Total de visualizações de página

quinta-feira, 25 de julho de 2019

IDE - A Queda de Babilônia, a Cidade Emblemática!

CAPÍTULO XVIII

A QUEDA DE BABILÔNIA, A CIDADE EMBLEMÁTICA!
Educador Glauco César

NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
Uma vez que uma determinada opinião é postada e, outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.
Resultado de imagem para imagem de igreja sendo queimada (incendio)


Sabe-se que a mensagem de salvação que Cristo propagou aqui no planeta malsinado pelo pecado, tinha por cunho, imprimir no ser humano, a certeza de que se ele fosse fiel até a morte, certamente, herdaria a eternidade! “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.” Apocalipse 2: 10 up.
Era, portanto, uma mensagem casta que refletia no humano, a certeza que Jesus devolveria para o pecador arrependido, aquilo que o pecado subtraiu dele, a Vida Eterna!
Essa mensagem, inicialmente, foi disseminada pelo próprio Mestre sem a intervenção de nenhuma Instituição Eclesiástica, as pessoas apenas copiavam o método infalível de Jesus!
Agindo dessa forma, pura, casta e singela, dezenas de milhares de pessoas foram agraciadas com a certeza de que Cristo estava no comando de todas as coisas.
 Todavia, com o decorrer do tempo, as pessoas tidas por cristãs, foram perdendo o zelo inicial e a espiritualidade, distanciando do foco proposto por Cristo, daí vir a seguinte advertência: “Eu sei as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto. Sê vigilante, e confirma os restantes, que estavam para morrer; porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus. Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o e arrepende-te.” Apocalipse 3: 2 – 3 pp.
Após este conselho, os cristãos tiveram que enfrentar um dilema: delegar poder às Instituições que seguiam ou, examinar as Escrituras e obedecê-las.
Infelizmente a escolha da maioria não foi a mais sábia, eles preferiram seguir o brilho ofuscante das Instituições Eclesiásticas, rejeitando os misericordiosos convites e chamados de Deus!
Como resultado as trevas e a decadência espiritual envolveu a comunidade cristã, paralisando-a fazendo fenecer a piedade, a fé, o amor, a obediência, a simplicidade e a humanidade, substituindo-as pela formalidade, a incredulidade, o ódio, a desobediência, a vaidade e o orgulho.
Diante desta cena dantesca, resta-nos conhecer os versos que serão cautelosamente analisados: “Depois destas cousas, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande autoridade, e a terra se iluminou com a sua glória.
Então, exclamou com potente voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável, pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria.
Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos; porque os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou dos atos iníquos que ela praticou.
Dai-lhe em retribuição como também ela retribuiu, pagai-lhe em dobro segundo as suas obras e, no cálice em que ela misturou bebidas, misturai dobrado para ela.
O quanto a si mesma se glorificou e viveu em luxúria, dai-lhe em igual medida tormento e pranto, porque diz consigo mesma: Estou sentada como rainha. Viúva não sou. Pranto, nunca hei de ver!
Por isso, em um só dia, sobrevirão os seus flagelos: morte, pranto e fome; e será consumida no fogo, porque poderoso é o Senhor Deus, que a julgou.
Ora, chorarão e se lamentarão sobre ela os reis da terra, que com ela se prostituíram e viveram em luxúria, quando virem a fumaceira do seu incêndio, e, conservando-se de longe, pelo medo do seu tormento, dizem: Ai! Ai! Tu, grande cidade, Babilônia, tu, poderosa cidade! Pois, em uma só hora, chegou o teu juízo.
E, sobre ela, choram e pranteiam os mercadores da terra, porque já ninguém compra a sua mercadoria, mercadoria de ouro, de prata, de pedras preciosas, de pérolas, de linho finíssimo, de púrpura, de seda, de escarlata; e toda espécie de madeira odorífera, todo gênero de objeto de marfim, toda qualidade de móvel de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro e de mármore; e canela de cheiro, especiarias, incenso, unguento, bálsamo, vinho, azeite, flor de farinha, trigo, gado e ovelhas; e de cavalos, de carros, de escravos e até almas humanas.
O fruto sazonado, que a tua alma tanto apeteceu, se apartou de ti, e para ti se extinguiu tudo o que é delicado e esplêndido, e nunca jamais serão achados.
Os mercadores destas cousas, que, por meio dela, se enriqueceram, conservar-se-ão de longe, pelo medo do seu tormento, chorando e pranteando, dizendo: Ai, Ai da grande cidade, que estava vestida de linho finíssimo, de púrpura, e de escarlata, adornada de ouro, e de pedras preciosas, e de pérolas, porque, em uma só hora, ficou devastada tamanha riqueza. E todo piloto, e todo aquele que navega livremente, e marinheiros, e quantos labutam no mar conservaram-se de longe.
Então, vendo a fumaceira do seu incêndio, gritavam: Que cidade se compara à grande cidade?
Lançaram pó sobre a cabeça e, chorando e pranteando, gritavam: Ai! Ai da grande cidade, na qual se enriqueceram todos os que possuíam navios no mar, à custa da sua opulência, porque, em uma só hora, foi devastada.
Exultai sobre ela, ó céus, e vós, santos, apóstolos e profetas, porque Deus contra ela julgou a vossa causa.
Então, um anjo forte levantou uma pedra como grande pedra de moinho e arrojou-a para dentro do mar, dizendo: Assim, com ímpeto, será arrojada Babilônia, a grande cidade, e nunca jamais será achada.
E voz de harpistas, de músicos, de tocadores de flautas e de clarins jamais em ti se ouvirá, nem artífice algum de qualquer arte jamais em ti se achará, e nunca jamais em ti se ouvirá o ruído de pedra de moinho.
Também jamais em ti brilhará luz de candeia; nem voz de noivo ou de noiva jamais em ti se ouvirá, pois os teus mercadores foram os grandes da terra, porque todas as nações foram seduzidas pela tua feitiçaria.
E nela se achou sangue de profetas, de santos e de todos os que foram mortos sobre a terra.” Apocalipse 18: 1 – 24.

