um livro de todo selado, que se encontrava na mão do Onipotente, contempla uma extraordinária figura, que por certo era simbólica, estando ela, ao lado do Poder, contudo, rodeada pelos quatro seres, aquelas criaturas humanas, que Deus, no decurso da história, tomou para Si.
Aquela figuração majestosa e emblemática estava também contornada pelo grupo especial, denominado de vinte e quatro anciões, pessoas humanas, que subiram com Cristo, recebendo, da Divindade, juntamente com Jesus, atribuições para desenvolver durante o Juízo Investigativo, obviamente, passando a por em prática essa prerrogativa no Paço Celestial, tendo por jurisdição o planeta malsinado pelo pecado, a Terra, para, assim, enternecer os humanos, com o intuito de sensibilizá-los a seguir o Caminho da Luz!
Essa visagem representativa, relatada por João, era tão surpreendente quanto extasiante, se assemelhava a um cordeiro. No desenrolar da visão, fica evidente que esse animal, filhote da ovelha, tão manso e inocente, é Aquele mesmo que procede de Deus e, desde o advento da iniquidade, tira o pecado do mundo ao doar Sua vida para resgatar a Eternidade perdida e devolve-la aos habitantes da Terra, todos aqueles que tomarem posse das graciosas oferendas do Onipotente Criador.
Esse Cordeiro é representativo da pessoa de Cristo Jesus, Ele encontrava-se de pé, fato que demonstra a todo o Universo que o Filho de Deus não foi retido pela morte, mas, Deus O ressuscitou "vós O matastes, crucificando-O por mãos de iníquos; ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse Ele retido por ela." Atos 2: 23 up e 24, pois, somente o Messias, dentre os humanos, carregou o fardo do pecado, tornando-se, verdadeiramente, vencedor.
Esse distintivo garantiu a Jesus o privilégio, em meio a todo o Universo, de ser a única pessoa digna de abrir o livro, que estava na mão de Deus e, desatar-lhe os sete selos.
De posse deste entendimento preliminar, poderemos, então, tomar conhecimento dos versos que serão detalhadamente analisados; "Então, vi, no meio do trono e dos quatro seres viventes e entre os anciões, de pé, um Cordeiro como tendo sido morto. Ele tinha sete chifres, bem como sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados por toda a terra. Veio, pois, e tomou o livro da mão direita dAquele que estava sentado no trono; e, quando tomou o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciões prostram-se diante do Cordeiro, tendo cada um deles uma harpa e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos, e entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra." Apocalipse 5: 6 - 10.

