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sábado, 20 de maio de 2017

IDE - Relação Entre o Dom de Línguas, o Batismo do Espírito Santo e o Selo de Deus

RELAÇÃO ENTRE O DOM DE LÍNGUAS, O BATISMO DO ESPÍRITO SANTO E O SELO DE DEUS  
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.


     Quando Jesus esteve peregrinando, por cerca de trinta anos, com os pés empoeirados das terras da Palestina, após haver sido batizado nas águas, por intermédio de Seu primo João Batista, Ele passou a consolar e mostrar aos humanos o caminho de volta a Deus.
              Antes de desempenhar a contento Sua obra salvífica, Ele faz ver a Seus discípulos que precisaria retornar ao Pai, contudo, não deixaria a humanidade órfã, nem abandonada ou desamparada nem mesmo privada do amor protetor da Divindade!
              Justamente, nesse estado de ânimo, Jesus prometeu não o Espírito, pois, já estava com eles, mas, a qualidade inata, que estava adormecida em cada ser humano, de ter o privilégio de ser instrumentalidade nas mãos do Espírito. Esse é o especial dom que Jesus prometera aos seus fiéis seguidores! "Eu rogarei ao Pai," disse "e Ele dará outro consolador, para que fique convosco para sempre; o Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não O vê, nem O conhece; mas vós O conheceis, porque habita convosco, e está em vós." João 14: 16 e 17 (grifo nosso).
             A primeira lição que extraímos desse enunciando é que o Espírito Santo não é o Consolador, mas, outro Consolador, deduzindo-se, então, que Jesus Cristo, é, de fato, o Consolador.
               Sendo o Espírito 'outro', chega-se à conclusão que Ele tem as mesmas características de Cristo, ou seja, é um ser pessoal com natureza Divina, que sempre esteve conosco, pois, semelhante ao Pai e ao Filho, é também Onipotente, Onisciente e Onipresente.
               Por força destes atributos, leva-nos a crer que Ele nunca deixou de estar conosco, como afirma o próprio texto que Ele, desde sempre, estava habitando com a humanidade, pois, é um, dos indivíduos, que compõe a Divindade, e como tal está em todos os humanos, por todos eles e sobre todos, indistintamente!
                  A Divindade é a união do Espírito, do Senhor Jesus e de Deus Pai! "A unidade do Espírito... Um Espírito... Um só Senhor... Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos." Efésios 4: 3, 5 e 6.
                 Ora, os discípulos buscaram receber tal promessa, o dom do Espírito Santo, não, necessariamente, o Espírito Santo, pois, já estava com eles, mas, sobretudo, o dom, aquela capacidade de se tornar instrumentalidade nas mãos do Senhor, portanto, para isso, os seguidores de Cristo, em solene reverência, após o retorno de Jesus aos Céus, ajoelharam em oração, crendo na promessa de Jesus; "Tudo quanto pedirdes a Meu Pai, em Meu nome, Ele vo-lo concederá." João 16: 23.
             Interessantíssimo, é notar que para receber a promessa, os discípulos puseram de lado todas as divergências, todo o desejo de supremacia, unindo-se em íntima comunhão cristã, só assim, eles puderam se habilitar a usufruir da inegável dádiva, o poder de Deus nas vidas dos humanos que se renderam aos reclamos da Divindade!
                 Quando o Filho de Deus prometeu aos discípulos o dom do Espírito, Ele esclareceu que era necessário Ele partir, pois, só assim, os amigos de Cristo, poderiam, ter a posse e o gozo de desfrutar o poder dAquele maravilhoso dom. "Digo-vos a verdade, que vos convém que Eu vá... Mas, se Eu for vo-Lo enviarei... Mas, quando vier Aquele Espírito de verdade. Ele vos guiará em toda a verdade, porque não falará de Si mesmo, mas, dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir." João 16: 7 e 13 (grifo nosso).
     Após a prévia preparação para suportar a responsabilidade, os discípulos, finalmente, estavam em condições de usufruir o tão ansiado dom.
            Aconteceu, justamente, num dia de pentecostes, surgiu, de repente, o tão desejado dom, emblematicamente, apareceu como se fora línguas de fogo que repousou sobre todos. Daquela forma simbólica, Deus estava outorgando e capacitando seus mensageiros, a falar com fluência outras línguas existentes naquela época, sem ser, contudo, a língua nativa dos discípulos!
               A aparência de fogo denotava um zelo escaldante da obra do Espírito, bem como a ação devastadora daquele poder do céu, contra o pecado. "E foram vistos por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem." Atos 2: 3 e 4 (Grifo nosso).
               É bem verdade que as línguas não eram do idioma nativo dos discípulos, mas, também não eram línguas estranhas, portanto, precisa-se saber que outras línguas eles passaram a falar, momentaneamente?
                Sendo que naquele dia se comemorava o pentecostes, muitos judeus estavam, naquela ocasião, em Jerusalém. Cada língua conhecida estava por eles representada. Contudo, os discípulos, em sua maioria, só conheciam o seu idioma materno. Portanto, Deus, através do Espírito Santo, de maneira espetacular supriu a deficiência dos apóstolos. "E em Jerusalém estavam habitando Judeus, varões religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu." Atos 2: 5.
              Por isso, no dia de pentecostes, a experiência tachada de dom de língua, na verdade, foi muito mais dom de ouvido, pois, os discípulos que eram galileus, falavam em seu idioma materno, contudo, os ouvintes ouviam cada um em sua própria língua. "E, correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus todos esses homens que estão falando? Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?" Atos 2: 6, 7 e 8.
       Portanto, amigo leitor, o principal motivo da manifestação do Espírito Santo, não foi enaltecer o dom de línguas, nem muito menos o próprio Espírito, mas, levar todos, em todas as épocas ao arrependimento e ao batismo para remissão dos pecados. "E disse Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe; a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar." Atos 2: 38 e 39.
             Certamente, após o derramamento do dom do Espírito Santo, conforme o desejo da Divindade houve mais luz, ou seja, mais compreensão das verdades celestiais que ainda não estavam totalmente compreendidas, enquanto Cristo esteve fisicamente entre os pecadores nesta terra malsinada pelo pecado. A partir de então, o dom da compreensão tomou conta das mentes dos humanos que passaram a ter mais facilidade de entendimento da Palavra Revelada! 
              Desta maneira, o dom do Espírito, ficou mais sensível no entendimento dos pecadores que com facilidade descobrem dentro de si um poder de discernimento que divisa no Espírito Santo como aquela pessoa Divina que é apontada como o outro consolador, santificador, guia e testemunha.
              Todavia, aquele pecador que conseguiu fazer aflorar dentro de si o dom do Espírito Santo, não fica livre das tentações nem muito menos das provas, que o pecado lhe submete. "Estas cousas vos tenho dito para que tenhais paz em Mim. No mundo, passais por aflições; mas, tende bom ânimo; Eu venci o mundo." João 16: 33.
      Não é a manifestação de êxtase espiritual sob circunstância extraordinária, prova de que o homem é cristão, mas, sim a sua santificação.


