Total de visualizações de página

quinta-feira, 29 de março de 2018

Janela das Reflexões - O GRANDE FESTIM

O GRANDE FESTIM
Educador Glauco César




Conforme o entendimento dos religiosos cristãos, o antropofaguíssimo, era um ritual necessário, para se entender, em toda sua plenitude, a essência do caráter de Deus.

Era assim, que os Jesuítas (Companhia de Jesus), liderados pelo Padre Antônio Vieira, defendiam os aborígenes, com suas culturas rudimentares, ao invés de enfrentá-los com uma visão preconceituosa e bestificada, como faziam os invasores e colonizadores, que definiam o canibalismo como um 'costume bárbaro'.
Normalmente, a vítima ou presa do canibalismo, não nutria medo ou pavor, ao invés disso sentia-se lisonjeada por achar que o estômago dos seus opressores era a sepultura ideal para um guerreiro destemido, era, na verdade, uma altiva vítima.
Sabiamente, o Padre Antônio Vieira construiu um sincretismo cultural, fundindo o rudimentar sistema andrófago com o sacramento da Eucaristia, onde os fiéis praticam, sem constrangimento, o 'canibalismo cristão', deglutindo, impiedosamente, o corpo de Cristo e, dessedentando sua sede espiritual com o sangue e alma da Divindade, num dos rituais mais macabros do cristianismo.
E a vítima sacrifical, em troca da catacumba humana, lhes confirma a salvação, oferecendo a Vida Eterna!
Só assim, os portugueses, que eram praticantes do catolicismo, deixaram em paz os silvícolas com suas culturas sacramentais.
Dessa maneira, os invasores europeus, perceberam que, também, de certa forma, eram praticantes do banquete antropofágico. 

terça-feira, 13 de março de 2018

IDE - As Testemunhas Revivem! - O Fim do Segundo Ai!

AS TESTEMUNHAS REVIVEM! - O FIM DO SEGUNDO AI!
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
             Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.




          
A partir do verso nove do capítulo onze, o Apocalipse tem a eficácia de  arremeter a memória do leitor compromissado com a compreensão dos fatos, a se bifurcar na história, fazendo uma escala, no acontecimento ocorrido em 1798 quando a França, por intermédio do General Berthier, a mando de Napoleão Bonaparte, exila o Papa Pio VI, momento em que a nação francesa se elege, perante a comunidade cristã, como braço direito da Divindade, ao estagnar o derramamento de sangue de inocentes criaturas, durante a Idade Média!
Não obstante, noutro momento, ou seja, exatamente, no dia 10 de novembro de 1793, cinco anos antes da prisão do Pontífice Romano, a mesma França Revolucionária, através dos jacobinos, houvera decretado e executado, sumariamente, as Duas Testemunhas, que nesta figuração, representa a Palavra de Deus!
Talvez, para alguns analistas, nestes dois momentos históricos, haja um hiato interpretativo, ao não compreender, em tão curto espaço de tempo, se a nação francesa, deveria ser admitida como parceira, ou inimiga de Deus e do Seu povo?
Já que nesse segundo espaço de tempo, a França esteja mais identificada como uma Entidade perniciosa ou, contraditória, se levado em consideração que Deus, sempre espera o melhor das Instituições, no sentido da disseminação das Boas Novas, por Ele apregoado!
Tudo faz crer que Deus não se agrada quando a humanidade analisa determinado fato de forma estereotipada, pois,  as pessoas e entidades podem num determinado momento corresponder, ou não, aos anseios da Divindade.
Esse equívoco interpretativo tem ocorrido, até de forma corriqueira, quando se torna fixa ou inalterada a interpretação sobre determinada, nação, povo ou Instituição Eclesiástica, em relação ao entendimento de num determinado período, seja figuração da besta do apocalipse, fato que, necessariamente, também, teria que acompanhar o mesmo entendimento, em períodos subsequentes!
Isto, pelo fato, de que existe a possibilidade de, num instante, corresponder aos anseios Divinos e, num segundo momento, agir de forma contraditória ao que ela própria defendia!
Portanto, o mais sábio e, no mínimo, ao invés de perenizar uma desenvoltura de uma determinada figura, seria mais sensato, torna-la como emblema de um estabelecido valor negativo ou positivo, e não, necessariamente, que aquele referencial fosse condenado, pelo restante da história, a permanecer com aquela boa ou má índole!
Como exemplo pode-se citar o Egito, Sodoma, e Babilônia, que são símbolos históricos do ateísmo, da degradação moral e oposição direta a Deus, respectivamente!
No entanto, apesar do simbolismo, hoje, tais localidades vivem de forma totalmente diferente dessa representatividade!
Fato semelhante aconteceu com Pedro, discípulo de Cristo, quando afirmou que Jesus era o 'Cristo, o Filho do Deus Vivo.' Mateus 16: 16.
Contudo, no momento seguinte, Pedro começou a reprovar o próprio Jesus! Então, Cristo repreende a Simão Pedro dizendo: "Arreda, Satanás! Tu és para Mim pedra de tropeço, porque não cogitas das cousas de Deus e sim das dos homens."  Mateus 16: 23.
Todavia, aquele deslize de Pedro, tornando-se, naquele instante, figuração de Satanás, noutra oportunidade, Cristo o comparou à Sua própria pessoa, sendo Cristo, a Pedra Angular e, Pedro sendo a pedra que ajuda na edificação do Templo de Deus!
Na verdade, assim como se sucede com as pessoas, também ocorre com as Instituições Eclesiásticas ou nações, pode haver variação em seu entendimento ou, num determinado momento esteja auxiliando e, noutro instante, estorvando o prosseguimento da obra de Deus!
Para melhor entender esse assunto, tomemos conhecimento dos versos que serão cuidadosamente analisados. "Então, muitos dentre os povos, tribos, línguas e nações contemplam os cadáveres das duas testemunhas, por três dias e meio, e não permitem que esses cadáveres sejam sepultados.
Os que habitam sobre a terra se alegram por causa deles, realizarão festas e enviarão presentes uns aos outros, porquanto esses dois profetas atormentaram os que moram sobre a terra.
Mas, depois dos três dias e meio, um espírito de vida, vindo da parte de Deus, neles penetrou, e eles se ergueram sobre os pés, e àqueles que os viram sobreveio grande medo; e as duas testemunhas ouviram grande voz vinda do céu, dizendo-lhes: Subi para aqui. E subiram ao céu numa nuvem, e os seus inimigos as contemplaram.
E naquela hora, houve grande terremoto, e ruiu a décima parte da cidade, e morreram, neste terremoto, nomes de sete mil pessoas, ao passo que as outras ficaram sobremodo aterrorizadas e deram glória ao Deus do céu.
Passou o segundo ai. Eis que, sem demora, vem o terceiro ai.” Apocalipse 11: 9 - 14.


