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quinta-feira, 2 de abril de 2020

IDE - Ataque e Defesa Sobre o Dia do Senhor

ATAQUE E DEFESA SOBRE O DIA DO SENHOR

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
                               Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.

PRIMEIRA RAZÃO - Pr. Amilto Justus

O SÁBADO FAZ PARTE DE UM CONCERTO OU PACTO ENTRE DEUS E O POVO ISRAELITA E NINGUÉM MAIS



“Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo: Tu, pois fala aos filhos de Israel dizendo: Certamente guardareis Meus Sábados; porque isso é um sinal ente Mim e vós nas vossas gerações; para que saibas que Eu Sou o Senhor, que vos santifica.
Portanto guardareis o Sábado, porquanto santo é para vós; aquele que o profanar certamente morrerá; porque qualquer que nele fizer alguma obra, aquela alma será extirpada do meio do seu povo. Seis dias se fará obra, porém o sétimo é o Sábado do descanso, santo ao Senhor; qualquer que no dia do Sábado fizer obra, certamente morrerá...
Guardarão, pois, o Sábado os filhos de Israel, celebrando o Sábado nas suas gerações, por concerto perpétuo. Entre Mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou, e restaurou-se”. Êxodo 31: 12 – 17 (grifo nosso).
Observe-se nos textos grifados que o Senhor é claro, claríssimo em dizer com quem é o concerto para guardar o Sábado. Só não enxerga quem não quer ver. Somente os que estão com os olhos vendados ou os que querem tirar vantagens, fingem não ver que a guarda do Sábado é um concerto entre Deus e Israel, somente.
Leia Romanos 1: 18 – 21. “A ira de Deus se revela do Céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.
Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das cousas que foram criadas.
Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato“.
Leia também Romanos 2: 12 – 16. ”Assim, pois, todos os que pecaram sem lei, também sem lei perecerão; e todos os que com lei pecaram, mediante lei serão julgados.
Porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados. Quando, pois, os gentios que não têm lei, procedem por natureza de conformidade com a lei, não tendo lei, servem eles de lei para si mesmos.
Estes mostram a norma da lei gravada nos seus corações. Testemunhando-lhes também a consciência, e os seus pensamentos mutuamente acusando-se ou defendendo-se; no dia em que Deus, por meio de Cristo Jesus, julgar os segredos dos homens, de conformidade com o Meu evangelho”.
Entendemos também que, após a vinda de Jesus, o qual cumpriu a Lei de Moisés, integral e cabalmente, nem mesmo os judeus têm necessidade de guardá-la, visto que o fim da Lei é Cristo.
Portanto todo judeu convertido a Cristo não está mais debaixo da Lei, não precisa guardar o Sábado, aliás, foi isso que Paulo queria dizer em Gálatas 3: 23 – 29. “Mas, antes que viesse a fé, estávamos sob a tutela da Lei, e nela encerrados, para essa fé que de futuro haveria de revelar-se.
De maneira que a Lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé.
Mas, tendo vindo à fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo, de Cristo vos revestistes.
Destarte não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.
E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão, e herdeiros segundo a promessa”.
Leia Romanos 7: 4 – 6. “Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à Lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, e deste modo frutifiquemos para Deus.
Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela Lei, operavam em nossos membros a fim de frutificarem para a morte.
Agora, porém, liberados da Lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra”.


