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sábado, 24 de agosto de 2019

IDE - O Cântico Triunfal!

CAPÍTULO XIX

 O CÂNTICO TRIUNFAL!
Educador Glauco César

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.




João, o vidente das cenas apocalípticas, estava absorto, concentrado em seus pensamentos, um tanto pasmado, surpreendido e até admirado com as cenas que acabara de assistir, que o deixou um tanto entorpecido, numa mescla de alegria e tristeza, ao perceber que a grande parte da humanidade houvera desprezado os angustiosos e amoráveis convites de Cristo!
No entanto, em contrapartida, ele se sentia aliviado e feliz por, finalmente, poder perceber o regozijo daqueles que anelavam por tal acontecimento!
Por sua vez, o Profeta sentiu-se revigorado por rever, Aquele que era objeto de sua especial afeição, o Mestre Jesus Cristo! 
Em meio a essa oscilação de pensamento, o Discípulo Amado, se alegra ao perceber de forma altissonante, o ressoar, no espaço sideral, repetindo e reproduzindo em toda extensão do Universo o cântico da numerosa multidão que fazia parte da grande Procissão Celestial que vinha ao encontro daqueles humanos que permaneceram fiéis!
Esse grande cortejo de seres celestiais, acompanhados por criaturas de todo o Universo, entoavam, jubilosamente, à Divindade.
O cântico de regozijo era tamanho que ecoava em toda Grande Expansão, transformando a abóbada celeste numa grande concha acústica, como resultado, influencia todos os remidos que, os aguardavam, aqui na Terra!
No entanto, aquela comitiva pomposa, formada de seres angelicais e moradores de todos os planetas habitados, incluindo, naquele grupo, alguns humanos.
Dentre os representantes da Terra, estavam os quatro seres viventes que pemaneciam ao lado do trono celestial. Eram eles: Enoque, filho de Caim, representando os humanos que viveram antes do dilúvio, simbolizando, também, aqueles que não passarão pelo dissabor da morte.
O segundo ser vivente é Moisés, sua ressurreição e ida para o céu, é símbolo dos humanos que morreram e necessitarão da ressurreição para herdar a vida eterna.
O Terceiro ser vivente foi o profeta Elias. Já o quarto ser humano que sensibilizou o Onisciente Pai, foi o mais messiânico dos profetas, Isaías.
Juntamente a essas quatro criaturas humanas adquiridas por Cristo, havia ainda, mais vinte e quatro anciões que foram comprados da Terra, sendo levados para os Céus por Jesus em Sua ascensão.
Pois bem, a grande multidão que acompanhava a Divindade até à Terra, naquela  ação, entoavam o cântico de reconhecimento ao Pai, enaltecendo Sua  honra e justiça, por ter enviado o Filho Amado, para resgatar a humanidade, todos aqueles que atenderam ao chamado de Cristo Jesus!
De posse desse entendimento inicial poderemos conhecer os versos que serão amoravelmente, analisados: “Depois destas cousas, ouvi no céu uma como grande voz de numerosa multidão, dizendo: Aleluia! A salvação, e a glória, e o poder são do nosso Deus, porquanto verdadeiros e justos são os Seus juízos, pois julgou a grande meretriz que corrompia a terra com a sua prostituição e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos.
Segunda vez disseram: Aleluia! E a sua fumaça sobe pelos séculos dos séculos.
Os vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a Deus, que se acha sentado no trono, dizendo: Amém! Aleluia!
Saiu uma voz do trono, exclamando: Dai louvores ao nosso Deus, todos os Seus servos, os que o temeis, os pequenos e os grandes.
Então, ouvi uma como voz de numerosa multidão, como de muitas águas e como de fortes trovões, dizendo: Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso.
Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou, pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro.
Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos.
Então, me falou o anjo: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E acrescentou: São estas as verdadeiras palavras de Deus.
Prostrei-me ante os seus pés para adorá-lo. Ele, porém, me disse: Vê, não faças isso; sou conservo teu e dos teus irmãos que mantêm o testemunho de Jesus; adora a Deus. Pois, o testemunho de Jesus é o espírito da profecia.” Apocalipse 19: 1 – 10.