O OUTRO SER LUMINOSO É JESUS,  O ANJO DO CONSERTO

Resultado de imagem para imagem de Jesus o anjo do concerto

Logo após Gabriel ter repassado para o vidente o real caráter da meretriz que estava montada na besta escarlate e, ter desvendado a consequência de sua devassidão, João vê descer do céu, outro ser glorioso e resplandecente!
Esse outro anjo seria figuração dos mensageiros humanos com mensagens de arrependimento, proveniente do Paço Celestial?
Obviamente que não, pois, este acontecimento se dá após a Porta da Graça se fechar, quando todas as situações já estarão definidas!
Portanto, este anjo, mensageiro celestial, detentor de autoridade e glória infinda, é o próprio Redentor, conforme revelação do Pai das Luzes! "De repente, virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o Anjo da Aliança, a quem vós desejais; eis que Ele vem, diz o Senhor dos Exércitos. Mas quem poderá suportar o dia da Sua vinda? E quem poderá subsistir quando Ele aparecer?" Malaquias 3: 1 e 2.

UM GRUPO ESPECIAL SE ALEGRARÁ COM A VINDA DE DEUS E VOLTA DE JESUS, ESTE GRUPO SUBSISTIRÁ ETERNAMENTE!

Naquele momento de intenso negror espiritual, a presença marcante do Filho de Deus, brilhará no escuro de cada mente sem emitir calor, a ponto de iluminar todo o planeta com a Sua glória!
Todas as pessoas quer sejam as que se posicionaram ao lado do Inimigo, quanto as que se aconchegaram no seio do Redentor, naquele instante sentirão, em suas próprias vidas, o efeito da claridade Divina.
Fica patente, de forma indelével o resultado; por um lado, o pesar dos que escolheram o caminho que resulta na morte eterna ou, a sublimação, que eleva os demais à maior altura da dignidade, da grandeza e da  honra, ou seja, a Vida Eterna!
Não haverá outra consequência, nem outra oportunidade, portanto, faça agora, enquanto há tempo, sua reflexão e, descubra qual o resultado da tua escolha, pesar, ou excelência majestosa e nobre?
Naquele instante, Jesus, o Cordeiro de Deus, com voz meiga, mas, potente, declara em tom executivo o resultado que, imediatamente, acontecerá ao trama conspiratório das Instituições Eclesiásticas, conhecida como Babilônia, pondo fim à conspiração, para que, nunca mais prejudique a humanidade!
Quebrando a aflição e angústia que dominavam os remidos, uma vez que, dentre os ímpios havia muitos amigos e amados familiares, engrossando a fileira dos que rejeitaram o Remidor, ouve-se uma voz acalantadora proveniente do espaço sideral, era o Pai que sentenciava para que Seu povo  se desprendesse da influência maléfica oriunda da grande Babilônia!
A voz do Pai tranquilizou os remidos, pois, ficou manifesto que a escolha não foi da Divindade mais, do íntimo de cada pessoa, uma vez que os ímpios deram mais valor ao sucesso passageiro, deificando as Instituições, preferindo enaltece-las em lugar de Deus, portanto, não esperaram pela recompensa eterna. "Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga." Jeremias 51: 6.
Assim, o Pai declarou a queda espiritual das Instituições Eclesiásticas, demonstrando e confirmando que elas deveriam, imediatamente, ser punidas! 
Quanto às Instituições, elas preferiram se glorificar e viver em exuberância, sujeita à sua própria vontade, sendo libertina, primando pela sua sensualidade ao invés de buscar os retos caminhos do Senhor!
Imaginavam-se dona de todo poder, contudo, será consumida no fogo de suas ideologias, pois, só um ser é poderoso em Si mesmo e, Este é a Divindade! "Sai do meio dela, ó povo Meu, e salve cada um a sua vida do brasume da ira do Senhor." Jeremias 51: 45.
A ira ou vingança de Deus, na verdade, é a forma das Escrituras se reportar à consequência das escolhas humanas, pois, para cada ação corresponde uma reação igual e em sentido contrário.
Quando esta resposta se refere ao pecado, a consequência é a morte eterna, no entanto, para os prosélitos do Senhor o alcance será a Vida Eterna! "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a Vida Eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor."  Romanos 6: 23. 
Assim, Babilônia a organização religiosa da terra, será punida pela maldade que ela orquestrou contra o Filho de Deus e seus fiéis seguidores!
No entanto, Babilônia, aquela que se orgulhava de sua riqueza, popularidade e poder, vangloriando-se como noiva de Cristo,  juntamente aos seus partidários, em momento não mais oportuno, cai em si! "E disse: Meu Deus! Estou confusa e envergonhada, para levantar a Ti a face, meu Deus, porque as nossas iniquidades se multiplicaram sobre a nossa cabeça, e a nossa culpa cresceu até aos céus." Esdras 9: 6.
Apesar de que os flagelos ocorrerão no espaço de um ano, no entanto, o desfecho final acontecerá no último dia, quando a procissão celestial vier buscar os remidos, tanto os Cento e Quarenta e Quatro Mil, que permaneceram vivos durante o tempo de Angústia de Jacó, quanto os demais remidos, que foram ressuscitados por Cristo, para ter o encontro com Deus nos ares e, finalmente, vê-Lo face a face! "Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque haveremos de vê-Lo como Ele é." I João 3: 2. 

