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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

IDE - O Soberano Rei do Universo



 O SOBERANO REI DO UNIVERSO
Educador Glauco César

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.


Resultado de imagem para Imagem de Cristo como Rei do Universo

800 

Após João compreender as pronunciações do anjo relator, Gabriel, ressaltando que somente a Divindade é digna de adoração e louvor, sua atenção é direcionada para o detalhamento duma visão repleta de simbolismo.
Naquele instante, o vidente observou que o espectro que emanava da Divindade, foi-se espalhando pela abobada celeste até afoguear-se numa tonalidade de tintas gloriosas!
Tal claridade incandescente, com ímpeto indomável, penetra sua pupila, aquela membrana circular situada entre a córnea e a face anterior do cristalino, fazendo regular a entrada de luz em seu olho e, pasmado, quase atônito, ele vê uma cena extraordinária; o céu estava escancarado e, como uma enorme gota de orvalho, ele divisa um equino branco onde o cavaleiro, descrito como o Fiel e Verdadeiro é, na verdade, Cristo Jesus, que estava assentado sobre o arreio de cavalgadura, trazendo consigo a sentença e o poder de retribuir a todo humano, morte ou vida eterna, respaldado na escolha consciente de cada pessoa!
O olhar de Cristo chamou a atenção de João! Pois, dos olhos do Onipresente Criador, escapavam chamas ardentes, em contrapartida a cabeça dEle  estava cingida com faixas ornamentais onde estava sobrescrito um nome que, somente o próprio Jesus conhecia.
Evidenciado está, aquela visão era radicalmente metafórica, sendo assim, naquela alegoria o cavalo branco estava sendo cavalgado pelo Rei do Universo que vinha ocupar o Seu legítimo domínio e, assim, conduzir, não só os remanescentes, quanto os fiéis de todas as épocas às bodas nupciais.
Os olhos de Jesus, naquela visão, assemelhavam-se à chama de fogo que penetra em todas as direções. Analogamente, indica-nos que, nada, nem ninguém, pode ficar despercebido a Seus olhos penetrantes; antes, tudo, em toda a Sua Criação, está evidente perante Suas vistas perscrutadoras. Inútil é para o homem ocultar suas más obras!
Paulo nos adverte e, de certa forma, amplia e esclarece aquela visão, demonstrando que todos os humanos, justos ou ímpios, haverão de ser julgados. "Porque tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo". Atos 17: 31.
Este julgamento, não é Deus decidindo quem Ele vai galardoar com a vida eterna ou, condenar, quem quer que seja, a permanecer durante a eternidade, na região do absoluto silêncio como poeira cósmica! Salomão, em verdade, confirma este julgamento: "Eu disse no meu coração: Deus julgará o justo e o ímpio". Eclesiastes 3: 17.  Paulo também reafirmou: "Porque todos hão de comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal". II Coríntios 5: 10.
Para os justificados esse fato acontecerá, em parte, na iminente volta de Cristo e, concretizará, definitivamente, após o milênio, quando, na Jerusalém celestial retornarem com Cristo, para estabelecer aqui na Terra restaurada, a nossa morada eterna!
O nome que estava escrito nas faixas ornamentais de Jesus que, somente Ele conhecia, mais adiante, o vidente afirma ser  a Palavra de Deus, fato que nos arremete à declaração que Ele pronunciou aos judeus, quando em peregrinação na Palestina: "Eu e o Pai somos um". João 10: 30.
O Apóstolo amado declarou que Cristo era o Verbo de Deus, ou seja, a Palavra de Deus em ação. Em Cristo, Deus agiu Criando o Universo, dando Sua própria vida para resgatar o pecador e, naquele instante, finalmente, devolve ao humano, aquilo que o pecado lhe subtraiu, a Vida Eterna!
De posse dessas considerações iniciais, podem-se conhecer os versos que serão analisados: "Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça.
Os Seus olhos são chama de fogo; na Sua cabeça, há muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece, senão Ele mesmo.
Está vestido com um manto tinto de sangue, e o Seu nome se chama o Verbo de Deus; e seguiam-no os exércitos que há no céu, montando cavalos brancos, com vestiduras de linho finíssimo, branco e puro.
Sai da Sua boca uma espada afiada, para com ela ferir as nações; e Ele mesmo as regerá com cetro de ferro e, pessoalmente, pisa o lagar do vinho do furor da ira do Deus Todo-poderoso.
Tem no Seu manto e na Sua coxa um nome inscrito: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES.
Então, vi um anjo posto em pé no sol, e clamou com grande voz,  falando a todas as aves que voam pelo meio do céu: Vinde, reuni-vos para a grande ceia de Deus, para que comais carnes de reis, carnes de comandantes, carnes de poderosos, carnes de cavalos e seus cavaleiros, carnes de todos, quer livres, quer escravos, tanto pequenos como grandes.
E vi a besta e os reis da terra, com os seus exércitos, congregados para pelejarem contra Aquele que estava montado no cavalo e contra o Seu exército.
Mas a besta foi aprisionada, e com ela o falso profeta que, com os sinais feitos diante dela, seduziu aqueles que receberam a marca da besta e eram os adoradores da sua imagem. Os dois foram lançados vivos dentro do lago do fogo que arde com enxofre.
Os restantes foram mortos com a espada que saía da boca dAquele que estava montado no cavalo. E todas as aves se fartaram das suas carnes.” Apocalipse 19: 11 - 21.