CORPOS NÃO SEPULTADOS




A crueldade praticada em nome do Onipotente, no Período Escuro, pela Igreja Dominante, foi tamanha que, grande parte da humanidade responsabilizou a própria Palavra de Deus, descrita na profecia como as Duas Testemunhas, pois, acreditavam que a Bíblia foi a influenciadora da perseguição que resultou na grande mortandade de fiéis, na Idade Média.
Por conta deste entendimento, muitos dos humanos, naquela época, nutriram uma aversão ao Livro Sagrado, a ponto de não querer esquecer as atrocidades provocadas, conforme aquele entendimento, pela Palavra, por isso mesmo, queriam que a derrota bíblica ficasse patenteada de forma visível, daí, não permitir o sepultamento das Duas Testemunhas! 
Por outro lado, a outra parte da população, os que ainda acreditavam na Palavra de Deus, continuaram refletindo a vontade do Onipotente, tornando-se fiéis baluartes e defensoras do Livro Sagrado, demonstrando ao mundo carente que era necessário que a Bíblia fosse reavivada para que o mundo reencontrasse o caminho do bem, da paz mundial e da Vida Eterna!
A junção dessas duas posturas não permitiu que os corpos mortos das Duas Testemunhas, fossem sepultados!
Contudo, por um período de três dias proféticos e meio, que equivale a três anos literais e meio, conforme entendimento de dia profético igual a ano literal (Números 14: 34 e Ezequiel 4: 7), nesse período, que corresponde ao ano de 1793 até o ano de 1797, através duma ação oficial do governo francês, com o intuito de eliminar a religião cristã, aquele Conselho Nacional da França, descartou a Lei de Deus, ao tempo em que, figurativamente, calou a voz da Palavra de Deus!
Por isso, houve entre os habitantes da terra, naquele intervalo de tempo, um misto de alívio e regozijo, a ponto deles confundirem a calmaria  da falta de tensão, como se fosse o derramamento da atmosfera celestial, daí, se confraternizavam por não se sentir pressionados pelos opressores humanos, nem pela racionalidade da Palavra de Deus!
O certo é que passado aquele momento de euforia, os problemas humanos foram aparecendo, crescendo, se avolumando, até atingir o estágio de insuportabilidade!
Foi, justamente, nessa situação que o povo insatisfeito com aquele estado calamitoso, onde sobressaía a degradação moral, falta de espiritualidade e, sobretudo, o aumento assoberbado dos crimes, reclamava por providências!
Tudo isto, como decorrência direta da falta de leis reguladoras e, obviamente, pela rejeição do Oráculo Revelado de Deus, a Santa Bíblia! Aquela postura dos revolucionários levou o povo a clamar  e reconhecer a importância da fé em Deus, e em Sua Palavra, como fundamental para o retorno da virtude e da moralidade!
Após aquela exigência, o mesmo corpo legislativo que abolira a religião cristã, em 1797, exatamente, após três anos e meio, adotou uma resolução que cancelava todos os decretos, concedendo, assim, tolerância às Escrituras, fazendo cumprir o enunciado apocalíptico, que descrevia que as Duas Testemunhas se poriam de pé, fato que veio a se confirmar, criando entre os opositores da Bíblia, um indescritível temor!
Todavia, a humanidade ficou bestificada com o exato cumprimento da profecia, a cada instante, nas conversas humanas, se ventilavam sobre a credibilidade das Escrituras Sagradas, provando-se que, verdadeiramente, elas eram oriundas do Paço Celestial e, certamente, o Livro Sagrado, estava subindo aos Céus, levando consigo, o nome de tantos quantos a reconheciam como a Palavra da Salvação.
A partir de então a confiança na Palavra de Deus foi honrada como nunca dantes houvera sido. A popularidade da Bíblia foi aumentando, até que em 1804 foi organizada a Sociedade Bíblica Britânica. No decorrer dos anos subsequentes, foram instaladas filiais em toda Europa.
Mas, as Sagradas Escrituras não ficaram limitadas somente ao continente europeu, foi muito além, ultrapassou as fronteiras da Europa, atravessou o Atlântico e, se instalou também na América, tanto que em 1816 fundou-se a Sociedade Bíblica Americana.
Em pouco tempo, a circulação da Palavra de Deus, que houvera sido impressa em mais de cinquenta línguas, fui ampliando sua divulgação sendo traduzida em inúmeras línguas e dialetos, hoje, já tendo sido traduzida em mais de 2935 idiomas!
Certamente  as Duas Testemunhas subiram ao Céu levando o reconhecimento dos humanos onde, asseveram que a mensagem da Palavra de Deus é indestrutível! "Passará o céu e a terra, porém as Minhas palavras não passarão." Marcos 13: 31. "Assim será a palavra que sair da Minha boca: Não voltará para Mim vazia, mas fará o que Me apraz e prosperará naquilo para que Eu a designei." Isaías 55: 11.
  