JUSTIÇA DIVINA – VIRTUDE DE RETRIBUIR CONFORME ESCOLHA CONSCIENTE



A Divindade jamais se regozijará com a derrocada da Grande Meretriz, no entanto, a ruína das Instituições Eclesiásticas que maquinavam o mal, será consequência da escolha consciente, tomada, pela Prostituta e seus adeptos, que são todos aqueles que se deixaram corromper por suborno de favores.
Essa predileção entristeceu o Onipotente, todavia, o júbilo será atribuído ao aniquilamento, para todo o sempre, do mal que perverteu a humanidade, deslustrando a natureza e, não para o extermínio dos pecadores, pois, Deus não se regozija com o mal! “Acaso, tenho Eu prazer na morte do perverso? – Diz o Senhor Deus; não desejo Eu, antes, que ele se converta dos seus caminhos perniciosos e viva?” Ezequiel 18: 21.
Observa-se, desta maneira, que o julgamento Divino é infalível, uma vez que, é pautado na consequência das escolhas da humanidade, que redundará em morte, ou Vida Eterna!
Portanto, cada pessoa, enquanto a porta da graça estiver aberta, estará no comando, direcionando sua própria vida para a eternidade ou, perdição imutável, que não terá mais fim.
É-nos informado que Deus vingou o sangue dos Seus servos. Erroneamente há quem interprete que a vingança de Deus seja sinônima de desforra, vindita, punição e, até mesmo, castigo. Todavia, vingança, na ótica Divina, é a virtude própria de Deus, de restaurar, definitivamente, o justo governo Divino na humanidade!
No processo de promover a reparação, muitos humanos serão aniquilados, pela consequência de seus pecados, no entanto, a vingança de Deus é composta, apenas, de dois ingredientes indispensáveis para a felicidade do homem, que é o consolo e o galardão eterno.
Portanto, a vingança de Deus é formada pelos ingredientes que promovem a reparação, consolando os justificados e, finalmente, galardoando-os com a Vida Eterna!
Por isso mesmo, os seres angelicais e todos os habitantes do Universo que faziam parte da Grande Procissão Celestial, no arranjo daquele coral, puderam continuar cantando honra e justiça ao grandioso Deus do Amor!
Quando os vinte e quatro anciões, juntamente a Enoque, Moisés, Elias e Isaías perceberam que a fumaça, proveniente do aniquilamento daquela mulher que promovia o desvirtuamento do caráter de Deus, subia, pelos séculos dos séculos, eles entenderam, que o pecado, jamais, se levantaria outra vez, por isso, se prostram e adoraram o Onipotente Pai dizendo: Assim seja! E, jubilosamente, regozijavam-se perante Deus!
Após esse ato de reconhecimento, adoração e louvor, ouve-se a voz retumbante de Jesus, anunciando a todo humano que o aguardava aqui na terra, quer fosse um servo pequeno ou grande, naquele momento, deveria dar louvores ao único Deus onipresente, onisciente e onipotente!
Ora, até então, o Pai estava ocupando o Trono da Divindade, Jesus, no entanto, estava assentado à direita do Poder. “Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste; entretanto, Eu vos declaro, desde agora que, vereis o Filho do homem assentado à direita do Todo-poderoso e vindo sobre as nuvens do céu.” Mateus 26: 64.
A concretização das palavras de Cristo, ao sumo sacerdote, estava em franco cumprimento!
O acontecimento seguinte foi predito pelo profeta Daniel. “Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de dias, e o fizeram chegar até Ele.
Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o Seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o Seu reino jamais será destruído.” Daniel 7: 13 e 14.
Naquele momento, Enoque, Moisés, Elias, Isaías, juntamente aos vinte e quatro anciões, se aproximam de Cristo e conduzem-nO até ao ancião de dias, Deus o Pai, que naquele mesmo instante, como estava profetizado, no percurso entre o Céu e a Terra, transmite o domínio, a glória e o reino, levantando-Se do trono, oferecendo-o a Cristo, dotando-O de Poder Soberano e a Autoridade para que Jesus, por toda Eternidade, fosse, de fato, Rei dos reis e Senhor dos senhores!
No relato apocalíptico, João faz uso da palavra então, que é um adverbio de tempo. Neste caso, o enfoque sobre a grande multidão, deixa de focalizar o cortejo celestial, passando a fazer referência à numerosa multidão de remidos que se encontrava aqui na Terra!
Assim, os redimidos entoam com todo poder de suas vozes, dando continuidade ao mavioso cântico, confirmando o louvor a Jeová e ao próprio Jesus, pois, quem louva ao Pai, indubitavelmente, estará louvando ao Cordeiro, uma vez que, Cristo mesmo afirmou que Ele e o Pai agem em unidade! “Disse-lhe Jesus:... Quem Me vê a Mim vê o Pai;... Não crês que Eu estou no Pai e que o Pai está em Mim?” João 14: 9 e 10.
 Neste caso, o Senhor Deus, o Todo-poderoso, é uma alusão específica ao Cordeiro, Jesus Cristo e, Este havia preparado para a grande multidão de remidos e ressurretos a festa para celebrar o casamento espiritual entre o noivo que é Jesus e, a Sua noiva que são todos os redimidos, estes estavam, deslumbrantemente, ornamentados com a pureza celestial!
Depois deste maravilhoso aparato onde se percebe claramente a ostentação do Criador de todo Universo, o glorioso anjo Gabriel entra em cena pedindo ao Profeta que fizesse uma conotação a todos que venceram o pecado, declarando-os de felicíssimos, com aquela felicidade proveniente dos Céus, pois, todos eles, se encontravam prontos para festejar aquele enlace matrimonial!
Quando todos se rejubilavam em confraternização, outra vez, Gabriel faz uso da palavra, acrescentando que a Divindade dava Sua demonstração de confraternidade!
Esta ação era espelho do caráter amoroso de Deus!