VESTIMENTA ENODOADA DE SANGUE


João, continuando sua descrição repleta de recursos expressivos da língua, sobejada de figuras de estilo, declara que o manto de Jesus encontrava-se tingido de sangue, concluindo aquele pensamento, ele identifica Cristo, como sendo o Verbo de Deus!
A maioria dos observadores críticos concordam que aquele sangue tingido  no manto de Cristo, seria fruto daquelas pessoas ímpias mortas pelas próprias mãos de Jesus, que seria o Guerreiro iracundo que vinga e conquista! Obviamente, tais opiniões estão baseadas no relato de Isaías. "O lagar, Eu o pisei sozinho, e dos povos nenhum homem se achava comigo; pisei as uvas na Minha ira; no Meu furor, as esmaguei, e o seu sangue Me salpicou as vestes e Me manchou o traje todo."  Isaías 63: 3.
Contudo, ao examinar com cautela, perceber-se-á que o manto do Remidor, quando vinha em busca dos Seus remidos, conforme o relato apocalíptico, já estava enodoado de sangue, uma vez que, os ímpios ainda não haviam sido mortos! Portanto, esse sangue é sim, figuração do sangue resgatador de Cristo Jesus!
Com certeza foi lá na cruz do Calvário que Jesus, sozinho, sem a ajuda de nenhum humano, pisou as uvas apodrecidas, onde Ele próprio era a Videira Verdadeira e, Seus outros filhos, as uvas boas, também obra de Suas mãos, foram vingados. Portanto, o sangue que tingiu o manto Sagrado foi  o Seu próprio sangue que, simbolicamente, tem a mesma seiva das uvas apodrecidas dos ímpios!
É por isso que Cristo foi identificado como o Verbo de Deus, pois, como verbo Ele exprime a ação, o estado, o fato e o fenômeno da Divindade e, sendo Deus a essência do amor, jamais se alegraria com a injustiça, mas regozijar-se-ia com a verdade! "E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor." I João 4: 16.
Logo após João ter visualizado a pessoa sacrossanta de Jesus, ele vê, semelhantemente, uma cavalaria com seus cavalarianos, como soldados do Mestre, num trajo de linho puro e finíssimo.
Dentre os soldados que erguiam as luzes, reflexo da claridade da Luz Maior, encontravam-se Enoque, Moisés, Elias, Isaías, os vinte e quatro anciões que foram resgatados por Cristo, para que, em Sua vinda pudesse fazer parte da grande Procissão Celestial como emblema de todos os humanos que aceitaram o convite misericordioso da Divindade!
Naquele cortejo além do Resgatador e, uma amostragem daqueles humanos que seriam restituídos para o Pai, faziam parte daquela marcha: anjos, arcanjos, querubins, guardiões, juntamente aos outros seres celestiais e criaturas dos demais planetas habitados. Todo personagem daquela procissão, afora Jesus, estava coberto, simbolicamente, duma vestimenta de puríssimo linho branco.
Essa indumentária evoca uma unidade de caráter de todos os seres inteligentes do Universo, incluindo os humanos!
O linho finíssimo é emblema da pureza da Divindade que está presente em todo cidadão do Universo que faz uso do intelecto, portanto, esse emblema aponta para a postura comportamental exigida por Deus para todo filho obediente, tanto de outros planetas como da humanidade, aqueles que não deixaram se contaminar pela maldade. Nesse caso, os humanos serão cobertos por esta vestimenta gloriosa de Cristo!
Ser coberto do puro linho finíssimo, não é tão somente uma alusão a uma roupa diferenciada e limpa, o seu significado é muito mais profundo, na verdade, essa roupa de linho finíssimo tem a função de cobrir a iniquidade, sendo, figuração da justiça Divina para os justificados!
O vestir-se de branco é diretamente inverso de contaminar as vestiduras, que é emblema de todo tipo de corrupção, seja moral, espiritual, política, social ou religiosa, já o branco é símbolo de pureza, em toda esfera da vida, por isso, somente pessoas dignas herdarão o reino vindouro!

A ESPADA AFIADA É A PALAVRA DE DEUS - A BÍBLIA



Verdadeiramente, existe na figuração apocalíptica, a alusão a uma espada de dois gumes saindo da boca de Jesus com o objetivo de ferir as nações! Contudo, nunca essa imagem deve ser interpretada como uma ameaça de Cristo contra a humanidade! Jamais Cristo imporá punição aos seus filhos a quem tanto ama.
Ele deu prova disto, quando doou Sua vida, para que todos tivessem oportunidade de receber de volta o que perdeu ao pecar, a Eternidade!
Existe um entendimento, do qual não comungo, onde afirma que a espada tipifica a punição que resultaria da falta de ‘arrependimento’.
Sabe-se que a espada de dois gumes representa o Oráculo Revelado de Deus, a Bíblia, os dois gumes é figura do Velho e do Novo Testamento. "Porque a Palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração." Hebreus 4: 12.
Sendo assim, o Livro Sagrado revela-nos o resultado da escolha que cada um faz. Se a pessoa optou em andar na contramão da Verdade e da Vida, a consequência será desastrosa. Esta é apenas uma informação que Deus nos concede, e nunca uma ameaça. O resultado dessa escolha será sempre uma consequência, jamais, uma punição!
Se, todavia, a pessoa optar em seguir os conselhos do Altíssimo, o resultado, certamente, será a bênção da Vida Eterna, contudo, para usufruir essa benesse, tem-se que estar em estreito relacionamento com o Bem Maior!
 Quando Jesus vier outra vez, Ele vai levar em consideração todos os propósitos descabidos e pensamentos maléficos, rasgando os corações dos que hoje palmilham caminhos tortuosos, deixando evidenciados todos os intentos de cada pecador, discriminando os seus resultados funestos. Tudo isto conforme os ensinamentos contidos em Sua Palavra, a ‘espada de dois gumes’.