               Lembre-se que santidade não é arrebatamento, é inteira entrega da vontade a Deus, ou seja, é amar Deus, e andar em toda a verdade, guardando os Mandamentos de Sua Sagrada Lei, inclusive, o Sábado que é o selo de Deus, que distingue o cristão consciente, diferenciando-o dos demais. "Também lhes dei os Meus Sábados, para servirem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu Sou o Senhor que os santifica." Ezequiel 20: 12.
               A principal função do Espírito Santo não é emocionar as pessoas por ter adquirido um suposto poder excepcional, mas, é trabalhar com discernimento na mente de cada pecador, para que ele fique convicto da grandiosidade Divina! "E quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo." São João 16: 8.
              Além de ser convincente, o Espírito Santo identifica também a vontade do nosso Salvador, procurando ensinar em detalhes, todas as coisas pertinentes ao caráter de Deus! "Ele Me glorificará, porque há de receber do que é Meu e vo-lo há de anunciar." João 16: 14. "Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo que vos tenho dito." João 14: 26.   
                 Rebuscando em diligente estudo da Bíblia, pode-se descobrir que o dom de língua não é o mais importante dos dons de Deus, portanto, não pode ser distintivo do verdadeiro cristão.   
                  Na verdade, o que distingue um fiel cristão, é o selo de Deus, ou seja, o Sábado. "A uns estabeleceu Deus na Igreja, primeiramente apóstolos e em segundo lugar os profetas, em terceiro mestres, depois operadores de milagres, depois dons de curar, socorro, governos, variedades de língua." I Coríntios 12: 28. "Santificai os Meus sábados, pois, servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu Sou o Senhor, vosso Deus." Ezequiel 20: 20.
         Existem muitos outros dons, tais como: sabedoria, conhecimento, fé, além de variedade de línguas e capacidade de interpretá-las.
               Os cristãos devem procurar zelosamente os melhores dons, e saber que Deus distribui conforme a Sua sabedoria, levando em conta a necessidade de Sua igreja. "Entretanto procurai, com zelo, os melhores dons." I Coríntios 12: 31. "Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas cousas, distribuindo-os, como Lhe apraz, a cada um, individualmente." I Coríntios 12: 11.
              Se fossemos dividir os dons por grau de importância, provavelmente, o dom de línguas não seria o mais importante, estaria abaixo do dom de profecia, senão vejamos: "Mas o que profetiza fala aos homens, edificando, exortando e consolando. O que fala em outra língua a si mesmo se edifica, mas o que profetiza edifica a igreja." I Coríntios 14: 3 e 4. 
              Fica até fácil de justificar uma melhor colocação para o dom de profecia em lugar do dom de línguas. "Não havendo profecia, o povo se corrompe; mas, o que guarda a lei, esse é feliz." Provérbios 29: 18.
              O apóstolo Paulo faz uma importante reflexão sobre o dom de línguas, que precisa ser bem refletida e tratada com o devido respeito! "Agora, porém, irmãos, se eu for ter convosco falando em outras línguas, em que vos aproveitarei, se vos não falar por meio de revelação, ou de ciência, ou de profecia, ou de doutrina? Assim, vós, se, com a língua, não disserdes palavra compreensível, como se entenderá o que dizeis? Porque estareis como se falásseis ao ar. Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com a mente; cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente. E, se tu bem disseres apenas em espírito, como dirá o indouto o amém depois da tua ação de graças? Visto que não entende o que dizes. Contudo, prefiro falar na igreja cinco palavras com o meu entendimento, para instruir outros, a falar dez mil palavras em outra língua." I Coríntios 14: 6, 9, 15, 16 e 19.
              O profeta Isaías já houvera dado sua opinião sobre esse tema. "Já não verás aquele povo atrevido, povo de fala obscura, que não se pode entender, e de língua bárbara, ininteligível." Isaías 33: 19.
               Contudo, não pode haver dúvida sobre o maior dom, indubitavelmente é o amor, e quem ama guarda os Mandamentos da Lei de Deus. Se a pessoa não possuir esse dom, nada será. Deve-se lembrar de que Deus é amor, o mandamento que revela o Deus Criador é o quarto mandamento do Decálogo. "Lembra-te do dia de Sábado, para santificá-lo... Mas o sétimo dia é o Sábado do Senhor, teu Deus;... Porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de Sábado e o santificou." Êxodo 20: 8, 10 e 11.
               Estimado leitor, precisamos ter o supremo amor a Deus e, desinteressado amor mútuo. Este é o melhor dom que nosso Pai celestial pode conceder.
                Este amor não é um impulso, uma emoção, mas, é sobretudo um princípio divino, um poder permanente. Se amamos Deus, é pelo fato dEle nos ter amado primeiro.
           O amor é O princípio que regula toda boa ação. "Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor." I Coríntios 13: 13.
                   Não é errado se imaginar que no verso acima esteja substanciada as pessoas da Divindade.
               A Fé, é insígnia de Jesus Cristo, pois, quem tem fé, confia em alguma coisa ou em alguém, a fé do cristão está depositada em Cristo.
           A Esperança é emblema do Espírito Santo, é esta Esperança que dá a certeza das coisas futuras, consola e convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo.
                O amor, indubitavelmente é uma alusão a Deus o Pai, pois, Deus é amor, logicamente, o amor é Deus. Porém o maior, em importância para a humanidade, é Deus, pois, Cristo e o Espírito Santo, dEle dá testemunho.
                Jesus afirmou em pormenores que o cumprimento do amor é a guarda dos Mandamentos. "Ora, sabemos que O temos conhecido por isto: se guardamos os Seus Mandamentos. Aquele que diz: Eu O conheço e não guarda os Seus Mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade." I João 2: 3 e 4.
             É importante notar que os dons foram dados não somente para desenvolver, instruir e conduzir o humano à maturidade, mas, principalmente para projetar nele a unidade proposta por Cristo. Apesar da diversidade dos dons, se produzirá uma unidade da fé. "Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, O qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos." Efésios 4: 5 e 6.
                   Portanto, não existe um batismo para remissão dos pecados, e outro batismo para receber o Espírito Santo, pois, fomos batizados num único batismo, que inclui, tanto o Pai, quanto o Filho e o Espírito Santo!
            Concluindo, só há um corpo, e um Espírito, um Senhor, uma fé. Que estamos fazendo para preservar a unidade, nos laços da paz?
               O batismo, é a porta pela qual o ser humano, expressa sua fé e demonstra publicamente sua crença na pessoa de Jesus Cristo.
                  O batismo por imersão, tem um tríplice significado, quando a pessoa é submersa nas águas, simboliza que ela morreu para os prazeres do mundo, por isso, figurativamente, está sendo sepultada na Água rejuvenescedora, que representa Cristo Jesus.
           O batismo, é também emblema de ressurreição, quando a pessoa emerge da água, significa que seus pecados foram lavados na Água pura e cristalina de Jesus, por isso, ressuscita como uma nova criatura.
               Portanto, quando o batizando sai do tanque batismal, passa a viver em novidade de vida, pois, identifica, facilmente o pecado do erro. Essa capacidade habilita o pecador a enfrentar os marasmos da vida, que é o batismo pelo fogo das inquietações e provações diárias.
              Os marasmos da vida ou, batismo pelo fogo, coloca o pecador na bifurcação da vida. De um lado, a Verdade, do outro a mentira, na direita, Cristo, na esquerda, o Usurpador. 
         Cabe a cada pessoa fazer a escolha certa, este é o verdadeiro batismo pelo fogo, o batismo pelo Espírito.
                Amém!