PONTO DE VISTA
Educador Glauco César



Lembro-me perfeitamente quando, pela primeira vez, tive que sair da casa dos meus pais, deixar para trás meus familiares, quinze irmãos, amigos, sonhos, para praticamente desbravar terras longínquas, para ali construir novos sonhos imaginando alcançar o sucesso e a felicidade.
Projetos enraizados nas selvas amazônicas, entrecortados por caudalosos rios, e pela ansiedade de realizar os desejos dum coração adolescente, que até hoje não esqueci e ainda procuro no porto flutuante da vida.
Viajando na areia do tempo, recordo que após um final de semana acampado em plena selva, tendo o corpo extenuado, as forças moídas e as pálpebras sonolentas, chego à repartição onde trabalhava, lutando, desesperadamente, contra a canseira e, fadado a enfrentar o mal humorado chefe Gadelha, com fama de durão.
Quando, de repente, deparo-me frente-a-frente com o perigo, ouço em tom ordeiro, uma pausada saudação... - Bom dia Glauco, assuma o seu posto.
- Esquecendo-me das fadigas, não querendo incomodar nem ser incomodado, vou decididamente até à máquina de datilografia e, rapidamente estou executando minha tarefa, tão rápida quanto podia, sendo superado somente pelo sono traiçoeiro, que havia me nocauteado, estando eu com a cabeça reclinada sobre a máquina, encontrando-me semidesfalecido... Quase inerte!
Na minha cabeça viajavam pensamentos livres, corriam igarapés, e soprava uma brisa suave... Quando, de repente, uma mão pesada me balançava os ombros, uma voz pausada, rouca, mas sussurrante interpelava. – Glauco! Sei que você está cansado. Seria melhor usar um travesseiro sobre a máquina.
- Obrigado seu Gadelha.
- De um salto, despertei, levantei-me, lavei o rosto com água fria, na ânsia de espantar o sono, que insistia em me fazer companhia. Então, fui até uma lanchonete, peguei um cachorro-quente recheado com pimenta malagueta, esfreguei-o nos lábios. Só assim, consegui vencer o sono inimigo que me atormentava, a sombra do meu desespero fugiu, fazendo-me voltar ao trabalho!
Assim, renovei os ânimos e conquistei um amigo.
A maneira gentil, como fui tratado por Gadelha, desenvolveu um grande relacionamento entre nós, que fez com que gerasse um bom comportamento trabalhista, a ponto de haver uma troca de presentes nos nossos aniversários.
Tanto tempo já se passou desse episódio, contudo, nunca esqueci, nem jamais esquecerei. Tenho certeza que continuarei a lembrar pela vida toda, pois a verdadeira amizade, o verdadeiro companheirismo, não é medido pelo comportamento dignificante, mas sim, pelo bom relacionamento.
É mais ou menos isso, que Deus está ensinando a humanidade, observe o texto de Hebreus 8: 10 está grafado assim: “Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor. Nas suas mentes imprimirei as Minhas Leis, também sobre os seus corações as escreverei; e Eu serei o Seu Deus, e eles serão o Meu povo”.
Este é aquele tipo de verso, que deve permanecer gravado nas tábuas da mente de todos aqueles que desejam continuar sendo amigos de Deus. Mostra que os mandamentos não devem ser observados como forma para se obter a salvação, pois, sabe-se que os mandamentos, nem coisa alguma, tem poder de salvar quem quer que seja, somente o sacrifício de Cristo na cruz, tem esta prerrogativa!
A observância dos Dez Mandamentos da Lei de Deus é prova inconteste e visível que, quem obedece tais preceitos, será alvo certeiro da salvação pela graça redentora de Jesus, tendo direito à Vida Eterna!
Observa-se que é Deus que faz o concerto; Ele coloca Suas leis na mente humana e, as escreve nas tábuas de carne do nosso entendimento.
Como Deus é maravilhoso, Ele está se oferecendo como único e suficiente Pai e, aceita cada pessoa como Seu filho e povo escolhido. Assim, a criatura humana passa a ser “propriedade exclusiva de Deus, nação santa e sacerdócio real”. I Pedro 2: 9.
Se Deus tem escrito Suas Leis, estatutos e normas no entendimento de cada pessoa, nada impede, na qualidade de bons filhos, observarem-se, alegremente, essas Leis. Nada!
Contudo, alguns filhos, notadamente os mais descuidados, entendem que manter um relacionamento de observância às Leis é o mesmo que salvação pelas obras. Estes que assim compreendem, ensinam que é errado e até pecado blasfemar, cometer adultério, matar, roubar, para tais pecados a Lei ainda está em vigência, apesar de que, esses descuidados ministradores apregoem, em bom tom, que a Lei não esteja mais em vigor quando a observância do quarto mandamento, que preceitua a santificação do Sábado, é advogada pelos leais filhos de Deus.
É por isso que tais considerações nos convidam a um reexame da Lei do Senhor. Permanece ou foi abolida?
Precisa-se perceber o bondoso propósito dos Mandamentos de Deus, que é guiar a humanidade a trilhar o caminho da vida, nunca condená-la à morte. O que a Lei condena são os pecados, ela propicia ao diligente estudante da Palavra a oportunidade do arrependimento.
Quando se gasta tempo na aplicação da mente e, diligente estudo da Lei, o Espírito Santo ilumina o entendimento. Facilmente percebe-se que o objetivo dos estatutos de Deus é cobrir cada parte da vida do pecador. Ao se demorar no estudo dos Mandamentos, percebe-se a sua natureza espiritual e preocupação com os pensamentos íntimos que geram atos exteriores.
Cada pessoa deveria ver a obediência como resposta de amor à preocupação Divina, registrada em São João 14: 15, que informa: “Se Me amas, guardareis os Meus Mandamentos”. Quando se gosta de algo contrário à vontade de Deus, talvez, este elo de amor, não seja tão verdadeiro!
Precisa-se ver a Lei como uma expressão da amorável vontade de Deus para conosco e não como uma série de proibições que sempre vão de encontro às nossas inclinações naturais.
É comum se afirmar que o Sábado foi feito, somente, para o povo de Israel e ninguém mais. Contudo, convém lembrar-se do que está registrado em Romanos 5: 19 (adendo nosso). “Porque, como pela desobediência de um só homem (Adão) muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só (Cristo) muitos se tornaram justos”. Sabe-se que Adão não era israelita, não tinha nacionalidade, pois, na Criação, ainda não havia nenhuma nação.