SOMENTE A DIVINDADE É DIGNA DE ADORAÇÃO



Quando João ouviu, no timbre da voz do anjo Gabriel, a Palavra de Deus, pronunciada com tanta convicção e propriedade, ele, por um instante, pensou que Gabriel fizesse parte integrante, portanto, insubstituível da Divindade, por isso mesmo, prostrou-se ante os seus pés para, humildemente, adorá-lo.
Todavia, Gabriel, criatura proveniente de Deus, faz lembrar ao Vidente que nenhum ser criado deve ser alvo de adoração por outro, semelhante a ele. Portanto, somente a Divindade, e mais ninguém, poderá ser reverenciada em adoração.
Por conseguinte, qualquer indivíduo da esfera terrestre ou celestial, deve sim, dar depoimento inconteste sobre Jesus, pois, histórica e profeticamente, além de ser o Deus Criador, mantenedor e restaurador, é também, Rei dos reis e Senhor dos senhores para todo o sempre!
Amigo leitor, a quem você está depositando o teu respeito e adoração?
Muitos cristãos têm reverenciado suas instituições eclesiásticas, outros preferem adorar algum profeta, seja ele bíblico ou mesmo, contemporâneo, ainda outros preferem se curvar ante seus sacerdotes e líderes religiosos.
A Bíblia, no entanto, assevera que, somente a Divindade é digna de adoração!

               Que Deus continue a nos abençoar!

quinta-feira, 25 de julho de 2019

IDE - A Queda de Babilônia, a Cidade Emblemática!

CAPÍTULO XVIII

A QUEDA DE BABILÔNIA, A CIDADE EMBLEMÁTICA!
Educador Glauco César

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.
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Sabe-se que a mensagem de salvação que Cristo propagou aqui no planeta malsinado pelo pecado, tinha por cunho, imprimir no ser humano, a certeza de que se ele fosse fiel até a morte, certamente, herdaria a eternidade! “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.” Apocalipse 2: 10 up.
Era, portanto, uma mensagem casta que refletia no humano, a certeza que Jesus devolveria para o pecador arrependido, aquilo que o pecado subtraiu dele, a Vida Eterna!
Essa mensagem, inicialmente, foi disseminada pelo próprio Mestre sem a intervenção de nenhuma Instituição Eclesiástica, as pessoas apenas copiavam o método infalível de Jesus!
Agindo dessa forma, pura, casta e singela, dezenas de milhares de pessoas foram agraciadas com a certeza de que Cristo estava no comando de todas as coisas.
 Todavia, com o decorrer do tempo, as pessoas tidas por cristãs, foram perdendo o zelo inicial e a espiritualidade, distanciando do foco proposto por Cristo, daí vir a seguinte advertência: “Eu sei as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto. Sê vigilante, e confirma os restantes, que estavam para morrer; porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus. Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o e arrepende-te.” Apocalipse 3: 2 – 3 pp.
Após este conselho, os cristãos tiveram que enfrentar um dilema: delegar poder às Instituições que seguiam ou, examinar as Escrituras e obedecê-las.
Infelizmente a escolha da maioria não foi a mais sábia, eles preferiram seguir o brilho ofuscante das Instituições Eclesiásticas, rejeitando os misericordiosos convites e chamados de Deus!
Como resultado as trevas e a decadência espiritual envolveu a comunidade cristã, paralisando-a fazendo fenecer a piedade, a fé, o amor, a obediência, a simplicidade e a humanidade, substituindo-as pela formalidade, a incredulidade, o ódio, a desobediência, a vaidade e o orgulho.
Diante desta cena dantesca, resta-nos conhecer os versos que serão cautelosamente analisados: “Depois destas cousas, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande autoridade, e a terra se iluminou com a sua glória.
Então, exclamou com potente voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável, pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria.
Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos; porque os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou dos atos iníquos que ela praticou.
Dai-lhe em retribuição como também ela retribuiu, pagai-lhe em dobro segundo as suas obras e, no cálice em que ela misturou bebidas, misturai dobrado para ela.
O quanto a si mesma se glorificou e viveu em luxúria, dai-lhe em igual medida tormento e pranto, porque diz consigo mesma: Estou sentada como rainha. Viúva não sou. Pranto, nunca hei de ver!
Por isso, em um só dia, sobrevirão os seus flagelos: morte, pranto e fome; e será consumida no fogo, porque poderoso é o Senhor Deus, que a julgou.
Ora, chorarão e se lamentarão sobre ela os reis da terra, que com ela se prostituíram e viveram em luxúria, quando virem a fumaceira do seu incêndio, e, conservando-se de longe, pelo medo do seu tormento, dizem: Ai! Ai! Tu, grande cidade, Babilônia, tu, poderosa cidade! Pois, em uma só hora, chegou o teu juízo.
E, sobre ela, choram e pranteiam os mercadores da terra, porque já ninguém compra a sua mercadoria, mercadoria de ouro, de prata, de pedras preciosas, de pérolas, de linho finíssimo, de púrpura, de seda, de escarlata; e toda espécie de madeira odorífera, todo gênero de objeto de marfim, toda qualidade de móvel de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro e de mármore; e canela de cheiro, especiarias, incenso, unguento, bálsamo, vinho, azeite, flor de farinha, trigo, gado e ovelhas; e de cavalos, de carros, de escravos e até almas humanas.
O fruto sazonado, que a tua alma tanto apeteceu, se apartou de ti, e para ti se extinguiu tudo o que é delicado e esplêndido, e nunca jamais serão achados.
Os mercadores destas cousas, que, por meio dela, se enriqueceram, conservar-se-ão de longe, pelo medo do seu tormento, chorando e pranteando, dizendo: Ai, Ai da grande cidade, que estava vestida de linho finíssimo, de púrpura, e de escarlata, adornada de ouro, e de pedras preciosas, e de pérolas, porque, em uma só hora, ficou devastada tamanha riqueza. E todo piloto, e todo aquele que navega livremente, e marinheiros, e quantos labutam no mar conservaram-se de longe.
Então, vendo a fumaceira do seu incêndio, gritavam: Que cidade se compara à grande cidade?
Lançaram pó sobre a cabeça e, chorando e pranteando, gritavam: Ai! Ai da grande cidade, na qual se enriqueceram todos os que possuíam navios no mar, à custa da sua opulência, porque, em uma só hora, foi devastada.
Exultai sobre ela, ó céus, e vós, santos, apóstolos e profetas, porque Deus contra ela julgou a vossa causa.
Então, um anjo forte levantou uma pedra como grande pedra de moinho e arrojou-a para dentro do mar, dizendo: Assim, com ímpeto, será arrojada Babilônia, a grande cidade, e nunca jamais será achada.
E voz de harpistas, de músicos, de tocadores de flautas e de clarins jamais em ti se ouvirá, nem artífice algum de qualquer arte jamais em ti se achará, e nunca jamais em ti se ouvirá o ruído de pedra de moinho.
Também jamais em ti brilhará luz de candeia; nem voz de noivo ou de noiva jamais em ti se ouvirá, pois os teus mercadores foram os grandes da terra, porque todas as nações foram seduzidas pela tua feitiçaria.
E nela se achou sangue de profetas, de santos e de todos os que foram mortos sobre a terra.” Apocalipse 18: 1 – 24.