O TERREMOTO EMBLEMÁTICO - O FIM DO SEGUNDO AI



As Duas Testemunhas subiram, figurativamente, aos céus. A ressurreição emblemática da Palavra de Deus gerou na terra, um cataclismo, não só espiritual, como também uma convulsão social, provocando um grande desastre para as intensões maléficas, que produziu transformação brusca e de grande amplitude na consciência da humanidade!
Essa mudança do pensamento humano, após a ressurreição dos tratados bíblicos, fez a consciência do povo de toda a França estremecer como se a mente estivesse a convulsionar-se, semelhante à cirandada de um forte terremoto.
Esse novo estágio da Revolução Francesa abalou os fundamentos do ateísmo, anarquismo e da ordem social, reatando a sagrada instituição do matrimônio, ao tempo em que provocou o divórcio da falsidade, implantando a união legítima com a verdade!
Assevera o relato profético que após esse terremoto, a décima parte da cidade ruiu. Qual o significado dessa assertiva?
Para ser bem sucinto, histórica e profeticamente, essa afirmativa engloba uma visão que tem haver com a estátua relatada no livro de Daniel no capítulo dois, na parte que faz alusão às duas pernas de ferro que representa o império romano, tanto na fase imperial quanto na cristã.
Todavia, naquele período, Roma fora fragmentada em dez porções, que naquela visão eram identificados como os dez dedos dos pés, que davam  total equilíbrio à Roma Papal.
Esse entendimento é robustecido com a visão dos quatro animais, notadamente, numa alusão ao quarto animal, que era "terrível, espantoso e sobremodo forte" (Daniel 7: 7), que tinha dez chifres. Esses chifres são os mesmos dez dedos da grande estátua de Nabucodonozor, onde a França é um dos dez reinos que davam sustentabilidade à Roma Papal.
Portanto, a queda da décima parte da cidade é uma alusão ao rompimento da França em relação à Roma Papal, sabendo-se que a França era o mais papista e eminente país do Aglomerado Papônico.
Sendo assim o Papismo perde o apoio do seu filho predileto, aquele que dava total sustentabilidade à Roma. Portanto, a França é a décima parte da cidade que ruiu!
Dando continuidade à nossa saga de interpretação, descodifiquemos a parte que relata sobre a morte dos nomes de sete mil pessoas, bem como, o temor seguido de júbilo ao Deus do céu, proferido pelos demais habitantes!
O que mais deixa o articulista boquiaberto são os pormenores realçados pela Palavra de Deus. Esses nomes de sete mil pessoas, na verdade, é uma alusão aos títulos que foram doados a homens, durante a revolução francesa, para conferir, durante os três anos e meio, o poder de subjugar as pessoas que discordassem da postura dos revolucionários.
Pois bem, após esses três anos e meio, agora sob a tutela da liberdade, da igualdade e, sobretudo da fraternidade, esses títulos honoríficos e de nobreza, foram suprimidos e, conforme historiadores batem exatos, pois, sete mil títulos foram exonerados naquela revolução!
Como resultado daquela convulsão mental, levou as demais pessoas que, até então era alvo predileto da realeza, da nobreza e do clero para serem mortas, tais pessoas, de início ficaram atemorizadas, esperando com ansiedade o passo seguinte dos revolucionários.
Mas, ao perceberem, através do desenrolar dos acontecimentos que eles estavam salvaguardados pelo poder conferido à Palavra, se renderam e reconheceram que Deus estava apoiando tais iniciativas.
Tal fato levou aquelas pessoas que até então eram oprimidas, daquele momento em diante, passaram a soltar suas vozes num glorioso enaltecer ao Onipotente!
Dessa forma, paulatinamente, o culto a Deus foi restaurado, garantindo, por lei, a completa liberdade religiosa, confirmada pela Palavra como autonomia de consciência ou livre arbítrio!
Querido amigo leitor, o passo seguinte na Revelação descreve que após esse estado de coisas, é passado o segundo ai, alertando que o terceiro e último ai, está às portas.
Sabe-se que o terceiro ai, será definitivo, pois, soará no período em que não haverá mais oportunidade para se confirmar a paz com o nosso Deus, uma vez que, todo caso estará decidido. Só havendo tempo, para se encontrar eternamente com o Pai, guiado pelo Filho ou, separação definitiva do nosso amorável Criador!
Qual postura você pretende tomar? Seja qual for a tua escolha, faze-a rapidamente, pois, o segundo ai, cedo passará e, não haverá mais oportunidade de arrependimento.
Escolhe, pois, você e sua família, o Caminho do bem que é Jesus Cristo, só Ele te conduzirá em segurança ao amorável aconchego do Pai!

