Total de visualizações de página

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

IDE - Duas Testemunhas Martirizadas!

DUAS TESTEMUNHAS MARTIRIZADAS!
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
             Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



Estamos vivenciando os dias que antecedem à retribuição final que fará justiça à preferência de cada pessoa; uma recompensa, imediata, para as coisas materiais ou, num futuro, não se sabe quando, o galardão da Vida Eterna?
Muitas pessoas, apoiadas no ditado popular preferem uma andorinha na mão, que duas voando, por isso mesmo, decidem pelo imediatismo!
Alguns estudiosos das promessas Divinas, ilusoriamente, desejam a vinda de um Deus vingativo, com poder mortífero, que por meio de práticas sanguinárias, procura atingir o pecador não penitente, mas, alvo do desagrado Divino.
Por isso, tais apreciadores, entendem que, para haver a purificação da Terra, Deus precisa fazer uso do ato homicida, exterminando os dissidentes, para que,  assim, seja cravada na mente do humano a vontade irrefutável do Onipotente!
A essa suposta atitude da Divindade, tais estudiosos, taxam-na de amor!
Nessa falsa aparência, esses investigadores, se envolvem nos enganos dos sentidos e da própria mente e, tomam uma coisa por outra, interpretando, erroneamente, um fato ou uma sensação.
E nesse devaneio, se enganam ao não perceber que a morte não é uma criação Divina, é, todavia, uma consequência do pecado. "O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor." Romanos 6: 23.
Portanto, a morte é uma consequência natural do pecado, não advém da Divindade, desta só promana vida e vida em abundância!
Todavia, a humanidade ainda está vivenciando o pleno desenrolar dos acontecimentos da sexta trombeta que, por sinal, continuará em vigor até que se ouça o toque da sétima.
Portanto, no atual estágio histórico eclesiástico o Revelador continua recordando alguns acontecimentos que servem de parâmetro para a devida preparação do ser humano que, por certo, habilitará o pecador para o encontro com Deus e Sua comitiva celestial, fato que ocorrerá após o toque da sétima trombeta, para assim, usufruir as benesses da eternidade.
Façamos, então, um preâmbulo dos acontecimentos preponderantes, já conhecendo seus significados, momento em que o Revelador conduz a mente humana, para se situar como peça fundamental no desenrolar da história e, possa se aperceber da necessidade do devido preparo, para que haja, no próprio ser humano, a junção da vontade do Pai com o desempenho relacional do ser humano, como peça essencial e, portanto, insubstituível, nesse processo que tem por objetivo devolver ao ser humano o estágio da perfeição, conforme fora no princípio!
No conteúdo do relato apocalíptico, a partir do verso três do capítulo onze, até o verso quatro, o Revelador faz alusão às duas testemunhas, às quais deveriam profetizar por mil duzentos e sessenta dias.
No entanto, essas duas testemunhas ao desempenhar aquela função, estava vestida de pano de saco.
Obviamente que o Revelador, deixa patenteado que as duas testemunhas são também denominadas de oliveiras e candeeiros que, evidentemente, se achavam de pé diante do Senhor da Terra.
Nesses dois versos, se faz necessário decifrar quem são essas duas testemunhas, começando-se a análise intercalando as duas testemunhas com as duas oliveiras e os dois candeeiros, assim, certamente, se chegará a uma conclusão racional, lembrando-se que nessa conclusão é de vital importância sincronizar o pensamento interpretativo apoiado no simbolismo da vestimenta de pano de saco.
Ora, comecemos a compreender o que está cifrado como as duas testemunhas, a que se referem esses dois depoentes? Como vimos, para se chegar a uma tradução eficaz, precisa-se conhecer a relação entre as duas testemunhas, as oliveiras e os candeeiros!
Pois bem, o mais interessante é como o Revelador associou às duas testemunhas com as duas oliveiras e os dois candeeiros. Obviamente, não sem prudência, pois, essa informação, originalmente, foi revelada pelo anjo Gabriel, ao profeta Zacarias, através duma visão relatada no capítulo quatro do livro de Zacarias.