O EMBLEMÁTICO CORDEIRO COM SETE CHIFRES E SETE OLHOS

O verso seis é bastante elucidativo, pois, está repleto de formas imaginárias nesse ser metafísico, o Cordeiro.
A primeira distinção e elucidação põem cifras definidas no símbolo dos quatro seres, uma vez que, exclui a interpretação de que essas quatro criaturas são quatro visões da mesma pessoa de Cristo. Isto porque, esses quatro seres, além de estarem rodeando-O, também se prostraram diante do Cordeiro que é Cristo, dignificando-O.
Com efeito, o aspecto dá a impressão que esse Cordeiro, que houvera sido morto pelos nossos pecados, após ressurgir numa extraordinária ressurreição, não pela vida que havia em Si mesmo, mas, pelo poder inacessível do Onipotente Pai, agora e, por toda eternidade está de pé com toda Sua força e poder, apesar de que, jamais, serão recuperados os três dias que Lhe tirou a completa eternidade, pois, esteve inerte, sem conhecimento de coisa alguma, uma vez que estava desfalecido, sem contato algum com os vivos, tanto do céu quanto da Terra!
Nessa ilustração alegórica do Cordeiro, divisa-se que Ele possuía sete saliências duras de ossos, que se projetavam para fora da sua cabeça.
Tem-se conhecimento, através dos estudos zoológicos que os chifres são usados, geralmente, pelos animais, como arma, por isto, profeticamente, eles são usados como emblema de força e muito poder.
No entanto, há outra característica dos chifres. Através da história, principalmente nos relatos bíblicos, os chifres de carneiro, eram usados como trombetas, que são instrumentos musicais de sopro, com tubo mais ou menos longo e em geral afunilado, na época, sua feitura era rudimentar e, usava-se chifre de carneiro.
A trombeta também pode ser usada figurativamente como extensão simbólica com o sentido de apregoar ou mesmo alardear.
Algumas vezes o Relato descreve a utilização de trombetas, como no caso da destruição de Jericó. "E será que, tocando-se longamente a trombeta de chifre de carneiro, ouvindo vós o sonido dela, todo o povo gritará com grande grita; o muro da cidade cairá abaixo, e o povo subirá nele, cada qual em frente de si." Josué 6: 5.
Concluindo e arrematando o sentido figurado de chifre, nesse conceito, aponta para Cristo, como o ser celestial e humano, que nesse momento está como nosso Advogado, possuidor de toda força e poder, alardeando a todo o Universo Sua firme capacidade de perdoar a quem deseja ser perdoado, apregoando a estes que o tempo está diminuto, e se o pecador desejar reaver a eternidade terá que se voltar, urgentemente, para o Pai das Luzes e ao Príncipe da Eternidade!
O enunciado apocalíptico afirma que o Cordeiro também é possuidor de sete olhos. Nem precisa referendar que sete é um número emblemático que significa inteireza, universalidade e perfeição.
Por sua vez, olhos simbolizam percepção, atenção, cuidado, vigilância, agudeza de espírito, penetração, perspicácia e, tudo aquilo que distingue, percebe, guia e esclarece.
Sem dúvida, este é o Cordeiro que tira o pecado do mundo. Cristo utiliza todos estes adjetivos em benefícios da humanidade caída, se, todavia, alguém perecer, não terá sido por descuido da Divindade, foi meramente por escolha pessoal, rejeitando todo o cuidado Divino!
A possibilidade de reaver a eternidade ou, por escolha pessoal, rejeitá-la, faz da Divindade, um Deus santo, justo e bom!
Cristo como nosso Advogado, tem procurado por pessoas que tenham, impresso na mente, o desejo sincero de servi-Lo e praticar, aqui e na eternidade, as obras do bem!
Nessa obra, Cristo se utiliza do Espírito Santo de Deus, prefigurado, nessa visão, pelos sete olhos do Cordeiro!
Apesar de que Deus ame toda criatura humana, que, legitimamente, são Seus filhos, mas, que por motivos pessoais se satisfazem em praticar o mal, infelizmente, não poderá conduzi-los a recompensa eterna, pois, os tais, não se sentirão entrosados, por não poder realizar o que eles mais gostam, ou seja, a iniquidade!
Amigo leitor, a decisão final da Divindade sobre todos os pecadores, não é Deus estabelecendo Seu veredito, conforme Sua própria vontade, aleatoriamente, no que concerne ao desempenho de cada pecador. Muito pelo contrário, é o reconhecimento, por parte da Onipotência, e Sua aceitação pela postura individual de cada ser humano que, por legitimidade, optou aceitar ou negar as oferendas salvíficas e eternas, provenientes do Paço Celestial!
          Por isso, os que escolheram abdicar da vontade de Deus serão exilados da Eternidade, tornarão em poeira cósmica! "Pisareis os perversos, porque se farão cinzas debaixo das plantas de vossos pés, naquele dia que prepararei, diz o Senhor dos Exércitos." Malaquias 4: 3.  


João vê a Cristo como o Cordeiro, já os vinte e quatro anciões denominaram de Leão. Essa é uma bela junção. Em Cristo reside o Onipotente poder de perdoar os pecados e, a capacidade do amor sacrifical.
É preciso ter-se sempre em mente que o Cordeiro está com toda Sua pompa de força, poder, percepção, cuidado e vigilância, esclarecendo a todos, em todo mundo, com o intuito de auxiliar a todo pecador em suas dificuldades espirituais, enquanto vivenciamos este solene e atual período, que é reconhecido como; juízo investigativo! 