JESUS, REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES




Como se percebe, naquela procissão, Jesus virá assentado à Direita de Deus Pai, conforme Cristo mesmo afirmou (Mateus 26: 64), todavia, Daniel em visão viu o momento exato em que o Pai, naquele percurso, do Céu à Terra, transfere o Trono do Poder para o Seu Filho amado que é Jesus Cristo. "Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de dias, e o fizeram chegar até Ele. Foi-Lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas O servissem, o Seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o Seu reino jamais será destruído." Daniel 7: 13 e 14.
O Próprio Jesus Cristo, quando esteve peregrinando na região da Palestina, certa feita, descrevendo sobre Sua volta, confirmou as palavras de Daniel, fazendo entender que só, a partir de então, Ele se assentaria no Trono de Sua Glória! "Quando vier o Filho do homem na Sua majestade e todos os anjos com Ele, então, se assentará no trono da Sua glória." Mateus 25: 31.
Todavia, na volta de Cristo, ainda assentado à direita de Deus, Jesus receberá das mãos do Pai, o Trono do Poder, passando a ter Seu próprio Trono!
Apesar de que o Trono é o mesmo, todavia, não é o Trono da graça, pois, a porta da graça, já houvera sido fechada, portanto, naquele instante, Cristo se assentará, no Seu próprio Trono em Glória, não mais como um coadjuvante, mas, como a Majestade, pois, Ele será de fato, "REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES" Apocalipse 19: 16, por isso está grafado em Seu manto e coxa, tal insígnia!

O ANJO EM PÉ, NO SOL, ANUNCIA A CEIA DAS AVES




Por mais incrível que pareça essa é uma das belas páginas do Apocalipse, onde, simbolicamente, Deus revela Seu amor incondicional ao originador do pecado, bem como a todo pecador e, ao mesmo tempo, demonstra Sua justiça, ao permitir que as consequências das escolhas de cada indivíduo, surtam seus efeitos!
Na visão, João vê um anjo  em pé sobre o sol, convidando todas as aves que, comumente, se alimentam de cadáveres, para fazer a profilaxia  da terra, quando houver a mortandade dos ímpios que morrerão por não suportarem o resplendor da glória de Deus. "Então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus... destruirá pela manifestação de Sua vinda." II Tessalonicenses 2: 8.
Esse mensageiro celestial estava com seus pés alicerçados sobre o Sol da Justiça, que é Cristo Jesus e, tinha a incumbência de anunciar o amor e a justiça Divina.
Sabe-se que após o extermínio dos ímpios, restarão na terra, somente o Inimigo e seus anjos caídos, eles terão mil anos para, naquele período, refletir sobre suas vidas pregressas!
O amor de Deus não permitirá que Satanás e seus anjos sejam vítimas da proliferação dos vermes durante o milênio, portanto, a Divindade projetou a ação das aves catartidiformes, conhecidas como aves faxineiras, por se alimentarem de carne em decomposição, para assim criar uma barreira que os protegessem durante os mil anos seguintes.
Esse tipo de ave, certamente, é conhecida como a protetora do mundo, por se alimentar das coisas que polui a terra, fazendo, desta forma, a limpeza e a purificação do planeta, numa verdadeira profilaxia projetada pela Divindade!
Nesse caso, tais aves, também simbolizam o amor de Deus em exercício, aqui na terra, durante o milênio, representam também a permanência da vida, neste planeta e, consequentemente, são figurações do extermínio da morte, após o milênio, quando Deus fará nova todas as coisas! "E Aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as cousas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras." Apocalipse 21: 5.
Em momento algum, o amor de Deus, invalidará a Sua justiça!

SENTINDO-SE ACUADO, O INIMIGO E SEUS SEGUIDORES, ESBOÇAM UMA REAÇÃO!




Na cena seguinte, João vê um ajuntamento de forças, aparentemente oponentes, que se congregaram maliciosamente para tentar combater Jesus que, naquela figuração, estava assentado no arreio de cavalgadura do cavalo branco.
O objetivo daquela aglutinação de forças tinha por alvo evitar que a Procissão Divina, sob o comando de Cristo, tomasse para Si as rédeas e remisse a humanidade libertando-a da escravidão do pecado.
Todavia, tanto a besta, quanto o falso profeta foram aprisionados. Assevera o relato bíblico que essas duas forças eclesiásticas foram, simbolicamente, lançadas vivas no lago que arde com fogo e enxofre.
Para nossa melhor compreensão é necessário descodificar quem seja a besta e também o falso profeta. Tanto o primeiro quanto o segundo personagem são instrumentalidades humanas regidas pelo Dragão que, neste caso, é o Diabo.
Pois bem, o Dragão, desde sempre, se antepõe a Jesus Cristo, por isso ele foi expulso do céu, daí ele faz uso da Besta, identificada como o paganismo,  que ainda em nossos dias é responsável pela falta de genuína espiritualidade. Já o Falso Profeta, na verdade, ele surgiu como invencionice do Dragão, basicamente, na Idade Média, identificado como sendo o cristianismo paganizado ou o paganismo cristianizado.
Como se percebe, o Inimigo, desde sua rebelião contra a Divindade, ele procura através de suas ações e efeitos se colocar como a esperança da humanidade!
Aqui na terra ele se utiliza das Instituições Eclesiásticas, com o objetivo de DESCRISTIANIZAR na mente do humano a pessoa do Filho de Deus, nosso redentor, induzindo o pecador a reverenciar suas Instituições, em lugar de reputar honra e louvor, somente, a Jesus Cristo!
É por isso que, na volta de Cristo, a Besta e o Falso Profeta serão desmascarados e, figurativamente, serão lançados vivos no ardente lago de fogo e enxofre.
Ser lançado vivo no lago de fogo é uma demonstração de que a filosofia de tais organizações eclesiásticas, não será extinta durante o milênio, pois, seu originador, no caso, Satanás, permanecerá vivo, preso, é bem verdade, numa cadeia de circunstâncias, por não poder tentar mais ninguém, uma vez que, todos os humanos que ficarem na terra, estarão mortos e, os justificados estarão no céu.
Todavia, após o milênio, quando Cristo ressuscitar os ímpios, Satanás será solto e, arregimentará aqueles dissidentes, imprimindo nas mentes deles sua filosofia perniciosa, que será, de imediato, absorvida pelos pecadores não arrependidos que, tentarão, em desespero tomar a Cidade Santa, pois, naquela oportunidade estará descendo do céu com os redimidos!
Não obstante, retrocedendo mil anos, momento em que a besta e o falso profeta serão aprisionados, todos os ímpios que vivenciaram o período denominado de Angústia de Jacó, imediatamente, perecerão, conforme predito pela Palavra de Deus que é aquela espada de dois gumes, que sai da boca de Jesus Cristo, o Verbo da Vida! "Então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de Sua boca." II Tessalonicenses 2: 8.
Em contrapartida, é confirmada a Divindade de Jesus Cristo, identificado como o Redivivo Deus, que também é Criador e Redentor.  "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio com Deus.
Todas as cousas foram feitas por intermédio dEle, e, sem Ele, nada do que foi feito se fez.
A vida estava nEle e a Vida era a luz dos homens.
A Luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra Ela." João 1: 1 - 5.
Aqueles pecadores, além de não prevalecerem contra a Luz do Mundo que é Jesus Cristo, ainda se tornarão em banquete para todas as aves faxineiras, que, ao se banquetearem, auxiliarão o Mestre na necessária profilaxia de que a terra necessita,  purificando-a e, banindo aqueles dissidentes!
Amigo leitor, de que lado você deseja estar: Participando das bodas do Cordeiro ou, se tornando num indigesto alimento carnívoro para as aves de rapina?
Que Deus te dê sabedoria para fazer a melhor escolha.
Permaneça ao lado de Jesus Cristo, pois, Ele é, com certeza, a Verdade Incondicional! 