OS ADEPTOS DE BABILÔNIA LASTIMAM-SE

Resultado de imagem para imagem da queda da babilônia mística

Quando os ímpios perceberam que a destruição da Babilônia era iminente, e que nada mais poderia ser feito para evitar tal catástrofe, eles, então, começaram a afligir-se numa manifestação de mágoa por, finalmente, compreender que as Instituições não passavam dum movimento falsificado!
Ficou evidente que as Instituições Eclesiásticas se prostituíram, portanto, elas não foram seduzidas, mas, deliberadamente, se corromperam, trocando a promessa da eternidade pela exuberância da riqueza passageira!
A essa altura os heréticos compreenderam que as Organizações de caráter religioso, em pouco tempo, teria o seu fim. Por isso, lamentaram o destino delas, bem como o deles próprios.
Por sua vez, as Denominações religiosas que vendiam facilidade e toda espécie de milagres, sucessos e riquezas materiais, cairão em convulsão de prantos, pois, já nenhum comprador aparecerá para adquirir suas ilusões!
Mostra-se com clareza que o fruto da maldade está amadurecido, bastou um vento forte para desprendê-lo da Árvore da Mentira e, ao esbagaçar-se no chão da realidade, entorpeceu, nos seus aliados, o paladar e, retardou o sentido da mente, demonstrando seu falso sabor, por isso, todas as pessoas que se associaram ao conluio da perversão choravam e pranteavam inconsolavelmente!
Realidade, totalmente, diferente do Plano Conspiratório onde, a suposta rainha oferecia domínio infindável aos que nela confiassem. Tais pessoas perceberam, tarde demais, que o fútil plano levou-os, tão somente, a um profundo remorso!
Por sua vez, os livres pensadores, ou seja, toda criatura que não delegou poder de escolha às Instituições, preferindo seguir o senso comum da Verdade, permitindo que o Espírito Santo o guiasse pelo verdadeiro Caminho da Vida, Jesus Cristo, contemplavam de longe, tristemente, o resultado funesto, tanto de Babilônia, quanto dos seus seguidores!
Em meio a tanto desespero, os remidos, num misto de alegria e tristeza, perguntavam: Que cidade se compara à Jerusalém?
Em contrapartida, eles pranteavam, pois, muitos dos seus ente queridos preferiram se associar à Babilônia, por isso, em desespero gritavam: Ai! Ai da grande cidade e, daqueles que se venderam por causa do seu esplendor e, vertiam lágrimas e choraram a má escolha dos seus queridos!
Contudo, a presença de Cristo, o desejado de todos os remidos, fez com que o pranto se transformasse em alegria, fazendo brotar um sentimento de felicidade, na terra e nos céus, pois, o grande dia houvera raiado!

BABILÔNIA NÃO SUBSISTIRÁ

Os quatro últimos versos, como se vê, usa uma linguagem com recursos mais conotativos que mesmo denotativos, pois, segue o mesmo princípio de todo o livro. Sendo assim, seu conteúdo é rico em figuração, com teor amplamente subjetivo!
Neles encontramos diversas figuras de palavras, como também de pensamento, no entanto, todo este aparato linguístico é utilizado para imprimir na mente do leitor maior dramaticidade dos fatos em foco!
Sendo assim, o desfecho que põe termo ao capítulo em pauta descreve, sem floreio, a situação final de Babilônia. Será uma condição sem retrocesso, pois, não representa uma fase, todavia, será um ponto final, lacrando definitivamente, por toda eternidade, a malsinada história da cidade mística da maldade!
O texto focaliza um anjo poderoso, neste caso, usou-se o artigo indefinido 'um' para expressar uma ideia vaga e imprecisa daquele anjo, demonstrando assim, que não era um anjo especial, por isso, não se usou o artigo definido, seria, então, qualquer anjo, portanto, não era o anjo Gabriel, nem muito menos Miguel!
 Neste caso, o foco não estava no anjo, mas na ação desenvolvida por ele.
Naquela atividade, foi precipitada no mar uma grande pedra de moinho que, naturalmente, por si só, jamais voltaria à tona.
Este feito garante que nenhuma das ações falseadas pela Babilônia jamais se repetirá! A humanidade livrar-se-á daquela que derramou o sangue de Cristo, dos profetas e dos santos, dando a falsa impressão que aquela era a vontade de Deus!
Só assim, a humanidade nunca mais será seduzida pela maquinação do Inimigo, portanto o pecado não se levantará outra vez!
Descrito de forma figurada, o Apocalipse delineia que na história futura da humanidade, jamais, haverá Instituições Eclesiásticas, uma vez que, teremos a verdadeira Religião que é Jesus Cristo, pois, Ele, verdadeiramente, é o Caminho que nos conduz de volta ao Pai!

quarta-feira, 19 de junho de 2019

IDE - A Besta o Oitavo Rei é SemeIhante aos Seus Antecessores!