   

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

IDE - Duas Testemunhas Martirizadas!

DUAS TESTEMUNHAS MARTIRIZADAS!
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
             Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



Estamos vivenciando os dias que antecedem à retribuição final que fará justiça à preferência de cada pessoa; uma recompensa, imediata, para as coisas materiais ou, num futuro, não se sabe quando, o galardão da Vida Eterna?
Muitas pessoas, apoiadas no ditado popular preferem uma andorinha na mão, que duas voando, por isso mesmo, decidem pelo imediatismo!
Alguns estudiosos das promessas Divinas, ilusoriamente, desejam a vinda de um Deus vingativo, com poder mortífero, que por meio de práticas sanguinárias, procura atingir o pecador não penitente, mas, alvo do desagrado Divino.
Por isso, tais apreciadores, entendem que, para haver a purificação da Terra, Deus precisa fazer uso do ato homicida, exterminando os dissidentes, para que,  assim, seja cravada na mente do humano a vontade irrefutável do Onipotente!
A essa suposta atitude da Divindade, tais estudiosos, taxam-na de amor!
Nessa falsa aparência, esses investigadores, se envolvem nos enganos dos sentidos e da própria mente e, tomam uma coisa por outra, interpretando, erroneamente, um fato ou uma sensação.
E nesse devaneio, se enganam ao não perceber que a morte não é uma criação Divina, é, todavia, uma consequência do pecado. "O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor." Romanos 6: 23.
Portanto, a morte é uma consequência natural do pecado, não advém da Divindade, desta só promana vida e vida em abundância!
Todavia, a humanidade ainda está vivenciando o pleno desenrolar dos acontecimentos da sexta trombeta que, por sinal, continuará em vigor até que se ouça o toque da sétima.
Portanto, no atual estágio histórico eclesiástico o Revelador continua recordando alguns acontecimentos que servem de parâmetro para a devida preparação do ser humano que, por certo, habilitará o pecador para o encontro com Deus e Sua comitiva celestial, fato que ocorrerá após o toque da sétima trombeta, para assim, usufruir as benesses da eternidade.
Façamos, então, um preâmbulo dos acontecimentos preponderantes, já conhecendo seus significados, momento em que o Revelador conduz a mente humana, para se situar como peça fundamental no desenrolar da história e, possa se aperceber da necessidade do devido preparo, para que haja, no próprio ser humano, a junção da vontade do Pai com o desempenho relacional do ser humano, como peça essencial e, portanto, insubstituível, nesse processo que tem por objetivo devolver ao ser humano o estágio da perfeição, conforme fora no princípio!
No conteúdo do relato apocalíptico, a partir do verso três do capítulo onze, até o verso quatro, o Revelador faz alusão às duas testemunhas, às quais deveriam profetizar por mil duzentos e sessenta dias.
No entanto, essas duas testemunhas ao desempenhar aquela função, estava vestida de pano de saco.
Obviamente que o Revelador, deixa patenteado que as duas testemunhas são também denominadas de oliveiras e candeeiros que, evidentemente, se achavam de pé diante do Senhor da Terra.
Nesses dois versos, se faz necessário decifrar quem são essas duas testemunhas, começando-se a análise intercalando as duas testemunhas com as duas oliveiras e os dois candeeiros, assim, certamente, se chegará a uma conclusão racional, lembrando-se que nessa conclusão é de vital importância sincronizar o pensamento interpretativo apoiado no simbolismo da vestimenta de pano de saco.
Ora, comecemos a compreender o que está cifrado como as duas testemunhas, a que se referem esses dois depoentes? Como vimos, para se chegar a uma tradução eficaz, precisa-se conhecer a relação entre as duas testemunhas, as oliveiras e os candeeiros!
Pois bem, o mais interessante é como o Revelador associou às duas testemunhas com as duas oliveiras e os dois candeeiros. Obviamente, não sem prudência, pois, essa informação, originalmente, foi revelada pelo anjo Gabriel, ao profeta Zacarias, através duma visão relatada no capítulo quatro do livro de Zacarias.