sábado, 24 de agosto de 2019

IDE - O Cântico Triunfal!

CAPÍTULO XIX

 O CÂNTICO TRIUNFAL!
Educador Glauco César

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.




João, o vidente das cenas apocalípticas, estava absorto, concentrado em seus pensamentos, um tanto pasmado, surpreendido e até admirado com as cenas que acabara de assistir, que o deixou um tanto entorpecido, numa mescla de alegria e tristeza, ao perceber que a grande parte da humanidade houvera desprezado os angustiosos e amoráveis convites de Cristo!
No entanto, em contrapartida, ele se sentia aliviado e feliz por, finalmente, poder perceber o regozijo daqueles que anelavam por tal acontecimento!
Por sua vez, o Profeta sentiu-se revigorado por rever, Aquele que era objeto de sua especial afeição, o Mestre Jesus Cristo! 
Em meio a essa oscilação de pensamento, o Discípulo Amado, se alegra ao perceber de forma altissonante, o ressoar, no espaço sideral, repetindo e reproduzindo em toda extensão do Universo o cântico da numerosa multidão que fazia parte da grande Procissão Celestial que vinha ao encontro daqueles humanos que permaneceram fiéis!
Esse grande cortejo de seres celestiais, acompanhados por criaturas de todo o Universo, entoavam, jubilosamente, à Divindade.
O cântico de regozijo era tamanho que ecoava em toda Grande Expansão, transformando a abóbada celeste numa grande concha acústica, como resultado, influencia todos os remidos que, os aguardavam, aqui na Terra!
No entanto, aquela comitiva pomposa, formada de seres angelicais e moradores de todos os planetas habitados, incluindo, naquele grupo, alguns humanos.
Dentre os representantes da Terra, estavam os quatro seres viventes que pemaneciam ao lado do trono celestial. Eram eles: Enoque, filho de Caim, representando os humanos que viveram antes do dilúvio, simbolizando, também, aqueles que não passarão pelo dissabor da morte.
O segundo ser vivente é Moisés, sua ressurreição e ida para o céu, é símbolo dos humanos que morreram e necessitarão da ressurreição para herdar a vida eterna.
O Terceiro ser vivente foi o profeta Elias. Já o quarto ser humano que sensibilizou o Onisciente Pai, foi o mais messiânico dos profetas, Isaías.
Juntamente a essas quatro criaturas humanas adquiridas por Cristo, havia ainda, mais vinte e quatro anciões que foram comprados da Terra, sendo levados para os Céus por Jesus em Sua ascensão.
Pois bem, a grande multidão que acompanhava a Divindade até à Terra, naquela  ação, entoavam o cântico de reconhecimento ao Pai, enaltecendo Sua  honra e justiça, por ter enviado o Filho Amado, para resgatar a humanidade, todos aqueles que atenderam ao chamado de Cristo Jesus!
De posse desse entendimento inicial poderemos conhecer os versos que serão amoravelmente, analisados: “Depois destas cousas, ouvi no céu uma como grande voz de numerosa multidão, dizendo: Aleluia! A salvação, e a glória, e o poder são do nosso Deus, porquanto verdadeiros e justos são os Seus juízos, pois julgou a grande meretriz que corrompia a terra com a sua prostituição e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos.
Segunda vez disseram: Aleluia! E a sua fumaça sobe pelos séculos dos séculos.
Os vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a Deus, que se acha sentado no trono, dizendo: Amém! Aleluia!
Saiu uma voz do trono, exclamando: Dai louvores ao nosso Deus, todos os Seus servos, os que o temeis, os pequenos e os grandes.
Então, ouvi uma como voz de numerosa multidão, como de muitas águas e como de fortes trovões, dizendo: Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso.
Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou, pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro.
Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos.
Então, me falou o anjo: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E acrescentou: São estas as verdadeiras palavras de Deus.
Prostrei-me ante os seus pés para adorá-lo. Ele, porém, me disse: Vê, não faças isso; sou conservo teu e dos teus irmãos que mantêm o testemunho de Jesus; adora a Deus. Pois, o testemunho de Jesus é o espírito da profecia.” Apocalipse 19: 1 – 10.