Naquela visão, o profeta observa um castiçal de ouro ou, candeeiro que, obviamente, é emblema de igreja, conforme relatado no livro da Revelação. "Os sete castiçais que viste, são as sete igrejas." Apocalipse  1: 20. Não uma igreja no sentido de instituição, mas, no aspecto pessoal, conforme relatado em I Coríntios 3: 16; "Não sabeis que sois templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?"
Pois bem,  o Profeta, naquela visão, percebe que aquela mensagem era direcionada para a humanidade. O anjo Gabriel informa a Zacarias que as duas oliveiras é a Palavra do Senhor, ou seja, a Bíblia Sagrada, que é dividida em duas partes, Velho e Novo Testamento, donde se conclui com lógica interpretativa, ser uma alusão às duas testemunhas.
Perceba que as duas oliveiras são os dois filhos do óleo, que é símbolo do Espírito Santo, o Óleo da Alegria!
Então, as duas testemunhas, o Velho e o Novo Testamento, foram dados para a humanidade por intermédio de homens santos, os profetas canônicos, que receberam a Revelação através do Espírito Santo, o Óleo da Alegria! "Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo."  II Pedro 1: 21.
Agora que se tem conhecimento que as duas testemunhas são os dois Testamentos da Bíblia, e que nos mil duzentos e sessenta anos, ou seja, durante a Idade Média, tais depoentes  profetizaram vestidos de pano de saco.
O que representa esta vestimenta?
Precisa-se recorrer ao auxílio da própria Testemunha e ver o que ela nos informa! Era comum se fazer o uso desse tipo de indumentária quando o povo se encontrava angustiado, ou injuriado ou quando alguém fazia uso de palavras ultrajantes contra a Divindade. "E aconteceu que Ezequias, tendo-o ouvido, rasgou os seus vestidos, e se cobriu de saco, e entrou na casa do Senhor. E disseram-lhe: Assim diz Ezequias: Este dia é dia de angústia, e de vituperação, e de blasfêmia."  II Reis 19: 1 e 3.
Conclui-se que, durante o Período Escuro da história da humanidade, o povo encontrava-se ansioso, vivenciando uma aflição intensa, o que significa dizer que as pessoas estavam agonizantes, tendo uma experiência de vida com intenso sofrimento, naquele Período de tormento e tribulação.
E não somente isso, os cristãos que quisessem se relacionar mais intimamente com Deus, eram insultados, injuriados e falsamente acusados de atos vergonhosos, infames ou criminosos.
Os acusadores, sobretudo, usavam palavras ultrajantes contra as duas Testemunhas, não respeitando a Palavra de Deus, as Sagradas Escrituras.
A Revelação informa que as duas Testemunhas estavam em pé diante do Senhor da Terra. Demonstrando, assim, que a Bíblia é a  Palavra abalizada de Deus, por Sua competência e notável idoneidade, é capaz de apontar o caminho a seguir e, quem a ela obedecer, será distinguido entre a humanidade e assinalado para a vida eterna!  
Antes, porém, de continuar a análise interpretativa,  precisam-se observar, atentamente, os versos que serão, diligentemente, esmiuçados, no transcurso dessa simples análise; "Darei às minhas duas testemunhas que profetizem por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de pano de saco.
São estas as duas oliveiras e os dois candeeiros que se acham em pé diante do Senhor da terra.
Se alguém pretende causar-lhes dano, sai fogo da sua boca e devora os inimigos; sim, se alguém pretender causar-lhes dano, certamente, deve morrer.
Elas têm autoridade para fechar o céu, para que não chova durante os dias em que profetizarem. Têm autoridade também sobre as águas, para convertê-las em sangue, bem como para ferir a terra com toda sorte de flagelos, tantas vezes quantas quiserem.
Quando tiverem, então, concluído o testemunho que devem dar, a besta que surge do abismo pelejará contra elas, e as vencerá, e matará, e o seu cadáver ficará estirado na praça da grande cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado.” Apocalipse 11: 3 - 8.