No livro de I João 3: 4 relata o seguinte: “Todo aquele que pratica o pecado, também transgride a Lei; porque o pecado é a transgressão da Lei”. O pecado entrou no mundo por Adão, e pecado é transgressão da Lei, logo, já existia a Lei no Jardim do Éden, do contrário não teria havido transgressão nem, muito menos, pecado!
Conforme o registro de Gêneses 2: 1 - 3 que relata: “Assim, pois, foram acabados os Céus e a Terra, e todo o seu exército. E havendo Deus terminado no dia sétimo a Sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a Sua obra que tinha feito. E, abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador fizera”. O Sábado foi instituído no Éden. Contudo o mandamento do Sábado relatado em Êxodo 20: 8 – 11, começa com a palavra Lembra-te. Não é possível lembrar-se daquilo que nunca se soube. Adão e Eva lembraram-se de seu primeiro Sábado. Foi seu primeiro dia completo de 24 horas, o primeiro Sábado tão intensamente observado, eles lembraram-se do seu santo significado, por isso, o primeiro casal compartilhou este conhecimento aos seus descendentes.
O Mandamento do Sábado revela que os israelitas conheciam o Sábado muito antes de Moisés ter recebido as tábuas dos 10 Mandamentos das mãos de Deus.
É salutar lembrar-se do que Paulo esclarece em sua epístola aos Romanos 2: 13 e 14, ele elucida: “Porque os simples ouvidores da Lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a Lei hão de ser justificados. Quando, pois, os gentios que não têm lei, procedem por natureza de conformidade com a Lei, servem eles de lei para si mesmos. Estes mostram a norma da Lei gravada nos seus corações”.
Portanto, meu amigo leitor, o Sábado definitivamente não foi, nem é um pacto entre Deus e Israel somente, observe o que diz o profeta Isaías no capítulo 56: 6 – 8. “Aos estrangeiros, que se chegam ao Senhor, para O servirem, e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos seus, sim, todos os que guardam o Sábado, não o profanando, e abraçam a Minha aliança, também os levarei ao Meu santo monte, e os alegrarei na Minha casa de oração”;... E mais adiante, “a Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos”.
Comum também é afirmar que a Lei dos 10 Mandamentos é de Moisés, como vimos anteriormente, a Lei é de Deus, escrita pelo dedo de Deus. O próprio Moisés registrou esta declaração relatada no livro de Êxodo 31: 18: “E tendo acabado de falar com Ele no monte Sinai deu a Moisés as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus”.
Alguns bons estudiosos das Sagradas Letras querem crer que toda Escritura é inspirada por Deus, e para legitimar esta crença citam II Timóteo 3: 16 e 17 que relata: “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda boa obra”.
No entanto, existe uma porção da Bíblia que, definitivamente, não é inspirada por Deus. Pois, neste caso, inspiração é quando a Divindade através do Espírito Santo faz uso de homens escolhidos, tornando-os condutos da Luz divina.
Entretanto, Deus não confiou a nenhum dos Seus profetas o pensamento, nem a redação e nem muito menos a escrita de Sua Lei Moral, pois, os 10 Mandamentos são, na verdade, o transcrito do caráter de Deus!
Por isso, Deus mesmo, escreveu com Seu próprio punho, transmitindo Seu próprio pensamento. Naquela redação encontra-se a digital de Deus e sua caligrafia, o que quer dizer que nas duas tábuas de pedra, encontram-se a forma e a disposição digitiforme da Divindade, com o intuito de transmitir as sensações através do contato, imprimindo Sua influência na mente humana, contudo, sem coação.
Para que o homem não acrescentasse nada, ou dela retirasse alguma coisa, Deus escreveu em cada uma das tábuas de pedra, em seus dois lados. Confira em Êxodo 32: 15 e 16 descrevem assim: “E voltou Moisés, e desceu do monte com as duas tábuas do testemunho na sua mão, tábuas escritas de ambas as bandas; de uma e de outra banda escritas estavam. E aquelas tábuas era obra de Deus também a escritura era a mesma escritura de Deus, esculpida nas tábuas”.
Assim, os 10 Mandamentos não são inspirados, pois Deus não fez uso de profeta algum, mas o próprio Deus descreveu Seu pensamento, redação e escritura.
As tábuas de pedra são símbolos de perenidade, e a escrita ocupando todo espaço de cada tábua, é a certeza de que Deus, nem homem algum haverá de efetuar qualquer mudança na mesma. Confirme em Mateus 5: 17 e 18: “Não cuideis que vim destruir a Lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido”.
 Observe os versos que se seguem e tire suas conclusões. Gálatas 3: 21, “É, porventura, a Lei contrária às promessas de Deus? De modo nenhum”. Leia Gálatas 3: 12. “Ora, a Lei não procede de fé, mas: Aquele que observar os Seus preceitos, por eles viverá”. Fique atento a Romanos 3: 31. “Anulamos, pois, a Lei, pela fé? Não, de maneira nenhuma, antes confirmamos a Lei”. Confirme Romanos 7: 7 “Que diremos, pois? É a Lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da Lei”.
Que acha o amigo leitor, de todas estas informações Divinas contidas na Santa Palavra de Deus, a Bíblia?
Lucas declara por escrito no seu livro, no capítulo 4: 16: “Indo para Nazaré, onde fora criado entrou Jesus, num Sábado, na sinagoga, segundo o Seu costume, e levantou-Se para ler”. Jesus, Aquele que concedera o Sábado do sétimo dia à humanidade, saudava com alegria o dia semanal de repouso e adoração. No Sábado, encontravam-nO na sinagoga, unindo-Se a Seus semelhantes em oração, louvor e estudo da Escritura.
Jesus disse, e está registrado em S. João 15: 10: “Se guardares os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor, assim como também Eu tenho guardado os Mandamentos de Meu Pai, e no Seu amor permaneço”.
Atendam ao reclamo de Cristo, quando se coloca como exemplo, desejoso que todos que O amam, cumpram os Mandamentos de Deus para permanecerem resguardados no amor de Jesus.
Seguindo o exemplo do Filho de Deus, perceber-se-á que essa obediência amorável, unirá Deus o Pai e Jesus Cristo, intimamente a cada pecador. Isto é salvação movida por amor, pelo mútuo amor do Pai e do Filho, e dEles pela humanidade, para que o pecador arrependido trilhe o caminho que conduz à presença de Deus!
Este é o fruto da fé que opera por amor. Aqui se encontra o belo segredo da observância dos Mandamentos. Ninguém pode debater contra Deus, ninguém pode impedir a obediência movida por AMOR!