domingo, 7 de maio de 2017

Janela das Reflexões - O SENTIDO DA ARTE

O SENTIDO DA ARTE
Educador Glauco César



“A arte, como veículo de conscientização, torna-se numa ferramenta que melhora o mundo.”
Glauco César.

“Pode acontecer que a arte desperte realmente, por assim dizer, os vestígios residuais deixados no espírito pelas diversas emoções da vida, sem, contudo, fazer subir à tona as experiências correntes, de sorte que recebemos um eco da emoção sem a limitação e direção particular que teve na experiência.”
Roger Fry.

Apreciar a pintura e a escultura com os elementos de composição é estar em interação vívida com a beleza, a harmonia e o padrão, que é o tripé básico para a contemplação e compreensão das obras de arte.
Todavia, deve-se ressaltar que desde os desenhos primitivos das cavernas até as pichações de paredes, dos nossos dias, o artista procurou demonstrar sua necessidade interna, em forma simbólica, como quem procura o sentido da vida.
Tal postura habilita o observador a entender melhor a vida e, sobretudo o ser humano.
Sendo assim, é comum associar a arte a tudo àquilo que se distingue como ‘plásticas’ ou ‘visuais’, contudo, deve-se juntar a essa compreensão a arte da palavra, da música e da alma, sendo um reflexo das paixões e aspirações da humanidade.
Por isso, existe arte em tudo que é visível, audível e também naquilo que não é claramente perceptível.
Por sua vez, o artista, desde sempre, faz apelo diretamente ao público, sendo livre para criar obra de arte da própria consciência, sempre com a intensão de agradar, senão ao apreciador, pelos menos a si mesmo, como quem maquila suas inquietações.
É provável que para o artesão a arte plástica, talvez, também seja uma tentativa de criação de formas belas e agradáveis.
A nós outros resta a possibilidade de apreciar as formas harmoniosas, na superfície e massa, que venha despertar uma sensação agradável que cultue a beleza!
É possível que muita gente seja incapaz de perceber a verdadeira beleza naquilo que necessariamente não seja plasticamente belo. Provavelmente tais pessoas não desenvolveram sua sensibilidade por completo.
Saliente-se que o sentimento de beleza é relativo, é, portanto, um fenômeno muito flutuante, varia de acordo com as percepções de cada pessoa.
A arte é passível de muitas manifestações, cada pessoa deve estar disposta a admitir o senso genuíno desse sentimento em outra pessoa, com forma diferente de interpretação ou mesmo percepção.
Cabe ao observador, à sensibilidade de ver beleza em toda manifestação artística, sem querer rotular de genuína ou falsa, ao invés disso, deve avaliar os méritos relativos de qualquer exteriorização de arte.
Aquilo que denominamos de arte não é, necessariamente, beleza. Historicamente, para o homem da caverna, não foi, como não é sociologicamente na atualidade, sendo, muitas vezes, destituídas de qualquer beleza.
Portanto, arte é também uma forma de expressar sentimentos, desejos, frustrações e ambições. Este tipo de arte acarreta no observador, um sentimento de indiferença, desconforto ou mesmo fealdade. É o que acontece com os pichadores de muros, artistas marginalizados!
Podemos perceber a pichação como uma inquietação, que não se preocupa com estética, esta manifestação, bela ou feia, deve descrever-se como obra de arte. Neste caso, a arte implica em valores de natureza emocional.
Não podemos negar nos pichadores um sentimento estético, que corresponde a um estado de emoção ou de sentimento, nem tão pouco podemos deixar de perceber suas frustrações pessoais e ambições sociais. Então, o que se percebe é que o pichador dá expressão à emoção ou ao sentimento, e isto é arte!
Assim, como é monótono um poema perfeitamente regular, e os poetas nem sempre respeitam as regras de metrificação e ritmo para ter um resultado mais belo, tanto assim, os pichadores sentem não ser tão regular a verdadeira beleza, por isso, cultuam a liberdade de ser livre!
O Artista ‘de suporte alheio’ tem espírito distinto, bem como, sensibilidade distinta, revelando-nos algo original. Esse modo de exteriorizar sua arte está em harmonia com sua satisfação e sua concepção de beleza.
Sua obra de arte é tão vívida, que nos projeta para dentro da mesma, determinando nosso sentimento de reação ao que lá achamos e nos remete a ver as dimensões que ocupamos; rejeição ao diferente, ao que tachamos normalmente como negação da arte!
Sociologicamente arte é uma fuga ao caos, na ânsia incontida de encontrar o ritmo da vida. Essa definição encontra um encaixe perfeito, simétrico e todo suficiente no ‘artista de suporte alheio’, o marginalizado pichador de parede!
Ao observador, cabe à sensibilidade de compreender tal postura, divisando uma formula capaz de, ao menos, amenizar tal desconforto, que instalou no seio da sociedade hodierna.
A diferença entre o ‘artista de suporte alheio’ e outro artista que tenha sensibilizado positivamente o mundo, é que este, talvez, tenha uma visão mais ampla ou genérica, pois, trabalha seu objeto salientando suas inferências universais, ao passo que aquele, tem por objetivo primordial os problemas ou necessidades que vê e sente imediatamente pela frente, ele, então, trabalha sua obra de forma extremamente livre, arbitrária, mas, definida.
Esses dois exemplos de artistas demonstram ou exprimem para os olhos do observador um estado de sentimento. O que eles transmitem, indubitavelmente, é tachado de arte!
A diferença está no observador, ou seja, como ele analisa o que vê. Este deve levar em conta a arte como solução para as necessidades imediatas, quais sejam: O tempo em que se vive, bem como, a emoção e o anseio individual, que também é coletivo, portanto, de certa forma trabalha fatos universais, que em nada diferem do outro ângulo analítico!
Percebemos, então, uma relação interessante entre o artista, a arte, a civilização e o período que se vive.
A arte num todo, deve estar presente no pensamento e no sentimento, apelando-nos à nossa consciência sobre alguma apreensão intuitiva do autor. Nesse caso, deve ser julgada sob a luz da intensão que encerra.
Sua beleza está na mistura das tintas que se processam em nossas cabeças, provocando, por assim dizer, uma conscientização, pois, foi concebida pela apreensão emocional do artista, expelindo sua individualidade, ao partilhar um assunto comum, de um mesmo período, para uma geração materialista, daí ser pintada com a tinta do sangue quente da realidade!
Desta forma, o suporte artístico no qual a arte foi profunda e sensivelmente grafada, na realidade, deveria ser a nossa própria mente!
Só assim, com esse senso de conscientização, os observadores poderiam, em associação aos artistas, tornarem-se instrumentos essenciais, para dessa forma, melhorar o mundo!

