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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

IDE - Uma União Fraudulenta!

UMA UNIÃO FRAUDULENTA!
Educador Glauco César

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
             Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.

A BESTA EMERGENTE DO SOLO




É interessante observar que desde o início do Relato Revelado de Deus, descrevendo a iniciação de todas as coisas, aparece um opositor do Onipotente, reconhecido como a contrafação da Divindade, ou seja, como a falsificação do produto celestial, imitando a assinatura de Deus, isto através de fingimento e simulação fraudulenta, com o intuito de atrair a simpatia do humano para a sua pessoa, ao tempo em que procura afastar a raça humana do seu Criador!
Todavia, quando João recebeu as informações, que hoje está contido em Apocalipse treze, ele percebe que esse ser contraditório, imitando Deus, forma uma dissimulação trina, composta de sua própria pessoa, descrita no texto como o Dragão, juntamente à besta do mar e do quadrúpede que saiu da terra.
Essa trina união do mal foi montada para que pudesse opor à Divindade que é composta do Pai, Filho e Espírito Santo!
Essa nova junção maléfica está preparada para descarregar sua frustração contra as criaturas humanas, uma vez que se sentiu impotente para pelejar contra o Criador.
Pelo fato da Divindade ser ubíqua, ou seja, ser dotada de onipresença, Ela conhece o futuro, todavia, em momento algum Ela controla o desenrolar da história.
Pois, se assim  fosse, os humanos seriam autômatos, figurantes controlados pelo querer de Deus, ou seja, a humanidade não passaria de fantoche nas mãos do Onipotente e, Este seria um impiedoso e insensível manipulador, que a Seu bel prazer colocaria alguns nas delícias celestiais e, em contrapartida, não se ressentiria em desprezar outros na profundeza do inferno!
Diferente desta compreensão, Deus dá oportunidade a todos de fazer sua própria escolha, que trará, como consequência, vida ou perdição eterna!
A oferta Divina é universal, no entanto, a escolha humana não, cada um escolhe o lado que melhor lhe convém, no entanto, essa escolha, deve ser bem analisada, pois, trará consequência eterna!
Amigo leitor, através das profecias apocalípticas, bem como dos relatos das Escrituras, Deus dá luz suficiente, descortinando os acontecimentos vindouros, que se levados em consideração, habilitará o pecador a tomar as decisões que o conduzirá à Vida Eterna!
De posse desse preâmbulo, pode-se, então, tornar manifesto os versos que serão, detalhadamente, analisados: "Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão.
Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada.
Também opera grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer à terra, diante dos homens.
Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executarem diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu; e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta.
A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes sejam dados certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.
Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis.” Apocalipse 13: 11 - 18

IDENTIFICANDO A BESTA DA TERRA




Apesar de que a besta que emerge da terra tenha surgido depois que uma das cabeças da besta que saiu do mar ter sido ferida de morte, todavia, a da terra, faz parte da outra besta, pois, é composta das cabeças restantes que deu sobrevida àquela besta golpeada mortalmente! 
Nesse incidente dá para se perceber a unidade das três forças espúrias ou falsa trindade, que é composta do mentor espiritual do mal, o próprio Dragão, e seus assessores diretos, a Besta do Mar e a da Terra que, na verdade, é parte integrante e, portanto, insubstituível do projeto diabólico, que maquina o mal, chegando a ser reconhecida como a perfeição da imperfeição, ou o que existe de melhor em termo de não ter valor eterno!
Na verdade, as seis cabeças restantes da Besta do Mar, ter sido individualizada como outra besta, demonstra que as denominações que surgiram como sendo a esperança da reforma espiritual, se renderam aos interesses do Dragão, e formaram um conluio numa combinação entre partes para lesar a humanidade, maquinando uma conspiração contra a Divindade!
A descrição inicial da besta da terra demonstra que ela tinha dois chifres parecendo cordeiro, no entanto, sua fala e seu propósito eram o mesmo do Dragão.
Amigo leitor, na verdade, o Dragão tem feito uso dos colaboradores terrenos, no caso, as denominações protestantes, todas elas, pois, o Dragão não exige exclusividade, este fator é preponderante, pois, faz prosperar o engodo do maligno, uma vez que, a humanidade, não espera dos seus representantes e aliados espirituais que eles tenham, em algum momento, se emprestado como instrumentalidade na mão do grande e milenar Opressor!
Algo semelhante tem acontecido com toda criatura ou mesmo com as Instituições Eclesiásticas, assim como aconteceu com Pedro, quando num momento ele foi veículo utilizado pelo Pai das Luzes, e no instante seguinte ele se emprestou como divulgador daquele que só quer roubar, enganar e destruir! "Mas vós, continuou Cristo, quem dizeis que Eu Sou? Respondendo Simão Pedro, disse; Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Então, Jesus lhe afirmou: Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue quem to revelaram, mas Meu Pai, que está nos céus. 
Desde este tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas... E Pedro chamando-O à parte, começou a reprová-lo, dizendo: Tem compaixão de ti, Senhor; isso de modo algum te acontecerá.
Mas Jesus, voltando-se disse a Pedro: Arreda, Satanás! Tu és para Mim pedra de tropeço, porque não cogitas das cousas de Deus e sim das dos homens." Mateus 16: 15 - 17, 21 - 23.