A BESTA, O OITAVO REI, É SEMELHANTE AOS SEUS ANTECESSORES!


Educador Glauco César
NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



Como se sabe, o anjo Gabriel informou a João que as sete cabeças da besta também simbolizavam sete reis, lembrando que esta besta só possuía sete cabeças!
É preciso ter muita cautela ao tentar decifrar tais enigmas!
Por isso, se faz necessário um estudo bastante epistemológico, onde sobressaia uma análise critica dos princípios, hipóteses e resultados dos estudos filosóficos e espirituais já constituídos, que visam a determinar os fundamentos lógicos, o valor e o alcance objetivo proposto pela intenção da escrita profética.
Pois, existe um pormenor que precisa ser compreendido, os reis atrelados às cabeças eram somente sete, no entanto, o oitavo rei, que procede dos sete, pertence às cabeças, aos dez chifres, ou ele é comum aos dois enunciados?
Sabe-se que as cabeças são sete reis e os cornos são dez reis, então, a profecia está fazendo alusão a sete reis, a dez ou a dezessete reis?
Se referir a dezessete reis, então, neste caso, somariam os reis das cabeças com os reis dos cornos dando-lhes funções próprias! Como não se encontram ofícios para os dezessete reis, então, conclui-se que esta alternativa fica descartada pelo próprio enunciado profético, por não haver fundamento lógico, que dê sustentabilidade a tal hipótese! 
O enunciado afirma categoricamente que esta besta é o oitavo rei, contudo, procede das sete cabeças, o que dá a entender que existe uma fusão das sete cabeças com os dez reis onde, na verdade, as sete cabeças ou reis, fazem parte da totalidade dos dez reis.
Se assim não fora, haveria o início da contagem dos reis, após o sétimo rei, neste caso, o oitavo rei, não seria o oitavo e sim o primeiro rei da nova contagem, todavia, o enunciado é claro em afirmar que o oitavo, procede dos sete, que em sua totalidade, chegaria a dez reis!
Uma vez colocada toda essa inquietação na mente do fiel e diligente pesquisador, devem-se conhecer os versos que serão altiva e zelosamente analisados! "E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição.
Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora.
Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem.
Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos Senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele.
Falou-me ainda: As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas.
Os dez chifres que viste e a besta, esses odiarão a meretriz, e a farão devastada e despojada, e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo. 
Porque em seu coração incutiu Deus que realizem o seu pensamento, o executem a uma e deem à besta o reino que possuem, até que se cumpram as palavras de Deus.
A mulher que viste é a grande cidade que domina sobre os reis da terra." Apocalipse 17: 11 - 18.


O DRAGÃO, ANTES DE SER ANIQUILADO, APROVEITA A OCASIÃO PROPÍCIA PARA AFRONTAR DEUS!




Como se percebe, a besta, que em essência é o próprio Satã, historicamente tem se utilizado dos reis da terra, no caso, as instituições eclesiásticas dos três segmentos religiosos que são: o espiritismo, o catolicismo e o protestantismo que, juntos formaram a base da besta e, continuam dando sustentabilidade ao poder que é alicerçado na eficácia da mentira!
Fica notório que, as Instituições estão fundamentadas na ilusão e falsidade, sendo assim, a mentira passa a ser a adequação entre a consciência  e a sua expressão manifestativa e, nesse sentido se opõe à Verdade, que é Cristo Jesus!  
Como se confirma no enunciado profético, essa besta era e, contudo não é mais. Numa analogia mais abarcante, pode-se concluir que, antes do advento do pecado, esse poder estava restrito à Lúcifer que, naquela ocasião, andava em conformidade aos princípios Divinos. Portanto, aquele poder, era participante da  conciliação respeitante ou pertencente a Deus!
Contudo, após discordar da Divindade e, se antepor ao Criador, Jesus Cristo, aquele poder perdeu a prerrogativa de ser, todavia, hoje, em consequência, ele já não é mais, pois, ao discordar dos princípios divinos, foi alijado, definitivamente, daquela prerrogativa!
Atualmente, ainda em período de graça, este poder maléfico tem apenas sete cabeças que são montes de depravação espiritual, comandados pelos sete reis ou, Instituições Eclesiásticas sob a tutela do Inimigo, com o intuito de interferir no livre arbítrio das pessoas para induzi-las a desaprovar os conceitos divinos!
Futuramente, após o fechamento da Porta da Graça, aparecerá o oitavo rei, não para induzi-las, mas, para apoia-las na perversão, dando continuidade as Instituições Eclesiásticas, espúrias.
Todavia, quando esse poder entrar em ação, haverá de durar pouco, pois, caminha para a destruição, uma vez que Cristo porá termo, àquele ato iníquo, aparecendo nas nuvens dos Céus!
Uma vez, estando, restritamente limitados ao período descrito como Angústia de Jacó, ou seja, após o fechamento da Porta da Graça, configura-se o emblema dos dez reis, sete oriundos da Fase de Graça que se aliam aos três restantes, totalizando os dez reis.
Sendo que os três últimos reis não necessitam do poder de convencimento, pois, a humanidade estará sofrendo a consequência de sua própria escolha, morte ou vida eterna!
Estará assim formada, a perfeita união que demonstrará o acerto entre os poderes religiosos vigentes, conforme o Falsário, capaz de subjugar os remanescentes de Cristo Jesus, os Cento e Quarenta e Quatro Mil.
Hoje, enquanto se está em período de Graça, eles ainda não estão providos do poder de destruição, ou seja, não receberam reino, conforme descrito na profecia, não somente os três do período após o fechamento da porta da graça, quanto também os sete que atuavam momento antes dos sete últimos flagelos.
Por conseguinte, tais reis, haverão de receber autoridade inquisitiva durante uma hora.
O que representa esse período denominado de uma hora? 