sábado, 7 de março de 2020

IDE - A Firme Convicção do Pr. Amilto Justus Sobre o Dia do Senhor;


A FIRME CONVICÇÃO DO PASTOR AMILTO JUSTUS SOBRE O DIA DO SENHOR

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
                               Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.





TRINTA RAZÕES PORQUE NÃO GUARDO O SÁBADO – Pr. Amilto Justus.


As trinta razões por que não guardo o Sábado, mencionadas aqui, não são as únicas, todavia, penso que são suficientes para demonstrar cabalmente que nenhum ser humano, seja gentio ou judeu, uma vez convertido a Cristo, tem qualquer obrigatoriedade com a guarda do Sábado, visto ser ele um preceito da lei de Moisés, a qual consistia em um Concerto entre o Senhor e Israel somente.
Todavia, como Jesus colocou o Velho Concerto de lado ao cumpri-lo totalmente, e ao estabelecer o Novo Concerto, hoje, nem mesmo o judeu tem qualquer compromisso com a guarda do Sábado, uma vez estando em Cristo Jesus.
Sugiro ao prezado leitor uma leitura sem prevenção doutrinária, e com honestidade e humildade no exame dos textos citados, pedindo a direção do Espírito Santo na interpretação dos mesmos. 


JUSTA CONTESTAÇÃO
Educador Glauco César 




Numa certa oportunidade visitei uma igreja no agreste pernambucano, que tinha um sino que badalejava roufenho.
Por estar rachado, não tocava em conformidade com o som que deveria soar. Ao ser percutido transmitia um som fanhoso, por isso não ecoava como deveria.
Falando com o administrador daquele templo perguntei: Como conseguir que o sino viesse a dobrar com o som original?
A mim, foi dito que só havia uma maneira. O sino deveria ser confiado a um artífice que preencheria a fenda com uma camada de bronze derretido. A emenda ficaria grosseira e feiosa, contudo o som passaria a ecoar perfeitamente. Alternativa esta, rejeitada pelo pároco, por achar que o objeto ganharia uma indesejável artificialidade.
Em face da rejeição do vigário, o artesão, então, sugeriu fazer um molde do instrumento, no qual faria o reparo, corrigindo o defeito, em seguida dissolveria o sino e, com o bronze derretido daquele sino, restauraria à sua própria imagem que, ao ser ferido, produziria um som perfeito.
Contudo, o sacerdote não permitiu o conserto, pois, afirmou que o sino perderia sua legitimidade e historicidade. Por sua  vez o vigário concluiu decididamente: - Prefiro, pois, ficar com o sino quebrado e roufenhando, desde que não perca a sua originalidade e valor, do que tocar em uníssono com o objetivo para o qual fora desenvolvido.
Aquele ministro pensou, tão somente, na plasticidade e no valor venal do instrumento, esquecendo-se que a beleza do som, agradaria muito mais aos seus paroquianos.
Diferentemente, em vida, Jesus deu exemplo perfeito, renunciando a tudo em detrimento ao ministério de Deus em prol da humanidade, mostrando como servir, e Ele serviu, ajudando a todos, ensinando-os: “Todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal” Mateus 20: 26.
Cristo estava afirmando para toda a humanidade que no Seu governo, não existe acepção de pessoas ou superioridade, destacando-se, tão somente, a grandeza cristã e humanitária.
Somente quando se torna numa humilde criatura, é que se aprende a resistir, opondo às suas próprias forças, dobrando sua vontade, o bastante para servir ao semelhante, a ponto de desenvolver-se à semelhança de Cristo para tornar-se numa honra para Deus.
A mais sábia decisão que a espécie humana pode tomar é escolher aperfeiçoar, conservar e solidificar a pureza do caráter de Cristo em seu pensar, falar e proceder, mantendo uma interação individual com o Criador, atendendo aos graciosos reclamos da divindade para ter-se um relacionamento pessoal, salvífico e vivificante com o Divino.
Ouça, então, os graciosos e atrativos reclamos de Cristo, para todos quantos se fizerem amigos de Deus!
Por maior que seja a sabedoria humana, na verdade, não passa de loucura para Deus, principalmente, quando a criatura assevera que nenhum ser humano, precisa guardar o Sábado, do quarto Mandamento.
Entretanto, os benevolentes apelos de Jesus, registrados no livro de Eclesiastes no capítulo 12 e verso 13, afirma, categoricamente, que a guarda do Sábado, é dever de todo homem. Vejamos: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus, e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem”. E os Mandamentos de Deus, você sabe, estão registrados no livro de Êxodo 20. São Eles: 1 – Não terás outros deuses diante de Mim. 2 – Não farás para ti imagem de escultura. 3 – Não tomar o Seu Santo Nome em vão. 4 – Lembra-te, do dia de Sábado para Santificá-Lo. Porque em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra e o mar, e ao sétimo dia descansou, portanto abençoou Deus o dia de Sábado e o Santificou. Por isso é dever de todo o homem guardar o mandamento do Sábado e todos os demais.
Diz ainda a invencionice humana, que a Lei que contém estes Mandamentos é de Moisés. No entanto as Sagradas Letras dizem-nos claramente, que esta Lei é de Deus e não de Moisés, como querem os humanos. Deuteronômio 4: 12 e 13. “Então o Senhor vos falou do meio do fogo; a voz das palavras ouviste; porém, além da voz, não viste aparência nenhuma. Então vos anunciou Ele a Sua aliança, que vos prescreveu, os Dez Mandamentos e os escreveu em duas tábuas de pedra”. Neemias também confirma no seu livro capítulo 9: 13 e 14. “Desceste sobre o monte Sinai, do Céu falaste com eles, e lhes destes juízos retos, leis verdadeiras, estatutos e mandamentos bons. O Teu santo Sábado lhes fez conhecer; preceitos, estatutos e lei, por intermédio de Moisés Teu servo, lhes mandaste”. Está claro, amigo leitor, que a Lei dos Dez Mandamentos, é de Deus e não de Moisés.
Diz ainda a opinião humana, que a Lei de Deus, era um concerto entre o Senhor e o povo de Israel somente.
No entanto, Adão conhecia a Lei de Deus desde o Éden. Sabe-se que Adão, a primeira criatura humana, não era israelita e não tinha nacionalidade, pois, na criação não havia nação alguma. Adão era, portanto, apátrida, pois, habitava no Jardim do Éden, era, por conseguinte, edênico, nunca israelita, observe atentamente o relato de Romanos 5: 19 que descreve assim: “Porque, como pela desobediência de um só homem (Adão) muitos se tornaram pecadores, assim também por meio da obediência de um só (Cristo) muitos se tornarão justos”. (Adendo nosso).
Desobediência ou pecado, nada mais é, do que quebrantamento da Lei de Deus. Confirme em I S. João 3: 4. “Todo aquele que pratica o pecado, também transgride a Lei; porque o pecado é a transgressão da Lei”.
O pecado entrou no mundo por Adão, e pecado é transgressão da Lei, logo, já existia a Lei de Deus no Jardim do Éden, do contrário não teria havido transgressão nem, muito menos, pecado!
O Sábado foi instituído no Éden, está registrado em Gêneses 2: 1, 2 e 3. Confirme: “Assim, pois, foram acabados os céus e a terra, e todo o seu exército. E havendo Deus terminado no dia sétimo a Sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a Sua obra que tinha feito”.
Logicamente, no Éden não havia nenhum israelita, nem Judeu, nem Batistas do Sétimo Dia, nem muito menos Adventistas do Sétimo Dia ou, como queiram, Sabatistas.
Por isso, eu prefiro firmar minhas convicções espirituais na Verdade Divina, do que em teorias humanas, mesmo que essas estejam cheias de honestidade e, até mesmo, de humildade.
Na ânsia de querer acertar, e quem sabe ajudar Deus, o ser humano chega a afirmar que Jesus Cristo estabeleceu um Novo Concerto, no lugar da Lei de Deus. Ponto de Vista este, que distorce completamente do que a Bíblia nos esclarece na primeira epístola de João, registrado no capítulo 2: 7 que diz: “Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão mandamento antigo, o qual desde o princípio tivestes. Esse mandamento antigo é a palavra que ouvistes”.
Fique atento meu querido leitor, não é mandamento novo, mas, antigo, que Adão e Eva passou a conhecer desde o princípio, ou seja, desde a Criação, e o Sábado foi estabelecido na semana da criação!
Por isso, é nosso desejo que todos façam a vontade de Deus, para assim, viver eternamente! Veja I São João 2: 17 “Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente”. E a vontade de Deus é que guardemos o Seu Santo Sábado.
Portanto, amigo leitor, quando a tortura e a aflição cair sobre ti, esteja com os ouvidos prontos para ouvir os atraentes apelos provenientes dos lábios do amorável Pai, que não medirá esforços para minorar o teu sofrimento ofertando-te, gentilmente, a salvação. Esteja, pois, disposto a seguir as instruções a ti oferecidas, para fazer-te vencedor, frente ao mal!
Agora é o tempo sobremodo oportuno, para responder, afirmativamente, à oração de Cristo feita pouco antes de Sua humilhação e morte, registrada na epístola de João 17: 21, descrita assim: “A fim de que todos sejam um; e como és Tu, ó Pai, em Mim e Eu em Ti, também sejam eles em Nós; para que o mundo creia que Tu Me enviaste”.
Esta deve ser a minha e a tua postura, refletir, gradativamente, o caráter de Cristo em tua vida, para que as pessoas que entraram em contato contigo possam ver a imagem de Deus restaurada em tua vida!
Este é o meu desejo e a minha singela oração!

sábado, 8 de fevereiro de 2020

IDE - Opiniões Desencontradas Sobre o Dia do Senhor!

OPINIÕES DESENCONTRADAS SOBRE O DIA DO SENHOR!

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
                               Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