FUNÇÃO DA BESTA DA TERRA

A besta da terra, que surgiu das entranhas da besta do mar, uma vez que ela é composta daquelas seis cabeças que não foram feridas pelo General francês Alexander Berthier em 1798, esta besta tinha por objetivo primordial, restabelecer o poder da besta do mar, que nesta visão era a primeira besta.
Muitos estudiosos acreditam que esse Poder, ou seja, a besta que emergiu da terra, que entra em cena após o incidente de 1798, seja uma alusão à nação Americana!
Na verdade, tal interpretação é digna de respeito, todavia, nossa busca não é por uma nação, mas, um poder religioso, pois, na figuração profética, o Cordeiro é emblema de Cristo, nosso mentor espiritual e, o Dragão é figura de Satanás, o Falsário que é o oposto de Jesus! Como se vê, não é uma nação tentando combater outro país!
Numa análise rápida, contudo, sem deixar de ser racional, a besta que surgiu da terra, ela está intrinsecamente envolvida no processo de cura da besta que emergiu do mar.
Esses dois animais coexistem intimamente relacionados antes do período de cura, durante e após o restabelecimento da mesma!
Alguns analistas acreditam que por esta besta ter surgido do solo, seja racional crer que ela apareceu pelo poder de Deus. Todavia a mim me parece insustentável tal apologia, pois, os que assim definem, pretendem isentar os erros das denominações eclesiásticas, como se fora predeterminado pelo Pai da Eternidade! 
Não foi a Divindade quem projetou a ação da besta que surge do solo, mas, o quadrúpede que surgiu do mar, foi quem franqueou poder para a besta da terra, fortalecendo-a com o intuito de persuadir a humanidade a reverenciar a Besta que surgiu do mar, descodificada como Roma cristã ou Catolicismo e, por tabela, passasse a adorar o Dragão, que é o sedutor de toda a humanidade!
O interessante nesta figuração e, é prova de que as duas bestas surgem dum mesmo tronco, por isso mesmo tem as mesmas características e metodologias do próprio Dragão, que era fazer uso, até mesmo, indiscriminado, de milagres.
Se o leitor observar sem partidarismo, vai perceber que tanto os adeptos do catolicismo, como todas as denominações eclesiásticas e também as facções denominacionais mais espiritualistas, estão, hoje em dia, fazendo uso, até mesmo de maneira confusa e misturada, de milagres, onde esses fenômenos espirituais, financeiros, físicos ou mesmo psicológicos estão sendo direcionados pelo Inimigo das almas com a intenção de ter para si o Domínio Universal!
Sendo assim, se conclui que, a besta da terra que é a ramificação eclesiástica e espiritualista, tem por procedimento ser a imagem perfeita do caráter do catolicismo, reforçando as doutrinas espúrias e antibíblicas que estão sendo apregoadas com tanta intensidade a ponto de parecer aos fiéis como se fora a própria verdade!
Nesse aspecto a eleição destas supostas verdades entroniza o Dragão no trono da mente da humanidade que passa a adorá-lo como se fora a própria Divindade!