O ENCARGO DOS VINTE E QUATRO ANCIÕES

Cristo Jesus o Cordeiro, repleto de autonomia reconhecida universalmente, vai ao encontro de Deus Pai e, recebe da mão do Onipotente, aquele tão ansiado livro.
Entretanto, o livro ficou com Jesus, todavia, Deus o Pai continuou ocupando o trono, fato que demonstra que Cristo, mesmo de posse daquele livro, ainda assim, continuava com a missão de Advogado, cabendo ao Altíssimo o papel de juiz no juízo investigativo!
Na cena seguinte, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciões tomaram posição de respeito e louvor ao Cordeiro!
Jesus que houvera sido louvado pelos vinte e quatro anciões por ser, definitivamente, o Deus Criador, agora, nesse novo vislumbre, o profeta descreve que esse mesmo grupo O louva pela Sua obra regeneradora da redenção. Nesse novo cântico, o louvor é acrescido pela entonação, melodiosa, das vozes dos quatro seres viventes...
Esse harmonioso louvor, com vozes dissonantes, nos levam a imaginar, como num contraponto, que o restante da humanidade deveria, incessantemente, acrescentar sonoridade a essa maviosa melodia.
A natureza em festa avoluma esse cântico de louvor, os animais irracionais encontram motivos plausíveis para melodiar junto ao trinar dos pássaros e bisbilho dos insetos que, tendo por fundo o murmurar das águas embaladas pelo leve sussurrar dos ventos, forma a grande sinfonia que, por certo, será abrilhantada pelas vozes masculinas, femininas e infantis dos humanos!
Estes, amparados no Senhor que ama a justiça, o direito e a bondade, colocarão nos lábios um novo cântico, proclamando a Salvação, a Misericórdia e a Perseverança, retratada na Divindade!
Assim, todos os que serão justificados, entoarão um cântico novo de vitória que ecoará na abóbada celeste e, jubilosos confessarão em acordes angelicais que; somente nosso Cordeiro imolado, o Senhor Jesus Cristo, é digno, pois, foi morto, mas, vive triunfante para reinar sobre todo o Universo!
Que encenação encantadora, os dois grupos de humanos que auxiliam a Divindade nesse juízo, cada um deles, detém em suas mãos, harpas que serão dedilhadas, por cada criatura, numa execução perfeita, digna das mãos leves que pulsavam nas cordas sonorizando beleza através dos exímios cantores.
Tanto os quatro seres viventes, quanto os vinte e quatro anciões, estavam com harpas e taças de ouro, contendo incenso que eram as orações dos santos.
Esses dois grupos de pessoas cantavam um cântico novo, justamente, durante o juízo investigativo, ou seja, durante o período da graça, pois, a porta da oportunidade ainda se encontra aberta!
Esta visão é bastante significativa, pois, divisam-se aquelas quatro criaturas humanas; Enoque, Moisés, Elias e Isaías, que foram compradas por Deus em diversos períodos da história e, num passado mais recente, aquele outro grupo que reviveu, quando da ressurreição de Cristo, tendo, na ascensão, subido com o Mestre até o céu, lá recebendo dons.
Essas santas criaturas humanas aparecem perante o expectante Universo como testemunhas que refletem a justiça do Pai Eterno e a graça misericordiosa do Filho de Deus, Jesus Cristo!
Certamente, vinte e quatro desses ressuscitados, receberam o dom no grupo dos vinte e quatro anciões, que juntamente aos quatro animais viventes, foram designados como sacerdotes de Deus e de Cristo, reinando com Jesus durante o juízo investigativo.
Esses vinte e quatro anciões, estão à disponibilidade dos humanos todas as horas do dia, incansavelmente, ao lado de Jesus!

AS TAÇAS DE OURO 

Nesse sistema das coisas celestiais, não somente Cristo Jesus, mas, tanto os quatro animais, quanto os vinte e quatro anciões, levam constantemente, nas salvas de ouro à presença do Onipotente, o incenso, ou seja, os pedidos e inquietações dos humanos.
Assim, nesse período de graça, todas as pessoas humanas, entram com intrepidez, através desses sacerdotes, no Santo dos Santos. "Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar nos Santos dos Santos, pelo sangue de Jesus... aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura... Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras." Hebreus 10: 19, 22 e 24.
A entrada no Santíssimo, pessoalmente, pelos quatro seres e vinte e quatro anciões, só foi possível, pelo fato desses dois grupos se tornarem sacerdotes e auxiliadores de Cristo, no trato com os humanos! "Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo, guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna. E compadecei-vos de alguns que estão na dúvida." Judas 20 - 22.

É assim que os humanos chegam até a presença de Deus, para auxílio, nesse período de graça, no juízo investigativo. "Senhor, a Ti clamo, dá-te pressa em me acudir; inclina os ouvidos à minha voz, quando te invoco. Suba à Tua presença a minha oração, como incenso, e seja o erguer de minhas mãos como oferenda vespertina." Salmos 141: 1 e 2.
                

UM CÂNTICO NOVO



         Esses dois grupos de humanos que sacerdoteiam no Santuário Celestial, honram ao Cordeiro, com um cântico novo.
Esse novo cântico que ressoa no Paço Celestial é representativo de toda terra, os vinte e oito sacerdotes são, portanto, o porta-voz de todo habitante da terra. "Cantai ao Senhor um cântico novo, cantai ao Senhor, todas as terras." Salmos 96: 1.
O teor deste cântico novo enaltece o papel de Cristo como salvador da humanidade perdida.
O sangue de Cristo vertido na cruz do Calvário, é a porta de entrada para a eternidade, foi esse sangue, desde os tempos eternos, que comprou todos, de toda a terra, para Deus; salvando-os da consequência do pecado, tornando-os reis e sacerdotes e, reinarão sobre a terra, na eternidade, conforme desígnios de Deus desde a criação. "Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobe os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra." Gênesis 1: 26.
Sabe-se que nem todos gozarão a eternidade, pois, a Salvação é escolha de Deus, o Onipotente escolheu a todos.
Já a Vida Eterna não é gratuita, o Pai leva em consideração o livre arbítrio, por isso, nem todos alcançarão a eternidade, uma vez que, esta é escolha pessoal, não sendo gratuita, tem-se que conquistá-la.
É interessante notar que os quatro animais e os vinte e quatro anciões são os primeiros humanos que foram remidos, por isso mesmo, foram também os primeiros que puderam entoar esse cântico novo.
Nesse mais recente louvor, essas criaturas se colocam como reis e sacerdotes, pois, são assistentes de Cristo em Sua obra sacerdotal.
Sabe-se que o Filho de Deus está assentado com o Augusto Pai no trono do Poder. Não há dúvida que esses dois grupos de humanos são ministros da Divindade, uma vez que se percebe o desempenho desses grupos num papel importante no governo do Céu, em relação à humanidade caída!
Ao final da melodia, por eles entoados, revela que eles reinarão sobre a Terra. De certa forma, por serem remidos e, sendo peça importante no juízo investigativo, já estando na presença do Cordeiro e do Pai, estão, inequivocamente, reinando.
No entanto, seu cântico parece ter uma dimensão ainda mais elevada, pois, apesar de estarem reinando nesse juízo, sendo auxiliadores de Cristo, eles antecipam que haverão de reinar, após a redenção de toda a família humana de todos os tempos, remida por Deus, todos, conjuntamente, reinarão, na residência final e eterna dos humanos restaurados, que é a Terra, e, naquela oportunidade, será o centro do Universo, pois, será o Esconderijo do Altíssimo, a morada da Divindade. "Mas os mansos herdarão a terra e se deleitarão na abundância da paz." Salmos 37: 11. "Então, ouvi grande voz vinda do trono dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles." Apocalipse 21: 3.