O PODER DAS DUAS TESTEMUNHAS - MATAR OU DEVOLVER A VIDA ETERNA?



Ao se fazer uma leitura descuidada e superficial do verso cinco, não é de estranhar que as pessoas cheguem à conclusão de que às duas testemunhas, ou seja, à Santa Bíblia, tenha recebido poder de mortandade e, que durante o Período que antecede a volta de Cristo e vinda de Deus, aniquilaria as criaturas humanas indesejáveis, que seriam consumidas, impiedosamente, pelo Fogo Consumidor! "Porque o nosso Deus é um fogo consumidor." Hebreus 12: 29.
Todavia, ao se fazer a leitura levando em consideração a racionalidade que todo pesquisador deve ter, chega-se à conclusão que a Bíblia não tem poder algum para matar, nem muito menos para Restaurar. O objetivo dela é apenas indicar quem tem poder de Restabelecer e, quem tem interesse de condenar ou eliminar o ser humano!
Sem muita delonga, descodifiquemos o simbolismo do enunciado apocalíptico em estudo.
Certamente se conclui que esse verso, como os demais dessa profecia, foi escrito de forma figurada, pois, as duas oliveiras e os dois castiças, que é uma alusão à Bíblia, tinha boca que vomitava fogo devorador, com o objetivo de eliminar os inimigos, portanto, estava repleta de sentimento homicida.
Se o leitor, em sua mente, discordar desse conceito, deve rever sua análise, pois, existe a possibilidade de sua conclusão estar equivocada!
Façamos, então, um estudo pormenorizado. O verso descreve que, havendo discordância, o Fogo Devorador consumirá os inimigos que, fatalmente, morrerão.
Existem várias formas de se exterminar os inimigos. Exemplifiquemos apenas duas. A primeira variedade é uma maneira predatória ou homicida, mas, existe também uma modalidade amorosa e Divina, que é convertendo os inimigos, talvez, tornando-os seus melhores amigos!
Certamente, esta segunda alternativa seja a forma utilizada pelo nosso Deus, o Fogo Devorador, para eliminar os Seus inimigos!
Eu prefiro levar em consideração que Deus é amor (I João 4: 8), e que dEle só procede vida e vida com abundância. A morte e o ato homicida não são práticas do nosso Deus. 
É verdade que Deus vai enviar fogo do Céu para destruir o pecado, não o pecador, mas, muitos pecadores permanecerão agarrados ao pecado e, dele não querem se separar. Esse fogo, certamente irá destruí-los.
Deus sabe que eles vão morrer, por isso, o relato bíblico afirma que esta obra Divina  é o ato inaudito de Deus, pois, pecadores irão morrer através do fogo purificador, mas, essa morte não pode ser imputada a Deus, pois, a escolha foi do ser humano! "O Senhor se levantará... para executar o Seu ato, o Seu ato inaudito." Isaías 28: 21.
Essa é uma obra estranha ao caráter de Deus, por isso é descrita como ato inaudito, ou seja, que nunca se ouviu dizer e não há exemplo, portanto, é extraordinário se repensar que a morte é sim, consequência do pecado, e não uma ação deliberada e homicida do nosso Deus de amor!
Nunca se deve esquecer a proposta do Criador. "Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas, tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua semente." Deuteronômio 30: 19.
É por isso que o fogo de Deus, em minha concepção, é figura do desenvolvimento simultâneo do calor amoroso da Divindade e da luz advinda da compreensão, entendendo que, quem ama, jamais, mata!