Naquela visão, o profeta observa um castiçal de ouro ou, candeeiro que, obviamente, é emblema de igreja, conforme relatado no livro da Revelação. "Os sete castiçais que viste, são as sete igrejas." Apocalipse  1: 20. Não uma igreja no sentido de instituição, mas, no aspecto pessoal, conforme relatado em I Coríntios 3: 16; "Não sabeis que sois templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?"
Pois bem,  o Profeta, naquela visão, percebe que aquela mensagem era direcionada para a humanidade. O anjo Gabriel informa a Zacarias que as duas oliveiras é a Palavra do Senhor, ou seja, a Bíblia Sagrada, que é dividida em duas partes, Velho e Novo Testamento, donde se conclui com lógica interpretativa, ser uma alusão às duas testemunhas.
Perceba que as duas oliveiras são os dois filhos do óleo, que é símbolo do Espírito Santo, o Óleo da Alegria!
Então, as duas testemunhas, o Velho e o Novo Testamento, foram dados para a humanidade por intermédio de homens santos, os profetas canônicos, que receberam a Revelação através do Espírito Santo, o Óleo da Alegria! "Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo."  II Pedro 1: 21.
Agora que se tem conhecimento que as duas testemunhas são os dois Testamentos da Bíblia, e que nos mil duzentos e sessenta anos, ou seja, durante a Idade Média, tais depoentes  profetizaram vestidos de pano de saco.
O que representa esta vestimenta?
Precisa-se recorrer ao auxílio da própria Testemunha e ver o que ela nos informa! Era comum se fazer o uso desse tipo de indumentária quando o povo se encontrava angustiado, ou injuriado ou quando alguém fazia uso de palavras ultrajantes contra a Divindade. "E aconteceu que Ezequias, tendo-o ouvido, rasgou os seus vestidos, e se cobriu de saco, e entrou na casa do Senhor. E disseram-lhe: Assim diz Ezequias: Este dia é dia de angústia, e de vituperação, e de blasfêmia."  II Reis 19: 1 e 3.
Conclui-se que, durante o Período Escuro da história da humanidade, o povo encontrava-se ansioso, vivenciando uma aflição intensa, o que significa dizer que as pessoas estavam agonizantes, tendo uma experiência de vida com intenso sofrimento, naquele Período de tormento e tribulação.
E não somente isso, os cristãos que quisessem se relacionar mais intimamente com Deus, eram insultados, injuriados e falsamente acusados de atos vergonhosos, infames ou criminosos.
Os acusadores, sobretudo, usavam palavras ultrajantes contra as duas Testemunhas, não respeitando a Palavra de Deus, as Sagradas Escrituras.
A Revelação informa que as duas Testemunhas estavam em pé diante do Senhor da Terra. Demonstrando, assim, que a Bíblia é a  Palavra abalizada de Deus, por Sua competência e notável idoneidade, é capaz de apontar o caminho a seguir e, quem a ela obedecer, será distinguido entre a humanidade e assinalado para a vida eterna!  
Antes, porém, de continuar a análise interpretativa,  precisam-se observar, atentamente, os versos que serão, diligentemente, esmiuçados, no transcurso dessa simples análise; "Darei às minhas duas testemunhas que profetizem por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de pano de saco.
São estas as duas oliveiras e os dois candeeiros que se acham em pé diante do Senhor da terra.
Se alguém pretende causar-lhes dano, sai fogo da sua boca e devora os inimigos; sim, se alguém pretender causar-lhes dano, certamente, deve morrer.
Elas têm autoridade para fechar o céu, para que não chova durante os dias em que profetizarem. Têm autoridade também sobre as águas, para convertê-las em sangue, bem como para ferir a terra com toda sorte de flagelos, tantas vezes quantas quiserem.
Quando tiverem, então, concluído o testemunho que devem dar, a besta que surge do abismo pelejará contra elas, e as vencerá, e matará, e o seu cadáver ficará estirado na praça da grande cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado.” Apocalipse 11: 3 - 8.

O PODER DAS DUAS TESTEMUNHAS - MATAR OU DEVOLVER A VIDA ETERNA?



