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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

IDE - Sete Anjos Com Sete Trombetas, Postados Diante de Deus

SETE ANJOS COM SETE TROMBETAS, POSTADOS DIANTE DE DEUS
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento. 



Após a visualização dos acontecimentos que ocorreram durante a viagem da Comitiva Celeste, que partiu do Trono do Poder para a Terra e, do retorno desta para o Céu, a atenção do Vidente de Patmos, é direcionada para sete anjos que estavam postados diante de Deus, momento em que receberam sete trombetas, provavelmente de chifres de carneiro!
Aqueles anjos seriam sete criaturas aladas, ou, seriam figurações de seres humanos, numa referencia às pessoas de muita influência, no desenrolar da história universal, principalmente, no aspecto que descreve o poderio bélico das nações, em sete períodos que devem ser analisados paralelamente às sete igrejas, selos e, agora, trombetas?
Nas Sete Igrejas é contada a história em sete períodos similares, com a visão dando ênfase para o aspecto espiritual, paralelamente, os selos refletem o ponto de vista comparativo da postura humana, realçando a preparação para se adequar aos eventos, mostrando o desempenho pessoal, já nas trombetas, similarmente a esses períodos, a história faz a confrontação, destacando a preparação bélica das nações, tentando, desesperadamente, vencer os atropelos do despreparo espiritual!
Portanto, a profecia das sete trombetas, tem por objetivo primordial, advertir toda humanidade a ter bom senso ao enfrentar os acontecimentos por vir, numa tentativa de infundir em cada pecador a certeza de que Deus tem acompanhado o desenrolar da história do pecado, ao tempo em que insufla em cada humano o conhecimento de Sua vontade, que habilita cada criatura ao seu próprio preparo, com o intuito de passar sobranceiro na crise relacional com o Ser Superior.
Sabe-se que a humanidade ficará desiludida, diante das medidas humanas, imposta pelo poder de fogo, das nações, sem, contudo, surtir efeito, fato, que fará o pecador arrependido buscar o Caminho, providenciando por Deus, Jesus Cristo! "Respondeu-lhe Jesus: Eu Sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim." João 14: 6.
Para se aprofundar nesse assunto, precisam-se conhecer os versos que serão analisados em pormenores! "Então, vi os sete anjos que se acham em pé diante de Deus, e lhes foram dadas sete trombetas. Veio outro anjo e ficou de pé junto ao altar, com um incensário de ouro, e foi-lhe dado muito incenso para oferecê-lo com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que se acha diante do trono; e da mão do anjo subiu à presença de Deus a fumaça do incenso, com as orações dos santos. E o anjo tomou o incensário, encheu-o do fogo do altar e o atirou à terra. E houve trovões, vozes, relâmpagos e terremoto. Então, os sete anjos que tinham as sete trombetas prepararam-se para tocar." Apocalipse 8: 2 - 6.

HOMENS DE BOA VONTADE NUM
                MUNDO AGRESSIVO




Com o advento do pecado, Adão confiou a administração do planeta ao falsário, em consequência, o inimigo passou a ser, por usurpação, o príncipe deste mundo. 
Não obstante, Cristo, o Criador, não abandonou a humanidade, pois, o germe do pecado, passou a fazer parte do ser humano e, por consequência, separou o homem de Deus! "Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o Seu rosto de vós, para que vos não ouça." Isaías 59: 2.
Todavia, o objetivo do anjo do mal não era, simplesmente, o domínio do planeta malsinado pelo pecado, mas, o controle do Universo.
Por isso, quando a Salvação de Deus veio ao mundo, o Príncipe do Mal, o pai da mentira, levou-O a um alto monte, mostrou todos os reinos do mundo, prometendo doar a Cristo se, tão somente, Jesus o adorasse!
Este fato foi relatado por Mateus e confirmado por Lucas. "Levou-O ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-Lhe todos os reinos do mundo e a glória deles e Lhe disse: Tudo isto Te darei se prostrado me adorares." Mateus 4: 8 e 9. "E, elevando-O, mostrou-Lhe, num momento, todos os reinos do mundo. Disse-Lhe o diabo: Dar-te-ei toda esta autoridade e a glória destes reinos, porque ela me foi entregue, e a dou a quem eu quiser. Portanto, se prostrado me adorares, toda será tua." Lucas 4: 5 - 7.
Com isso, o inimigo queria legitimar seu intento, ocupando lugar de destaque no reino do céu.
A partir de então, o falsário tenta perenizar seu controle sobre a Terra, fazendo dela seu quartel general, com o intuito de usurpar o Trono de Domínio Universal.