OPERAÇÃO DE MILAGRES



É interessante ficar atento, pois, alguns estudiosos da Palavra, asseveram que os milagres operados pela força maligna, sejam prodígios fraudulentos. No entanto, a Bíblia assevera que essa obra, capaz de enganar, se possível, até os próprios eleitos, são maravilhas reais! "Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos." Mateus 24: 24.
Portanto, todo cuidado é pouco, pois, essa manifestação de poder,  será um laço capaz de atrair muitos para se curvarem ante as evidências reais.
Todavia, quem acha que só Deus pode realizar fatos extraordinários, que não se explica pelas leis da natureza, não titubeará em reverenciar e adorar os operadores de tais milagres, achando mesmo, que está cultuando ao Onipotente.
Por isso, o foco não deve estar atrelado se o acontecimento admirável e, até espantoso, seja verídico ou ilusório!
No entanto, a pergunta do cristão deve ser: De onde procede  tal portento, de Deus ou do Inimigo? 
Portanto, nunca é demais desconfiar, e estar com a seguinte inquietação na mente; isto que estou presenciando, atônito, será mesmo uma manifestação ativa de Deus, ou advém do Diabo?
O poder do mal é tão autentico que é capaz de fazer descer fogo do céu, querendo deixar transparecer aos humanos que seja a manifestação do juízo de Deus!
Certamente, estará impresso nos leitores despercebidos da Palavra de Deus, um fato do passado, onde os profetas de Baal, no Monte Carmelo, foram incapazes de fazer descer fogo do Céu. Por isso, tais leitores desatentos, acreditam que tal ocorrência só é possível ao Grande Eu Sou!
Todavia, o Dragão nos instantes finais da história da humanidade, fará  algo semelhante, com o intuito de enganar os imprudentes.
Após a morte de Jesus, no dia de Pentecostes, desceu fogo do céu em forma de línguas, capacitando os discípulos a falar em seu próprio idioma e, como resultado, todas as nações, presentes naquela ocorrência, entendiam tais pronunciamentos, em suas próprias línguas. Atos 2: 1 - 4, 7 e 8.
Pode ser que o Inimigo, ao fazer descer fogo do céu, esteja simulando um falso derramamento do Espírito, como tem acontecido hoje, nas denominações, com o intuito de provocar um falso reavivamento, em dimensão global! 

A IMAGEM DA BESTA




Os milagres, semelhantes a raios luminosos e caloríficos, operados pela segunda besta, sobre os pecadores, assemelhava-se à luz do sol que curava as mazelas e restaurava vidas, ainda no período medieval, foram tão  reais e convincentes que, rapidamente o povo esqueceu as atrocidades praticadas pela besta que surgiu do mar, pois, acreditava-se que os acontecimentos extraordinários eram doações benéficas  daquela besta para servir de retratação perante a humanidade.
O fato é que a população da terra, após as maravilhas dos sinais, ficou bestificada, seduzida e hipnotizada, a ponto de retribuir tais curas, confeccionando uma imagem mental daquela que ferida de morte, sobreviveu, permitindo que ela passasse a ditar o caminho  a seguir.
Hoje, a trilha por ela indicada, leva o povo a adorá-la, contudo, os que, no futuro próximo, desobedecerem a besta, devem, sumariamente, ser eliminados!
É certo que este ponto final da profecia ainda não se cumpriu, todavia está prestes a acontecer, pois, indubitavelmente, a humanidade se tem maravilhado ante o poder restaurador daquela besta e, as nações se têm curvado e buscado as bênçãos daquele Poder  antagônico!
Infelizmente, a maior parte da população vai preferir adorar o Poder bestial, que simboliza o Dragão, deixando, assim, de render graças ao Redentor!
Amigo leitor, uma imagem é uma representação da pessoa retratada, a segunda besta, conforme o Apocalipse age em nome da primeira besta, nesta compreensão, se pressupõe que a segunda besta, as denominações evangélicas, são figuradas como a imagem da besta, por conseguinte, contendo todas as características do próprio Dragão.
A besta que surgiu do solo e se transveste como se fosse o Cordeiro, tem poder para tirar a vida, ela alega ter também poder que pertence, única e exclusivamente, ao Criador, que é o de doar a vida, pois, o desejo dela é se assemelhar a Deus. Amigo, Deus não mata ninguém, quem mata é o pecado, ou seja, o Dragão! "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor." Romanos 6: 23.