domingo, 23 de abril de 2017

IDE - Uma Visão Maravilhosamente Estarrecedora

UMA VISÃO MARAVILHOSAMENTE ESTARRECEDORA 
Educador Glauco César


NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.




                                 Depois da percepção dos Cento e Quarenta e Quatro Mil, procedentes das doze tribos do Israel espiritual, João, o discípulo amado, tem sua atenção voltada para o final do milênio, onde o relato informa que depois da segunda fase do julgamento, no juízo vindicativo, todo o universo reconheceria a justiça, misericórdia e o amor da Divindade.
            Naquele instante, João vê a Grande Multidão de justificados, oriundos de todas as regiões da Terra. 
       Era o grande grupo de remidos, ali estavam todos os resgatados de todas as épocas, desde o advento do pecado, perpassando por todos os séculos subsequentes, demonstrando que os pecadores tiveram oportunidade de arrependimento.
           Assim, todos os remidos estavam reunidos, totalizando uma grande multidão de justificados.
        Aqueles herdeiros, em sua totalidade, readquiriram o que o pecado lhes havia subtraído, a vida eterna.
          Agora, todos eles estavam de pé, ante o trono do Pai, que houvera sido absorvido da acusação imposta pelo outrora anjo de luz, que tornara-se na figura da Antiga Serpente, o Diabo, Satanás.
           Ladeando o Pai, encontrava-se a Luz do Mundo, o Filho de Deus, o Remidor que é Jesus Cristo.
           Aquela grande multidão de resgatados, veio de todas as nações, tribos, povos e línguas do planeta malsinado pelo pecado.
       É interessante perceber que todos que compunham àquele grupo, encontravam-se vestidos de branco, simbolizando o revestimento da justiça de Cristo.
           Cada pessoa conduzia em suas mãos as palmas, numa belíssima figuração da vitória alcançada sobre o pecado, demonstrando que toda criatura restaurada teve que suplantar o inimigo, logicamente, assessorado pelo grande Comandante, Cristo Jesus. Semelhante a Paulo, cada glorificado, pode externar; "combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quanto amam a sua vinda." II Timóteo 4: 7 e 8.
           Os glorificados declaram em alto e bom som, para que toda a Grande Expansão pudesse ouvir e comprovar que a morte é consequência do pecado, portanto, não é oriunda de Deus, pois, do Onipotente só procede a salvação e a abundância de vida! "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor." Romanos 6: 23.
            Esta certeza, advinda dos humanos, juntamente com as evidências apresentadas durante o milênio, no juízo comprobatório ou vindicativo, foi o bastante para convencer todos os anjos, e as demais criaturas inteligentes do Universo.
            Naquele instante, os Vinte e Quatro Anciões, os Quatro Seres Viventes, os Cento e Quarenta e Quatro Mil, juntamente àquela grande multidão de resgatados, uniram-se a todos os anjos e às demais criaturas do universo, convictas da justiça Divina, reverentemente prostraram-se ante o Pai e Cristo Jesus em adoração, disseram; amém, assim seja!
          Essa foi a forma mais inteligível de reconhecimento a irrefutável justiça da Divindade!
        De posse desse entendimento, podemos conhecer os versos que serão analisados.
         "Depois destas cousas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos; e clamavam em grande voz, dizendo: Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação.
         Todos os anjos estavam de pé rodeando o trono, os anciãos e os quatro seres viventes, e ante o trono se prostraram sobre os rostos, e adoraram a Deus, dizendo: Amém. O louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graças, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém.
             Um dos anciãos tomou a palavra, dizendo: Estes, que se vestem de vestidura brancas, quem são e donde vieram?" Apocalipse 7: 9 - 13.