JUSTIÇA DIVINA – VIRTUDE DE RETRIBUIR CONFORME ESCOLHA CONSCIENTE



A Divindade jamais se regozijará com a derrocada da Grande Meretriz, no entanto, a ruína das Instituições Eclesiásticas que maquinavam o mal, será consequência da escolha consciente, tomada, pela Prostituta e seus adeptos, que são todos aqueles que se deixaram corromper por suborno de favores.
Essa predileção entristeceu o Onipotente, todavia, o júbilo será atribuído ao aniquilamento, para todo o sempre, do mal que perverteu a humanidade, deslustrando a natureza e, não para o extermínio dos pecadores, pois, Deus não se regozija com o mal! “Acaso, tenho Eu prazer na morte do perverso? – Diz o Senhor Deus; não desejo Eu, antes, que ele se converta dos seus caminhos perniciosos e viva?” Ezequiel 18: 21.
Observa-se, desta maneira, que o julgamento Divino é infalível, uma vez que, é pautado na consequência das escolhas da humanidade, que redundará em morte, ou Vida Eterna!
Portanto, cada pessoa, enquanto a porta da graça estiver aberta, estará no comando, direcionando sua própria vida para a eternidade ou, perdição imutável, que não terá mais fim.
É-nos informado que Deus vingou o sangue dos Seus servos. Erroneamente há quem interprete que a vingança de Deus seja sinônima de desforra, vindita, punição e, até mesmo, castigo. Todavia, vingança, na ótica Divina, é a virtude própria de Deus, de restaurar, definitivamente, o justo governo Divino na humanidade!
No processo de promover a reparação, muitos humanos serão aniquilados, pela consequência de seus pecados, no entanto, a vingança de Deus é composta, apenas, de dois ingredientes indispensáveis para a felicidade do homem, que é o consolo e o galardão eterno.
Portanto, a vingança de Deus é formada pelos ingredientes que promovem a reparação, consolando os justificados e, finalmente, galardoando-os com a Vida Eterna!
Por isso mesmo, os seres angelicais e todos os habitantes do Universo que faziam parte da Grande Procissão Celestial, no arranjo daquele coral, puderam continuar cantando honra e justiça ao grandioso Deus do Amor!
Quando os vinte e quatro anciões, juntamente a Enoque, Moisés, Elias e Isaías perceberam que a fumaça, proveniente do aniquilamento daquela mulher que promovia o desvirtuamento do caráter de Deus, subia, pelos séculos dos séculos, eles entenderam, que o pecado, jamais, se levantaria outra vez, por isso, se prostram e adoraram o Onipotente Pai dizendo: Assim seja! E, jubilosamente, regozijavam-se perante Deus!
Após esse ato de reconhecimento, adoração e louvor, ouve-se a voz retumbante de Jesus, anunciando a todo humano que o aguardava aqui na terra, quer fosse um servo pequeno ou grande, naquele momento, deveria dar louvores ao único Deus onipresente, onisciente e onipotente!
Ora, até então, o Pai estava ocupando o Trono da Divindade, Jesus, no entanto, estava assentado à direita do Poder. “Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste; entretanto, Eu vos declaro, desde agora que, vereis o Filho do homem assentado à direita do Todo-poderoso e vindo sobre as nuvens do céu.” Mateus 26: 64.
A concretização das palavras de Cristo, ao sumo sacerdote, estava em franco cumprimento!
O acontecimento seguinte foi predito pelo profeta Daniel. “Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de dias, e o fizeram chegar até Ele.
Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o Seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o Seu reino jamais será destruído.” Daniel 7: 13 e 14.
Naquele momento, Enoque, Moisés, Elias, Isaías, juntamente aos vinte e quatro anciões, se aproximam de Cristo e conduzem-nO até ao ancião de dias, Deus o Pai, que naquele mesmo instante, como estava profetizado, no percurso entre o Céu e a Terra, transmite o domínio, a glória e o reino, levantando-Se do trono, oferecendo-o a Cristo, dotando-O de Poder Soberano e a Autoridade para que Jesus, por toda Eternidade, fosse, de fato, Rei dos reis e Senhor dos senhores!
No relato apocalíptico, João faz uso da palavra então, que é um adverbio de tempo. Neste caso, o enfoque sobre a grande multidão, deixa de focalizar o cortejo celestial, passando a fazer referência à numerosa multidão de remidos que se encontrava aqui na Terra!
Assim, os redimidos entoam com todo poder de suas vozes, dando continuidade ao mavioso cântico, confirmando o louvor a Jeová e ao próprio Jesus, pois, quem louva ao Pai, indubitavelmente, estará louvando ao Cordeiro, uma vez que, Cristo mesmo afirmou que Ele e o Pai agem em unidade! “Disse-lhe Jesus:... Quem Me vê a Mim vê o Pai;... Não crês que Eu estou no Pai e que o Pai está em Mim?” João 14: 9 e 10.
 Neste caso, o Senhor Deus, o Todo-poderoso, é uma alusão específica ao Cordeiro, Jesus Cristo e, Este havia preparado para a grande multidão de remidos e ressurretos a festa para celebrar o casamento espiritual entre o noivo que é Jesus e, a Sua noiva que são todos os redimidos, estes estavam, deslumbrantemente, ornamentados com a pureza celestial!
Depois deste maravilhoso aparato onde se percebe claramente a ostentação do Criador de todo Universo, o glorioso anjo Gabriel entra em cena pedindo ao Profeta que fizesse uma conotação a todos que venceram o pecado, declarando-os de felicíssimos, com aquela felicidade proveniente dos Céus, pois, todos eles, se encontravam prontos para festejar aquele enlace matrimonial!
Quando todos se rejubilavam em confraternização, outra vez, Gabriel faz uso da palavra, acrescentando que a Divindade dava Sua demonstração de confraternidade!
Esta ação era espelho do caráter amoroso de Deus!