A MARCA DA BESTA

Até então, o desempenho da besta após sofrer o atentado de morte, tem sido amistoso, pois, a mesma precisava, como precisa, solidificar e restabelecer sua popularidade e, sobretudo sua autonomia e confiança.
No entanto, vai chegar o tempo, em que o caráter velado do Dragão, vai se tornar patente e visível, e quando isto acontecer, a besta que emergiu do mar, juntamente com a que emergiu do solo, irá exigir adoração da população terrena.
Diz o Relato, que toda a população do globo, será monitorada e, para conseguir seu intento de ser adorada, só vai poder comprar e vender a pessoa que tiver o selo da besta que, figurativamente, será posto na mão direita ou sobre a fronte!
A primeira inquietação que vem à mente do leitor é saber que sinal ou marca será essa? Algum tempo atrás se imaginava que era um carimbo, na testa ou na mão direita!
Hoje, no entanto, com o desenvolvimento tecnológico, há quem admita que esta marca seja um minúsculo chip que será introduzido sob a pele, tanto da testa quanto da mão direita.
Apenas para nossa informação, um chip, na verdade é um circuito integrado, trata-se, basicamente, de um dispositivo microeletrônico que consiste de muitos transistores e outros componentes interligados capazes de desempenhar muitas funções. É muito eficiente devido ao baixo custo e, sobretudo seu alto e múltiplo desempenho!
No entanto este artefato teria por função identificar as pessoas que são leais à besta. Como o Dragão é, na verdade, a contrafação de Deus, esta marca, deverá ser semelhante ao selo de Deus.
Seria totalmente ilógico crer que Deus fará uso de um chip para identificar a lealdade de cada criatura humana. Portanto, a marca da besta, terá o mesmo molde do Selo de Deus. Assim, se identificarmos o Selo de Deus, haveremos de saber como será a marca da besta!
Ora o Selo ou Sinal de Deus, é o Sábado do quarto Mandamento. "Santificai os Meus Sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saiba que Eu Sou o Senhor, vosso Deus." Ezequiel 20: 20.
Usando o mínimo de racionalidade se percebe que, o Mandamento que ordena a guarda do Sábado, começa com a palavra Lembra-te. O órgão que tem a capacidade de raciocinar e lembrar está alojado na cabeça, ou seja, simbolicamente na fronte. Quando a pessoa usa a razão e guarda o dia de Sábado, automaticamente, essa pessoa está sendo marcada com o Selo de Deus sobre a testa.
Contudo, o Mandamento ordena que se trabalhe nos seis dias da semana, todavia, no Sábado deve Descansar. O trabalho é desempenhado, basicamente, com as mãos, no entanto, quando a pessoa escolhe descansar no Sábado do Senhor, ela estará sendo selada com o distintivo de Deus.
Portanto, quando a pessoa passa a trabalhar, pelo medo da imposição do Dragão, ou mesmo por decisão pessoal no Sábado e descansar no Domingo, essa pessoa estará sendo selada na mão direita, com a marca da besta. 
Todavia, se a pessoa, deliberadamente, ou mesmo por medo, não se lembrar de guardar o Sábado, preferindo ceder à imposição da besta, esta pessoa, automaticamente, estará recebendo, em sua fronte, a distinção da besta que fala como Dragão.
Portanto, esta pessoa estará apta para comprar e vender, só que a mesma não terá direito à Vida Eterna!
Por conseguinte, a escolha é pessoal e irreversível, sobrevivência terrena ou morte eterna?

O NOME DA BESTA

A profecia destaca três características que são indispensáveis para ser seguidor da besta.
           Estas características deverão ser patentes em cada pessoa que siga aquele Poder, portanto, somente os adeptos da besta que possuir estas três características poderão negociar, para assim, ter direito à sobrevivência.
Por isso mesmo, creio que vai haver uma mudança total no comportamento das pessoas para demonstrar de forma visível estas características, se quiserem ter garantido o direito de sobrevivência.
Já ventilamos a primeira característica que foi a marca da besta. Resta então descobrir o nome deste Poder bestial. Na literatura bíblica o nome de uma pessoa tem um significado muito importante, ele não é apenas uma palavra com que se designa uma pessoa.
Quando se dava nome a um indivíduo, esse nome deveria exprimir uma qualidade do caráter ou do espírito. Por isso, quando a pessoa tinha um encontro pessoal com Deus, geralmente era renomeado, ganhado um novo nome que deveria refletir o relacionamento dessa pessoa com o Onipotente!
Portanto, quando a profecia faz referência ao nome da besta, não está fazendo menção ao nome próprio dela, mas,  na verdade, é uma alusão à característica do seu caráter e, esta característica estará bem visível nas ações das pessoas, nos momentos finais da história, pois, refletirá nos atos de cada um, o caráter maléfico da besta!
Perceba que as atuais leis dos países, dão mais direito aos agressores, que mesmo às vítimas. Este fato reflete o primeiro passo dado pela besta, para que as características perniciosas do caráter dela sejam tratadas como corriqueiras e normais, são, portanto, classificadas entre a população como corretas!
Assim, os que recebem a marca e o nome da besta, demonstram o mesmo espírito pútrido característico da besta.