A GRANDE MULTIDÃO




         Conforme o relato profético apocalíptico fica bem definido que os Cento e Quarenta e Quatro Mil, apesar de ser um grupo especial, com atividades e particularidades específicas, naquele instante estava, por assim dizer, avolumando a Grande Multidão de Remidos.
             Este grupo extraordinariamente grande é evidência de que o Plano da Redenção, apesar de não aceito pela maioria da raça caída, não fora em vão.
          Estava, assim, demonstrada para todo o Universo, a grandiosidade do amor perdoador de Deus, pois, dentre os redimidos, encontravam-se pessoas, anteriormente desprezíveis, que viveram por muito tempo à margem da sociedade, mas, tiveram um encontro transformador com Cristo.
               Após travar um relacionamento com o Filho de Deus, aquelas criaturas humanas se arrependeram, por isso, passaram a fazer parte da Grande Multidão e, haverão de reinar com o Salvador, eternamente, na Terra restaurada. 
           Dentre os remidos de todas as épocas, há representação de toda raça, grupo étnico, nação e região, com um único foco; divulgar a todo Universo que a reconciliação só foi possível mediante a abnegação do nosso Deus e do desprendimento altruísta do Remidor, Jesus Cristo!
        Ao divisar aquela Grande Multidão, pode-se compreender em toda plenitude a unidade em meio a diversidade proposta por Cristo, uma vez que, naquela Grande Multidão se encontram pessoas de diferentes culturas e dessemelhanças linguísticas. "Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus." Gálatas 3: 28.
             Que maravilhosa escolha a Grande Multidão fizera, vencera a batalha contra o pecado em toda sua extensão, divulgando não haver mérito algum dos humanos, que saíram vitoriosos, exclusivamente, pela graça redentora de Cristo. "Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-poderoso, alegremo-nos, exultemos e demos-Lhe a glória." Apocalipse 19: 6 up e 7 pp.
              Paradoxalmente, quão diferente do grande clamor dos perdidos, daqueles que se deixaram enganar, ao se aliar ao Inimigo do Senhor.
            Este outro grupo, ainda na Terra, ao final do juízo investigativo, preferiu se vestir da sua própria justiça, asseverando que nada lhe aconteceria por não crer na promessa de Deus.
               Como consequência dessa afronta, no momento mais probante daquele grupo, ouve-se um clamor no seu instante derradeiro, pedindo para que fosse soterrado e não divisasse Aquele que deveria ser a sua salvação. "E disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face dAquele que se assenta no trono da ira do Cordeiro." Apocalipse 6: 16.
            A grande lição que se extrai do episódio vivenciado pelos blasfemadores, do fato notável relacionado aos resgatados no final das eras, é direcionado a todo habitante da Terra, para que cada pessoa possa se aperceber da solenidade do único instante, realmente útil, que é o aqui e agora.
              Esse momento, quase indivisível, é o único tempo que se pode manusear, uma vez que o instante que se foi, cai na apoteose do passado, não mais se pode modificar, já o tempo que há de vir, por ainda pertencer ao futuro, nada pode ser feito, resta-se viver com absoluta sabedoria o instante que é palpável, a ponto de se orgulhar ao olhar para o passado, e ter a certeza de que a escolha que se fez foi a mais acertada e, certamente, projetará dias melhores!
      Assim, deve-se, no instante da oportunidade, sem demora, arrepender-se e converter-se, procurando distanciar-se, cada vez mais, do pecado, para que a iniquidade de cada habitante da Terra, não o conduza para a perdição eterna.
          Amigo leitor, neste mundo tenebroso. a depender da postura que se toma, hoje, aqui e agora, pode-se tornar luz em meio à escuridão do pecado. Esta postura imediata garantirá ao resgatado, no futuro eterno, principalmente, ao final do milênio, o privilégio de adorar, conjuntamente com os anjos, ao Augusto e Onipotente Criador.
          Que maravilhosa aquiescência, os humanos restaurados em agradecimento, juntamente aos anjos não caídos, em concordância aprovativa, em anuência a atitude Divina, professam; amém.
            Esse amém, no início da oração deles, indica que esse acontecimento ocorreu ao final do juízo vindicativo, aprovando e reconhecendo toda atitude da Divindade, daí caber esse sonoro amém!
            Amém que soou como um mavioso louvor, enaltecendo a glória da Divindade, a honra, o poder e a força do nosso Deus e, estará ressoando pelos séculos intérminos!... 
            Num fechamento altissonante, harmonioso e convicto, ouve-se mais um melodioso amém, em forma de anuência, ao concluir aquela grande oração!
            Após esse episódio, o céu por um instante ficou silente!
            Esse silêncio foi quebrado por um dos quatro Seres Viventes, não sendo descrito quem tomou a palavra... Teria sido Enoque, Moisés, Elias ou Isaías?
             O importante é que um deles, perguntou: "Estes que se vestem de vestiduras brancas, quem são e donde vieram?" Apocalipse 7: 13 up.
            Será que você, amado leitor, fará parte dessa grande multidão?
             Certo pensador afirmou, "o ontem é apenas um sonho, o amanhã é somente uma visão, mas, o hoje bem aproveitado faz de cada ontem um sonho de felicidade e de cada amanhã uma visão de esperança".
                 Você, amigo leitor, tem vivenciado o teu hoje com tamanha intensidade, a ponto de ter a certeza da vida eterna?

                     Que Deus continue nos abençoando!

                     Amém!

domingo, 26 de março de 2017

IDE - CENTO E QUARENTA E QUATRO MIL, UM GRUPO ESPECIAL

CENTO E QUARENTA E QUATRO MIL - UM GRUPO ESPECIAL 
Educador Glauco César


NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.




                    Após o fechamento da porta da graça, durante a segunda fase do Juízo Divino, tendo por palco o próprio céu, no período milenar, acontecerá o juízo comprobatório, confirmativo, milenar ou vindicativo.