O OUTRO SER LUMINOSO É JESUS,  O ANJO DO CONSERTO

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Logo após Gabriel ter repassado para o vidente o real caráter da meretriz que estava montada na besta escarlate e, ter desvendado a consequência de sua devassidão, João vê descer do céu, outro ser glorioso e resplandecente!
Esse outro anjo seria figuração dos mensageiros humanos com mensagens de arrependimento, proveniente do Paço Celestial?
Obviamente que não, pois, este acontecimento se dá após a Porta da Graça se fechar, quando todas as situações já estarão definidas!
Portanto, este anjo, mensageiro celestial, detentor de autoridade e glória infinda, é o próprio Redentor, conforme revelação do Pai das Luzes! "De repente, virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o Anjo da Aliança, a quem vós desejais; eis que Ele vem, diz o Senhor dos Exércitos. Mas quem poderá suportar o dia da Sua vinda? E quem poderá subsistir quando Ele aparecer?" Malaquias 3: 1 e 2.

UM GRUPO ESPECIAL SE ALEGRARÁ COM A VINDA DE DEUS E VOLTA DE JESUS, ESTE GRUPO SUBSISTIRÁ ETERNAMENTE!

Naquele momento de intenso negror espiritual, a presença marcante do Filho de Deus, brilhará no escuro de cada mente sem emitir calor, a ponto de iluminar todo o planeta com a Sua glória!
Todas as pessoas quer sejam as que se posicionaram ao lado do Inimigo, quanto as que se aconchegaram no seio do Redentor, naquele instante sentirão, em suas próprias vidas, o efeito da claridade Divina.
Fica patente, de forma indelével o resultado; por um lado, o pesar dos que escolheram o caminho que resulta na morte eterna ou, a sublimação, que eleva os demais à maior altura da dignidade, da grandeza e da  honra, ou seja, a Vida Eterna!
Não haverá outra consequência, nem outra oportunidade, portanto, faça agora, enquanto há tempo, sua reflexão e, descubra qual o resultado da tua escolha, pesar, ou excelência majestosa e nobre?
Naquele instante, Jesus, o Cordeiro de Deus, com voz meiga, mas, potente, declara em tom executivo o resultado que, imediatamente, acontecerá ao trama conspiratório das Instituições Eclesiásticas, conhecida como Babilônia, pondo fim à conspiração, para que, nunca mais prejudique a humanidade!
Quebrando a aflição e angústia que dominavam os remidos, uma vez que, dentre os ímpios havia muitos amigos e amados familiares, engrossando a fileira dos que rejeitaram o Remidor, ouve-se uma voz acalantadora proveniente do espaço sideral, era o Pai que sentenciava para que Seu povo  se desprendesse da influência maléfica oriunda da grande Babilônia!
A voz do Pai tranquilizou os remidos, pois, ficou manifesto que a escolha não foi da Divindade mais, do íntimo de cada pessoa, uma vez que os ímpios deram mais valor ao sucesso passageiro, deificando as Instituições, preferindo enaltece-las em lugar de Deus, portanto, não esperaram pela recompensa eterna. "Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga." Jeremias 51: 6.
Assim, o Pai declarou a queda espiritual das Instituições Eclesiásticas, demonstrando e confirmando que elas deveriam, imediatamente, ser punidas! 
Quanto às Instituições, elas preferiram se glorificar e viver em exuberância, sujeita à sua própria vontade, sendo libertina, primando pela sua sensualidade ao invés de buscar os retos caminhos do Senhor!
Imaginavam-se dona de todo poder, contudo, será consumida no fogo de suas ideologias, pois, só um ser é poderoso em Si mesmo e, Este é a Divindade! "Sai do meio dela, ó povo Meu, e salve cada um a sua vida do brasume da ira do Senhor." Jeremias 51: 45.
A ira ou vingança de Deus, na verdade, é a forma das Escrituras se reportar à consequência das escolhas humanas, pois, para cada ação corresponde uma reação igual e em sentido contrário.