UMA PALAVRA DO PR. AMILTO JUSTUS


O presente trabalho que apresentamos aos distintos leitores, ávidos de conhecimentos sérios e honestos no que tange aos maravilhosos ensinamentos da Santa Palavra de Deus, é fruto de estudos bíblicos feitos com toda humildade por alguém que já milita nas fileiras do exército do Senhor há mais de vinte anos como pastor e ensinador das verdades espirituais e eternas.
Por muito tempo resistimos ao impulso de colocar em um opúsculo as verdades e considerações contidas nesta mensagem que agora passamos às mãos dos que a leem.
Relutamos porque achamos que assim fazendo poderíamos magoar ou entristecer algumas pessoas que são guardadoras do Sábado, muitas delas, ótimas e amigas chegadas a nós.
Todavia, como não tivemos a mesma consideração por muitos sabatistas, que se introduziram em nossos arraiais, semeando suas doutrinas, que a nosso ver, carecem de base bíblica, procurando levar para seu meio, como aconteceu com alguns casos, pessoas sem firmeza e sem melhores conhecimentos da Palavra, um tanto constrangido, porém certos de que é à vontade de Deus, resolvemos deixar extrapolar do coração e da mente para o papel a mensagem simples, mas cheia da Palavra de Deus, que o leitor honesto e inteligente tem em suas mãos.
O Objetivo desta mensagem não é fazer dela uma espada para ferir quem quer que seja, porém usá-la como escudo.
Não é nossa pretensão agredir aos que não pensam como nós, mas colocar nas mãos dos nossos irmãos em Cristo Jesus uma mensagem que os ajude a defenderem-se dos ataques maldosos, maliciosos e até heréticos daqueles que nos querem meter debaixo do jugo, não o jugo suave e leve de Cristo, mas, do jugo pesado e insuportável da Lei, já colocado de lado pelo Senhor Jesus.
Aos que não pensam nem creem como nós, nossas escusas por distribuir escudos aos milhares aos amados que querem servir a Deus na simplicidade do Evangelho de Jesus Cristo. A estes, nossos votos de que façam bom uso e as mãos cheias deste trabalho, que tem por finalidade fortalecer a convicção bíblica de que somos salvos única e exclusivamente pela graça de Deus, mediante a fé em nosso Senhor Jesus Cristo.

IMPARCIAL PONTO DE VISTA
Educador Glauco César


O inimigo das almas tem procurado ferir de maneira mordaz, toda pessoa que esteja disposta a cumprir os Mandamentos da Lei de Deus. E o faz através de instrumentos humanos que, até mesmo sem perceber, se colocam a seu serviço, atacando de forma tosca e descaridosa toda pessoa que, sincera e fielmente, esteja disposta a seguir os conselhos de Deus. Evidentemente em cumprimento do que se acha profetizado em Apocalipse capítulo doze, verso dezessete: “Irou-se o dragão (ou seja, Satanás e seus seguidores) contra a mulher (os fiéis prosélitos de Cristo) e foi pelejar com os restantes de sua descendência, os que guardam os Mandamentos de Deus e sustentam o testemunho de Jesus”.
É nosso objetivo, auxiliar o leitor a descobrir nas Escrituras qual o dia que Deus reservou como Seu santo dia e, se possível, ajudá-lo a posicionar ao lado de Cristo e de Sua verdade!
Para tanto, necessita-se analisar com clareza espiritual, o que está contido no livro TRINTA RAZÕES PORQUE NÃO GUARDO O SÁBADO, escrito pelo Pr. Amilto Justus, para não se incorrer no pecado por omissão, de que trata o livro de Tiago no capítulo quatro, verso dezessete: “Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem, e não o faz, nisso está pecando”. Logicamente, esclarecer aos amigos e irmãos sobre enganos espirituais é fazer o bem.
Apoiados nesta premissa, analisemos as considerações do Pr. Amilto Justus, à luz da Palavra de Deus.
Logo nas primeiras considerações do autor, o mesmo chama de distintos leitores, ávidos de conhecimentos sérios e honestos àqueles que, por ventura, venham a concordar com seus enunciados, ou ponto de vista. O escritor ainda se identifica como humilde, enaltecendo a sua própria pessoa.
Ao assim fazer, o mesmo se coloca em flagrante oposição ao enunciado contido no livro de Colossenses no capítulo dois e verso vinte e três: “Tais cousas, com efeito, tem aparência de sabedoria, como culto de si mesmo e falsa humildade, e rigor místico, todavia não tem valor algum contra a libertinagem”.
Infelizmente, o dito autor, ao se engrandecer, certamente, se esqueceu das sábias deferências de João, contidas no seu livro capítulo três, verso trinta onde está escrito: “Convém que Ele cresça e que eu diminua”.
Com estas palavras, o Discípulo Amado, estava afirmando que o objetivo de todo cristão é enaltecer a pessoa de Jesus, restaurando a imagem perdida de Deus no ser humano!
Todos que agirem desta maneira, quando observado por seus semelhantes, tais espectadores com certeza afirmarão: verdadeiramente, este é filho e representante do Senhor Deus!
Em seguida, o autor diz textualmente “ter resistido ao impulso de colocar em um opúsculo as verdades e considerações contidas nesta mensagem”. E continua: “relutamos porque achamos que assim fazendo poderíamos magoar ou entristecer algumas pessoas amigas e chegadas a nós”.
Note bem, caro amigo, se a mensagem defendida pelo autor é verdadeira, o Pr. Amilto não tem sido justo com Deus, pois, deixa de pregar a verdade, para não ferir seus amigos, e, talvez, preservar a amizade, quem sabe, procurando não causar divisão.
O pesquisador franco e leal, sempre que fizer uso da Bíblia, deve estar atento ao que Jesus afirma no livro de Mateus no capítulo dez, dos versos trinta e quatro aos trinta e nove: “Não penseis que vim trazer paz a Terra, não vim trazer paz, mas espada. Pois vim causar divisão entre o homem e seu pai, entre a filha e sua mãe, e entre a nora e sua sogra. Assim, os inimigos do homem serão os de sua própria casa. Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem não tomar a sua cruz, e vir após Mim, não é digno de Mim. Quem acha a sua vida, perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por Minha causa, achá-la-á”.
Mais adiante, o autor, esclarece-nos que espírito o motivou a escrever estas TRINTA RAZÕES; afirma Amilto: “Todavia como não tivemos a mesma consideração por muitos sabatistas”, etc., etc., etc., “resolvemos deixar extrapolar...” e continua “que o leitor honesto e inteligente tem em suas mãos”.
O Pr. Amilto deixa patenteado o que lhe motivou a escrever este livro. Com certeza foi o espírito de ressentimento e de vingança. E estes atributos não fazem parte do fruto do Espírito Santo. Na habitação dos justificados, não haverá lugar para ressentimentos e vinganças.
No Novo Céu e na Nova Terra, na restauração de todas as coisas, o Senhor acolherá os justificados, ali habitará a justiça, será um lugar de felicidade e de genuíno motivo de regozijo.
Continuando, o autor afirma textualmente que “o objetivo desta mensagem não é fazer dela uma espada para ferir quem quer que seja, porém, usá-la como escudo”.
E logo em seguida, destoando de sua afirmação anterior, ele chama aos que procuram fazer a vontade de Deus, de “maliciosos e até heréticos”. Mostrando, claramente, que este livro não tem sido escudo e sim uma arma de acusação, para os que procuram fazer a vontade de Deus.
Prossegue o Pr. Amilto Justus, asseverando que a “Lei de Deus é um jugo pesado e insuportável”.
O Apóstolo Paulo, em revelação doada por Deus, discorda flagrantemente da opinião do Pr. Amilto. Confira no livro de Romanos no capítulo sete, verso doze: “Por conseguinte a Lei é santa, e o Mandamento, santo e justo e bom”.
Já João, conhecido como o Discípulo Amado, concorda com o apóstolo Paulo, está registrado na primeira Epístola de João no capítulo cinco, verso três: “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os Seus Mandamentos; ora os Seus Mandamentos não são penosos”.
Está claro, meu amigo leitor, que a opinião do Pr. Amilto está distorcida, e que o esclarecimento de Paulo e João, bate JUSTO com a vontade do Onipotente.
Esta prédica tem por objetivo ser um auxiliador na condução de tua jornada rumo à Vida Eterna. Mas, que fazer para entrar na Vida Eterna?
Deixemos que o próprio Cristo esclareça: “Respondeu-lhe Jesus: Por que Me perguntas acerca do que é bom? Bom só existe um. Se queres, porém entrar na vida, guarda os Mandamentos”. Mateus 19: 17. Observe ainda o que está contido no livro de Mateus no capítulo sete, verso vinte e um e, reflita nas palavras de Jesus: “Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino do Céu, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai que está nos Céus”.
Examine minuciosamente o que Jesus afirmou acerca daqueles que violam os Mandamentos e assim ensinam aos homens: "Aquele, pois, que violar um destes Mandamentos, posto que dos menores e, assim, ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos Céus”. Mateus 5: 19 pp.
Em contrapartida que assevera Cristo, sobre quem cumpre e ensina sobre a perenidade da Lei? “Aquele, porém, que os observam e ensina, esse será considerado grande no reino dos Céus”. Mateus 5: 19 up.
Portanto, meu querido amigo, o princípio essencial da Lei de Deus, não é a discórdia nem a acusação, é, por conseguinte, o amor!
Nessa compreensão, entende-se que a Lei de Deus, na verdade, é o transcrito do caráter da Divindade. É este amor que devemos transmitir. “O Amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da Lei é o Amor”. Romanos 13: 10.
Graças a Deus, que a opinião do Pr. Amilto é falha, pois, Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho único, Jesus.
O amor de Jesus é tão imenso que Ele se predispôs a morrer, por cada pecador, na cruz do Calvário, para salvá-los dos enganos, erros, das mentiras e dos pecados. Sim, isto é Amor salvífico.
Por isso, se faz necessário atentar para a justa opinião de Cristo registrada no livro de São Mateus no capítulo cinco, verso dezessete que assevera: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir”.
Quaisquer coisas, além disso, são opiniões humanas, destituídas da Verdade.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