Ao se fazer uma leitura descuidada e superficial do verso cinco, não é de estranhar que as pessoas cheguem à conclusão de que às duas testemunhas, ou seja, à Santa Bíblia, tenha recebido poder de mortandade e, que durante o Período que antecede a volta de Cristo e vinda de Deus, aniquilaria as criaturas humanas indesejáveis, que seriam consumidas, impiedosamente, pelo Fogo Consumidor! "Porque o nosso Deus é um fogo consumidor." Hebreus 12: 29.
Todavia, ao se fazer a leitura levando em consideração a racionalidade que todo pesquisador deve ter, chega-se à conclusão que a Bíblia não tem poder algum para matar, nem muito menos para Restaurar. O objetivo dela é apenas indicar quem tem poder de Restabelecer e, quem tem interesse de condenar ou eliminar o ser humano!
Sem muita delonga, descodifiquemos o simbolismo do enunciado apocalíptico em estudo.
Certamente se conclui que esse verso, como os demais dessa profecia, foi escrito de forma figurada, pois, as duas oliveiras e os dois castiças, que é uma alusão à Bíblia, tinha boca que vomitava fogo devorador, com o objetivo de eliminar os inimigos, portanto, estava repleta de sentimento homicida.
Se o leitor, em sua mente, discordar desse conceito, deve rever sua análise, pois, existe a possibilidade de sua conclusão estar equivocada!
Façamos, então, um estudo pormenorizado. O verso descreve que, havendo discordância, o Fogo Devorador consumirá os inimigos que, fatalmente, morrerão.
Existem várias formas de se exterminar os inimigos. Exemplifiquemos apenas duas. A primeira variedade é uma maneira predatória ou homicida, mas, existe também uma modalidade amorosa e Divina, que é convertendo os inimigos, talvez, tornando-os seus melhores amigos!
Certamente, esta segunda alternativa seja a forma utilizada pelo nosso Deus, o Fogo Devorador, para eliminar os Seus inimigos!
Eu prefiro levar em consideração que Deus é amor (I João 4: 8), e que dEle só procede vida e vida com abundância. A morte e o ato homicida não são práticas do nosso Deus. 
É verdade que Deus vai enviar fogo do Céu para destruir o pecado, não o pecador, mas, muitos pecadores permanecerão agarrados ao pecado e, dele não querem se separar. Esse fogo, certamente irá destruí-los.
Deus sabe que eles vão morrer, por isso, o relato bíblico afirma que esta obra Divina  é o ato inaudito de Deus, pois, pecadores irão morrer através do fogo purificador, mas, essa morte não pode ser imputada a Deus, pois, a escolha foi do ser humano! "O Senhor se levantará... para executar o Seu ato, o Seu ato inaudito." Isaías 28: 21.
Essa é uma obra estranha ao caráter de Deus, por isso é descrita como ato inaudito, ou seja, que nunca se ouviu dizer e não há exemplo, portanto, é extraordinário se repensar que a morte é sim, consequência do pecado, e não uma ação deliberada e homicida do nosso Deus de amor!
Nunca se deve esquecer a proposta do Criador. "Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas, tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua semente." Deuteronômio 30: 19.
É por isso que o fogo de Deus, em minha concepção, é figura do desenvolvimento simultâneo do calor amoroso da Divindade e da luz advinda da compreensão, entendendo que, quem ama, jamais, mata!