Amigo leitor, precisamos estar preparados espiritualmente se quisermos ter a aprovação dos Céus, para assim, habitar nessa terra restaurada!

domingo, 23 de outubro de 2016

IDE - Escrito Dividido em Tomos, Autenticados Com Sete Sinetes!

CAPÍTULO V



ESCRITO DIVIDIDO EM TOMOS, AUTENTICADOS COM SETE SINETES! 

Educador Glauco César


NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.





                           Nesse novo capítulo está descrita a continuação do enunciado anterior, onde João, o vidente de Patmos encontra-se, desvendando as coisas encobertas para nós humanos, relatadas no Santo dos Santos, do santuário celestial.
             Naquele instante ímpar, o profeta e discípulo amado, contempla um livro, repleto de mistérios, no qual cada cena vem fechada por um selo que dá autenticidade do que está impresso no interior daquela obra que relata acontecimentos históricos e proféticos relativos à vida da humanidade.
         Todavia, para se conhecer as revelações contidas naquele escrito, seria necessário, ao menos uma pessoa, em todo o universo, 'digna' para desatar os selos contidos no livro.
             Foi exigida, não simplesmente uma pessoa capacitada, mas, além de ser capaz, deveria, sobretudo, ser digna!
             Ante essa exigência, em todo o universo, houve uma mórbida sensação de incapacidade... Esperava-se que o Pai ou mesmo o Espírito Santo se apresentasse para desatar os selos daquele livro. 
         No entanto, nem o Pai nem o outro Consolador possuíam o atributo requerido, pois, não eram dignos!

              É sabido que, tanto o Soberano Rei do Universo, quanto a Terceira pessoa da Divindade são habilitados de todo Poder, no entanto, para cumprir a exigência de desselar o livro, eles não estavam aptos, apesar de ter disposição inapta e idoneidade, mas, não satisfazem as condições legais exigidas.
            Sabe-se que o Supremo Soberano dos Reis do Universo e o Espírito Santo, mesmo sendo Criadores, somente o Filho de Deus, foi quem, efetivamente, pronunciou as palavras que deu origem a toda grande Expansão, por isso, só Cristo, o nosso Criador, estava habilitado para dar a Sua vida em sacrifício pleno, para assim, devolver ao humano a possibilidade de reaver a Vida Eterna.
              Só Jesus foi achado digno de abrir o livro e desatar os selos, pois, foi, de fato, o executor da Criação, além de que doou três dias de Sua eternidade.
        Ao Se esvaziar da vida plena, perde a completa eternidade, mas, em consequência, se habilita como digo de desatar os selos daquele importante livro, por isso, foi o único digno em todo Universo de abrir o livro e dessela-lo, pois, Ele é, verdadeiramente, o Leão da tribo de Judá!
             O estudo deste capítulo induz a mente de todo pecador a divisar a pessoa de Cristo Jesus como sendo um, com Deus o Pai, irmanado no mesmo propósito de redimir toda criatura que cedeu ao pecado.
                 Devolver a eternidade ao pecador é a grande obra que foi posta nas mãos de Jesus! 
               De posse deste preambulo podemos conhecer os versos que serão analisados. "Vi na mão direita dAquele que estava sentado no trono, um livro escrito por dentro e por fora, de todo selado com sete selos. Vi também, um anjo forte, que proclamava em grande voz: Quem é digno de abrir o livro e de lhe desatar os selos? Ora, nem no céu, nem sobre a terra, nem debaixo da terra, ninguém podia abrir o livro, nem mesmo olhar para ele; e eu chorava muito, porque ninguém foi achado digno de abrir o livro, nem mesmo olhar para ele. Todavia, um dos anciões me disse: Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos." Apocalipse 5: 1 - 5.