SOMENTE A DIVINDADE É DIGNA DE ADORAÇÃO



Quando João ouviu, no timbre da voz do anjo Gabriel, a Palavra de Deus, pronunciada com tanta convicção e propriedade, ele, por um instante, pensou que Gabriel fizesse parte integrante, portanto, insubstituível da Divindade, por isso mesmo, prostrou-se ante os seus pés para, humildemente, adorá-lo.
Todavia, Gabriel, criatura proveniente de Deus, faz lembrar ao Vidente que nenhum ser criado deve ser alvo de adoração por outro, semelhante a ele. Portanto, somente a Divindade, e mais ninguém, poderá ser reverenciada em adoração.
Por conseguinte, qualquer indivíduo da esfera terrestre ou celestial, deve sim, dar depoimento inconteste sobre Jesus, pois, histórica e profeticamente, além de ser o Deus Criador, mantenedor e restaurador, é também, Rei dos reis e Senhor dos senhores para todo o sempre!
Amigo leitor, a quem você está depositando o teu respeito e adoração?
Muitos cristãos têm reverenciado suas instituições eclesiásticas, outros preferem adorar algum profeta, seja ele bíblico ou mesmo, contemporâneo, ainda outros preferem se curvar ante seus sacerdotes e líderes religiosos.
A Bíblia, no entanto, assevera que, somente a Divindade é digna de adoração!

               Que Deus continue a nos abençoar!

quinta-feira, 25 de julho de 2019

IDE - A Queda de Babilônia, a Cidade Emblemática!

CAPÍTULO XVIII

A QUEDA DE BABILÔNIA, A CIDADE EMBLEMÁTICA!
Educador Glauco César

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.
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Sabe-se que a mensagem de salvação que Cristo propagou aqui no planeta malsinado pelo pecado, tinha por cunho, imprimir no ser humano, a certeza de que se ele fosse fiel até a morte, certamente, herdaria a eternidade! “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.” Apocalipse 2: 10 up.
Era, portanto, uma mensagem casta que refletia no humano, a certeza que Jesus devolveria para o pecador arrependido, aquilo que o pecado subtraiu dele, a Vida Eterna!
Essa mensagem, inicialmente, foi disseminada pelo próprio Mestre sem a intervenção de nenhuma Instituição Eclesiástica, as pessoas apenas copiavam o método infalível de Jesus!
Agindo dessa forma, pura, casta e singela, dezenas de milhares de pessoas foram agraciadas com a certeza de que Cristo estava no comando de todas as coisas.
 Todavia, com o decorrer do tempo, as pessoas tidas por cristãs, foram perdendo o zelo inicial e a espiritualidade, distanciando do foco proposto por Cristo, daí vir a seguinte advertência: “Eu sei as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto. Sê vigilante, e confirma os restantes, que estavam para morrer; porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus. Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o e arrepende-te.” Apocalipse 3: 2 – 3 pp.
Após este conselho, os cristãos tiveram que enfrentar um dilema: delegar poder às Instituições que seguiam ou, examinar as Escrituras e obedecê-las.
Infelizmente a escolha da maioria não foi a mais sábia, eles preferiram seguir o brilho ofuscante das Instituições Eclesiásticas, rejeitando os misericordiosos convites e chamados de Deus!
Como resultado as trevas e a decadência espiritual envolveu a comunidade cristã, paralisando-a fazendo fenecer a piedade, a fé, o amor, a obediência, a simplicidade e a humanidade, substituindo-as pela formalidade, a incredulidade, o ódio, a desobediência, a vaidade e o orgulho.
Diante desta cena dantesca, resta-nos conhecer os versos que serão cautelosamente analisados: “Depois destas cousas, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande autoridade, e a terra se iluminou com a sua glória.
Então, exclamou com potente voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável, pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria.
Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos; porque os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou dos atos iníquos que ela praticou.
Dai-lhe em retribuição como também ela retribuiu, pagai-lhe em dobro segundo as suas obras e, no cálice em que ela misturou bebidas, misturai dobrado para ela.
O quanto a si mesma se glorificou e viveu em luxúria, dai-lhe em igual medida tormento e pranto, porque diz consigo mesma: Estou sentada como rainha. Viúva não sou. Pranto, nunca hei de ver!
Por isso, em um só dia, sobrevirão os seus flagelos: morte, pranto e fome; e será consumida no fogo, porque poderoso é o Senhor Deus, que a julgou.
Ora, chorarão e se lamentarão sobre ela os reis da terra, que com ela se prostituíram e viveram em luxúria, quando virem a fumaceira do seu incêndio, e, conservando-se de longe, pelo medo do seu tormento, dizem: Ai! Ai! Tu, grande cidade, Babilônia, tu, poderosa cidade! Pois, em uma só hora, chegou o teu juízo.
E, sobre ela, choram e pranteiam os mercadores da terra, porque já ninguém compra a sua mercadoria, mercadoria de ouro, de prata, de pedras preciosas, de pérolas, de linho finíssimo, de púrpura, de seda, de escarlata; e toda espécie de madeira odorífera, todo gênero de objeto de marfim, toda qualidade de móvel de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro e de mármore; e canela de cheiro, especiarias, incenso, unguento, bálsamo, vinho, azeite, flor de farinha, trigo, gado e ovelhas; e de cavalos, de carros, de escravos e até almas humanas.
O fruto sazonado, que a tua alma tanto apeteceu, se apartou de ti, e para ti se extinguiu tudo o que é delicado e esplêndido, e nunca jamais serão achados.
Os mercadores destas cousas, que, por meio dela, se enriqueceram, conservar-se-ão de longe, pelo medo do seu tormento, chorando e pranteando, dizendo: Ai, Ai da grande cidade, que estava vestida de linho finíssimo, de púrpura, e de escarlata, adornada de ouro, e de pedras preciosas, e de pérolas, porque, em uma só hora, ficou devastada tamanha riqueza. E todo piloto, e todo aquele que navega livremente, e marinheiros, e quantos labutam no mar conservaram-se de longe.
Então, vendo a fumaceira do seu incêndio, gritavam: Que cidade se compara à grande cidade?
Lançaram pó sobre a cabeça e, chorando e pranteando, gritavam: Ai! Ai da grande cidade, na qual se enriqueceram todos os que possuíam navios no mar, à custa da sua opulência, porque, em uma só hora, foi devastada.
Exultai sobre ela, ó céus, e vós, santos, apóstolos e profetas, porque Deus contra ela julgou a vossa causa.
Então, um anjo forte levantou uma pedra como grande pedra de moinho e arrojou-a para dentro do mar, dizendo: Assim, com ímpeto, será arrojada Babilônia, a grande cidade, e nunca jamais será achada.
E voz de harpistas, de músicos, de tocadores de flautas e de clarins jamais em ti se ouvirá, nem artífice algum de qualquer arte jamais em ti se achará, e nunca jamais em ti se ouvirá o ruído de pedra de moinho.
Também jamais em ti brilhará luz de candeia; nem voz de noivo ou de noiva jamais em ti se ouvirá, pois os teus mercadores foram os grandes da terra, porque todas as nações foram seduzidas pela tua feitiçaria.
E nela se achou sangue de profetas, de santos e de todos os que foram mortos sobre a terra.” Apocalipse 18: 1 – 24.