O PODER DAS DUAS TESTEMUNHAS



A partir do verso seis, emblematicamente, é descrito o poder que as Sagradas Escrituras detinham para fechar o céu, não permitindo que chovesse durante o período daquela profecia, ou seja, durante os mil duzentos e sessenta dias proféticos que correspondem à Idade Média!
Como essa descrição é emblemática, deve, portanto, ser analisada não de maneira diferente, senão, usando os recursos figurativos para acrescentar mais vigor e expressividade interpretativa ao enunciado!
Normalmente, torna-se estranho uma análise descuidada quando se interpreta que as duas testemunhas, a Santa Bíblia, naquele período e, durante o restante do tempo de oportunidade, priva o ser humano de receber o refrigério da chuva serôdia, como tipo do derramamento do Espírito Santo, em profusão. "E vós, filhos de Sião, regozijai-vos e alegrai-vos no Senhor vosso Deus, porque Ele vos dará instrutor de justiça, e fará descer a chuva, a temporã e a serôdia, no primeiro mês." Joel 2: 23.
No entanto o Oráculo Revelado de Deus nos adverte sobre o derramamento da chuva serôdia para que toda criatura possa abrir seu entendimento e, compreenda qual seja a vontade Divina em relação à sua vida, todavia, quem abre ou fecha essa janela de compreensão é o próprio ser humano, e não a Palavra de Deus! "Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a Minha voz, e abrir a porta, Eu entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo." Apocalipse 3: 20.
Quando o pecador toma a iniciativa de permitir que o Espírito instrutor da justiça desempenhe a Sua obra, então, começa a desenvolver um relacionamento salvífico e vivificante com Aquele que é o Caminho a Verdade e a Vida, Jesus Cristo.
Todavia, o que esta porção da profecia está a nos informar é que cada pessoa ao fazer uso da capacidade doada por Deus pode abrir ou fechar com a chave do seu próprio entendimento, a janela do céu, permitindo que as comportas celestes permaneçam abertas ou trancadas em sua própria vida!
O Oráculo Revelado de Deus, possuí também a capacidade de transformar água em sangue. Essa prerrogativa está a anunciar um período catastrófico  ou, prometendo em meio ao vale da sombra e da morte, um repouso em pastos verdejantes?
Não pode transitar na mente de quem crê num Deus amoroso e justo, nenhuma outra compreensão, senão, aquela que fica nitidamente perceptível, que é uma mensagem que provê vida e esta em abundância, pois, as Duas Testemunhas, descrevem o poder de Jesus em transformar água em sangue! 
A Bíblia informa que o sangue é figuração de vida "pois o sangue é vida" Deuteronômio 12: 23, no entanto, quando uma pessoa morre, o sangue, automaticamente, coalha, separando-se deste, a água. "Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água."  João 19: 34.
Nesse emblema a água passa a ser figuração de morte, todavia, quando se morre em Cristo Jesus que é a Água da Vida, essa pessoa ressurge para a Vida Eterna, ou seja, literalmente, a água  que nessa figuração era símbolo de morte, transforma-se em sangue, símbolo da Vida Eterna!
Essa é, portanto, uma bela figura da ressurreição para a Vida Eterna!
Tantas quantas sejam as vezes que as dificuldades, os contratempos ou, a disposição ao perigo fatal acontecer na vida do ser humano, a Bíblia Sagrada, neste caso, as Duas Testemunhas, estarão à disposição para ferir a Terra com toda sorte de pragas!
O que esse enunciado quer transmitir para toda pessoa que esteja transitando no vale da sombra e da morte? Deus estaria disposto a ferir seus indefesos filhos com o castigo da vingança eterna? Seria essa uma interpretação correta?
Para não restar nenhuma dúvida sobre o caráter da Divindade, se faz necessário compreender a figuração sobre a terra, o que ela, espiritualmente, representa?
Entendemos que a Bíblia dá conotações diferenciadas sobre a terra e o céu.
Fazendo-se uma analogia baseada na ótica Divina, percebe-se a terra como uma tendência maléfica com intenção para a desgraça. Já o céu torna-se insígnia da perenidade amorosa do Onipotente!
Por isso mesmo, dos céus vem a conotação em forma de conselho; "Pensai nas cousas lá do alto, não nas que são aqui da terra." Colossenses 3: 2.
Surge, então, uma inquietação, quais seriam as coisas próprias da terra ou, dos moradores dela?
Descubramos, inicialmente, com a informação do próprio Jesus; "Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam." Mateus 6: 19.
Meu amigo leitor, conhecendo a qualidade do que é terreno, então, dá para entender o que a Revelação está a referir, quando afirma que do alto advém o flagelo que fere e, até destrói as tendências maléficas da terra!
Resta-nos saber como acontecerão esses flagelos e de quem, especificamente, eles procederão?
Tenha certeza que estes flagelos virão de forma amorosa, contudo, nunca vingativa! Perceba, então, a dulcíssima forma de Cristo tratar o pecador; Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria... Porém Cristo é tudo em todos." Colossenses 3: 5 e 11 up.
Precisa-se compreender que estamos em meio a uma guerra espiritual, contudo, algumas criaturas imaginam que Jesus irá galardoá-los, irrestritamente, com a Vida Eterna.
No entanto, com amor indissolúvel, o Filho de Deus demonstra a sua postura em relação ao pecado e, para com aqueles que assim acreditam.
O Salvador explica os passos que Ele dará para convencer tais penitentes, dos erros interpretativos. Diz Jesus: "Supondes que vim para dar paz à terra? Não, Eu vo-lo afirmo; antes, divisão." Lucas 12: 51.
O amorável mestre continua sua ponderação, de forma enérgica e com firmeza racional, Ele dá seguimento afirmando; "Eu vim para lançar fogo sobre a terra e bem quisera que já estivesse a arder."  Lucas 12: 49.
O distinto pesquisador pode até estar se interrogando, que tipo de fogo seria esse, que o articulista tem a ousadia de associá-lo ao que há de mais sublime que é o amor?
O próprio Jesus se antecipa para justificar que tipo de fogo é esse, capaz, não só de demonstrar a autoridade do Salvador, bem como, a eficácia dessa chama que, consome tão somente o pecado! "Ora, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados." Marcos 2: 10.
Seguindo esse trajeto proposto pela Salvação que é Cristo Jesus, não há como discordar que a ferida causada pelos flagelos direcionados aos pecadores, certamente, são ações misericordiosas e salvíficas, que todo pecador penitente haverá de agradecer à Majestade do Universo, por esse ato tão amável e reconciliador!