IDE - Qual é o Dia Especial de Adoração?

QUAL É O DIA ESPECIAL DE ADORAÇÃO?

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
                               Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.
Educador Glauco César



UM PEQUENO COMENTÁRIO



TRINTA RAZÕES;
POR QUE NÃO?
GUARDO O SÁBADO!

Certa feita, falando sobre a veracidade do Sábado, a um amigo do Evangelho, este, por sua vez, ante as contundentes provas bíblicas, disse-me que se houvessem provas escriturísticas de que o Domingo fosse o Dia do Senhor, seria quase provável que eu não mudaria o meu ponto de vista nem passaria a observar o Domingo. Eu, por minha vez, disse-lhe que bastaria apenas um verso que transmitisse uma certeza sobre a guarda do Domingo e, prontamente, eu seria um adepto do primeiro dia da semana.
Decorrido algum tempo, chega a mim, aquele amigo do evangelho, com um opúsculo, dizendo: Eis-me aqui, não com uma, mas, com TRINTA RAZÕES, PORQUE NÃO GUARDO O SÁBADO e, certamente, você não mais guardará.
Confesso que naquele momento, por segundos, o mundo me fugiu dos pés, e o Céu me caiu na cabeça. Contudo, ao analisar aquele pequeno livro, o mesmo mudou de nome, ou pelo menos de sentido, pois, em meu pensamento, o seu título continuou o mesmo, contendo as mesmas palavras, mas com um significado totalmente inverso do que ele propunha.
Após a análise daquele livrete, passou a ser chamado por mim de: TRINTA RAZÕES; POR QUE NÃO? GUARDO O SÁBADO!
O leitor passa a ter em mãos uma pequena análise bíblica das 30 razões apresentadas pelo Pr. Amilto Justus, contra a guarda do Sábado que, divinamente o Espírito Santo, transforma essa aparente derrota daqueles que procuram seguir a vontade de Deus, numa grande vitória da Verdade Divina.
Esta obra é, portanto, um estudo dirigido sobre o livrete: TRINTA RAZÕES PORQUE NÃO GUARDO O SÁBADO.


PONTO DE VISTA


Hoje, declaraste ao Senhor que te será por Deus, e que andarás nos Seus caminhos, e guardarás os Seus estatutos, e os Seus juízos, e darás ouvidos à Sua voz, portanto, “pagai a todos o que lhes é devido, a quem honra, honra, a quem respeito, respeito”. Romanos 13: 7. E Deus respeitou o homem de tal maneira, que lhe criou o mundo, dotando o homem de opiniões próprias, respeitando-lhes o seu ponto de vista, dando-lhes o livre arbítrio.
Agora, pois, “a ninguém fiqueis devendo cousa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama ao próximo tem cumprido a Lei”. Romanos 13: 8.
“Acolhei ao que é débil no conhecimento de Deus, e não lhes discuta as opiniões, pois Deus nosso Pai também o acolheu”. Romanos 14: 1.
“Porque um faz diferença entre dia e dia, outro julga iguais todos os dias, mas, cada um tem opinião bem definida em sua própria mente”. Romanos 14: 5.
Porém, “quem distingue entre dia e dia, para o Senhor o faz, e dá graças a Deus”. Romanos 14: 6.
Agora, pois, é hora de vermos nos nossos semelhantes, um amigo, um irmão, e um servo do Senhor.
Pois, as trevas da noite se dissiparam, portanto revistamo-nos do amor, que é a arma da luz.
“Andemos dignamente como em pleno dia”. E esqueçamos as “dissoluções, contendas e ciúmes”. Romanos 13: 13.
“Revistamo-nos, portanto, do Senhor Jesus Cristo”. Romanos 13: 14.
Acolhamos com simpatia e amor, aqueles que têm diferente o seu PONTO DE VISTA.