O PODER DAS DUAS TESTEMUNHAS



A partir do verso seis, emblematicamente, é descrito o poder que as Sagradas Escrituras detinham para fechar o céu, não permitindo que chovesse durante o período daquela profecia, ou seja, durante os mil duzentos e sessenta dias proféticos que correspondem à Idade Média!
Como essa descrição é emblemática, deve, portanto, ser analisada não de maneira diferente, senão, usando os recursos figurativos para acrescentar mais vigor e expressividade interpretativa ao enunciado!
Normalmente, torna-se estranho uma análise descuidada quando se interpreta que as duas testemunhas, a Santa Bíblia, naquele período e, durante o restante do tempo de oportunidade, priva o ser humano de receber o refrigério da chuva serôdia, como tipo do derramamento do Espírito Santo, em profusão. "E vós, filhos de Sião, regozijai-vos e alegrai-vos no Senhor vosso Deus, porque Ele vos dará instrutor de justiça, e fará descer a chuva, a temporã e a serôdia, no primeiro mês." Joel 2: 23.
No entanto o Oráculo Revelado de Deus nos adverte sobre o derramamento da chuva serôdia para que toda criatura possa abrir seu entendimento e, compreenda qual seja a vontade Divina em relação à sua vida, todavia, quem abre ou fecha essa janela de compreensão é o próprio ser humano, e não a Palavra de Deus! "Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a Minha voz, e abrir a porta, Eu entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo." Apocalipse 3: 20.
Quando o pecador toma a iniciativa de permitir que o Espírito instrutor da justiça desempenhe a Sua obra, então, começa a desenvolver um relacionamento salvífico e vivificante com Aquele que é o Caminho a Verdade e a Vida, Jesus Cristo.
Todavia, o que esta porção da profecia está a nos informar é que cada pessoa ao fazer uso da capacidade doada por Deus pode abrir ou fechar com a chave do seu próprio entendimento, a janela do céu, permitindo que as comportas celestes permaneçam abertas ou trancadas em sua própria vida!
O Oráculo Revelado de Deus, possuí também a capacidade de transformar água em sangue. Essa prerrogativa está a anunciar um período catastrófico  ou, prometendo em meio ao vale da sombra e da morte, um repouso em pastos verdejantes?
Não pode transitar na mente de quem crê num Deus amoroso e justo, nenhuma outra compreensão, senão, aquela que fica nitidamente perceptível, que é uma mensagem que provê vida e esta em abundância, pois, as Duas Testemunhas, descrevem o poder de Jesus em transformar água em sangue! 
A Bíblia informa que o sangue é figuração de vida "pois o sangue é vida" Deuteronômio 12: 23, no entanto, quando uma pessoa morre, o sangue, automaticamente, coalha, separando-se deste, a água. "Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água."  João 19: 34.
Nesse emblema a água passa a ser figuração de morte, todavia, quando se morre em Cristo Jesus que é a Água da Vida, essa pessoa ressurge para a Vida Eterna, ou seja, literalmente, a água  que nessa figuração era símbolo de morte, transforma-se em sangue, símbolo da Vida Eterna!
Essa é, portanto, uma bela figura da ressurreição para a Vida Eterna!
Tantas quantas sejam as vezes que as dificuldades, os contratempos ou, a disposição ao perigo fatal acontecer na vida do ser humano, a Bíblia Sagrada, neste caso, as Duas Testemunhas, estarão à disposição para ferir a Terra com toda sorte de pragas!
O que esse enunciado quer transmitir para toda pessoa que esteja transitando no vale da sombra e da morte? Deus estaria disposto a ferir seus indefesos filhos com o castigo da vingança eterna? Seria essa uma interpretação correta?
Para não restar nenhuma dúvida sobre o caráter da Divindade, se faz necessário compreender a figuração sobre a terra, o que ela, espiritualmente, representa?
Entendemos que a Bíblia dá conotações diferenciadas sobre a terra e o céu.
Fazendo-se uma analogia baseada na ótica Divina, percebe-se a terra como uma tendência maléfica com intenção para a desgraça. Já o céu torna-se insígnia da perenidade amorosa do Onipotente!
Por isso mesmo, dos céus vem a conotação em forma de conselho; "Pensai nas cousas lá do alto, não nas que são aqui da terra." Colossenses 3: 2.
Surge, então, uma inquietação, quais seriam as coisas próprias da terra ou, dos moradores dela?
Descubramos, inicialmente, com a informação do próprio Jesus; "Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam." Mateus 6: 19.
Meu amigo leitor, conhecendo a qualidade do que é terreno, então, dá para entender o que a Revelação está a referir, quando afirma que do alto advém o flagelo que fere e, até destrói as tendências maléficas da terra!
Resta-nos saber como acontecerão esses flagelos e de quem, especificamente, eles procederão?
Tenha certeza que estes flagelos virão de forma amorosa, contudo, nunca vingativa! Perceba, então, a dulcíssima forma de Cristo tratar o pecador; Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria... Porém Cristo é tudo em todos." Colossenses 3: 5 e 11 up.
Precisa-se compreender que estamos em meio a uma guerra espiritual, contudo, algumas criaturas imaginam que Jesus irá galardoá-los, irrestritamente, com a Vida Eterna.
No entanto, com amor indissolúvel, o Filho de Deus demonstra a sua postura em relação ao pecado e, para com aqueles que assim acreditam.
O Salvador explica os passos que Ele dará para convencer tais penitentes, dos erros interpretativos. Diz Jesus: "Supondes que vim para dar paz à terra? Não, Eu vo-lo afirmo; antes, divisão." Lucas 12: 51.
O amorável mestre continua sua ponderação, de forma enérgica e com firmeza racional, Ele dá seguimento afirmando; "Eu vim para lançar fogo sobre a terra e bem quisera que já estivesse a arder."  Lucas 12: 49.
O distinto pesquisador pode até estar se interrogando, que tipo de fogo seria esse, que o articulista tem a ousadia de associá-lo ao que há de mais sublime que é o amor?
O próprio Jesus se antecipa para justificar que tipo de fogo é esse, capaz, não só de demonstrar a autoridade do Salvador, bem como, a eficácia dessa chama que, consome tão somente o pecado! "Ora, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados." Marcos 2: 10.
Seguindo esse trajeto proposto pela Salvação que é Cristo Jesus, não há como discordar que a ferida causada pelos flagelos direcionados aos pecadores, certamente, são ações misericordiosas e salvíficas, que todo pecador penitente haverá de agradecer à Majestade do Universo, por esse ato tão amável e reconciliador!