O OUTRO SER LUMINOSO É JESUS,  O ANJO DO CONSERTO

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Logo após Gabriel ter repassado para o vidente o real caráter da meretriz que estava montada na besta escarlate e, ter desvendado a consequência de sua devassidão, João vê descer do céu, outro ser glorioso e resplandecente!
Esse outro anjo seria figuração dos mensageiros humanos com mensagens de arrependimento, proveniente do Paço Celestial?
Obviamente que não, pois, este acontecimento se dá após a Porta da Graça se fechar, quando todas as situações já estarão definidas!
Portanto, este anjo, mensageiro celestial, detentor de autoridade e glória infinda, é o próprio Redentor, conforme revelação do Pai das Luzes! "De repente, virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o Anjo da Aliança, a quem vós desejais; eis que Ele vem, diz o Senhor dos Exércitos. Mas quem poderá suportar o dia da Sua vinda? E quem poderá subsistir quando Ele aparecer?" Malaquias 3: 1 e 2.

UM GRUPO ESPECIAL SE ALEGRARÁ COM A VINDA DE DEUS E VOLTA DE JESUS, ESTE GRUPO SUBSISTIRÁ ETERNAMENTE!

Naquele momento de intenso negror espiritual, a presença marcante do Filho de Deus, brilhará no escuro de cada mente sem emitir calor, a ponto de iluminar todo o planeta com a Sua glória!
Todas as pessoas quer sejam as que se posicionaram ao lado do Inimigo, quanto as que se aconchegaram no seio do Redentor, naquele instante sentirão, em suas próprias vidas, o efeito da claridade Divina.
Fica patente, de forma indelével o resultado; por um lado, o pesar dos que escolheram o caminho que resulta na morte eterna ou, a sublimação, que eleva os demais à maior altura da dignidade, da grandeza e da  honra, ou seja, a Vida Eterna!
Não haverá outra consequência, nem outra oportunidade, portanto, faça agora, enquanto há tempo, sua reflexão e, descubra qual o resultado da tua escolha, pesar, ou excelência majestosa e nobre?
Naquele instante, Jesus, o Cordeiro de Deus, com voz meiga, mas, potente, declara em tom executivo o resultado que, imediatamente, acontecerá ao trama conspiratório das Instituições Eclesiásticas, conhecida como Babilônia, pondo fim à conspiração, para que, nunca mais prejudique a humanidade!
Quebrando a aflição e angústia que dominavam os remidos, uma vez que, dentre os ímpios havia muitos amigos e amados familiares, engrossando a fileira dos que rejeitaram o Remidor, ouve-se uma voz acalantadora proveniente do espaço sideral, era o Pai que sentenciava para que Seu povo  se desprendesse da influência maléfica oriunda da grande Babilônia!
A voz do Pai tranquilizou os remidos, pois, ficou manifesto que a escolha não foi da Divindade mais, do íntimo de cada pessoa, uma vez que os ímpios deram mais valor ao sucesso passageiro, deificando as Instituições, preferindo enaltece-las em lugar de Deus, portanto, não esperaram pela recompensa eterna. "Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga." Jeremias 51: 6.
Assim, o Pai declarou a queda espiritual das Instituições Eclesiásticas, demonstrando e confirmando que elas deveriam, imediatamente, ser punidas! 
Quanto às Instituições, elas preferiram se glorificar e viver em exuberância, sujeita à sua própria vontade, sendo libertina, primando pela sua sensualidade ao invés de buscar os retos caminhos do Senhor!
Imaginavam-se dona de todo poder, contudo, será consumida no fogo de suas ideologias, pois, só um ser é poderoso em Si mesmo e, Este é a Divindade! "Sai do meio dela, ó povo Meu, e salve cada um a sua vida do brasume da ira do Senhor." Jeremias 51: 45.
A ira ou vingança de Deus, na verdade, é a forma das Escrituras se reportar à consequência das escolhas humanas, pois, para cada ação corresponde uma reação igual e em sentido contrário.
Quando esta resposta se refere ao pecado, a consequência é a morte eterna, no entanto, para os prosélitos do Senhor o alcance será a Vida Eterna! "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a Vida Eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor."  Romanos 6: 23. 
Assim, Babilônia a organização religiosa da terra, será punida pela maldade que ela orquestrou contra o Filho de Deus e seus fiéis seguidores!
No entanto, Babilônia, aquela que se orgulhava de sua riqueza, popularidade e poder, vangloriando-se como noiva de Cristo,  juntamente aos seus partidários, em momento não mais oportuno, cai em si! "E disse: Meu Deus! Estou confusa e envergonhada, para levantar a Ti a face, meu Deus, porque as nossas iniquidades se multiplicaram sobre a nossa cabeça, e a nossa culpa cresceu até aos céus." Esdras 9: 6.
Apesar de que os flagelos ocorrerão no espaço de um ano, no entanto, o desfecho final acontecerá no último dia, quando a procissão celestial vier buscar os remidos, tanto os Cento e Quarenta e Quatro Mil, que permaneceram vivos durante o tempo de Angústia de Jacó, quanto os demais remidos, que foram ressuscitados por Cristo, para ter o encontro com Deus nos ares e, finalmente, vê-Lo face a face! "Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque haveremos de vê-Lo como Ele é." I João 3: 2. 