Quando esta resposta se refere ao pecado, a consequência é a morte eterna, no entanto, para os prosélitos do Senhor o alcance será a Vida Eterna! "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a Vida Eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor."  Romanos 6: 23. 
Assim, Babilônia a organização religiosa da terra, será punida pela maldade que ela orquestrou contra o Filho de Deus e seus fiéis seguidores!
No entanto, Babilônia, aquela que se orgulhava de sua riqueza, popularidade e poder, vangloriando-se como noiva de Cristo,  juntamente aos seus partidários, em momento não mais oportuno, cai em si! "E disse: Meu Deus! Estou confusa e envergonhada, para levantar a Ti a face, meu Deus, porque as nossas iniquidades se multiplicaram sobre a nossa cabeça, e a nossa culpa cresceu até aos céus." Esdras 9: 6.
Apesar de que os flagelos ocorrerão no espaço de um ano, no entanto, o desfecho final acontecerá no último dia, quando a procissão celestial vier buscar os remidos, tanto os Cento e Quarenta e Quatro Mil, que permaneceram vivos durante o tempo de Angústia de Jacó, quanto os demais remidos, que foram ressuscitados por Cristo, para ter o encontro com Deus nos ares e, finalmente, vê-Lo face a face! "Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque haveremos de vê-Lo como Ele é." I João 3: 2. 

OS ADEPTOS DE BABILÔNIA LASTIMAM-SE

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Quando os ímpios perceberam que a destruição da Babilônia era iminente, e que nada mais poderia ser feito para evitar tal catástrofe, eles, então, começaram a afligir-se numa manifestação de mágoa por, finalmente, compreender que as Instituições não passavam dum movimento falsificado!
Ficou evidente que as Instituições Eclesiásticas se prostituíram, portanto, elas não foram seduzidas, mas, deliberadamente, se corromperam, trocando a promessa da eternidade pela exuberância da riqueza passageira!
A essa altura os heréticos compreenderam que as Organizações de caráter religioso, em pouco tempo, teria o seu fim. Por isso, lamentaram o destino delas, bem como o deles próprios.
Por sua vez, as Denominações religiosas que vendiam facilidade e toda espécie de milagres, sucessos e riquezas materiais, cairão em convulsão de prantos, pois, já nenhum comprador aparecerá para adquirir suas ilusões!
Mostra-se com clareza que o fruto da maldade está amadurecido, bastou um vento forte para desprendê-lo da Árvore da Mentira e, ao esbagaçar-se no chão da realidade, entorpeceu, nos seus aliados, o paladar e, retardou o sentido da mente, demonstrando seu falso sabor, por isso, todas as pessoas que se associaram ao conluio da perversão choravam e pranteavam inconsolavelmente!
Realidade, totalmente, diferente do Plano Conspiratório onde, a suposta rainha oferecia domínio infindável aos que nela confiassem. Tais pessoas perceberam, tarde demais, que o fútil plano levou-os, tão somente, a um profundo remorso!
Por sua vez, os livres pensadores, ou seja, toda criatura que não delegou poder de escolha às Instituições, preferindo seguir o senso comum da Verdade, permitindo que o Espírito Santo o guiasse pelo verdadeiro Caminho da Vida, Jesus Cristo, contemplavam de longe, tristemente, o resultado funesto, tanto de Babilônia, quanto dos seus seguidores!
Em meio a tanto desespero, os remidos, num misto de alegria e tristeza, perguntavam: Que cidade se compara à Jerusalém?
Em contrapartida, eles pranteavam, pois, muitos dos seus ente queridos preferiram se associar à Babilônia, por isso, em desespero gritavam: Ai! Ai da grande cidade e, daqueles que se venderam por causa do seu esplendor e, vertiam lágrimas e choraram a má escolha dos seus queridos!
Contudo, a presença de Cristo, o desejado de todos os remidos, fez com que o pranto se transformasse em alegria, fazendo brotar um sentimento de felicidade, na terra e nos céus, pois, o grande dia houvera raiado!