SETE ANJOS EMBLEMÁTICOS

Para isso, entram em cena os sete anjos emblemáticos, aqueles que estavam de pé, diante de Deus.
Certamente, esses anjos são simbólicos, cada um representando a supervisão e não, necessariamente, o controle de Deus, nas ações humanas, em cada um dos sete períodos que abrangem a história do cristianismo, desde sua implantação até o fechamento da porta da graça.
Alguma vez no relato bíblico a figura do anjo foi usada simbolicamente? Certamente que sim!
No tempo do profeta Malaquias, em seu ministério, ele anunciou a vinda do Senhor dos Exércitos, que seria precedido pelo anjo de Deus. "Eis que Eu envio o Meu anjo, que preparará o caminho diante de Mim; e de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais." Malaquias 3: 1 (grifo nosso).
A missão desse anjo seria preparar o caminho, em meio à humanidade, para que esta recebesse a Cristo Jesus como o Salvador. Quem, na verdade, era esse anjo? 
Esse anjo foi anunciando pelo profeta Isaías, identificado como sendo a voz que advertia no deserto. "Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus." Isaías 40: 3 (grifo nosso). 
Como a Bíblia é exata, certa feita Jesus se identificou como sendo o Caminho!
O livro de Lucas identifica, então, que aquele anjo é João Batista. "Este é aquele de quem está escrito: Eis que envio o meu anjo diante da tua face, o qual preparará diante de ti o teu caminho. E Eu vos digo que, entre os nascidos de mulheres, não há maior profeta do que João Batista." Lucas 7: 27 e 28. 
Pois bem, de certa forma, o estar, cada um dos sete anjos, de pé diante de Deus, denota que o Criador supervisiona, mas, não determina, pois, esses anjos humanos, têm resolução que depende da vontade própria, apesar de que, a Divindade procura imprimir em cada um deles o Parecer Divino, que pode ou não ser obedecido!
Ora, essas trombetas contam-nos dos embates políticos e bélicos, nesse período de tempo, supracitado.
Mas, para entender a supervisão da Divindade na história humana, sem, contudo, tirar da humanidade seu livre arbítrio, é necessário confrontar a história universal com os relatos proféticos, encontrados na Bíblia!
O profeta Daniel, no capítulo dois e sete de seu livro, descreve uma sequência de quatro reinos universais, a partir da Caldeia, cuja capital era a cidade doirada, Babilônia. Esse reino foi derrotado pelos Medos e Persas, que foram suplantados pelo Império Grego. Este por sua vez foi vencido pelo Império Romano.
O Império Romano, o quarto poder universal, jamais foi aniquilado, contudo, ele, no decorrer da história, foi dividido, inicialmente, em duas partes, daí, sendo fragmentado em dez porções, tornando-se, naquela época, nas nações europeias. 
Essa fragmentação, hoje, ampliada, durará até ao final da história da humanidade, onde, os caracteres romanos, permanecerão intactos, em cada nação, através do movimento religioso universal, conhecido como; catolicismo, que tem sua sede no Vaticano!   
Os lances adversos do destino, produzidos pela postura bélica do império romano, que ocasionou aquela divisão política, estão emoldurados no quadro profético das sete trombetas que, provavelmente, na profecia, eram de chifres de cordeiro.
Temos aí, duas figurações que precisam ser mais bem compreendidas. O que significam essas trombetas? Por qual motivo eram de chifres de cordeiro?
As trombetas, profética e biblicamente, são símbolos dos embates políticos, representando guerras. Esse símbolo permanece inalterado desde os tempos imemoriais do contexto descrito no Velho Testamento, permanecendo, ainda em vigor, no Novo Testamento. "Meu coração se agita! Não posso calar-me, porque ouves, ó minha alma, o som da trombeta, o alarido de guerra. Até quando terei de ver a bandeira, terei de ouvir a voz da trombeta?"  Jeremias 4: 19 up e 21. "Pois também se a trombeta der som incerto, quem se preparará para a batalha?" I Coríntios 14: 8.
Historicamente, o chifre representa força e poder, contudo, a Deus pertence à força e o poder, no entanto, para vencer o pecado, se precisa da força e do poder de Cristo, pois, dEle emana a única alternativa de suplantar a iniquidade.    
Por isso, as trombetas eram confeccionadas de chifre, numa figuração do poder de Deus, mas, esse chifre deveria ser de carneiro, representando a Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo! "Sete sacerdotes levarão sete trombetas de chifre de carneiro adiante da arca; no sétimo dia, rodeareis a cidade sete vezes, e os sacerdotes tocarão as trombetas." Josué 6: 4 (grifo nosso).
Pois bem, cada anjo com sua trombeta, trazem à baila, os principais acontecimentos políticos e bélicos, do período por cada um deles representado.
É interessante se aperceber que a humanidade, geralmente, toma conhecimento das mensagens provenientes do Céu de maneira diferenciada ou particular.
Daí, para preencher o vazio de entendimento dos humanos, Deus, então, providenciou três formas distintas; sete igrejas, sete selos e sete trombetas, para ajudar os humanos a entenderem os eventos que deveriam enfrentar em cada período da história, conforme preestabelecido por Deus para se resguardar do contraventor do mal.