A ANGÚSTIA DE JACÓ TERÁ A DURAÇÃO DE UM ANO. OS ÚLTIMOS 15 DIAS SERÃO DE ANIMALESCA PERSEGUIÇÃO AOS RESGATADOS!



Baseado no capítulo dezoito de Apocalipse, deduz-se, sem possibilidade de erro, que os sete últimos flagelos, hão de acontecer num só ano e, após o fechamento da Porta da Graça. “Por isso, em um só dia, sobrevirão os seus flagelos.” Apocalipse 18: 8 (grifo nosso).
Pois, em profecia, um dia profético equivale, exatamente, um ano literal! “Segundo o número dos dias em que espiaste a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano.” Números 14: 34 pp (grifo nosso).
Sendo assim, não há como contestar que os últimos flagelos ocorrerão em um único ano e, eles acontecerão após o fechamento da Porta da Graça. “Ninguém podia penetrar no santuário, enquanto não se cumprissem os sete flagelos dos sete anjos.” Apocalipse 15: 8 up (grifo nosso).
Naquele período, nenhum humano penetrará no Santuário, isto quer dizer que ninguém terá, no último ano de vivência da humanidade aqui no mundo, a atividade de escolha, conhecida como livre arbítrio. Além de que a consequência da escolha de cada criatura humana estará decidida, vida ou morte eterna! “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se.
Eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que Tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras.” Apocalipse 22: 11 e 12 (Grifo nosso).
Pois bem, voltando à nossa análise, os reis ou Instituições Eclesiásticas haverão de receber poder inquisitivo durante uma hora profética.
Fica então a incógnita, há quanto tempo corresponde uma hora profética?
Como a Bíblia revela que em profecias cada dia profético equivale a um ano literal, ou seja, o período de vinte e quatro horas proféticas é sinônimo de um ano literal.
Então, para descobrir quantos dias equivale uma hora profética, basta unificar as grandezas.
Se um dia de 24 horas proféticas equivale a um ano literal de 360 dias, uma hora profética corresponde a quantos dias literais?

Armemos esta equação.

1 dia profético de 24 horas = 1 ano literal de 360 dias
1 hora profética                   = quantos dias literais?
x = 1 h. 360 dias                  x = 15 dias.
              24 h

O enunciado profético revela que os reis receberão autoridade inquisitiva, proveniente da besta durante uma hora profética que equivale a 15 dias literais.
Durante esses últimos quinze dias, as Instituições Eclesiásticas, redobrarão a perseguição sobre os eleitos, com a finalidade de dizimá-los, todavia, os fiéis não morrerão, pois, o Senhor, no tempo oportuno, virá nas nuvens e os libertará!

O PODER MALÉFICO DAS INSTITUIÇÕES, CULTIVA O MESMO CARÁTER DE SATANÁS!