        Durante esse evento, três grupos de humanos participarão daquele julgamento, são eles: os quatro seres viventes; os vinte e quatro anciões e, consequentemente, os cento e quarenta e quatro mil.
           Este último grupo, somente este, participará do Governo de Deus aqui na Terra, por isso mesmo, estará com Cristo onde Ele estiver, 'são eles os seguidores do Cordeiro por onde quer que vá' (Apocalipse 14: 4), residindo no Tabernáculo de Deus, ou seja, na Nova Jerusalém, desempenhando a função de Sacerdote e Levita. "Também deles tomarei a alguns para sacerdotes e para levitas, diz o Senhor." Isaías 66: 21.
        Durante o milênio, todos os remidos estarão participando como testemunhas no Julgamento Vindicativo da Divindade. Verdadeiramente, o objetivo desse juízo é demonstrar para todo o Universo a justiça Divina!
                Sem essa vindicação, o pecado se levantaria outra vez, durante a eternidade.
             Costumo afirmar que o milênio tem por função revelar a justiça Divina, justificando, defendendo e corrigindo a compreensão do humano, nos assuntos referentes ao caráter de Deus, perante o Universo.
             Naquele juízo, conhecido como; vindicativo, milenar, comprobatório ou confirmativo, o caráter e justiça da Divindade serão reconhecidos por todos os resgatados por Cristo. "Porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-O dentre os mortos." Atos 17: 31.
       Durante o juízo investigativo, ou tempo da graça, o julgamento é presidido pelo Pai, Cristo tem a responsabilidade de ser o nosso Advogado! "Filhinhos Meus, estas cousas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo." I João 2: 1.
       Na segunda fase do juízo Divino, no milenar ou vindicativo, o Pai perde a prerrogativa de julgar, passando esta responsabilidade para o Seu Filho, Cristo Jesus, que deixará de ser o nosso Advogado, pois, nesta fase do julgamento a condição espiritual de mais ninguém estará em jogo, daí não haver mais a necessidade dum Advogado. "E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo julgamento... E lhe deu autoridade para julgar, porque é o Filho do homem." João 5: 22 e 27.
           Na realidade, naquela ocasião, estará sendo confirmada toda justiça Divina, onde será revelada, em totalidade, o ensejo que a humanidade teve para se arrepender de seus pecados, onde, muitos desprezaram aquela circunstância adequada e favorável, por conveniência pessoal, rejeitando a vida eterna, todavia, outros, a tempo, por ser apropriado, faz uso da circunstância propícia, aceitando a oferta da vida eterna!
           Durante o juízo milenar, para que a Divindade seja vindicada, se faz necessário revelar todos os segredos dos homens, para que o Universo perceba que cada pessoa que não herdou a vida eterna, levou-se em conta a escolha pessoal, tendo como parâmetro o Transcrito do Caráter de Deus, Sua Santa Lei. "Portanto, nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará à plena luz as cousas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus." I Coríntios 4: 5. "No dia em que Deus, por meio de Cristo Jesus, julgar os segredos dos homens, de conformidade com o Meu evangelho." Romanos 2: 16. "De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os Seus Mandamentos; porque isto é o dever de todo homem." Eclesiastes 12: 13.
          Amigo leitor, esse escancarar das oportunidades Divinas para o pecador, bem como, as atitudes humanas, são essenciais para comprovar a justiça e o amor de Deus perante o Universo. "Pequei contra Ti, contra Ti somente, e fiz o que é mal perante os Teus olhos, de maneira que Serás tido por justo no Teu falar e puro no Teu julgar." Salmos 51: 4. 
              De posse deste breve conhecimento, estamos aptos a conhecer os versos que serão, diligentemente, avaliados! "Então, ouvi o número dos que foram selados, que era cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel: Da tribo de Judá foram selados doze mil; da tribo de Ruben, doze mil; da tribo de Gade, doze mil; da tribo de Aser, doze mil; da tribo de Naftali, doze mil; da tribo de Manassés, doze mil; da tribo de Simeão, doze mil; da tribo de Levi, doze mil; da tribo de Issacar, doze mil; da tribo de Zebulom, doze mil; da tribo de José, doze mil; da tribo de Benjamim foram selados doze mil." Apocalipse 7: 4 - 8.


O GRUPO ESPECIAL




             Como bem sabemos, a Bíblia é o maior exemplo de literatura estilística que estuda a expressividade e a capacidade que a língua tem de sugestionar e emocionar, mediante determinados processos e efeitos linguísticos.  

                                        Como tal, a linguagem bíblica está repleta de figuras de linguagens, principalmente, os tropos, mais conhecidos como figuras de palavras, onde determinados vocábulos sofrem um desvio de seu significado próprio, ganhando um equivalente relacionado ou mesmo comparativo!
             Assim, para melhor entender a mensagem proposta no linguajar bíblico, é necessário ter bastante cautela e discernimento, "conferindo cousas espirituais com espirituais" I Coríntios 2: 13 up. 
           Esse cuidado é necessário para não acontecer num texto de interpretação literal, que contenha um tropo, o analista compreenda a palavra no seu contexto vulgar ou comum, quando, nesse caso, se requer um entendimento com desvio de significação do vocábulo!
              Creio mesmo que, por conta da não observância desse cuidado, é que o grupo especial dos Cento e Quarenta e Quatro Mil, tenha tantas compreensões conflitantes!

           Sabemos que antes do fechamento da Porta da Graça, talvez, alguns milhões de humanos, vivos, estarão habilitados para herdar a glorificação, onde, estas criaturas estão autoassinaladas para viverem eternamente com Cristo!
             É possível que os quatro anjos que estão com o Selo de Deus, sejam os cristãos que cumprem o Decálogo e, tenham selado somente o grupo especial dos Cento e Quarenta e Quatro Mil.



           Sendo assim, quando Cristo regressasse encontraria vivo, com direito à vida eterna, somente esse grupo especial assinalado com o selo de Deus.  
          Surge, por conseguinte, uma inquietação, o que teria acontecido com a grande multidão de selados que, até então havia?