O NÚMERO DA BESTA



A terceira particularidade desta assessora do Dragão é o seu número. Portanto, a marca, o nome e o número da besta estão muito bem relacionados.
Por muito tempo os pesquisadores das profecias apocalípticas se esmeraram em tentar explicar o significado do número emblemático 666, achando que o valor numérico das letras somados em algarismo romano, de um nome ou de um suposto título revelaria o personagem maléfico que se encontra latente nesse número.
Na verdade, tais decifradores procuravam descobrir tal insígnia para isentar alguma denominação eclesiástica e, ao mesmo tempo acusar outra como sendo o personagem indesejável.
Além de que, tais estudiosos, automaticamente, se autoavaliavam de sábios, ou seja, faziam uma verificação objetiva sobre si mesmo, por ter a capacidade de calcular o número enigmático!
Todavia, numa análise simplória, esse número em estudo, é distintivo da humanidade, daí ser o número de homem, homem na forma genérica, apontando para a humanidade!
O motivo do numeral seis, ser indicativo de humanidade, se explica ao relacionar com o sexto dia da semana da criação, dia, no qual o homem foi criado.
No entanto, ao homem pecar, ele se separa do Criador, procurando ter autonomia de sua própria existência, reclamando e demonstrando completa independência de Deus, daí o número 666 se tornar símbolo da humanidade separada de Deus!
Nos últimos dias da história da humanidade, espiritualmente, só haverá dois blocos de adoradores, aqueles que apoiam e imitam a apostasia, amparados pela Besta que legisla e reforça sua marca, adorando o Falsário, reverenciando um Sábado espúrio, refletindo o nome da Besta, tendo um caráter totalmente pernicioso e, ostentando o número que é símbolo da humanidade pervertida!
O outro bloco de adoradores reverencia o Todo Poderoso, exibe o Selo do Deus Vivo, que é o Sábado do sétimo dia, procura refletir o caráter de Cristo e, guarda todos os Mandamentos da santa Lei de Deus.
De qual grupo você deseja fazer parte?
Do bloco que reflete o caráter do Falsário, que garantirá sucesso momentaneamente, mas, te privará da Eternidade? Ou você quer fazer parte do bloco que nos últimos dias será perseguido, injuriado, podendo até ser eliminado da vida terrena, mas, tem a promessa dAquele que não mente, de herdar a eternidade?
Saiba que este é o momento da decisão, pois, Cristo nos informa: "Eu te ouvi no tempo da oportunidade e te socorri no dia da salvação; eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação."  II Coríntios 6: 2.

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

IDE - A Besta Que Emerge do Mar!

CAPÍTULO XIII

A BESTA QUE EMERGE DO MAR!
Educador Glauco César


NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
             Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