Existe uma intimidade relacional entre os reis, que são as instituições religiosas, com a própria besta que, em essência, é o próprio pai da mentira.
Nessa relação, as instituições oferecem ao inimigo, apontado como sendo a própria besta, o poder e autoridade que elas têm sobre a humanidade, poder este, outorgado pelo próprio Satã, provando existir uma interação entre o comandante do mal e seus comandados.
Portanto, durante o período de Angústia de Jacó, as instituições atuarão com o pensamento batendo em uníssono com a vontade do Inimigo de Cristo.
Assim, quando os fiéis, nos últimos quinze dias da malsinada história da humanidade, sofrerem a desalmada perseguição de morte, este ato terá a mesma intensidade de maldade, como se fosse afligida sobre o próprio Filho de Deus!
Todavia, o Rei dos reis e Senhor dos senhores, haverá de vencer os oponentes, aqueles filhos desobedientes. Esta vitória, Cristo dedicará aos Cento e Quarenta e Quatro Mil, que são os fiéis, seguidores do Mestre, os escolhidos para viver eternamente com Jesus! "Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos." Mateus 22: 14.
Os filhos desobedientes, que não aceitaram a paternidade Divina, haverão de submergir nas águas poluídas do seu próprio entendimento, e haverá choro e ranger de dentes dentre eles, a grande multidão de ímpios que estará espalhada entre todas as nações e localidades geográficas do planeta, então, haverá grande lamentação entre todas as línguas e dialetos!
Os incautos se precipitarão sobre a grande meretriz, o conluio espúrio das religiões, que animava, induzia e dominava aquele povo rebelde! 
Aquela prostituta sentirá o ódio, o desprezo e o escárnio dos seus, até então, seguidores que, tentando justificar sua perdição, numa derradeira e desesperada reação, comerão as carnes pútridas da meretriz, onde se consumirão no fogo de consequência eterna!
Esta ação haverá de acontecer, pelo fato da Divindade ter permitido que as rédeas da maldade fossem liberadas nos humanos que se prostituíram  com a meretriz, levando-os a eliminá-la e, como consequência, deixará a besta, que é Satanás e seus anjos caídos, totalmente, isolada, até que se cumpra a palavra de Deus ao final dos mil anos!
No entanto, na ressurreição dos ímpios que acontecerá após o milênio, outra vez, o laço do desespero se atará, onde essas mesmas pessoas incrédulas e sem fé, hão de reatar com as forças do mal, tentando lesar suas próprias consciências,  numa conspiração com o intuito de sequestrar a Nova Jerusalém que descerá dos Céus. Contudo, sem êxito!
]Todavia, a cidade santa, com os justificados, sairá incólume e os remidos haverão de reinar eternamente, aqui na Terra, com Cristo! "Porquanto os justos herdarão a terra, e os íntegros permanecerão nela." Provérbios 2: 21 e Salmos 37: 29. "Bem-aventurado os mansos, porque herdarão a terra." Mateus 5: 5.
Portanto, a mulher que as instituições estão, hoje em dia, a apregoar, não é a cidade da Nova Jerusalém Celestial é, portanto, uma cidade espúria, cognominada de Babilônia, a grande gestora intelectual das abominações da Terra!
Rogo a Deus para que eu e você, amado leitor, possa, enquanto ainda há tempo, permitir que Jesus abra-nos o entendimento, sendo, portanto, desde sempre, o Senhor galardoador da Eternidade!
Que assim seja!

quarta-feira, 22 de maio de 2019

IDE - Quem é a Grande Meretriz?


CAPÍTULO XVII

QUEM É A GRANDE MERETRIZ?


Educador Glauco César
NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.


No afã entusiástico de definir as profecias apocalípticas e, ao mesmo tempo, inocentar determinada instituição evangélica, os decodificadores proféticos, de forma despercebida ou, mesmo maldosamente, terminam por fazer sérias acusações, penalizando como demoníaco todo o bojo doutrinário das denominações outras, que não a sua, colocando em risco fatal, o fiel seguidor dos demais segmentos cristãos!

Numa visão mais espiritualista, tendo por base o objetivo divino, que é fornecer recursos espirituais para que todo pecador, ao apoderar-se das instruções divinas, possa ter a certeza que, se seguir os conselhos do Espírito Santo, independente de que segmento esteja afiliado, se, todavia, estiver seguro nas mãos de Cristo, sendo um luzeiro para a humanidade, certamente, haverá de obter a recompensa final, que é a Vida Eterna!
Por isso, como a Verdade é sempre presente, ao final desse comentário sobre o capítulo dezessete do Apocalipse, o leitor terá em mãos a diretriz a seguir, pois, não necessitará do apoio de nenhuma instituição, a não ser, da imperiosa necessidade de se atrelar ao amor salvífico e vivificante do Remidor, que é Jesus Cristo!
Todavia, essa postura, não invalida a necessidade do cristão ter que frequentar uma denominação, pois, sendo um ser social, não é bom permanecer isolado!
Uma vez que tomamos conhecimento dessa impressão inicial, podem-se conhecer os versos que, cautelosamente, serão analisados sob a direção do Espírito Santo de Deus! "Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas, com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embeberam os que habitam na terra.
Transportou-me o anjo, em espírito, a um deserto e vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres.
Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição.
Na sua fronte, achava-se escrito um nome, um mistério: BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA.
Então, vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus; e, quando a vi, admirei-me com grande espanto.
O anjo, porém, me disse: Por que te admiraste? Dir-te-ei o mistério da mulher e a besta que tem as sete cabeças e os dez chifres e que leva a mulher; a besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo e caminha para a destruição. E aqueles que habitam sobre a terra, cujos nomes não foram escritos no livro da vida desde a fundação do mundo, se admirarão, vendo a besta que era e não é, mas aparecerá.
Aqui está o sentido, que tem sabedoria: As sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis, dos quais, cinco já caíram, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco." Apocalipse 17: 1 - 10. 