        Arrazoemos; quando a porta da graça se fechar, os ímpios procurarão a morte, no entanto, não encontrarão, pois, por atuação Divina, a morte fugirá deles! "Naqueles dias, os homens buscarão a morte e não a acharão; também terão ardente desejo de morrer, mas a morte fugirá deles."  Apocalipse 9: 6.
           Por outro lado, os assinalados para a vida eterna, se não quiserem perecer, terão que fugir das grandes cidades para os vilarejos, destes para os campos, na tentativa de desvencilhar dos algozes.
                  Por conseguinte, é necessário que esse grupo seleto, que foi selecionado por Deus, esteja preparado espiritual, emocional e fisicamente.
           Então, só quem estiver completamente preparado, nessas três áreas, fará parte dos escolhidos, os Cento e Quarenta e Quatro Mil!
                A grande multidão de assinalados para a eternidade, basicamente, fez a escolha de caminhar com Cristo, no entanto, estava sem condição física e emocional, diferente do Grupo Especial que, além de se posicionar ao lado de Jesus foi, minunciosamente, selecionado por Deus, pois, o grupo especial estava capacitado tanto espiritual, quanto emocional e fisicamente, daí, as pessoas daquele grupo são as Escolhidas do Pai, "Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos." Mateus 22: 14.
                No passado, algo semelhante aconteceu, que serve de respaldo, para que se entenda esta seleção. Ocorreu, justamente, com Jerubaal, que é Gideão que tinha um exército de mais de trinta e dois mil homens, Deus, então, descarta os tímidos, medrosos e fracos, restando somente trezentos selecionados por Deus! Esse fato está registrado no livro de Juízes, no capítulo sete.
                O Grupo Especial, os Cento e Quarenta e Quatro Mil, foi selecionado pelo Pai, os que dele participam, farão a função de Sacerdotes de Cristo na Eternidade.
               Por isso, antes da Porta da Graça se fechar, Deus fará um concerto de paz com muitos, assim como fizera com os soldados de Gideão. "Farei com eles aliança de paz; será aliança perpétua." Ezequiel 37: 26.  
       Ora, como era desejo dessa grande multidão ser testemunha ocular do retorno de Cristo, e todos eles eram detentores de espiritualidade exemplar, Deus, então, faz um acerto perpétuo, abreviando a morte deles, para não se tornar em presa fácil, nas mãos dos opressores, uma vez que alguns não estavam condicionados fisicamente para fugir dos algozes, outros lhes faltavam melhor equilíbrio emocional ou estavam demasiados fracos para enfrentar uma retirada estratégica dos perseguidores, por isso, Deus fará esse acerto de paz com eles!
           No entanto, em contrapartida, momento antes do retorno de Jesus, essa grande multidão seria ressuscitada para ter o privilégio de visualizar todo o retorno de Cristo, naquela grande procissão celestial! "Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno." Daniel 12: 2.
         Sabe, amigo leitor, essa ressurreição que o profeta Daniel está se referindo não é o ressurgimento geral dos justificados, pois, acontece momento antes daquele evento faustoso é, portanto, uma ressurreição especial.
              Daniel está se reportando a uma manifestação de vida, onde muitos, não todos, haverão de ressurgir, desses muitos, alguns, para a vida eterna, os outros, daqueles muitos, para a morte eterna.
                  Só para a nossa informação, os que reviverem para a perdição eterna, são as pessoas que participaram do processo de crucificação de Cristo.
             Essas pessoas voltarão à vida para confirmar que Jesus é, realmente, o Filho de Deus, conforme preceituou o próprio Cristo ao sumo sacerdote Caifás; "O sumo sacerdote lhe disse: Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus. Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste; entretanto, Eu vos declaro desde agora, vereis o Filho do homem assentado à direita do Todo-poderoso, vindo sobre as nuvens do céu." Mateus 26: 63 e 64.
             As pessoas que ressurgirão para a vida eterna, são aquelas da grande multidão que estava viva e preparada para o retorno de Jesus antes do fechamento da porta da graça, as quais Cristo fizera um acerto de paz, para visualizar o regresso do Messias, desde o princípio da grande procissão até sua chegada próximo da terra, onde eles verão a ressurreição dos justificados, para assim, conjuntamente, ter o encontro com o Salvador nas nuvens dos Céus, e poder abraçar o Pai.  
              Você, amigo leitor, pode até estar refletindo consigo mesmo, espera um pouco César, esse exemplo de seleção que você nos apresenta não corresponde ao concerto de paz, uma vez que alguns soldados foram escolhidos e, os demais, milhares que foram devolvidos, nenhum deles, Deus os privou da vida!
                É verdade, portanto, preciso apresentar um exemplo onde Deus tenha abreviado a vida, para que um evento faustoso pudesse se realizar!
            A Bíblia deixa transparecer que nenhum osso de Cristo, na crucificação, seria quebrado. "Muitas são as aflições do Justo, mas o Senhor de todas os livra. Preservam-Lhe todos os ossos, nenhum deles sequer será quebrado." Salmos 34: 19 e 20. 
           As Escrituras descrevem o cumprimento dessa profecia; "E isto aconteceu para se cumprir a Escritura: Nenhum dos Seus ossos será quebrado." João 19: 36.
              Ora, geralmente um penalizado era colocado na cruz no primeiro dia da semana, para que no final da mesma, o réu já estivesse morto ou, fraco o bastante para que uma pancada forte, fatalmente, aniquilaria a sua vida.
                Os judeus usavam desse artifício para abreviar a vida do condenado à morte de cruz, que estivesse moribundo, a fim de que não viesse a sofrer nas horas sagradas do Sábado, logicamente, num falso respeito ao dia santificado por Deus.  
                 Por isso, sempre na sexta-feira, o dia da preparação, eles davam uma pancada no réu que, geralmente, quebrava ao menos um osso, a dor era tamanha, o suficiente para que o pobre condenado viesse a padecer, de tão fragilizado que estava!               
             Assim, os judeus imaginavam que, agindo dessa forma, não violavam o dia consagrado ao Criador!
          A morte de cruz, levava alguns dias para ser consumada. Como Cristo foi crucificado numa sexta, era provável que antes do crepúsculo vespertino, os ossos de Jesus seriam quebrados para abreviar Sua vida, uma vez que, Cristo não estava tão debilitado!
                Para não quebrar nenhum osso do Cordeiro de Deus, foi necessário que o Pai intervisse para se cumprir a profecia sobre Cristo, foi isso que, fatalmente, aconteceu, por isso nenhum osso do Messias foi quebrado! "Então, os judeus, para que no Sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação, pois era grande o dia daquele Sábado, rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas ao primeiro e ao outro que com Ele tinham sido crucificados; chegando-se, porém, a Jesus, como vissem que já estava morto, não lhe quebrou as pernas. Mas um dos soldados Lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. Aquele que isto viu testificou, sendo verdadeiro o seu testemunho; e ele sabe que diz a verdade, para que também vós creiais. E isto aconteceu para se cumprir a Escritura: Nenhum dos Seus ossos será quebrado." João 19: 31 - 36.
            O mesmo acontecerá com a grande multidão, Deus fará um concerto de paz com muitos, abreviando suas vidas, retirando-os da grande tribulação, em tempo anterior ao fechamento da porta da graça, e, momento antes do retorno do Filho de Deus, aquelas pessoas serão ressuscitadas para ver o desenrolar da vinda de Deus e volta de Cristo, na grande procissão celestial, com todos os anjos, arcanjos, guardiões, e todas as demais criaturas que habitam no Paço Celestial! 