      CRISTO, O ANJO DO CONCERTO,
           NOSSO SUMO SACERDOTE



Para se comprovar que os sete anjos não são literais, basta se aperceber que surge outro anjo, que não faz parte dos sete anjos emblemáticos, e que também não é conforme a letra.
Todavia, esse novo personagem não pode ser um anjo, pois, essa criatura estava junto ao altar, como que ministrando, ela estava com um incensário de ouro em Suas mãos, apesar de estar no primeiro compartimento do Santuário, mas, através de Suas próprias mãos, a fumaça do incenso chega à presença de Deus, no Santos dos Santos, por isso mesmo, não pode ser um simples anjo, uma vez que, somente o sumo sacerdote, Ele sozinho, ministra no lugar Santíssimo! "Entram no primeiro tabernáculo os sacerdotes, para realizar os serviços sagrados; mas, no segundo, o sumo sacerdote, ele sozinho." Hebreus 9: 6 (up) e 7 (pp).
A figuração do Altar de Incenso, no Santuário Terrestre, comprova que era Jesus quem nele ministrava, pois, em cada canto do altar havia chifres, por certo, de carneiro, representando que o ministrador, inequivocamente, era o "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo."  João 1: 29 up.   
Sabe-se que o Sumo Sacerdote é Jesus Cristo, portanto, esse outro anjo, inegavelmente, é figuração de Jesus! 
O profeta Malaquias também houvera predito que o Senhor Jesus foi identificado como sendo o Anjo do Concerto. "E de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós bucais, o Anjo do concerto, a quem vós desejais; eis que vem, diz o Senhor dos Exércitos." Malaquias 3: 1 (grifo nosso).
Por isso, esse outro anjo que está junto ao altar ministrando com um incensário na mão, indubitavelmente, é o nosso Sumo Sacerdote, Jesus Cristo! O apóstolo Paulo informa que o Messias "está à direita de Deus e também intercede por nós." Romanos 8: 34 up. Portanto é Ele quem está ministrando junto ao Altar de Incenso.
O Relato Bíblico identifica Cristo, de forma figurativa, como o Anjo do Concerto ou Anjo da Aliança. O próprio João Batista, em seu testemunho sobre Jesus, realça que Cristo, de fato, é a Salvação proveniente de Deus, conforme, anteriormente, afirmara Simeão. "E toda carne verá a Salvação de Deus" Lucas 3: 6.
João Batista estava concordando com a declaração de Simeão, quando Jesus ainda bebê foi apresentado no Templo. "Simeão O tomou nos braços e louvou a Deus, dizendo: Agora, Senhor, podes despedir em paz o Teu servo, segundo a Tua palavra; porque os meus olhos já viram a Tua Salvação, a qual preparaste diante de todos os povos." Lucas 2: 28 - 31.
Passado cerca de trinta anos desse episódio, aquela criança desenvolveu-se em estatura, conhecimento e graça, revelando-se como o Filho de Deus e, estando de passagem por Jericó, deparou-se com Zaqueu, indo pousar em sua casa.
Ao chegar à residência de Zaqueu, Jesus, então, se revela dizendo: "Hoje veio a SALVAÇÃO para esta casa."  Lucas 19: 9.
Cristo estava se referindo à Sua própria pessoa!
Sendo assim, a Salvação, não é um estado de espírito, nem uma condição espiritual e, nem mesmo uma recompensa futura!
Como percebemos, a Salvação é uma pessoa, Jesus Cristo, o Filho unigênito, o dom gratuito de Deus!
Portanto, retornando ao assunto em foco, um anjo literal, não pode exercer funções de sacerdote, nem mesmo de advogado, pois, o único mediador entre o pecador e Deus é Jesus. "Filhinhos Meus, estas cousas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo." I João 2: 1.
É interessante se observar no relato apocalíptico que Jesus, o anjo do concerto, recebeu muito incenso, juntamente às muitas orações dos santos, e de Sua mão, essa associação da fumaça do incenso juntamente com as orações, chega até à presença de Deus Pai, como aroma agradável.
Há quem acredite, baseado na própria revelação, que o incenso seja as orações dos santos. "Taças de incenso, que são as orações dos santos." Apocalipse 5: 8 up. No entanto, Davi informa que as orações humanas subiam como se fossem incenso, até a presença de Deus, e fossem depositadas no Altar de Incenso. "Suba à Tua presença a minha oração, como incenso." Salmos 141: 2 up. Observa-se que não era incenso, mas, semelhante ao incenso.
Contudo, Jesus, como ministrante do Altar de Incenso, sendo Ele próprio o Intercessor, mistura o mérito de Seu sangue, no caso o incenso, com as orações dos santos, para que esses pedidos humanos, com a junção meritória do sangue de Jesus, se tornassem agradáveis a Deus.
Sendo assim, o incenso representa os méritos da intercessão de Cristo, através da justiça dEle, alcançada pela Sua morte vicária, onde Seu sangue foi vertido na cruz do Calvário, devolvendo ao humano a possibilidade de reaver o que o pecado lhe subtraiu, a Vida Eterna!
Na cena seguinte daquela visão, o Profeta João percebe que o anjo, no caso, Jesus Cristo, nosso Sumo Sacerdote, faz uso do incensário, enche-o do fogo do altar e atira-o à terra. O que essa descrição quer transmitir para a humanidade?
Antes de concluir a minha linha de raciocínio, gostaria de ressaltar que o verso seguinte nos informa que esse derramar do fogo do incensário à Terra, aconteceu antes dos sete anjos emblemáticos tocarem as suas trombetas, isto quer dizer que o fogo foi derramado à terra no momento em que os anjos se preparavam para tocar seus instrumentos!
Essa é a grande providência de Deus! O Divino sempre prepara a humanidade para enfrentar os atropelos que o pecado nos submete, ou seja, antes que o fato aconteça, Ele capacita todo pecador com a força Divina, para vencer as mazelas do pecado se, o pecador assim o quiser! 
Portanto, basta ao humano fazer uso das ferramentas providenciadas por Deus para sair vencedor. Mas, ele só será vitorioso se tomar a postura correta, que é estar ao lado de Jesus se apoderando da Salvação que é o próprio Cristo!
Retornando à nossa linha interpretativa, concluímos que as orações dos santos chegam até o incensário, corroborando com a disponibilidade ofertada pela morte de Cristo, possibilitando ao humano chegar corajosamente até Deus, tendo a certeza que o Autor e consumador da nossa fé, recompensará, conforme a postura do pecador, no tempo da oportunidade! "Visto que temos um grande Sumo Sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um Sumo Sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno." Hebreus 4: 14 - 16.
Neste caso, algo extraordinário está a acontecer, que deve ser bem compreendido, pois, parece que há uma repentina mudança de atitude do Sumo Sacerdote, Ele enche o incensário com fogo, mas, não adicionou o incenso e, lança-o à Terra!
O significado dessa atitude reflete a misericórdia de Deus em relação ao pecador, e reporta-nos até ao tempo do ministério de Cristo quando Ele afirma, categoricamente, que laçaria fogo sobre a Terra. "Eu vim para lançar fogo sobe a terra e bem quisera que já estivesse a arder." Lucas 12: 49.
Esse misericordioso fogo que purifica o pecador derretendo o pecado, é o mesmo que ilumina a consciência da humanidade e aquece o relacionamento com seu semelhante e com o Divino.
Perceba que as ações do Messias, deste instante em diante, aquele fogo prometido conduzia o pecador ao arrependimento! "Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus." Mateus 4: 17.
Essa foi a função daquele fogo sem mistura de incenso jogado sobre a Terra! Contudo, deveria ser executada no tempo oportuno! "Mas, de preferência, procurai as ovelhas perdidas da casa de Israel; e, à medida que seguirdes, pregai que está próximo o reino dos céus." Mateus 10: 6 e 7.
O tempo correspondente a esse lançamento de fogo para a terra denota e representa a intercessão de Cristo por toda criatura humana, durante toda a Era Cristã.
Amigo leitor, esse fogo de Cristo está repousando em cada pecador, cabe a toda pessoa, individualmente, fazer bom uso dessa chama consumidora de pecado, para que ela venha aquecer o relacionamento com o nosso semelhante e aumentar o amor a Deus, para assim, ver o nosso caminho de retorno ao Pai ser iluminado pela luz gloriosa de Cristo Jesus!
O resultado imediato desse derramamento do fogo restaurador proveniente do Esconderijo do Altíssimo foi o desencadeamento de trovões, vozes, relâmpagos e terremoto.