O JULGAMENTO DE QUEM SE DEIXOU CORROMPER POR SUBORNO DE FAVORES



Após João, tomar ciência dos sete últimos flagelos, ele vê, provavelmente, o sexto anjo, aquele que emborcou sua taça sobre o Eufrates, se aproximar e falar com ele, comunicando-lhe  as consequências sobre a humanidade, ou seja, sobre as pessoas que se deixaram corromper por suborno de favores terrenos!
Nesse vislumbre, o Deus amoroso se reporta aos perdidos, mencionado no relato como uma mulher, a grande meretriz, como se estivesse expondo, publicamente, sua devassidão, desonrando, dessa maneira, a justiça Divina.
Existe a possibilidade de que o anjo que fala com João seja o próprio Gabriel, dada à relação íntima entre o ser angelical e o vidente!
Entretanto, em vista do procedimento das Instituições Eclesiásticas e de seus seguidores, o anjo comprova, por meio de raciocínio concludente, os passos afáveis de Deus que demonstram o Seu amor sem par e, consequentemente, infinito!
Este atributo de Deus, está sempre presente em Suas admoestações, por isso mesmo, faz dEle o único ser, totalmente, justo!
Gabriel, então se propõe a mostrar a João o julgamento da grande meretriz.
Todavia, João foi levado a apreciar, tão somente, a investigação da sentença, o que equivale dizer, que ele tomou conhecimento do esboço da crise final, quando o Inimigo, arregimentará todos os poderios da terra, para agir num derradeiro e extremo esforço com o intuito de dizimar o povo de Deus, que naquela oportunidade se resumia aos Cento e Quarenta e Quatro Mil.
João, em visão, foi testemunha ocular daqueles fatos, e ficou apreensivo, ao ver Satanás, juntamente com seus agentes humanos, afrontar os santos, com o plano de dizimá-los, chegando quase ao sucesso. Naquele momento João ficou estarrecido e espantado!
Porém, no momento fatal, Deus intervém e livra o Seu povo, ante aquela visão, João pode, finalmente, descansar no Senhor! "Mas, naquele tempo, será salvo o Teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro." Daniel 12: 1 up.
Para nossa melhor compreensão precisa-se entender a aplicação de algumas palavras utilizadas pelo Revelador.
A mulher, figuração da igreja, tanto institucional quanto individual, se prostituiu, ou seja, se vendeu. Isto quer dizer que os perdidos, em sua totalidade, racionalmente, se deixaram subornar, trocando a possibilidade da Vida Eterna, por favores fúteis e passageiros, daqui da terra!
Na verdade, as Instituições, sejam elas, espiritualistas, católicas ou protestantes, estavam robustecidas pela determinação popular, o que equivale dizer que estavam enaltecidas pela população, como que assentadas sobre muitas águas.
Uma interrogação vem à mente do articulista, quem seriam os reis que se prostituíram com a meretriz?
Levando-se em consideração que o objetivo do Evangelho é salvar a Igreja de Deus, neste caso, toda pessoa que responder afirmativamente aos reclamos de arrependimento, proveniente da Divindade, então, pode-se concluir que esses reis são as Instituições com seus líderes e, em última instância, as pessoas em geral, isto é, todas que se arvoram detentoras das Boas Novas.
Portanto, se faz necessário observar que o Relato afirma, categoricamente, que os reis da terra, todos eles, sem excluir nenhum, cometeram fornicação com aquela meretriz!
Por conseguinte, todas as Instituições Eclesiásticas fizeram aliança  ilícita com outro mestre que, evidentemente, não é o Senhor dos Senhores, no caso, Jesus Cristo. Foi um pacto religioso fatalista, onde oferecia benesses passageiras, com um evangelho milagroso, da facilidade e da prosperidade!
Os reis da terra, as Instituições Eclesiásticas, em troca da riqueza material, fizeram uma transferência mútua e simultânea das coisas entre os respectivos donos, se desvencilhando da Vida Eterna e, se enlambuzando nos prazeres da mulher da vida fácil!
Essa mulher, institucionalmente, com a sua aparência atrativa, embriagou sua liderança, juntamente aos seus seguidores com a promessa de arregimentar e unir o mundo sob a sua chefia, oferecendo domínio e poder sobre as pessoas, que ao vislumbrar o sucesso imediato aqui na terra, abdicaram, automaticamente, da Vida Eterna!
Por conseguinte o anjo Gabriel, desconecta João das coisas terrenas, sensibilizando-o de forma profunda no âmbito espiritual. Em sua mente, João foi trasladado até um deserto, um lugar solitário onde havia carência da Água da Vida, Cristo Jesus!
Portanto, seria um lugar tenebroso ao fiel seguidor de Cristo, onde haveria muita dificuldade e perigo, apenas no âmbito físico, pois, o espiritual não seria abalado, uma vez que a porta da graça já houvera sido fechada.
No entanto o vidente vê uma mulher montada numa besta escarlate. Esta cena impressiona sobremaneira. O estar montando a besta, significa que há uma continuidade de ação, onde existe uma unidade interativa entre a besta e a mulher.
Esta cena representa que a besta e a mulher quer controlar o homem, individualmente, através das religiões com o intuito, se possível, de unir-se ao governo satânico.
Não há dúvida, a cor vermelha, tanto do escarlate da besta, quanto do carmesim da vestimenta da mulher, é figuração do Dragão e, consequentemente, do pecado. "Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã." Isaías 1: 18.
Esta besta de Apocalipse 17 não é, exatamente, a besta que emergiu do mar e, nem sequer a que emerge da terra, conforme relatado no capítulo 13, que surgiu, especificamente, no período inquisitivo e, na reforma protestante.
Todavia, esta outra besta, surge, exatamente após o fechamento da porta da graça, com o objetivo de, se possível, enganar os próprios eleitos, no caso, os Cento e Quarenta e Quatro Mil.