FRANÇA, A BESTA QUE SURGE DO ABISMO, MATA AS DUAS TESTEMUNHAS



Após resistir aos ataques fulminantes durante o Período Escuro da história da humanidade, as Duas Testemunhas, as Sagradas Escrituras, foram impiedosamente, afrontadas por um maligno poder opressor que, por um breve período de tempo, mas, o bastante para com sua tirania, a conduzir até a morte! 
Esse poder é descrito pela Revelação como a besta que surge do abismo. A rigor a besta é o Inimigo das almas, a antiga serpente que, naquele instante, se valendo da autonomia e influência satânica, influencia a França que tinha um poder desordenado, em confusão política onde o anarquismo imperava.
Foi justamente dessa desorganização política e moral, que surge a França revolucionária, que faria guerra às Duas Testemunhas, rejeitando com extrema violência as Sagradas Escrituras.
É sabido que os revolucionários franceses fantasiaram um asno com emblemas do cristianismo, colocando na cauda daquele jumento o Novo e o Velho Testamento, conduzindo o pobre animal, com os seus apetrechos para a fogueira, reduzindo a cinzas, enquanto os adeptos da revolução, em delírio, aclamavam aquele ato blasfematório!
Este fato ocorreu no dia 10 de novembro de 1793, a partir de então, Bíblias e outros livros Devocionais eram queimados enquanto os revolucionários exaltados condenavam à morte qualquer exemplar da Bíblia ou porção dela!
Assim, se cumpre com extrema acuidade profética a morte das Duas Testemunhas!