        TROVÕES, VOZES, RELÂMPAGOS
                           E TERREMOTO

Precisa-se compreender o que esses fenômenos naturais estão representando e, que mensagens estariam embutidas e, devem ser percebidas pelos sentidos e pela consciência humana!
Essa manifestação natural é figuração da comunicação direta de Deus para cada pecador. Cada uma dessas manifestações é emblema de uma das maneiras do Onipotente Pai falar calidamente à consciência de cada ser humano, para a época em que esteja vivendo, portanto, para cada parte da dispensação cristã.
Os Trovões são simbólicos, é como se as mensagens de misericórdia e de ponderação Divinas estivessem a abalar cada morador da Terra, para que saíssem da zona de conforto e refletissem sobre sua situação diante de Deus.
Portanto, esses avisos trovejantes, é Deus falando de forma audível, anunciando os momentos tormentosos que se há de passar.
No entanto, se o pecador, ainda assim, não compreender as sinalizações de Deus, Ele, rapidamente, muda sua estratégia e fala com a humanidade através de vozes.
Essas vozes é figuração de Deus atuando através da fala espiritual, por intermédio de Sua Palavra, a Bíblia, de forma perceptível à consciência humana, com todo poder de fazê-lo mudar de postura e se engajar no exército de Cristo, se assim o pecador o quiser!
Já os relâmpagos denotam as formas visíveis da comunicação Divina. Portanto, os relâmpagos, são mensagens especiais e particulares vindas dos céus, como verdadeiros lampejos brilhantes e iluminadores que clareiam o entendimento de cada leitor em relação à Palavra de Deus, descobrindo a verdade que conduz para a Vida Eterna!
Todo esse processo Divino tem por objetivo levar o pecador sincero descobrir que as coisas do mundo não lhe dão garantia, por isso, esse grande terremoto, tem por objetivo abalar sua crença nas coisas mundanas e, a pedra inamovível que é Jesus Cristo seja, de fato, o fundamento de sua segurança! "Mas pergunto: Porventura, não ouviram? Sim, por certo: Por toda a Terra se fez ouvir a Sua voz, e as Suas palavras, até aos confins do mundo." Romanos 10: 18.
O que mais me impressiona é que os anjos só se prepararam para tocar suas trombetas, após, do céu vir conforto, preparo, força e coragem para enfrentar os dissabores que a vida nos apresenta!
Amigo leitor estás disposto a responder de forma afirmativa às promessas oriundas dos céus, para entrar num estreito relacionamento, contigo mesmo, com teu semelhante e, principalmente, com Deus?
Então, curve sua cabeça em sentido de respeito ao Criador e agradeça por tão maravilhosa Salvação, que é Cristo Jesus!