FRANÇA, A BESTA QUE SURGE DO ABISMO, MATA AS DUAS TESTEMUNHAS



Após resistir aos ataques fulminantes durante o Período Escuro da história da humanidade, as Duas Testemunhas, as Sagradas Escrituras, foram impiedosamente, afrontadas por um maligno poder opressor que, por um breve período de tempo, mas, o bastante para com sua tirania, a conduzir até a morte! 
Esse poder é descrito pela Revelação como a besta que surge do abismo. A rigor a besta é o Inimigo das almas, a antiga serpente que, naquele instante, se valendo da autonomia e influência satânica, influencia a França que tinha um poder desordenado, em confusão política onde o anarquismo imperava.
Foi justamente dessa desorganização política e moral, que surge a França revolucionária, que faria guerra às Duas Testemunhas, rejeitando com extrema violência as Sagradas Escrituras.
É sabido que os revolucionários franceses fantasiaram um asno com emblemas do cristianismo, colocando na cauda daquele jumento o Novo e o Velho Testamento, conduzindo o pobre animal, com os seus apetrechos para a fogueira, reduzindo a cinzas, enquanto os adeptos da revolução, em delírio, aclamavam aquele ato blasfematório!
Este fato ocorreu no dia 10 de novembro de 1793, a partir de então, Bíblias e outros livros Devocionais eram queimados enquanto os revolucionários exaltados condenavam à morte qualquer exemplar da Bíblia ou porção dela!
Assim, se cumpre com extrema acuidade profética a morte das Duas Testemunhas!

A GRANDE CIDADE ONDE O SENHOR FOI CRUCIFICADO



Uma vez concluída a prática homicida contra as Sagradas Letras e, contra os simpatizantes das mesmas, informa o Relato Profético que o cadáver ficou estirado na praça da grande cidade, declara também que essa cidade tinha as características de Sodoma e do Egito, concluindo as considerações proféticas, apregoa que neste mesmo local Jesus Cristo foi crucificado!
Obviamente, em face do caráter emblemático da citação, precisa-se decifrar cada uma das insígnias, para se compreender as lições que o Onisciente transmitiu aos militantes humanos.
A forma como os sacerdotes da igreja dominante tratou a Palavra de Deus durante o período da Idade Média, levou a população a desacreditar na idoneidade da Bíblia. Como resultado, houve uma rejeição, quase que generalizada, a tal ponto que, quando a França anárquica  atentou contra a mesma, os povos das demais nações, não esboçaram nenhuma reação contrária àquele ato bestial!
Essa falta de reação popular foi exemplificada, profeticamente, como um cadáver indesejável que deveria apodrecer ao relento, na praça da grande cidade. Neste caso, a Bíblia foi escarnecida e morta em praça pública, para que toda a população pudesse demonstrar seu repúdio, escárnio e blasfêmia na grande cidade, numa vívida alusão a Paris!
Para se confirmar a precisão profética, o relato descreve a Paris daquela época, como uma metrópole com as características de Sodoma e do Egito.
Quão exata figuração, pois, não existiu em lugar algum do planeta, naquele momento histórico, outra cidade que tivesse absorvido o desprezo a Deus e aos Seus Mandamentos, tal qual fizera os egípcios.
Em Paris, sob a influência de um regime ateu que insultava ao Deus do Céu, os manifestantes, com palavras de ordem contra Cristo, pronunciavam efusivamente: esmaguemos o Patife. Exatamente como fizera o Faraó egípcio! "Contudo Faraó disse: Quem é o Senhor para que lhe ouça eu a voz e deixe ir a Israel? Não conheço o Senhor." Êxodo 5: 2.
Na França concentrou toda devassidão e licenciosidade onde houve uma degradação moral incalculável, com prática sexual anômala, entre indivíduos do mesmo sexo e, de sexos diferentes, onde a popularização do homossexualismo, da pederastia e da fornicação foi estabelecida por lei!
Portanto, indubitavelmente, a grande cidade com características do Egito e de Sodoma, foi mesmo Paris!
Pelo que sabemos até o momento, não existe dúvida nenhuma que Jesus Cristo foi crucificado na cidade de Jerusalém, no entanto, o relato apocalíptico realça que Jesus foi crucificado em Paris, obviamente, que essa textualização está usando uma linguagem metafórica que precisa ser, minuciosa e figurativamente, compreendida.
Evidentemente que Jesus Cristo não foi crucificado literalmente em Paris, contudo, quando algum dos Seus filhos é insultado, maltratado com atos vergonhosos, criminosos e morto, o Mestre toma esses agravos como praticados contra Ele mesmo. "Jesus mesmo dissera: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a Mim o fizestes." Mateus 25: 40.
Indubitavelmente, durante a revolução francesa, Paris prestou suprema homenagem ao Fraudador, enquanto Cristo, aquele que em Si mesmo é o Caminho, a Verdade e a Vida, era crucificado através da morte das Duas Testemunhas, bem como dos Seus seguidores, quando se opunham ao Poder Revolucionário, na grande cidade da licenciosidade e do ateísmo!
              Que Deus continue a nos abençoar e iluminar o entendimento com a luz da verdade que é Cristo Jesus!