OS ADEPTOS DE BABILÔNIA LASTIMAM-SE

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Quando os ímpios perceberam que a destruição da Babilônia era iminente, e que nada mais poderia ser feito para evitar tal catástrofe, eles, então, começaram a afligir-se numa manifestação de mágoa por, finalmente, compreender que as Instituições não passavam dum movimento falsificado!
Ficou evidente que as Instituições Eclesiásticas se prostituíram, portanto, elas não foram seduzidas, mas, deliberadamente, se corromperam, trocando a promessa da eternidade pela exuberância da riqueza passageira!
A essa altura os heréticos compreenderam que as Organizações de caráter religioso, em pouco tempo, teria o seu fim. Por isso, lamentaram o destino delas, bem como o deles próprios.
Por sua vez, as Denominações religiosas que vendiam facilidade e toda espécie de milagres, sucessos e riquezas materiais, cairão em convulsão de prantos, pois, já nenhum comprador aparecerá para adquirir suas ilusões!
Mostra-se com clareza que o fruto da maldade está amadurecido, bastou um vento forte para desprendê-lo da Árvore da Mentira e, ao esbagaçar-se no chão da realidade, entorpeceu, nos seus aliados, o paladar e, retardou o sentido da mente, demonstrando seu falso sabor, por isso, todas as pessoas que se associaram ao conluio da perversão choravam e pranteavam inconsolavelmente!
Realidade, totalmente, diferente do Plano Conspiratório onde, a suposta rainha oferecia domínio infindável aos que nela confiassem. Tais pessoas perceberam, tarde demais, que o fútil plano levou-os, tão somente, a um profundo remorso!
Por sua vez, os livres pensadores, ou seja, toda criatura que não delegou poder de escolha às Instituições, preferindo seguir o senso comum da Verdade, permitindo que o Espírito Santo o guiasse pelo verdadeiro Caminho da Vida, Jesus Cristo, contemplavam de longe, tristemente, o resultado funesto, tanto de Babilônia, quanto dos seus seguidores!
Em meio a tanto desespero, os remidos, num misto de alegria e tristeza, perguntavam: Que cidade se compara à Jerusalém?
Em contrapartida, eles pranteavam, pois, muitos dos seus ente queridos preferiram se associar à Babilônia, por isso, em desespero gritavam: Ai! Ai da grande cidade e, daqueles que se venderam por causa do seu esplendor e, vertiam lágrimas e choraram a má escolha dos seus queridos!
Contudo, a presença de Cristo, o desejado de todos os remidos, fez com que o pranto se transformasse em alegria, fazendo brotar um sentimento de felicidade, na terra e nos céus, pois, o grande dia houvera raiado!

BABILÔNIA NÃO SUBSISTIRÁ

Os quatro últimos versos, como se vê, usa uma linguagem com recursos mais conotativos que mesmo denotativos, pois, segue o mesmo princípio de todo o livro. Sendo assim, seu conteúdo é rico em figuração, com teor amplamente subjetivo!
Neles encontramos diversas figuras de palavras, como também de pensamento, no entanto, todo este aparato linguístico é utilizado para imprimir na mente do leitor maior dramaticidade dos fatos em foco!
Sendo assim, o desfecho que põe termo ao capítulo em pauta descreve, sem floreio, a situação final de Babilônia. Será uma condição sem retrocesso, pois, não representa uma fase, todavia, será um ponto final, lacrando definitivamente, por toda eternidade, a malsinada história da cidade mística da maldade!
O texto focaliza um anjo poderoso, neste caso, usou-se o artigo indefinido 'um' para expressar uma ideia vaga e imprecisa daquele anjo, demonstrando assim, que não era um anjo especial, por isso, não se usou o artigo definido, seria, então, qualquer anjo, portanto, não era o anjo Gabriel, nem muito menos Miguel!
 Neste caso, o foco não estava no anjo, mas na ação desenvolvida por ele.
Naquela atividade, foi precipitada no mar uma grande pedra de moinho que, naturalmente, por si só, jamais voltaria à tona.
Este feito garante que nenhuma das ações falseadas pela Babilônia jamais se repetirá! A humanidade livrar-se-á daquela que derramou o sangue de Cristo, dos profetas e dos santos, dando a falsa impressão que aquela era a vontade de Deus!
Só assim, a humanidade nunca mais será seduzida pela maquinação do Inimigo, portanto o pecado não se levantará outra vez!
Descrito de forma figurada, o Apocalipse delineia que na história futura da humanidade, jamais, haverá Instituições Eclesiásticas, uma vez que, teremos a verdadeira Religião que é Jesus Cristo, pois, Ele, verdadeiramente, é o Caminho que nos conduz de volta ao Pai!