Que Deus continue abençoando a todos!

sábado, 15 de julho de 2017

IDE - Abertura do Sétimo Selo - O Céu Fica Silente

CAPÍTULO VIII

ABERTURA DO SÉTIMO SELO - O CÉU FICA SILENTE  
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



Na abertura do Sétimo Selo, tem-se uma nítida impressão que nesse capítulo faz-se menção a acontecimentos que antecedem à vinda da procissão celestial, para resgatar as pessoas que se renderam aos atrativos de vivenciar a Vida Eterna.
Naquele momento, o Paço Celestial, o Esconderijo do Altíssimo, que é a morada da Divindade, se esvaziará completamente, provocando um ensurdecedor silêncio.
O Céu permanecerá silente por quase meia hora, o que equivale dizer que, durante exatos, sete dias e seis horas, não mais e nem menos, o Céu estará vazio, tanto da Divindade, quanto dos anjos e de todos os humanos que por ventura estejam no Céu, como no caso os quatro animais, que, como sabemos são eles; Enoque, Moisés, Elias e Isaías, como também dos vinte e quatro anciões e os demais seres celestiais, ou seja; os anjos, arcanjos, querubins, guardiões e os demais indivíduos que habitam nas mansões celestiais, todas essas criaturas estarão, naquele momento, participando da comitiva celestial, que virá à Terra buscar os resgatados para permanecer durante um período de mil anos no Céu!
Esse fato dá o vislumbre que a viagem da grande procissão celestial, tendo ao centro o Pai das Luzes, e ao Seu lado o Filho, O Cordeiro de Deus, o mesmo que possibilitou a todo humano, que tenha se arrependido de seus pecados, a oportunidade de viver eternamente, e poder desfrutar do convívio com a Divindade pelos séculos intérminos!
Por certo, a vinda deste cortejo para a Terra, durará pouco tempo, no entanto, o retorno para as mansões celestiais, acontecerá num intervalo de sete dias.
Esse espaço de tempo tem um significado especial, que precisa ser, diligentemente, compreendido! 
Para isso, se faz necessário conhecer o verso que será analisado. "Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, houve silêncio no Céu cerca de meia hora" Apocalipse 8: 1.

DESCODIFICANDO O SILÊNCIO NO CÉU DE QUASE MEIA HORA

É sempre bom estar apercebido de que o silêncio ocasional, não foi por meia hora, mas, por um pouco menos que meia hora.
Daí, o relato ser bastante exato ao descrever; por cerca, ou por quase, o que equivale dizer, faltando pouco para trinta minutos.
Deve estar transitando na mente de cada leitor, a seguinte inquietação: O que teria ocasionado essa ausência de barulho, ruído ou conversação, no Paço Celestial?
O Paço Celestial é, por conseguinte, a moradia da Divindade. Sabe-se que uma residência só fica em total silêncio, quando, por qualquer motivo, seus moradores se ausentam, daí não haver nenhum ruído.
                Foi, exatamente, esse tipo de acontecimento que João, naquela visão profética, divisava, ou seja, por quase meia hora profética, o Céu ficou silente, pois, a Divindade se ausentou do Céu, e, numa grande procissão, o Pai juntamente com o Filho, e todas as criaturas celestes, veio em busca da humanidade, num resplendoroso resgate, devolvendo-lhe o que o pecado lhe subtraíra, a eternidade.
Pois bem, a Bíblia revela que em profecias, cada dia profético, equivale a um ano literal, confira no relato bíblico. "Segundo o número dos dias em que espiastes esta terra, quarenta dias, por cada dia um ano, levareis sobre vós as vossas iniquidades quarenta anos." Ezequiel 4: 6 (grifo nosso).
Ou seja, o período de vinte e quatro horas proféticas, é sinônimo de um ano ou, trezentos e sessenta dias literais, pois, se contam doze meses de trinta dias, totalizando esses trezentos e sessenta dias. 
Essa quase meia hora poderia ser vinte e nove minutos ou, apenas, vinte e oito minutos. Então, normalmente, se calcula meia hora para ter a ideia de quanto tempo corresponde essa quase meia hora!
Comecemos, então, a descodificação. Se um dia de vinte e quatro horas proféticas equivale a um ano de 360 dias literais, meia hora (0,5 h.) corresponde a quantos dias?
Com o mínimo de conhecimento matemático, facilmente se resolve essa equação!

Solução:
24 h.   =   360 dias
                     0,5 h.   =         x
Multiplicam-se os extremos pelo meio
360      x       0,5 = 180
De posse desse resultado, divide-se por 24.
180      ÷        24 =  7,5