NA DESTRA DO ONIPOTENTE UM ENIGMÁTICO LIVRO




              No verso primeiro, o vidente afirma ter visto na destra dAquele que ocupava o trono, um livro escrito por dentro e por fora, de todo selado com sete selos.
             O primeiro enigma a ser desvendado é, justamente, definir quem está ocupando o Trono. Alguns estudiosos do assunto entendem que é Jesus, pois, o Oráculo Revelado dá margem para esse entendimento, uma vez que, o Pai a ninguém julga cabendo ao Filho, Cristo Jesus, todo o julgamento. "E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo julgamento." João 5: 22.
                Outros, no entanto, acreditam que o trono é ocupado pelo Pai.
             Cronologicamente, este livro estaria nas mãos do ocupante do Trono. Ora, para se desvencilhar dessa dúvida, basta lembrar que estamos vivenciando o juízo investigativo, que está ocorrendo agora, e, desde o retorno de Cristo aos Céus, que Jesus não tem um trono próprio, está assentado à 'direita do poder'. "Portanto, se fostes ressuscitados juntamente cm Cristo, buscai as cousas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus." Colossenses 3: 1. Para se comprovar, basta fazer uma leitura do capítulo 4 e 5 do livro da Revelação que se percebe esse acontecimento.
                Outro ponto discordante entre os entendidos é o fato do livro estar escrito por dentro e por fora, mas, mesmo assim, selado, para evitar que fosse divulgado o teor de seu conteúdo.
                Existe um entendimento que defende haver um erro de acentuação, onde, a colocação de uma vírgula, pode fazer total diferença. Nesse entendimento, na frase; 'um livro escrito por dentro e por fora, de todo selado com sete selos', a vírgula, deveria ser colocada após o verbete dentro, e não após a palavra fora. 
             Essa vírgula faz total diferença na interpretação, pois, a frase ficaria assim: 'um livro escrito por dentro, e por fora de todo selado com sete selos.' Nesse caso haveria uma lógica surpreendente, uma vez que, o rolo do livro estaria escrito apenas por dentro, quando enrolado, ninguém veria, ao menos uma parte do teor do que estava escrito por dentro, divisando somente os sete selos que estavam selando aquele misterioso livro! 
             Sendo assim, o livro estaria na mão direita de Deus Pai, que deveria entregar esse livro a Alguém que fosse digno de abri-lo e externar para todo o Universo o teor das mensagens nele contidas!
           Por isso mesmo, conclui-se com justa suposição, que durante o juízo investigativo, Jesus Cristo exerce a função de Advogado, e como tal, tem uma relação de proximidade com o Pai.
             O que não há sombra de dúvida é o envolvimento, tanto do Pai, quanto do Filho, com todos os seres criados do universo terrestre, procurando devolver a cada pecador, a eternidade perdida!
              Neste contexto, entende-se, conclusivamente, que a obra posta nas mãos de Jesus, para Ele desempenhar, é, prioritariamente, de Advogado ou intercessor entre o Juiz do juízo investigativo e a humanidade carente de justificação, rumo à eternidade! "Filhinhos meus, estas cousas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo." I João 2: 1.
            Não restam dúvidas que o livro estava na mão direita do Magistrado Divino, no entanto não está esclarecido quem o escreveu e o selou!
            Todavia sabe-se que aquela escritura revelam fatos da história observados por outro ângulo que está intimamente relacionado com as sete igrejas e também às sete trombetas, sendo que cada figura tem sua particularidade!
         Sendo assim, quando da escritura deste livro, os registros eram apenas visões proféticas.
          Conclui-se que à medida que Cristo dessela cada período para leitura do livro, não é o selo que contém as mensagens, mas, o selo apenas protege a mensagem contida no livro, que revelam acontecimentos pertinentes a um determinado período profético.
               É interessante observar que quando Deus anuncia uma ocorrência profética, Ele não está predeterminando, nem predestinando, nem muito menos prescrevendo a história, pois, ela segue o curso que a humanidade escolher. 
         Se os humanos plantarem obediência, colherão progresso espiritual se, todavia, cultivarem dissensão, ceifarão contendas e resultados maléficos para a sociedade humana!
                 No entanto esse livro está em consonância com a Palavra de Deus, é, portanto, um guia seguro para tomar decisões!
               Apesar de que o Oráculo Revelado de Deus, a cada dia que se passa, a mensagem nele contida, torna-se mais importante, a despeito dessa informação, ele não determina se a pessoa herdará ou não a eternidade, essa escolha é individual, cada pessoa estabelece, através de suas escolhas, seu futuro eterno!
             Alguns comentaristas entendem que nesse livro consta a decisão de Deus sobre o destino final de todos os que pecaram, no entanto, na abertura de cada selo, percebe-se que este livro é apenas um indicativo do caminho a seguir, e não a decisão do Divino Magistrado, sobre o futuro eterno de cada um! 
               Assim, o veredicto final de cada pecador é uma escolha individual e, o Justo Juiz acata a legítima decisão de cada pessoa, uma vez que Deus respeita o livre arbítrio doado a todo indivíduo para que cada um decida a quem servir! 
                  A Bíblia não confirma o nosso último momento no mundo dos viventes, por isso, é de suma importância compreender a solenidade dos dias porvir, dessa maneira, precisamos nos preparar de forma equilibrada para que no final dos nossos dias possamos ter direito à vida eterna.