BABILÔNIA NÃO SUBSISTIRÁ

Os quatro últimos versos, como se vê, usa uma linguagem com recursos mais conotativos que mesmo denotativos, pois, segue o mesmo princípio de todo o livro. Sendo assim, seu conteúdo é rico em figuração, com teor amplamente subjetivo!
Neles encontramos diversas figuras de palavras, como também de pensamento, no entanto, todo este aparato linguístico é utilizado para imprimir na mente do leitor maior dramaticidade dos fatos em foco!
Sendo assim, o desfecho que põe termo ao capítulo em pauta descreve, sem floreio, a situação final de Babilônia. Será uma condição sem retrocesso, pois, não representa uma fase, todavia, será um ponto final, lacrando definitivamente, por toda eternidade, a malsinada história da cidade mística da maldade!
O texto focaliza um anjo poderoso, neste caso, usou-se o artigo indefinido 'um' para expressar uma ideia vaga e imprecisa daquele anjo, demonstrando assim, que não era um anjo especial, por isso, não se usou o artigo definido, seria, então, qualquer anjo, portanto, não era o anjo Gabriel, nem muito menos Miguel!
 Neste caso, o foco não estava no anjo, mas na ação desenvolvida por ele.
Naquela atividade, foi precipitada no mar uma grande pedra de moinho que, naturalmente, por si só, jamais voltaria à tona.
Este feito garante que nenhuma das ações falseadas pela Babilônia jamais se repetirá! A humanidade livrar-se-á daquela que derramou o sangue de Cristo, dos profetas e dos santos, dando a falsa impressão que aquela era a vontade de Deus!
Só assim, a humanidade nunca mais será seduzida pela maquinação do Inimigo, portanto o pecado não se levantará outra vez!
Descrito de forma figurada, o Apocalipse delineia que na história futura da humanidade, jamais, haverá Instituições Eclesiásticas, uma vez que, teremos a verdadeira Religião que é Jesus Cristo, pois, Ele, verdadeiramente, é o Caminho que nos conduz de volta ao Pai!

quarta-feira, 19 de junho de 2019

IDE - A Besta o Oitavo Rei é SemeIhante aos Seus Antecessores!

A BESTA, O OITAVO REI, É SEMELHANTE AOS SEUS ANTECESSORES!


Educador Glauco César
NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



Como se sabe, o anjo Gabriel informou a João que as sete cabeças da besta também simbolizavam sete reis, lembrando que esta besta só possuía sete cabeças!
É preciso ter muita cautela ao tentar decifrar tais enigmas!
Por isso, se faz necessário um estudo bastante epistemológico, onde sobressaia uma análise critica dos princípios, hipóteses e resultados dos estudos filosóficos e espirituais já constituídos, que visam a determinar os fundamentos lógicos, o valor e o alcance objetivo proposto pela intenção da escrita profética.
Pois, existe um pormenor que precisa ser compreendido, os reis atrelados às cabeças eram somente sete, no entanto, o oitavo rei, que procede dos sete, pertence às cabeças, aos dez chifres, ou ele é comum aos dois enunciados?
Sabe-se que as cabeças são sete reis e os cornos são dez reis, então, a profecia está fazendo alusão a sete reis, a dez ou a dezessete reis?
Se referir a dezessete reis, então, neste caso, somariam os reis das cabeças com os reis dos cornos dando-lhes funções próprias! Como não se encontram ofícios para os dezessete reis, então, conclui-se que esta alternativa fica descartada pelo próprio enunciado profético, por não haver fundamento lógico, que dê sustentabilidade a tal hipótese! 
O enunciado afirma categoricamente que esta besta é o oitavo rei, contudo, procede das sete cabeças, o que dá a entender que existe uma fusão das sete cabeças com os dez reis onde, na verdade, as sete cabeças ou reis, fazem parte da totalidade dos dez reis.
Se assim não fora, haveria o início da contagem dos reis, após o sétimo rei, neste caso, o oitavo rei, não seria o oitavo e sim o primeiro rei da nova contagem, todavia, o enunciado é claro em afirmar que o oitavo, procede dos sete, que em sua totalidade, chegaria a dez reis!
Uma vez colocada toda essa inquietação na mente do fiel e diligente pesquisador, devem-se conhecer os versos que serão altiva e zelosamente analisados! "E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição.
Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora.
Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem.
Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos Senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele.
Falou-me ainda: As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas.
Os dez chifres que viste e a besta, esses odiarão a meretriz, e a farão devastada e despojada, e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo. 
Porque em seu coração incutiu Deus que realizem o seu pensamento, o executem a uma e deem à besta o reino que possuem, até que se cumpram as palavras de Deus.
A mulher que viste é a grande cidade que domina sobre os reis da terra." Apocalipse 17: 11 - 18.