Conclui-se, então, que aquela meia hora, está se referindo a exatos, sete dias e meio.
Contudo, o enunciado profético relata não por meia hora, mas, por quase meia hora, portanto, se fosse, exatamente, vinte e oito minutos, o silêncio no Céu, por conseguinte, a procissão celestial, duraria, exatos, sete dias para se deslocar do Céu à Terra e voltar novamente ao Céu.
Todavia, tudo leva a crer que essa viagem será feita em vinte e nove minutos proféticos, nesse caso duraria, exatos 7,25 dias, ou seja, sete dias e seis horas.
Daí, usando um pouco de racionalidade interpretativa, conclui-se que a viagem da comitiva celestial, do Céu à Terra, foi rápida, durando apenas seis horas.
Você, amigo leitor, pode até estar se arrazoando, um período muito longo, sabendo-se do poder de Deus, se comparado à Sua obra Criativa.
No entanto, durante essa viagem do Céu à Terra acontecerão alguns eventos que é de capital importância para a humanidade, e deverá ser presenciada por todos os humanos que estejam vivos naquele momento de especial significado para o ser humano, pois, fará total diferença nos momentos da eternidade!
Logo no início do retorno de Cristo e vinda de Deus Pai, haverá a ressurreição especial, descrita no livro de Daniel no capítulo doze e verso dois, onde informa que alguns inquisidores de Cristo, ressuscitarão para ver que eles, realmente, crucificaram o Filho de Deus, conforme predito no Apocalipse; "Eis que vem com as nuvens, e todo olho O verá, até quantos O traspassaram." Apocalipse 1: 7 pp. (Grifo nosso).
O próprio Jesus confirmou esse evento ao Sumo Sacerdote Caifás, quando Lhe conjurou pelo Deus vivo, que lhes informasse se Cristo era, de fato, o Filho de Deus, pelo que Jesus lhe respondeu: "Eu vos declaro, desde agora, vereis o Filho do homem assentado à direita do Todo-poderoso vindo sobre as nuvens do céu." Mateus 26: 64.
No entanto, no retorno de Cristo, após a ressurreição especial, esses algozes de Jesus Cristo, poderão confirmar a veracidade das palavras do Filho de Deus.
Não obstante, esses incrédulos serão destruídos pelo resplendor da Glória de Deus, pois, que harmonia existe entre a luz e as trevas, então, quando Cristo, a Luz do Mundo, se encontra com aqueles que estavam na escuridão, automaticamente, as trevas desvanecem e, aqueles agressores, não terão direito à Vida Eterna.
Essas pessoas serão mortas, não pela destruição provinda da Divindade, mas, como consequência do pecado. “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” Romanos 6: 23 (Grifo nosso).
Além dos inquisidores de Jesus Cristo, nessa ressurreição especial, retornarão à vida, aquelas pessoas que antes do fechamento da porta da graça, estavam preparadas espiritualmente para ver o retorno de Cristo, no entanto, não tinham condições físicas nem emocionais, para suportar as provas físicas e psicológicas requeridas pelo Tempo de Angústia de Jacó, por isso mesmo, não faziam parte dos Cento e Quarenta e Quatro Mil, por isso, Jesus fez um concerto de paz com elas, para igualmente ressurgir nessa ressurreição especial, para nunca mais morrer!
O Profeta Daniel houvera predito esse faustoso acontecimento, quando anunciou que "Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno." Daniel 12: 2 (grifo nosso). 
Além da ressurreição especial que contempla, uma boa parte dos ímpios como também dos justificados, haverá outro decisivo acontecimento.
Como vimos, nessa procissão, Jesus virá assentado à Direita de Deus Pai (Mateus 26: 64), todavia, Daniel em visão viu o momento exato em que o Pai, nesse percurso, do Céu à Terra, passa o Trono do Poder para o Seu Filho amado, Jesus Cristo. "Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de dias, e o fizeram chegar até ele. Foi-Lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas O servissem, o Seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o Seu reino jamais será destruído." Daniel 7: 13 e 14.
O Próprio Jesus Cristo, quando esteve peregrinando na região da Palestina, certa feita, descrevendo sobre Sua volta, confirmou as palavras de Daniel, fazendo entender que, só então, Ele se assentaria no Trono de Sua Glória! "Quando vier o Filho do homem na Sua majestade e todos os anjos com Ele, então, se assentará no trono da Sua glória." Mateus 25: 31.
Repare bem, amigo leitor, não é mais no trono de Sua graça, pois, a porta da graça, já houvera sido fechada, Por isso, Jesus estará assentado no trono da Sua glória, não como um coadjuvante, mas, como a Majestade, pois, Ele será de fato, Rei dos reis e Senhor dos senhores!  
Além da ressurreição especial daqueles que traspassaram a Jesus, e daqueles que faziam parte da aliança de paz, e da transcrição do Poder Universal do Pai para o Filho, acontecerá, então, a ressurreição geral dos justificados, onde cada ressurreto terá, então, o encontro com o Pai nas nuvens dos céus.
Todos esses episódios acontecerão no período de seis horas, não ocupando nenhum segundo a mais.
Logo após, esses eventos, só então, é que começará a viagem de retorno para os céus, viagem que durará, exatamente, sete dias literais!
Perceba amigo leitor, exatamente uma semana, sabe-se que numa semana consta o dia de Sábado, que, inclusive, é reclamado pelo próprio Jesus, como o dia do Senhor!
Portanto, todo salvo, ao entrar no Céu, terá guardado, ao menos, um dia de Sábado, conforme preceitua o quarto Mandamento da Lei Moral de Deus, como o Dia do Senhor! "Lembra-te do dia de Sábado, para santificá-lo. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o Sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de Sábado e o santificou." Êxodo 20: 8 - 11.
Outro fato interessante é que, só entrará no Céu, aquele resgatado que tenha passado pela experiência do batismo, pois, todo salvo deverá ser batizado pelo batismo que representa a morte para o pecado, o sepultamento das iniquidades e a ressurreição para uma novidade de vida, e o único batismo que tem essas características é o batismo por imersão, conforme Jesus foi batizado! 
Naquela viagem de retorno ao Céu, em algum desses sete dias, Jesus estará conduzindo uma cerimônia de batismo, para que não entre no céu, ninguém que não tenha participado dessa extraordinária experiência, para assim, ter direito a vida eterna.
Amigo leitor, você já imaginou ser batizado por imersão, da maneira como Cristo foi batizado?
Só que essa será a primeira oportunidade que Jesus mesmo estará batizando, pois, Ele se privou de oficializar um batismo, quando esteve aqui na Terra, deixando para fazê-lo naquela viagem celestial! “Quando, pois, o Senhor veio, a saber, que os fariseus tinham ouvido dizer que Ele, Jesus, fazia e batizava mais discípulos que João (se bem que Jesus mesmo não batizava, e sim os Seus discípulos)” João 4: 1 e 2. Como será gratificante ser batizado por Jesus Cristo!
Sem sombra de dúvidas, quem for batizado por Jesus Cristo, naquela viagem celestial, estará participando da mais emocionante aventura, numa viagem que tem por destino o Esconderijo do Altíssimo, as mansões celestiais!
Além de tudo isto, nesse espaço de sete dias literais, Cristo estará ministrando sobre a necessidade de se passar mil anos no Paço Celestial, para que toda dúvida sobre o caráter de Deus possa ser dissipado, tempo necessário para que, na Eternidade, o pecado não mais se levante!
         Portanto, nesse espaço de sete dias, a humanidade estará se habilitando a desfrutar, em profusão, do milênio, assim como, o milênio, será indispensável para se viver eternamente!
         Como se pode observar, nesse primeiro verso do capítulo oito do livro da revelação, o Apocalipse fecha com brilhantismo o relato da série dos sete selos.
           Assim, se pode notar que o sexto selo mostra-nos os acontecimentos finais da história de pecado que a humanidade vivenciou, descrevendo os acontecimentos dos dias finais, fazendo uma pausa no derradeiro dia, aqui, neste mundo malsinado pelo pecado!
            No capítulo sete, a Revelação faz um parêntese para esclarecer sobre a condição dos vivos que serão trasladados para os céus, em número de Centro e Quarenta e Quatro Mil.
             Portanto, nesse primeiro verso do capítulo oito, fecha-se a descrição histórica dos sete selos, numa sintetização divina, da comitiva celestial que virá buscar os redimidos de todas as épocas, compendiado, enquanto resumido, numa relação lógica da frase, silêncio no céu!
Quão bom seria que todo leitor desse texto, estivesse envolvido no contexto desse silêncio celestial, aguardando, aqui na Terra, essa comitiva, e ao divisar Jesus, nosso grande resgatador, flutuando nas nuvens dos céus, momento em que ressuscita os que serão galardoados com a vida eterna, estivesse a dizer; “Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o Senhor, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos.” Isaías 25: 9.
Amigo leitor, hoje, Jesus está te convidando a participar do reino que Ele preparou desde os tempos eternos, para cada ser humano, mas, um dia, a humanidade desprezou rejeitando essa oferenda, contudo, Cristo continua convidado a cada pessoa para refletir e aceitar essa maravilhosa benção do Remidor. “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.” Mateus 25: 34.
Ainda há tempo, a porta da oportunidade está prestes a fechar, todavia, continua aberta, pois, Jesus Cristo, permanece pacientemente aguardando por tua decisão, não deixe essa porta fechar, faça sua escolha ao lado do Senhor, antes que a porta da graça se feche!
Que essa seja a tua decisão, amado leitor!