          No verso seguinte, é-nos cientificado que um anjo forte bradava altissonantemente, perguntando se havia um ser digno de abrir o livro e desatar os selos!
             Este verso é bastante elucidativo. Esse anjo forte, a mim, me chama bastante atenção. Não é uma figuração da pessoa de Cristo, nem muito menos do anjo Gabriel, pois, quando as Escrituras se referem ao anjo Gabriel, ele é identificado como o anjo que assiste ao Senhor, um anjo especial, e nunca como um anjo, sem identificação específica.
             Não é também uma referencia a Jesus, pois, quando, nas profecias, um anjo simboliza a pessoa de Cristo, Ele é identificado, somente, como o Anjo do Concerto, ou o Arcanjo Miguel, nunca como um anjo, sem descrição rigorosa e minuciosa, desprovido da identificação e característica de Jesus!
               Outro fato interessante deste verso é o indicativo que o livro deveria ser aberto, para, só então, ser retirado os selos. 
         Fato que, indubitavelmente, sugere que não é necessário, primeiramente, retirar os sete selos, mas cada selo era retirado, à medida que as profecias iam se cumprindo, onde os interessados de cada período encontravam estímulos e orientações a seguir, para assim, obter o direcionamento e readquirir a eternidade!
                  Fica, desta maneira, patenteada que o escrito deveria ser aberto para leitura e entendimento, mas, era necessário existir Alguém digno, conforme foi predito pelo anjo forte!
             Amigo leitor, muitas vezes nossos atos são como um livro selado, às vezes são procedimentos bondosos, mas, mesmo assim, o estar selado, é como uma coberta que disfarça e encobre nossas motivações e propósitos, que quando revelados perceber-se-á que não passaram de condutas equivocadas! 
                 Por isso, é preciso que o livro seja desselado para que a humanidade perceba as reais motivações e, assim, as ações sejam vistas às claras para evitar a decadência que o pecado nos projeta, e não haja dúvida alguma do amor e da bondade Divina.
          Agindo dessa forma, a semente do pecado não florescerá nem dará seu fruto de miséria e mortandade!

              Nos versos três e quatro, ante a aparente inexistência, quer seja no céu ou na terra, nem debaixo dela, entre vivos e mortos Alguém que fosse digno de abrir e desselar o livro, pois, ninguém detinha a dignidade de executar aquela ação.
          O profeta João, fica num misto de desespero e frustração chegando ao ponto de não mais suportar tanto desespero, em consequência, deságua em prantos!
                O que se filtra desse desespero é que se o livro não fosse aberto não haveria o desfecho do julgamento no juízo investigativo e, por conseguinte, o caso de cada pecador, estaria irremediavelmente perdido, a humanidade perderia por completo a chance de reaver a eternidade! Daí o grande desespero de João, o vidente de Patmos!                
              Querendo explicar o tamanho pavor retratado no choro do discípulo amado, alguns comentadores justificam o desespero do profeta afirmando que, com a queda da raça humana, houve, similarmente, uma aflição extrema no paço celestial, a ponto dos anjos louvadores, contritos, cessaram seus cânticos de louvor ao Deus Onipotente e ao Cordeiro, além de que, houve um pranto generalizado na corte divina!
             Ao bem da verdade, eu não creio nessa hipótese, pois, acredito que jamais os anjos cessariam seus cânticos de louvor à Divindade, ante o impacto do pecado.
                É certo que o pecado gerou tristeza ao Paço Celestial, no entanto, jamais abalou a população do Céu, pelo contrário, a queda do homem, cedendo aos desígnios do inimigo, foi fator preponderante que fez realçar o Amor, a Misericórdia e o Perdão de Deus, pois, definitivamente, revelou que, onde abunda o pecado, superabunda a graça redentora! "Sobreveio a lei para que avultasse a ofensa; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça." Romanos 5: 20.
          