O DRAGÃO, ANTES DE SER ANIQUILADO, APROVEITA A OCASIÃO PROPÍCIA PARA AFRONTAR DEUS!




Como se percebe, a besta, que em essência é o próprio Satã, historicamente tem se utilizado dos reis da terra, no caso, as instituições eclesiásticas dos três segmentos religiosos que são: o espiritismo, o catolicismo e o protestantismo que, juntos formaram a base da besta e, continuam dando sustentabilidade ao poder que é alicerçado na eficácia da mentira!
Fica notório que, as Instituições estão fundamentadas na ilusão e falsidade, sendo assim, a mentira passa a ser a adequação entre a consciência  e a sua expressão manifestativa e, nesse sentido se opõe à Verdade, que é Cristo Jesus!  
Como se confirma no enunciado profético, essa besta era e, contudo não é mais. Numa analogia mais abarcante, pode-se concluir que, antes do advento do pecado, esse poder estava restrito à Lúcifer que, naquela ocasião, andava em conformidade aos princípios Divinos. Portanto, aquele poder, era participante da  conciliação respeitante ou pertencente a Deus!
Contudo, após discordar da Divindade e, se antepor ao Criador, Jesus Cristo, aquele poder perdeu a prerrogativa de ser, todavia, hoje, em consequência, ele já não é mais, pois, ao discordar dos princípios divinos, foi alijado, definitivamente, daquela prerrogativa!
Atualmente, ainda em período de graça, este poder maléfico tem apenas sete cabeças que são montes de depravação espiritual, comandados pelos sete reis ou, Instituições Eclesiásticas sob a tutela do Inimigo, com o intuito de interferir no livre arbítrio das pessoas para induzi-las a desaprovar os conceitos divinos!
Futuramente, após o fechamento da Porta da Graça, aparecerá o oitavo rei, não para induzi-las, mas, para apoia-las na perversão, dando continuidade as Instituições Eclesiásticas, espúrias.
Todavia, quando esse poder entrar em ação, haverá de durar pouco, pois, caminha para a destruição, uma vez que Cristo porá termo, àquele ato iníquo, aparecendo nas nuvens dos Céus!
Uma vez, estando, restritamente limitados ao período descrito como Angústia de Jacó, ou seja, após o fechamento da Porta da Graça, configura-se o emblema dos dez reis, sete oriundos da Fase de Graça que se aliam aos três restantes, totalizando os dez reis.
Sendo que os três últimos reis não necessitam do poder de convencimento, pois, a humanidade estará sofrendo a consequência de sua própria escolha, morte ou vida eterna!
Estará assim formada, a perfeita união que demonstrará o acerto entre os poderes religiosos vigentes, conforme o Falsário, capaz de subjugar os remanescentes de Cristo Jesus, os Cento e Quarenta e Quatro Mil.
Hoje, enquanto se está em período de Graça, eles ainda não estão providos do poder de destruição, ou seja, não receberam reino, conforme descrito na profecia, não somente os três do período após o fechamento da porta da graça, quanto também os sete que atuavam momento antes dos sete últimos flagelos.
Por conseguinte, tais reis, haverão de receber autoridade inquisitiva durante uma hora.
O que representa esse período denominado de uma hora? 

A ANGÚSTIA DE JACÓ TERÁ A DURAÇÃO DE UM ANO. OS ÚLTIMOS 15 DIAS SERÃO DE ANIMALESCA PERSEGUIÇÃO AOS RESGATADOS!



Baseado no capítulo dezoito de Apocalipse, deduz-se, sem possibilidade de erro, que os sete últimos flagelos, hão de acontecer num só ano e, após o fechamento da Porta da Graça. “Por isso, em um só dia, sobrevirão os seus flagelos.” Apocalipse 18: 8 (grifo nosso).
Pois, em profecia, um dia profético equivale, exatamente, um ano literal! “Segundo o número dos dias em que espiaste a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano.” Números 14: 34 pp (grifo nosso).
Sendo assim, não há como contestar que os últimos flagelos ocorrerão em um único ano e, eles acontecerão após o fechamento da Porta da Graça. “Ninguém podia penetrar no santuário, enquanto não se cumprissem os sete flagelos dos sete anjos.” Apocalipse 15: 8 up (grifo nosso).
Naquele período, nenhum humano penetrará no Santuário, isto quer dizer que ninguém terá, no último ano de vivência da humanidade aqui no mundo, a atividade de escolha, conhecida como livre arbítrio. Além de que a consequência da escolha de cada criatura humana estará decidida, vida ou morte eterna! “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se.
Eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que Tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras.” Apocalipse 22: 11 e 12 (Grifo nosso).
Pois bem, voltando à nossa análise, os reis ou Instituições Eclesiásticas haverão de receber poder inquisitivo durante uma hora profética.
Fica então a incógnita, há quanto tempo corresponde uma hora profética?
Como a Bíblia revela que em profecias cada dia profético equivale a um ano literal, ou seja, o período de vinte e quatro horas proféticas é sinônimo de um ano literal.
Então, para descobrir quantos dias equivale uma hora profética, basta unificar as grandezas.
Se um dia de 24 horas proféticas equivale a um ano literal de 360 dias, uma hora profética corresponde a quantos dias literais?