 Na conclusão do capítulo doze do livro da Revelação, percebeu-se claramente que o Dragão, a antiga serpente, estava em flagrante contenda contra os remanescentes da mulher, que são, inequivocamente, emblema dos fiéis seguidores de Cristo.
Por isso mesmo, tais prosélitos do Cordeiro de Deus, procuravam atender todos os Mandamentos da Lei do Onipotente, testemunhando, daquela forma, que estavam aptos para herdar a Vida Eterna!
Todavia, no capítulo treze, nessa nova visagem recebida por João, que naquele instante estava com os pés molhados pelas águas do Mar Egeu, que se espraiava no litoral da ilha rochosa de Patmos!
Nessa nova revelação, não se observa uma continuidade da narrativa anterior, nem uma sequência cronológica, muito pelo contrário, naquela nova exposição escrita dos fatos, o objetivo Divino, era ampliar detalhes importantes da ação do Dragão, principalmente no Período Inquisitivo, como também, no período subsequente.
Enquanto João observava saudosamente a linha do horizonte que o separava do ambicionado continente, ele foi, imediatamente, arrebatado de sua visão puramente humana e, concebe informações provenientes dos céus, que descrevia numa clareza inconfundível, com detalhes minuciosos da ação do Dragão no Período Medieval, fazendo uso de uma emblemática besta que saia do mar.
Tal figura que emergia da massa de águas salgadas, de tão fantasiosa, mais parecia capricho da imaginação, onde o profeta em meio aquela esquisitice, vê uma besta fera, semelhante ao devaneio de uma mente desequilibrada, no entanto, a besta se assemelhava a um leopardo, com pés de urso, e boca de leão, todavia, possuía sete cabeças e dez chifres, sobre estes, dez diademas e, sobre as cabeças nome de blasfêmia.
É certo, que tal figuração, naquele instante inicial, deixou o homem de Deus, perplexo, procurando entender tal alegoria!
De posse de tão extasiante enunciado metafórico ou tropológico, pode-se conhecer os versos que imitam os anos existenciais que representaram o Período Medieval! "Então, pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia.
E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão, e o Dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio.
E vi uma de suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta.
E adoraram o Dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?
E foi-lhe dada uma boca para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se lhe poder para continuar a agir por quarenta e dois meses.
E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do Seu nome, e do Seu tabernáculo, e dos que habitam no céu.
E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.
E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.
 Se alguém tem ouvidos, ouça.
Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos." Apocalipse 13: 1 - 10.