               No quinto versículo, aparece em cena a figura de um dos vinte e quatro anciões que tranquiliza o incansável e idoso profeta, indicando Alguém que venceu o pecado, sendo Ele o Leão da Tribo de Judá, e a Raiz de Davi, sendo, portanto, digno de abrir o livro e tirar os seus selos.
       Que verso extraordinário e elucidativo, ele torna compreensível, ao tempo que esclarece e explica as funções dos vinte e quatro anciões.
                Os 24 anciões foram remidos da terra, um deles teve o prazer de consolar e enxugar as lágrimas de João. Em seu consolo ele externava profunda ternura, pois, enquanto aqui na terra, também passou por profundas aflições!
           Pela atuação desse ancião piedoso, que ante o desespero do profeta foi designado para exercer a função de tranquilizador, uma vez que o Discípulo amado se encontrava em desespero.
                 Daí conclui-se que entre as responsabilidades dos 24 anciões consta a função de divulgar não só ao ser humano, mas, a todo universo, as medidas adotadas por Deus para remir o pecador.
             Assim, João toma conhecimento que o Leão da tribo de Judá, que é denominado como o Rei de Davi, houvera vencido, por isso mesmo, era digno de abrir o livro e desatar os seus selos. 
                    Quem é essa pessoa descrita como Leão e Rei?
                Essas duas figurações apontam para Cristo, numa simbologia messiânica. Sabe-se que Jesus era da tribo de Judá e da família de Davi.
           O leão é considerado o rei dos animais, o mais poderoso deles e, dentre todos, o único invencível, por isso, é uma brilhante figuração da pessoa de Cristo.
              Jesus tem uma natureza humana, mas, dentre os humanos, ninguém igualou em força e poder, pois, triunfou espetacularmente sobre as forças das trevas. Ele, verdadeiramente, é o Leão invencível. Juntos a Jesus, jamais seremos derrotados!
             Jesus foi denominado como a 'Raiz de Davi'. A finalidade da raiz é dar sustentáculo e nutrientes às plantas. Pois bem, Cristo é quem sustenta o pecador na batalha contra o mal, Ele é a Árvore da Vida, quando nos alimentamos dEle não seremos subjugados, pois, estaremos fortalecidos pela provisão Divina!
                   Davi foi rei em Israel. Jesus foi o rei dos Judeus, e será Rei dos reis e Senhor dos senhores! Ele saiu vencendo e para vencer, por isso é o único digno de abrir o livro e desatar os selos!        
            Amigo leitor, estamos nos preparando devidamente para ser aferido pelo selo de Deus e se habilitar para readquirir a eternidade?

domingo, 2 de outubro de 2016

IDE - Tributação à Honra da Majestade Divina

TRIBUTAÇÃO À HONRA DA MAJESTADE DIVINA 

Educador Glauco César

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



              As quatro criaturas viventes são emblemas dos quatro humanos que foram resgatados por Deus dentre os patriarcas.
           Enoque, filho de Caim, foi o primeiro que Deus escolheu para Si, ele não passou pela desventura da morte, pois, caminhou com Deus e, o Pai das Luzes o tomou para que Enoque caminhasse com o Pai por toda eternidade.
          O Segundo ser humano que foi morar com Deus, foi Moisés, após sua morte, Deus devolveu-lhe a vida, para que Moisés pudesse dar continuidade na obra de conduzir humanos para alcançar a vida eterna!
         Já a terceira criatura humana comprada por Deus, dentre os pecadores, foi Elias. Tanto ele, quanto Moisés se apresentou com Cristo, a alguns discípulos, no monte da transfiguração.
            O quarto indivíduo, teve um relacionamento tão íntimo com Deus, que o Onipotente segredou ao profeta Isaías que, na morte de Cristo, o corpo morto de Isaías seria lançado para fora da sepultura e, na ressurreição de Jesus, o Filho de Deus, orvalharia os ossos secos do humano Isaías, devolvendo-lhe a animação de vida e, na ascensão do Mestre, Isaías seria uma das pessoas que O escoltaria aos Céus e, lá seria escolhido como um dos quatro animais viventes que auxiliaria Deus no juízo investigativo!
       Por isso, esses quatro seres humanos estão continuamente dando glória, honra e ação de graças a Deus Pai, uma vez que, Ele, o Todo Poderoso, é o juiz no juízo investigativo.
                    Naquele instante solene, os vinte e quatro anciões, que também são seres humanos, em reverencia, se prostram em adoração, ante o Ancião de Dias e, simbolicamente, depositarão suas coroas diante do trono do Eterno Rei, reconhecendo-O como digno de receber toda honra, glória e todo poder, pois, pela vontade de Deus Pai, Cristo pode criar todas as coisas! 
           De posse deste prévio conhecimento, podemos conhecer os versos que serão decifrados nesse singelo estudo.
"Quando esses seres viventes derem glória, honra e ação de graças ao que se encontra sentado no trono, ao que vive pelos séculos dos séculos, os vinte e quatro anciões prostrar-se-ão diante dAquele que se encontra sentado no trono, adorarão o que vive pelos séculos dos séculos e depositarão as suas coroas diante do trono, proclamando: Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as cousas Tu criaste, sim, por causa da Tua vontade vieram a existir e foram criadas." Apocalipse 4: 9 - 11.  