Amém!


domingo, 11 de junho de 2017

IDE - Quem Faz Parte da Grande Multidão?

QUEM FAZ PARTE DA GRANDE MULTIDÃO?  
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



          Basicamente, a Bíblia deixa transparecer algumas informações sobre a grande abundância de redimidos em glorificação. Sabe-se que eles são procedentes da grande aflição.
             Alguns intérpretes admitem que essa numerosa adversidade, seja uma alusão unicamente ao tempo de angústia de Jacó ou, a última tribulação, amargura e tormento, que ocorrerá após o fechamento da porta da graça.
                Não obstante, há de se admitir que se usando um pouco mais de racionalidade interpretativa, chega-se à conclusão que esse entendimento não pode ser correto, pois, no verso nove, informa-se que essa grande multidão, representava criaturas provenientes de todas as nações, tribos, povos e línguas, portanto, estavam ali pecadores arrependidos, perdoados e restaurados de todas as regiões e épocas!
              Chega-se, então, a crer que essa grande tribulação é indicativo de todo o período de oportunidade, que corresponde desde a entrada do pecado no planeta, até o fechamento geral da porta da graça. 
                  Aquela grande multidão lavaram e alvejaram as vestes do caráter no sangue do Cordeiro, foi, exatamente, por esse motivo que durante o milênio, ela estará diante do Trono do Onipotente, enaltecendo a Divindade! "Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com Ele os mil anos." Apocalipse 20: 6. 
                Após tomar conhecimento dessas informações, precisa-se ter noção dos versos que serão estudados pormenorizadamente! "Um dos anciãos tomou a palavra, dizendo: Estes, que se vestem de vestiduras brancas, quem são e donde vieram? Respondi-lhe: Meu Senhor, tu o sabes. Ele, então, me disse: São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejou no sangue do Cordeiro, razão por que se acham diante do trono de Deus e o servem de dia e de noite no seu santuário; e aquele que se assenta no trono estenderá sobre eles o seu tabernáculo. Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum, pois, o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima." Apocalipse 7: 13 - 17.