UM PODER BESTIAL




De início, o que mais prendeu a atenção e a curiosidade do Profeta, foi que a Besta, saia do mar. Neste relato profético, o que representaria essa capacidade de mover-se e de agir?
Para João, o mar era o grande obstáculo que o impedia da liberdade. No entanto, Isaías tinha outro entendimento, esse primeiro dos quatro profetas maiores, filho de Amós, tio de Amasias, rei de Judá, associou mar e água a povos e nações. "Ai do bramido dos grandes povos que bramam como bramam os mares, e do rugido das nações que rugem como rugem as impetuosas águas." Isaías 17: 12. 
Associando os dois entendimentos, o de João e o de Isaías, dá para identificar claramente quem é esse poder bestial que houvera sido manuseado pelo Dragão, e tinha, consequentemente, um objetivo bem definido!
Não é necessário ter uma mente avantajada para se concluir que o alvo ou finalidade que o Dragão pretendia alcançar, era cercear no ser humano, a liberdade de escolha!
Esse movimento de retaliação envolveu grandes povos e muitas nações, durante a Idade Média, período conhecido como Santo Ofício, onde um tribunal eclesiástico investigava e punia qualquer pessoa que cometesse crimes contra o entendimento comum, mais precisamente, contra a fé católica.
Não é de estranhar a presença de outras nações, povos e reinos, além de Roma pagã e, posteriormente cristã, associada a vários movimentos eclesiásticos, que se envolveu num conluio onde existiu uma combinação maliciosa ajustada entre o Dragão que, juntamente a diversas nações e povos, sob a direção, aqui na terra, durante algum tempo, do catolicismo, com o objetivo de perseguir, somente os cristãos  que permanecessem irredutíveis em cumprir a Palavra de Deus.
A descrição desta criatura bestial é, na verdade, uma aglutinação da visão tida por Daniel, em que o Profeta vê quatro animais emergindo do mar. 
Na verdade, João vê a mesma cena, no entanto, figurada em um único animal, todavia, com as características daqueles quatro, visto por Daniel no passado longínquo!
Portanto, esta visão, é um reforço detalhado dos acontecimentos ocorridos, sobretudo, no Período Medieval.
Essa união dos quatro animais, dentre eles, um que é indescritível, no entanto, João percebe as características dos quatro, num só.
Este fato fornece o entendimento, que cada animal representa uma nação, reino, povo ou poder eclesiástico, na verdade, todos eles, estão subjugados ao grande Dragão, hoje, conhecido como Satanás!
Assim sendo, o grande vilão não é tão somente uma instituição eclesiástica junta a tantas outras denominações, nem qualquer povo ou nação, mas, na verdade, é a criatura abjeta, desprezível e sórdida, que é o Dragão, a antiga serpente, o Diabo, conhecido como Satanás!
Não resta a menor dúvida que o relato desta visão, está dando ênfase, principalmente, ao Império Romano, não no seu estado pagão, mas, representa a Roma eclesiástica numa roupagem cristã, onde não é possível definir se é um cristianismo paganizado ou, se é um paganismo cristianizado!
Os dez chifres com suas coroas ou diademas, revelam que a Roma pagã já houvera desaparecido da história universal e, as dez nações que emergiram após a queda do paganismo, já estavam exercendo autoridade política, sob a direção espiritual do papado!
Esta é uma evidente ilustração de Roma com seus dentes de ferro que ostentava dez chifres, representando os dez reis ou reinos que surgiram desse império, que são os hunos, ostrogodos, visigodos, francos, (que hoje são identificados como a nação francesa), vândalos, suevos, burgundos, hérulos, anglo-saxões e lombardos.
No entanto, o que nos deixa mais perplexo é que esse poder tem sete cabeças, numa demonstração que ele não está solitário, existe, humanamente, uma harmonia de pensamento com herança do paganismo, com características advindas da Caldeia, cuja capital era a cidade doirada, conhecida por Babilônia, além do Medo-Pérsia e Grécia que se aglutinaram na Roma pagã e eclesiástica formando uma confederação controlada pelo Dragão onde se destaca o Sistema Papal, no entanto, outras denominações eclesiásticas participam desse aglomerado religioso.
Como é triste perceber que o Evangelho está contaminado e que as prédicas que saem dos altares religiosos, estão pulverizando as mentes dos cristãos com blasfêmias, pois, são palavras que ultrajam a Divindade, principalmente a verdadeira Religião, que é a pessoa de Jesus Cristo, pois, Ele é o Caminho a Verdade e a Vida, é Ele quem nos religa ao Pai Eterno, e não as Instituições religiosas.
Não resta a menor dúvida que esta besta que emergiu do mar, é um animal híbrido e está em fervente mutação e, ainda continuará existindo, pois, só cessará a sua obra quando todas as cenas terrestres se cessarem com a vinda gloriosa de Cristo numa grandiosa procissão celestial! 
Toda pessoa que sinceramente esteja disposta a readquirir a vida eterna, deve permanecer atenta à mensagem de toda e qualquer denominação religiosa, pois, pode estar embutida nessa mensagem blasfêmias com o intuito de macular o caráter de Deus, direcionando o foco  para a Instituição, quando, na verdade, deveria focalizar, tão somente, o Instituidor Celestial que é Jesus Cristo.
Este é o tipo de blasfêmia que o Inimigo está pulverizando na mente do pecador e, infelizmente, ele tem conseguido sucesso em sua ação maléfica.
O mecanismo utilizado pelo Dragão, através da Besta, que é o aglomerado de Instituições religiosas, tem alcançado rápido sucesso, semelhante a um veloz leopardo, no entanto, utilizando forma tão funesta como os pés de um urso tentando alcançar a presa humana, para poder num derradeiro golpe abocanhar de forma mortal a quase indefesa vítima, que poderá ser estraçalhada pelas garras da boca do impiedoso leão destruidor!
Dessa forma o Dragão, transmite seu poder maléfico, seu falsificado trono e sua suposta autoridade às Instituições eclesiásticas que de bom grado, recebem-na, pois, preferem o sucesso imediato, que a recompensa eternal!
Essa besta, como se sabe, uma de suas cabeças, provavelmente, a que tinha mais poderio e influência, foi golpeada de morte, no entanto a mesma sobreviveu, pois, a ferida mortal fora curada.     
Imagina-se que a besta conseguiu a sobrevida por ter sido auxiliada e sustentada pelas demais cabeças, quando a principal estava agonizante.
É de bom alvitre saber como aconteceu o incidente que quase destruiu a Besta.