       É importante ter conhecimento que quando isso acontecer, além daqueles justos e ímpios ressuscitados instantes antes do retorno de Cristo, haverá entre os vivos que se encontram na Terra, duas classes de pessoas; os ímpios perseguidores, que teve a vida preservada por Deus para que eles divisassem o Rei do Universo e, compreendessem o tanto que perderam ao descartar a oferta Divina e, o grupo dos perseguidos, que são, justamente, a classe especial dos Cento e Quarenta e Quatro Mil, resgatados para andar com Cristo por onde Ele for!
              Quais virtudes tiveram os componentes do Grupo Especial, além de ter uma intimidade com o Criador, que os diferenciavam da grande multidão de justificados e, fez com que Deus o escolhesse para participar dos Cento e Quarenta e Quatro Mil?
          Os componentes desse Grupo Especial, apesar de participar, na Terra, de Instituições Eclesiásticas, em momento algum, permitiu que os dogmas institucionais, os induzissem a enaltecer o Estabelecimento em detrimento de Cristo. "São estes os que não se macularam com mulheres, porque são castos." Apocalipse 14: 4 pp.
             Sabemos que mulheres, neste verso, é um tropo, ou seja, uma figura de palavra que sofre um desvio de seu significado comum para figurar como símbolo de igreja, denominação ou instituição eclesiástica.
                  Na verdade, essas pessoas permaneceram castas, ou seja, em momento algum deixaram de seguir Jesus, o Cordeiro de Deus, ou tributaram algum valor excepcional às denominações. Devido esta postura eles se tornaram em primícias, tanto para o Pai quanto para o Filho. "São os que foram redimidos dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro." Apocalipse 14: 4 up.
                      Contudo, a maior virtude deles, foi se assemelhar intimamente a Cristo, falando e vivenciando sempre a verdade, procurando, jamais pronunciar ou vivenciar o emblema do Inimigo, pois, de suas bocas não procediam mentiras! "E não se achou mentira na sua boca; não têm mácula."  Apocalipse 14: 5, por isso, fluía com tamanha naturalidade a amizade deles com Cristo Jesus!
            Esta postura diferenciada fez com que Deus os escolhesse para fazer parte dos Cento e Quarenta e Quatro Mil!
                 O relato bíblico informa que de cada tribo dos filhos de Israel foram selados doze mil, totalizando assim cento e quarenta e quatro mil.
            É certo que alguns comentaristas acreditam que esses selados seriam, tão somente, pessoas da nacionalidade israelita, no entanto, as Escrituras nos fornece outra conotação, fazendo crer que esta descrição deve ser feita de forma interpretativa, senão vejamos; "e não pensemos que a Palavra de Deus haja falhado, porque nem todos os de Israel são de fato israelitas... estes filhos de Deus não são propriamente os da carne, mas devem ser considerados como descendência os filhos da promessa." Romanos 9: 6 e 8.
             O Apóstolo Paulo, então abre o leque, demonstrando que de qualquer nacionalidade, raça, condição social, sexo e faixa etária, pode sim, ser um dos escolhidos, pois, na visão Divina, qualquer criatura humana que se enquadrar nos conceitos de Deus, que esteja viva na grande tribulação poderá fazer parte deste Grupo Especial! "Destarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa." Gálatas 3: 28 e 29.
             Por isso, quem se enquadrar nesse conceito Divino fará parte do Israel de Deus, e, certamente pertencerá a uma determinada tribo dos filhos do Israel espiritual! "E, a todos quantos andarem de conformidade com esta regra, paz e misericórdia sejam sobre eles e sobre o Israel de Deus." Gálatas 6: 16.
              Coloquemos, então, um pouco mais de racionalidade interpretativa, bem como, uma pitada de historicidade, para melhor entender essa propositura.
             Comecemos, todavia, pela opinião de Tiago, que era meio irmão de Jesus Cristo, que também era discípulo do Mestre, notadamente, nutria uma amizade extrema com o Messias.
            Pois, bem, em sua epístola, ele se reporta da seguinte forma: "Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo, às doze tribos que se encontram dispersas, saudações. Meus irmãos tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações." Tiago 1: 1 e 2.
          Tiago está se dirigindo neste preambulo, aos seus irmãos que defendiam as Boas Novas de Cristo, por isso sofreram represália que redundou numa perseguição políticorreligiosa, por grupos de dominadores intolerantes.
           Essas doze tribos que Tiago se refere não são compostas de judeus convertidos ao cristianismo, uma vez que, ainda em nossos dias, os judeus não reconhecem a Divindade de Jesus. 
                Portanto, Tiago está fazendo alusão à última geração de cristãos, identificando-os como as doze tribos dispersas.
             Você, amigo leitor, pode até está se perguntando; como pode ser isso?
               Deixemos, então, por conta de Paulo a explicação! 
          O Apóstolo Paulo, escrevendo aos romanos, fez uma impressionante figuração, onde uma figueira representa o povo de Israel, notadamente, alguns ramos, que simbolizam os descendentes naturais de Abraão, foram quebrados da figueira, justamente aqueles que não crerem em Jesus, desta forma, Deus não poupou os legítimos israelitas! "Se, porém, alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo oliveira brava, foste enxertado em meio deles e te tornaste participante da raiz e da seiva da oliveira." Romanos 11: 17.
              Conforme a narrativa de Paulo, Deus, então, enxerta galhos de oliveira brava, que representa os gentios, naquela figueira, dando continuidade as doze tribos, não mais composta por judeus, mas, do Israel espiritual! "Bem! Pela sua incredulidade, foram quebrados; tu, porém, mediante a fé, estás firme. Não te ensoberbeças, mas teme." Romanos 11: 20.
           Por isso, com firmeza racional, o Apóstolo Paulo conclui que "nem todos os que são de Israel são israelitas" e "não é judeu o que o é exteriormente... mas é judeu o que o é no interior". Romanos 9: 6 - 8; 2: 28 e 29.
                Outro fato interessante, encontramos na narrativa que João, o vidente de Patmos, faz da Nova Jerusalém, que é uma cidade preparada por Deus para conduzir todos os remidos, após o milênio, para habitar aqui na Terra.
               Portanto, essa cidade, que é o Tabernáculo de Deus, conduzirá dos Céus à Terra todos os remidos, quer sejam cristãos ou, judeus!
                  Na descrição de João, sobre as doze portas da Nova Jerusalém, estavam escritas os nomes das doze tribos dos filhos de Israel, demonstrando desta forma que, as pessoas que passassem por aquelas portas, no caso, todos os remidos, fazem parte das tribos de Israel! (Apocalipse 21: 12).
                 Neste caso, os judeus, que viveram antes de Cristo, pertencem às tribos encontradas no Velho Testamento, já os cristãos, por enxerto, fazem parte do Israel espiritual.
                 Outro fato interessante, é que nos fundamentos da cidade estão inscritos os nomes dos doze apóstolos de Jesus para demonstrar a unificação do Israel natural com o Israel espiritual, através do enxerto que Deus promoveu. (Apocalipse 21: 14).
                   Apesar de que no fundamento daquela gloriosa cidade, estão os nomes dos Apóstolos de Cristo, todavia, a pedra fundamental será sempre o Filho de Deus!  "Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo." I Coríntios 3: 11. "Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo Ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular." Efésios 2: 19 e 20.
                Que Deus continue nos abençoando!
                Amém!!!