Por isso mesmo, diferente da besta do mar, os nomes de blasfêmias não estavam restritos à cabeça da besta, indicando a possibilidade de concordar ou discordar da mesma, mas, neste caso, em todo seu corpo, apontando o caráter da besta, como sendo a autentica figuração de Satanás, operando por intermédio de seus agentes religiosos, no caso,  as Instituições Eclesiásticas, tanto as espiritualistas, como as católicas e protestantes!
Esta é a penúltima e desesperada ação do Inimigo que está inteiramente devotado ao objetivo de destronar a Divindade do Trono Eterno, tentando usurpar as prerrogativas da Divindade!
Besta esta que tinha sete cabeças e dez chifres. Neste caso, o número sete significa que ela estava integral e, universalmente dominando as Instituições Eclesiásticas, todas elas.
Por outro lado, os dez chifres, numa interpretação espiritualista, é um número perfeito que demonstra um acerto entre os poderes religiosos vigentes sob a tutela do Falsário com o intuito de subjugar os remanescentes de Cristo!
A mulher que estava assentada sobre a besta, ela prostituiu a organização religiosa, através de sua sedução, se apresentando adornada de rica e vulgar vestimenta, diferente da noiva do Cordeiro, que João viu vestida de linho branco, puro e finíssimo que representa os atos de justiça dos santificados! "Porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou, pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos." Apocalipse 19: 7 up e 8.
É interessante notar que o cálice que continha as abominações e imundícias da prostituição, era de ouro, com o objetivo de atrair as pessoas ao objeto aurífero e, afastá-las do objetivo que é a Vida Eterna em Cristo Jesus nosso Senhor!
O alvo ou fim que aquela mulher adúltera transmitia através do seu pensamento, ou fronte, refletia seu caráter diabólico; era, na verdade, um mistério a ser decifrado.
Tal enigma apontava para as religiões unidas nos derradeiros instantes da história da humanidade, no grande esforço final de Satanás, tentando assegurar a fidelidade dos humanos mediante as religiões, a seu serviço, na tentativa de demonstrar a sua grandeza e seu poderio!
Esse conluio religioso em prol de Satanás estava embriagado ou contaminado com o sangue dos santos, tanto do próprio Jesus, quanto dos demais mártires que haverão de sucumbir antes do fechamento da Porta da Graça!
Não é de estranhar que o Vidente tenha se admirado com espanto, pois, não passava em sua cabeça que as Instituições que, supostamente, tinham por objetivo conduzir as pessoas aos pés de Jesus, outra vez, assim como fez com o próprio Cristo, colocando-O no cadafalso de cruz, estivessem, naquele momento, tentando assassinar todos os seguidores do Cordeiro de Deus, que, naquele instante, era a noiva visível de Cristo, os Cento e Quarenta e Quatro Mil!
A partir de então, o anjo Gabriel  passa a decifrar o enigma da mulher e da besta que conduz a mesma.
Para tanto, ele  acrescenta algumas características dessa nova visão da besta.
O termo; era e não é, demonstra claramente que esse conluio do mal tem, na verdade, o mesmo poder de suas antecessoras e provém do mesmo caule, ou seja, procede da mesma raiz de Satanás, no entanto, não é, necessariamente, um poder opositor, pois, está respaldada pela maior parte da humanidade, os ímpios, uma vez que, ela, no caso a besta, está fortalecida pelas muitas águas!
Esta bestialidade está guarnecida pelo poder satânico que emerge da própria terra, que é o abismo para onde ela foi lançada, quando de sua expulsão do céu, no entanto, caminha, inevitavelmente, para a destruição!
Fica claro no enunciado bíblico que, apenas os ímpios, aquelas pessoas condenadas para a perdição eterna, hão de admirar-se ao ver a besta que era e não é, aparecer, munida da esperança de destruir os escolhidos de Deus, deixando uma falsa expectativa de vitória para os ímpios!
Esses mesmos ímpios darão seu total e irrestrito apoio à besta, no prosseguimento do seu blasfemo plano!
A descrição obscura e ambígua a ser decifrada é sobre as sete cabeças que, como vimos, é o poder religioso, unido numa combinação entre as instituições eclesiásticas que conspiram para destruir, naquele instante, o povo remanescente de Deus!
Essas cabeças ou montes, são, também, as mesmas instituições eclesiásticas que apresentam sua abundância de riqueza e elevação de poder! 
São, porém, os reis ou, as próprias instituições eclesiásticas, juntamente a seus dirigentes e seguidores que, historicamente, desejam dominar a terra sob a tutela do Inimigo!
Os cinco reis que caíram, representam, inequivocamente, que a maioria desse poderio religioso, já passou pelo palco da história universal!
Todavia, um deles existe, pois é a cabeça pensante desse poderio que é o próprio Dragão ou a antiga serpente, conhecida com o cognome de Diabo ou Satanás!
O outro rei que ainda não chegou, é uma alusão própria ao poder que aparecerá, justamente, no tempo de Angústia de Jacó, quando a porta da graça já estiver fechada, no entanto, tal poder, quando chegar, vai durar pouco tempo, voltando a exercer sua função, somente após o milênio!
Isto acontecerá pelo fato de que Cristo virá resgatar, não somente, os Cento e Quarenta e Quatro Mil, como também a grande multidão de salvos que ressuscitarão e, juntamente com os da classe especial, terão um encontro com o Senhor nos ares e reinarão, durante mil anos nos Céus! "Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo,  ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus,  os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor." I Tessalonicenses 4: 16 e 17.
Que essa seja a minha e a tua expectativa, amigo leitor, que Deus continue a nos abençoar!