A GRANDE MULTIDÃO DE TRIUNFANTES 

                  O número de redimidos era tamanho que chamou a atenção de um dos quatro anciões, não se sabe qual deles ficou tão impressionado, se Enoque, Moisés, Elias ou Isaías, o certo é que aquele ancião deu a entender, que gostaria saber de onde vinha tanta gente!
              Não é o caso dele estar desinformado, mas, para que todo o Universo tomasse ciência da importância daquele fato. Certamente a pergunta foi feita para externar a grandiosidade do amor restaurador de Deus!
                Naquele instante, João, o vidente de Patmos, em êxtase e em arrebatamento profético, há cerca de dois mil anos no passado, respondeu àquele ancião sobre uma cena que acontecerá no futuro ainda desconhecido, indicando que o interlocutor, mais do que ele, sabia donde procedia a numerosa multidão!
                Justamente, corroborando e dando força às palavras do vidente, aquele ancião informa que aquelas pessoas, que viveram num mundo de maldade que confrontavam o Altíssimo, mesmo assim, eles conseguiram branquear o caráter, com o sangue remidor de Cristo Jesus, por isso, se acham puras e justificadas, pois, em vida, enfrentaram a grande tribulação, numa alusão a história de pecado, mas, pela graça de Cristo, saíram vencedoras!
                 Eram, portanto, pessoas de todas as épocas, etnias, compreensões religiosas, mas, unificadas pelo poder de Deus, por isso, durante o milênio, estarão diante do Trono de Deus, servindo-O diuturnamente!
                 Então é informada a essa grande multidão, que ela jamais padecerá fome, seja ela de alimento natural, da Palavra, ou mesmo de justiça, uma vez que ela se fartará do Pão providenciado por Deus e, será dessedentada ao beber da Água da Vida que é Jesus Cristo. Ele que é o nosso Sol da Justiça, estará repousando sobre toda pessoa remida, em constante iluminação, aquecendo e fortificando o entendimento de cada ressurreto!
                  A última informação deste capítulo é um vislumbre das cenas que acontecerão aqui na Terra Restaurada, após o retorno de Cristo juntamente com o Pai, naquela grande procissão, onde todos os ressurretos, que naquele instante estarão na Nova Jerusalém, descendo para a Terra, esta, anteriormente, malsinada pelo pecado, finalmente, será o centro do Universo, pois, será a morada definitiva do Altíssimo!
                   Você amigo leitor, pode até estar se interrogando, o que faz o articulista acreditar nessa possibilidade?
              Ora, durante o milênio Deus estará ocupando o Trono, à sua direita estará Jesus Cristo.
                 Nesta parte da visão, quem está ao centro, portanto, ocupando o Trono é Jesus Cristo, o que leva a crer que essa cena esteja ocorrendo na Terra Restaurada, além de que Deus, só enxugará dos olhos toda a lágrima, quando, finalmente, o pecado for, definitivamente, extirpado, e isso ocorrerá somente após o Milênio, já nessa terra restaurada!
                De uma coisa se tem certeza, aquela grande multidão é composta de vencedores, são pessoas de diferentes sistemas linguísticos, com formação cultural diversificada, contudo, todas elas têm algo em comum, venceram a batalha contra o pecado, contra seus próprios pensamentos pecaminosos, abateram seus hábitos perniciosos, aniquilando os seus maus atos.
                Por isso mesmo, quando enfrentaram, no dia-a-dia, o degradante inimigo das almas, por estarem fortalecidas pela graça remidora de Cristo, saíram vencedoras!
               Não foi sem motivo que na figuração apocalíptica, esses vitoriosos aparecem portando em suas mãos, folhas de palmas, símbolo da vitória que, nesse caso, também é emblema da fertilidade que o Altíssimo está a nos ofertar!
              Essa oferta de fertilidade é reconhecida por todos os anjos, aqueles mensageiros humanos que, juntamente com as criaturas celestiais, aquelas que não se renderam aos enganos do Malfeitor, unem suas vozes nesse reconhecimento, ali também estavam os vinte e quatro anciões, Enoque, Moisés, Elias e Isaías que são os quatro seres viventes, conjuntamente à grande multidão de remidos, todos esses, em jubilosa exclamação, que pontuavam a vitória da vida eterna, não ao esforço pessoal da humanidade, mas, unicamente, àquela Divindade que é merecedora de todo louvor, glória, sabedoria, ações de graças, honra, poder e força. 
             Após aquela declaração, todo o Universo, em concordância, exclama altissonantemente; amém!


HOJE, O DIA DA PREPARAÇÃO!



             Quem quiser fazer parte da grande multidão de remidos, terá que estar ciente de que o caminho a ser trilhado não será de facilidade.
                 Para a maioria dos remidos, as promessas da teologia da prosperidade, e do evangelho da facilidade, não caminharão em parelho, aqui nesta terra, muito pelo contrário, muitos dos vencedores, terão que suportar oposição, ódio, e até mesmo calúnia, não somente dos inimigos, mas, sobretudo dos próprios familiares, e até mesmo dos companheiros, aqueles que se dizem irmãos da fé!
                      Por isso, hoje, nesse momento oportuno, deve-se estar preparado, com a confiança robustecida em Cristo, pois, só assim, se adquire poder para suportar com resignação os dolorosos conflitos, negando-se a si próprio, todavia, se assim não agir, não se suportará as amargas decepções.
                     Essas pessoas sentirão em suas próprias peles o cumprimento da palavra de Cristo; 'no mundo tereis aflições, mas, tende bom ânimo', uma vez que, Jesus passou por tudo isso e saiu vitorioso!
               Não será diferente com você nem comigo, haveremos de experimentar em nossa própria experiência a malignidade do pecado, e muitos já estão passando por essa dolorosa realidade, contudo, não podemos esquecer que a mão do Senhor estará ajudando a toda pessoa que esteja se preparando para enfrentar essa grande crise espiritual! "Portanto, assim te farei, ó Israel! E, porque isso te farei, prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus." Amós 4: 12.
               O preparo é indispensável para usufruir das benesses eternas. Saiba que, só herdará a eternidade, quem já teve um encontro com o Augusto e glorioso Deus!
                Que essa seja a nossa experiência!
                 Amém!