APRESENTAÇÃO – Gilberto Stêvão





Trinta Razões Porque Não Guardo o Sábado, o pastor Amilto Justus conseguiu externar com clareza o mais puro evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde não há lugar para a lei de Moisés porque se tornou falha e inoperante.
O pastor Amilto penetra na essência do problema e no verdadeiro sentimento dos apóstolos que, inspirado pelo Espírito Santo refutaram a ideia dos falsos cristãos que desejavam servir a Cristo e guardar a lei.
Fazendo uso correto dos textos bíblicos, não lhes torcendo o sentido e não invalidando o contexto, o autor destrói, em cada uma das trinta razões, o pretexto judaizante de fazer do cristianismo uma seita judaica e da lei de Cristo remendos apenas.
O pastor Amilto soube demonstrar por que somos ministros de um Novo Testamento, e que a religião de Cristo não está dependurada a rudimentos e dispõe de suas próprias leis. Cristo não colocou remendo de pano novo (seus ensinos) em vestido velho (a Lei e os Mandamentos). Jesus estabeleceu tudo novo e jogou fora o velho. Veja Hebreus 8: 13. “Dizendo: Novo pacto, ele tornou antiquado o primeiro. E o que se torna antiquado e envelhece, perto está de desaparecer”. Observe Gálatas 4: 30. “Que diz, porém, a Escritura? Lança fora à escrava e seu filho, porque de modo algum o filho da escrava herdará com o filho da livre”.
Segundo a epístola de Paulo aos Coríntios, os dez mandamentos são o ministério da morte, um ministério de condenação, uma Lei Transitória, que quer dizer: passageira, temporária e instável. Os dez mandamentos foram temporários e não têm mais valor algum porque foram abolidos por Cristo.
Gosto do Velho Testamento. Gosto das coisas antigas pelos seus aspectos históricos, mas jamais serei tolo de usar uma coisa antiga e obsoleta, quando existem coisas superiores. Não trocarei a luz elétrica pelas tochas de fogo. Assim não trocarei o Domingo, que etimologicamente quer dizer O DIA DO SENHOR, O DIA QUE O SENHOR RESSUSCITOU, por nenhum outro, nem mesmo pelo Sábado da Lei, cuja glória desvaneceu ante o resplendor do dia da ressurreição.