AFETIVIDADE NO PROCEDIMENTO DOS VINTE E QUATRO ANCIÕES

          A Onipotência de Deus Pai e Seu insondável amor, aliado a Seu absoluto poder, são características que indicam que nEle há meios que remove, de cada pecador arrependido, em processo de justificação e, por conseguinte, no caminho da purificação, receba dEle inestimável auxílio!
    Esse benefício, no juízo investigativo, está, inequivocamente, amparado no Advogado que a humanidade tem, ao lado do Pai, que é Jesus Cristo!
               O amor que do Pai emana, é incomensurável e eterno, tem a assistência do Filho de Deus, que induz os quatro seres viventes, que foram comprados da terra a glorificarem, honrarem em ação de graças, justamente, a pessoa do Divino Pai, pois, só Ele vive pelos séculos dos séculos, uma vez que Jesus doou três dias de Sua eternidade, para que o pecador pudesse ser remido e tivesse direito a readquirir a vida eterna.
             O fato que a mim tocou com especial atenção foi o acontecimento ocorrido com os quatro seres viventes quando adoravam ao Deus Universal, faziam-no em perfeita reverência, pois, agindo assim, batia em conformidade com a majestade Divina!
                 É, portanto, inadmissível, uma adoração desprovida de respeito, sem o adorno da reverência, costume que tem se tornado corriqueiro em nossos cultos eclesiásticos! 
             Essa postura descabida, por parte do adorador incauto, tem provocado males tais, que afastam da sociedade cristã, as bênçãos direcionadas aos que rendem cultos à Divindade!
              Diferente da postura dos professos cristãos que julgam reverenciar o Superior Divino, os quatro seres humanos que auxiliam Cristo no juízo investigativo, juntamente com os vinte e quatro anciões, sabem e reconhecem os motivos para reverenciar nosso único Deus.
              Eles sabem que a casa de Deus aqui na Terra, não são as quatro paredes de um templo qualquer, nem muito menos uma instituição eclesiástica, mas, na verdade, é a mente de cada ser humano, pois, ela é o Tabernáculo de Deus, sendo assim, a humanidade é o Santuário de Deus, que não foi feito por mãos humanas, mas, pelo poder do próprio Deus. 
           Infelizmente, como tem sido adulterado esse Santuário Sagrado, por aqueles que se dizem participantes do Reino eterno, quando colocam cultos profanos que agradam a mente humana, mas, não reflete a solenidade e a reverência exigida pela assembleia do Alto. 
            Que extraordinária demonstração de humildade os vinte e quatro anciões manifestam para todo o Universo. Eles provam por meio de raciocínio concludente o dever de adorar a Deus o Pai, pois, como tal, todos os seres, excluindo-se o Filho e o Espírito Santo, devem a existência a Ele. Indubitavelmente Ele é o Senhor e não há outro!
                Por isso mesmo, devemos seguir o exemplo dos vinte e quatro anciões adorando o nosso grande Deus! "Ó, vinde, adoremos, e prostremo-nos diante do Senhor que nos criou". Salmos 95: 6.
              Os vinte e quatro anciões entenderam que Deus o Pai, por não ter princípio nem fim, nem perdeu um dia sequer de Sua existência, é o único que tem direito a reverência e culto supremo.
              Para demonstrar de forma visível esse entendimento, todos os vinte e quatro anciões se despojaram de suas coroas, colocando-as aos pés do Divino Pai, num vívido testemunho de humildade!
              Assim como os vinte e quatro anciões se humilham diante do Senhor, deve também a humanidade compreender que para se revestir da imortalidade deve se despojar da autossuficiência se sujeitando a Deus, adorando-O em reconhecimento, rendendo-se à discrição humana, para ser apresentado irrepreensível, com alegria, perante a glória de Deus! "Ora, Àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da Sua glória". Judas 24.
          Percebe-se claramente que não deve fazer parte do ser humano a ideia de exaltar-se a si mesmo na presença de Deus. Contudo, é do feitio de cada criatura ser submisso, reconhecendo sua inferioridade ante o Divino, confessando que sua vida eterna é dependente da soberania ao Deus Pai!
          A Palavra de Deus é o testemunho vivo disponível para nos ajudar a ser santos no serviço ao Deus Sacrossanto!
           A Corte Celestial está em franco desenvolvimento, estamos vivenciando o juízo investigativo, o cenário é propício para definição do nosso destino; perdição ou vida eterna! 
               O desfecho depende de nossa decisão! 
            Qual é a minha e a tua postura, diante desse embaraço, amigo leitor?