O NOCAUTE




Esse episódio ocorreu em 1798 quando o General francês Alexander Berthier, a mando de Napoleão Bonaparte, aprisiona o então Papa Pio VI que, apesar de doente contava com 81 anos de idade.
Obviamente, a França, naquela oportunidade, estava desgostosa da Santa Sé, pois, há algum tempo o bom relacionamento do Sistema Papal com a França foi se destruindo pouco a pouco.
Em território francês o maltratado e desprezado Papa, após ver seu poder temporal ser subtraído pela França e ter perdido sua liberdade, Pio VI vem a falecer no dia 29 de agosto de 1799.
Imaginava-se, naquela época, que a sucessão apostólica dos papas, chegara ao fim, no entanto, essa ferida mortal foi curada e, hoje se comprova que o mundo está maravilhado ante a restauração da cabeça que norteia os movimentos do Poder bestial!
Como resultado dessa miraculosa cura, surge uma inversão de valores, por conta deste milagre, que não foi divino. Assim, a humanidade passou a adorar o próprio Dragão e este, retribui a admiração humana, transferindo todo seu suposto poder para a Besta. 
Desta forma, a criatura humana por não ter como, por si só, batalhar contra esse poder bestial, prefere associar-se a ele, para assim, conseguir vitórias imediatas, que, infelizmente, o afasta e separa da Redenção Eterna!
Na impossibilidade dos humanos vencerem este poder satânico, eles se associaram à Besta e, como resultado o próprio Dragão franqueou ao Sistema pretensioso, pedante e presunçoso a capacidade de afrontar Deus e perseguir  os seguidores de Cristo, durante 1260 anos literais que, profeticamente, são os 42 meses alusivos ao Período Medieval.
E assim foi, durante todos aqueles anos, os opressores abriram, literalmente, a boca para divulgar doutrinas contrárias à vontade do Onipotente.
Os ensinamentos divulgados pela besta eram blasfêmias contra Deus, pois, subtraíram a dignidade, o poder e a autoridade de Cristo e, repassaram para os humanos despreparados, dando-lhes as funções e prerrogativas que são próprias da Divindade, onde os sacerdotes bestiais trocavam o perdão dos pecados por alguns punhados de moedas! "Por que fala ele deste modo? Isto é blasfêmia! Pois, só um pode perdoar pecados e, este é Deus!” Marcos 2: 7.
Ainda hoje, todas as denominações que fazem parte do Aglomerado da Besta, continuam aceitando a adoração humana. Assim, cada uma delas se identifica como a única igreja verdadeira, sem a qual, nenhum humano conseguirá chegar ao céu, pois, na verdade, elas receberam poder do Dragão para ser intermediárias da graça divina, inclusive, até poder perdoar pecados!
Como se sabe, só quem tem esse poder é a própria Divindade, portanto, qualquer Instituição ou pessoa que usar dessa prerrogativa, estará blasfemando contra os que habitam no Céu.
Dentre as atribuições que o Dragão outorgou à besta constava a perseguição, se possível até à morte, dos seguidores de Cristo, isto sobre todo o planeta, não estando restrito somente à Europa, pois, o espaço geográfico para essa perseguição estava estendido a cada tribo, povo, língua e nação.
O que se sabe com certeza, é que toda pessoa que aceitou o convite de Cristo de ser fiel até a morte, estará protegida da perdição eterna, no entanto, quem não estiver escrito no livro da vida, haverá de adorar a besta, tal pessoa se tornará cinzas debaixo dos pés dos justificados! "Pisareis os perversos, porque se farão cinzas debaixo das plantas de vossos pés, naquele dia que prepararei, diz o Senhor dos Exércitos." Malaquias 4: 3.
Amigo leitor, a Revelação quer advertir todo humano que hoje está no cativeiro do pecado para permitir que a espada flamejante que sai da boca de Jesus Cristo, e tem a característica de dividir juntas e medulas seja apta para discernir os propósitos do pensamento humano! "Porque a Palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dos gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração." Hebreus 4: 12.
Saiba que o Dragão, a Besta e seus seguidores um dia vai receber a retribuição equivalente aos crimes cometidos. Isto que dizer que toda criatura que se rendeu ao poder da besta, bem como, toda pessoa que depositou sua vida em Cristo, todas elas, serão responsabilizadas pelos seus atos premeditados, uma vez que, os atos irrefletidos não serão levados em consideração, ou seja, não produzem efeitos eternos. "Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam." Atos 17: 30. 
Este é o nosso desejo e a nossa oração!