Armemos esta equação.

1 dia profético de 24 horas = 1 ano literal de 360 dias
1 hora profética                   = quantos dias literais?
x = 1 h. 360 dias                  x = 15 dias.
              24 h

O enunciado profético revela que os reis receberão autoridade inquisitiva, proveniente da besta durante uma hora profética que equivale a 15 dias literais.
Durante esses últimos quinze dias, as Instituições Eclesiásticas, redobrarão a perseguição sobre os eleitos, com a finalidade de dizimá-los, todavia, os fiéis não morrerão, pois, o Senhor, no tempo oportuno, virá nas nuvens e os libertará!

O PODER MALÉFICO DAS INSTITUIÇÕES, CULTIVA O MESMO CARÁTER DE SATANÁS!




Existe uma intimidade relacional entre os reis, que são as instituições religiosas, com a própria besta que, em essência, é o próprio pai da mentira.
Nessa relação, as instituições oferecem ao inimigo, apontado como sendo a própria besta, o poder e autoridade que elas têm sobre a humanidade, poder este, outorgado pelo próprio Satã, provando existir uma interação entre o comandante do mal e seus comandados.
Portanto, durante o período de Angústia de Jacó, as instituições atuarão com o pensamento batendo em uníssono com a vontade do Inimigo de Cristo.
Assim, quando os fiéis, nos últimos quinze dias da malsinada história da humanidade, sofrerem a desalmada perseguição de morte, este ato terá a mesma intensidade de maldade, como se fosse afligida sobre o próprio Filho de Deus!
Todavia, o Rei dos reis e Senhor dos senhores, haverá de vencer os oponentes, aqueles filhos desobedientes. Esta vitória, Cristo dedicará aos Cento e Quarenta e Quatro Mil, que são os fiéis, seguidores do Mestre, os escolhidos para viver eternamente com Jesus! "Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos." Mateus 22: 14.
Os filhos desobedientes, que não aceitaram a paternidade Divina, haverão de submergir nas águas poluídas do seu próprio entendimento, e haverá choro e ranger de dentes dentre eles, a grande multidão de ímpios que estará espalhada entre todas as nações e localidades geográficas do planeta, então, haverá grande lamentação entre todas as línguas e dialetos!
Os incautos se precipitarão sobre a grande meretriz, o conluio espúrio das religiões, que animava, induzia e dominava aquele povo rebelde! 
Aquela prostituta sentirá o ódio, o desprezo e o escárnio dos seus, até então, seguidores que, tentando justificar sua perdição, numa derradeira e desesperada reação, comerão as carnes pútridas da meretriz, onde se consumirão no fogo de consequência eterna!
Esta ação haverá de acontecer, pelo fato da Divindade ter permitido que as rédeas da maldade fossem liberadas nos humanos que se prostituíram  com a meretriz, levando-os a eliminá-la e, como consequência, deixará a besta, que é Satanás e seus anjos caídos, totalmente, isolada, até que se cumpra a palavra de Deus ao final dos mil anos!
No entanto, na ressurreição dos ímpios que acontecerá após o milênio, outra vez, o laço do desespero se atará, onde essas mesmas pessoas incrédulas e sem fé, hão de reatar com as forças do mal, tentando lesar suas próprias consciências,  numa conspiração com o intuito de sequestrar a Nova Jerusalém que descerá dos Céus. Contudo, sem êxito!
]Todavia, a cidade santa, com os justificados, sairá incólume e os remidos haverão de reinar eternamente, aqui na Terra, com Cristo! "Porquanto os justos herdarão a terra, e os íntegros permanecerão nela." Provérbios 2: 21 e Salmos 37: 29. "Bem-aventurado os mansos, porque herdarão a terra." Mateus 5: 5.
Portanto, a mulher que as instituições estão, hoje em dia, a apregoar, não é a cidade da Nova Jerusalém Celestial é, portanto, uma cidade espúria, cognominada de Babilônia, a grande gestora intelectual das abominações da Terra!
Rogo a Deus para que eu e você, amado leitor, possa, enquanto ainda há tempo, permitir que Jesus abra-nos o entendimento, sendo, portanto, desde sempre, o Senhor galardoador da Eternidade!
Que assim seja!