JUSTA REFUTAÇÃO
Educador Glauco César



Na apresentação do opúsculo TRINTA RAZÕES PORQUE NÃO GUARDO O SÁBADO escrito pelo Sr. Gilberto Stêvão, logo no primeiro parágrafo, diz que; no mais puro evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, não há lugar para a Lei de Moisés porque se tornou falha e inoperante.
Justamente aí, encontra-se um grande engano do Sr. Gilberto Stêvão, quando confunde a Lei de Deus (Lei Moral – 10 Mandamentos) com a lei de Moisés (lei cerimonial – ordenanças).
Logo, a Lei a que o mesmo se refere não é a de Moisés, mas de Deus, proferida por Deus, conforme Deuteronômio 4: 12 e 13, que diz: “E o Senhor vos falou do meio do fogo:... Então Ele vos anunciou o Seu pacto, o qual vos ordenou que observásseis, isto é, os dez Mandamentos; e os escreveu em duas tábuas de pedra”. Lei esta, escrita pelo dedo de Deus, conforme Êxodo 31: 18 que reza assim: “E deu a Moisés, quando acabou de falar com ele no monte Sinai, as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus”.
Os conjuntos de leis que regia a nação judaica eram divididos, praticamente, em três partes: MORAIS – Os 10 Mandamentos – CERIMONIAIS – que atende a ritos religiosos e de ordenanças, das quais as leis de Moisés estão incluídas. JUDAICAS – leis do país.
Por conseguinte, a lei de Deus não se tornou falha e nem inoperante, pois, a mesma comunica conhecimento do pecado, como atesta Romanos 3: 20 “Porquanto pelas obras da Lei nenhum homem será justificado diante dEle; pois o que vem pela Lei é o pleno conhecimento do pecado”. Veja Romanos 7: 7 “Que diremos pois? É a Lei pecado? De modo nenhum, contudo, eu não conheci o pecado senão pela Lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a Lei não dissesse: Não cobiçarás”. Por isso mesmo a Lei de Deus deveria ser engrandecida por Cristo, é isto que diz o profeta Isaías no capítulo 42: 21 “Foi do agrado do Senhor, por amor da Sua justiça, engrandecer a Lei e torná-la gloriosa”.
Faz parte daquela apresentação a afirmativa de que são falsos cristãos aqueles que desejam servir a Cristo e guardar a Lei.
Na concepção daquele apresentador, o verdadeiro Cristão segue a Cristo sem, contudo, fazer a Sua vontade, torna-se isto lógico?
Recorramos mais uma vez às sagradas letras, as quais se tornam para os leitores ávidos da verdade, vida e ensino.
O próprio Cristo dá o Seu testemunho em Mateus 5: 17 “Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir”.
O próprio Jesus, filho do Deus Altíssimo, dá-nos um gracioso conselho, que se guarde os Mandamentos de Deus para, assim, permanecer no Seu amor. Está relatado em São João 2: 6. Veja: “Aquele que diz estar nEle, também deve andar como Ele andou”. E Jesus quando esteve aqui na Terra, no espaço de trinta anos na Palestina, ele andou guardando os Mandamentos da Lei de Deus.
Podemos, portanto, afirmar que Jesus Cristo, certamente, conforme o conceito do apresentador Gilberto Stêvão, foi o primeiro Falso Cristão, porque Ele guardou a Lei de Deus.
Por isso mesmo, sinto-me feliz em ser mais um Falso Cristão, porque este é o dever de todo homem. Veja Eclesiastes 12: 13. “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus, e guarda os Seus Mandamentos; porque isto é o dever de todo homem”.
O Sr. Gilberto Stêvão, diz ser ministro de um Novo Testamento. Diz ainda que Cristo não colocou remendo de pano novo (seus ensinos) em vestido velho (a Lei e os Mandamentos). Continua ele, Jesus estabeleceu tudo novo e jogou fora o velho; e cita Hebreus 8: 13 que reza assim: “Quando ele diz nova, torna antiquada a primeira. Ora aquilo que se torna antiquado e envelhecido, está prestes a desaparecer”. Cita também Gálatas 4: 30 que afirma: “Contudo, que diz a Escritura? Lança fora a escrava e a seu filho, porque de modo algum o filho da escrava será herdeiro com o filho livre”. Querendo dizer com esta citação que a Lei Moral de Deus escraviza o homem.
Sobre este item tem-se algumas coisas a observar, antes mesmo de se entrar em detalhes mais aprofundados. Sobre a citação do apóstolo Paulo aos Hebreus, o mesmo falando sobre o dito Novo Testamento, de que tanto fala o Sr. Stêvão, já no versículo dez o Relato afirma que o próprio Cristo esclarece o Novo Testamento ou Nova Aliança. Está redigido da seguinte forma: “Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias diz o Senhor. Nas suas mentes imprimirei as Minhas leis, também sobre os seus corações as inscreverei; e Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo”. Hebreus 8: 10.
O que se conclui disto tudo, é que a Lei Moral de Deus, ou seja, o transcrito do caráter do Onipotente, nesta nova aliança, não será apenas escrita em tábuas de pedra, mas, principalmente, nas tábuas do nosso entendimento, que, muitas vezes, torna-se empedernido pelo pecado.
As Leis e os Mandamentos de Deus estarão eternamente impressos em nosso caráter, para que Deus possa ser o nosso Deus, e para que nós possamos ser o Seu povo peculiar.
E com referência a Gálatas 4: 30, que o autor daquela apresentação quis torcer o sentido, afirmando de maneira um tanto rígida que a Lei Moral de Deus escraviza o homem, seria bom que o Sr. Gilberto ficasse atento ao que está registrado no livro de Tiago no capítulo dois e verso doze que informa, exatamente, o contrário do que ele deseja apregoar, senão vejamos: “Falai de tal maneira, e de tal maneira procedei, como aqueles que hão de ser julgados pela Lei da Liberdade”.
Observem queridos leitores, não pela lei da escravidão, mas Lei da Liberdade, não lei que o torna um subserviente cego e cativo, que força, mas Lei que deixa a humanidade a cavaleira para fazer uso do sagrado livre arbítrio e fazer a independente escolha de se colocar ao lado do Criador e Redentor, Jesus Cristo!
Como se tudo isto não bastasse, o Salvador deixa ainda uma infinita gama de versos que elucidam as dúvidas se, por acaso ainda existam.
Malaquias, no livro do mesmo nome, escrevendo sobre Deus e o Seu caráter, no capítulo três e verso seis, primeira parte relata: “Porque Eu, o Senhor, não mudo”. Quando Deus diz que não muda, Ele quer dizer, que Seus propósitos não mudam, Seu caráter não muda, nem muda Sua Lei.
Logo, o ensino de Cristo não é algo novo, não são instruções novas, porque Deus não muda, nem, contudo muda Suas informações. Como que querendo por um ponto final no assunto, Deus, graciosamente, oferta para a humanidade o registro no livro dos Salmos, com tão sábias e decisivas palavras, tais como as que se encontram grafadas no capítulo cento e onze, versos sete e oito: “As obras de Suas mãos são verdade e justiça; fiéis todos os Seus preceitos. Estáveis são eles para todo o sempre, instituídos em fidelidade e retidão”.
Após estes versículos se pode, tão somente, agradecer a Deus por exatas palavras de princípio certo, tais como: justiça; verdade; fiéis; estáveis para todo o sempre; fidedigna e reta.
Sim, isto é, o que são os Mandamentos de Deus. Mas, Deus ainda nos outorga outro verso, que tira todas as dúvidas restantes, este verso é I João 2: 7 que informa: “Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão Mandamento antigo, o qual desde o princípio tivestes. Esse Mandamento antigo é a palavra que ouvistes”. É por isso, caro leitor, que, eu, livremente, escolho a Palavra de Deus, que opiniões de qualquer comentarista.
Não satisfeito e nem realizado, aquele apresentador diz que os Dez Mandamentos é o ministério da morte. Afirmando ainda, que o Decálogo foi temporário e não têm mais valor algum porque foi abolido por Cristo.
Muito bem, na verdade eu não creio que os Dez Mandamentos sejam ministério da morte, muito pelo contrário, pois, a morte subjuga o homem, mas o Decálogo não, ele traz liberdade, e liberdade nunca é e nem será sinônimo de morte, é isto que Tiago se refere em sua epístola no capítulo dois e verso doze: “Falai de tal maneira, e de tal maneira procedei, como aqueles que hão de ser julgados pela Lei da Liberdade”. Mateus, discorrendo sobre o mesmo assunto, cita a pessoa de Jesus, e Cristo, oportunamente, dá-nos este maravilhoso conselho que encontramos no versículo dezessete do capítulo dezenove do livro de Mateus. “Respondeu-lhe Jesus: Por que me perguntas acerca do que é bom? Bom, só existe um. Se, porém, queres entrar na vida, guarda os Mandamentos”.
Se os Dez Mandamentos é o ministério da morte, Jesus, nunca teria dito “se queres entrar na vida” Mateus 19: 17.
Mas, a despeito do que os outros pensem ou digam, eu prefiro ficar com as afirmações de Cristo, porque só Ele é vida e vida abundante.
Com referência a que os Dez Mandamentos são temporários, instáveis e não ter mais valor algum, pois, foram, supostamente, abolidos por Cristo, nada melhor do que saciarmos nossa sede, no “manancial de águas puras e cristalinas”, Jesus, pois, Ele falando com referência a este assunto, no livro de Mateus no capítulo cinco e verso dezessete, informa-nos: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir”.
Qualquer coisa, além disso, são “cisternas, cisternas rotas que não retém as águas” Jeremias 2: 13.
Mais adiante aquele exibidor diz que jamais seria um tolo de trocar o Domingo pelo Sábado da Lei, cuja glória desvaneceu.
A Bíblia diz que a glória dos homens é loucura para Deus, aquele apresentador querendo se expor à vista como sábio, aos olhos humanos, se opõe as coisas simples e belas de Deus, taxando de tolo, inclusive, aos que procuram, como Cristo, conforme o costume dEle, guardar o Sábado do Senhor!
Talvez, aquele homem ao apresentar seus argumentos, pense ser um sinal de inteligência, de erudição duvidar ou se colocar contra a palavra de Deus. Quem sabe, ele esteja construindo um caminho que aos seus olhos seja caminho de vida, mas que no final, com certeza, será caminho de morte!
É por isso que mais uma vez, alegro-me em ser um tolo, aos olhos humanos, pois, certamente não o serei aos olhos de Deus, porque este não é dever apenas meu, mas de todos, indistintamente, e esta não é uma posição minha, arbitrária ou aleatória, mas uma posição de convicção do Todo Poderoso, conforme Eclesiastes 12: 13 que relata assim: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus, e guarda os Seus Mandamentos; porque isto é o dever de todo homem”.
Mas, infelizmente, há aqueles que não guardam os Mandamentos de Deus, acham-se destituídos de tal, e o que é pior, assim ensinam aos seus semelhantes, dizendo, inclusive, que assim ensinando, estão dando prova cabal de que os ama, pois estão livrando do jugo pesado da Lei.
Quão enganados encontram-se, e quão distanciados estão de Deus e de Sua verdade. Pois, na primeira epístola de João, no capítulo dois e no verso quatro, existe uma advertência que não poderíamos passar de largo; esta advertência afirma: “Aquele que diz: Eu O conheço e não guarda os Seus Mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade”. Reconheço que são duras palavras, mas, são vitais para todo aquele que  deseja manter um relacionamento salvífico e vivificante com Cristo!
Não é livrando os irmãos do suposto jugo pesado da Lei, que damos provas do nosso amor por eles, mas é demonstrando-lhes a fonte do amor, Deus, que lhe damos provas sinceras de que os amamos.
É por isso, que são felizes os que praticam as obras da Lei, pois, ao agirem dessa maneira, estão se preparando para a vinda do Pai e a volta gloriosa de Cristo. É o que diz o vidente de Patmos, em Apocalipse 14: 12. “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os Mandamentos de Deus e a fé de Jesus”.
Que possamos, com amor e obediência, abreviar este grande e faustoso evento!