A GRANDE CIDADE ONDE O SENHOR FOI CRUCIFICADO



Uma vez concluída a prática homicida contra as Sagradas Letras e, contra os simpatizantes das mesmas, informa o Relato Profético que o cadáver ficou estirado na praça da grande cidade, declara também que essa cidade tinha as características de Sodoma e do Egito, concluindo as considerações proféticas, apregoa que neste mesmo local Jesus Cristo foi crucificado!
Obviamente, em face do caráter emblemático da citação, precisa-se decifrar cada uma das insígnias, para se compreender as lições que o Onisciente transmitiu aos militantes humanos.
A forma como os sacerdotes da igreja dominante tratou a Palavra de Deus durante o período da Idade Média, levou a população a desacreditar na idoneidade da Bíblia. Como resultado, houve uma rejeição, quase que generalizada, a tal ponto que, quando a França anárquica  atentou contra a mesma, os povos das demais nações, não esboçaram nenhuma reação contrária àquele ato bestial!
Essa falta de reação popular foi exemplificada, profeticamente, como um cadáver indesejável que deveria apodrecer ao relento, na praça da grande cidade. Neste caso, a Bíblia foi escarnecida e morta em praça pública, para que toda a população pudesse demonstrar seu repúdio, escárnio e blasfêmia na grande cidade, numa vívida alusão a Paris!
Para se confirmar a precisão profética, o relato descreve a Paris daquela época, como uma metrópole com as características de Sodoma e do Egito.
Quão exata figuração, pois, não existiu em lugar algum do planeta, naquele momento histórico, outra cidade que tivesse absorvido o desprezo a Deus e aos Seus Mandamentos, tal qual fizera os egípcios.
Em Paris, sob a influência de um regime ateu que insultava ao Deus do Céu, os manifestantes, com palavras de ordem contra Cristo, pronunciavam efusivamente: esmaguemos o Patife. Exatamente como fizera o Faraó egípcio! "Contudo Faraó disse: Quem é o Senhor para que lhe ouça eu a voz e deixe ir a Israel? Não conheço o Senhor." Êxodo 5: 2.
Na França concentrou toda devassidão e licenciosidade onde houve uma degradação moral incalculável, com prática sexual anômala, entre indivíduos do mesmo sexo e, de sexos diferentes, onde a popularização do homossexualismo, da pederastia e da fornicação foi estabelecida por lei!
Portanto, indubitavelmente, a grande cidade com características do Egito e de Sodoma, foi mesmo Paris!
Pelo que sabemos até o momento, não existe dúvida nenhuma que Jesus Cristo foi crucificado na cidade de Jerusalém, no entanto, o relato apocalíptico realça que Jesus foi crucificado em Paris, obviamente, que essa textualização está usando uma linguagem metafórica que precisa ser, minuciosa e figurativamente, compreendida.
Evidentemente que Jesus Cristo não foi crucificado literalmente em Paris, contudo, quando algum dos Seus filhos é insultado, maltratado com atos vergonhosos, criminosos e morto, o Mestre toma esses agravos como praticados contra Ele mesmo. "Jesus mesmo dissera: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a Mim o fizestes." Mateus 25: 40.
Indubitavelmente, durante a revolução francesa, Paris prestou suprema homenagem ao Fraudador, enquanto Cristo, aquele que em Si mesmo é o Caminho, a Verdade e a Vida, era crucificado através da morte das Duas Testemunhas, bem como dos Seus seguidores, quando se opunham ao Poder Revolucionário, na grande cidade da licenciosidade e do ateísmo!
              Que Deus continue a nos abençoar e iluminar o entendimento com a luz da verdade que é Cristo Jesus!

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Janela Poética - O BRASIL QUE EU QUERO!


O BRASIL QUE EU QUERO!
Educador Glauco César
















Neste meu Brasil o que eu mais quero
é fugir de quem faz enrolação,
quero morar numa grande nação,
de um povo humilde, mas, sincero!

Onde o trabalhador seja leal,
e receba ajuda vinda do céu,
tendo na honestidade um troféu
e, faça do amor sua Capital!

Nele o idoso, a mulher e o infante,
seja honrado, além de caridoso,
só assim o bem será triunfante!

O trato ao bandido seja severo,
e ao mau político, impiedoso.
Este é o Brasil que eu mais quero!!!

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

IDE - A Medição do Santuário de Deus!

CAPÍTULO XI

A MEDIÇÃO DO SANTUÁRIO DE DEUS!
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
             Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.




Neste novo capítulo do livro do Apocalipse, onde os fatos históricos e espirituais que se encontravam velados, por intervenção Divina, passam a ser conhecidos, abrindo um leque enorme de fatos e acontecimentos que, certamente vai envolver todo perscrutador atento a utilizar tempo e a mente no diligente estudo da Palavra de Deus!
Desde o capítulo oito da Revelação, até aqui, estivemos envolvidos em aprender sobre as trombetas, tentando compreender os fatos que ocorreriam ao soar do toque de cada uma das sete trombetas, lembrando que, ainda estamos vivenciando a sexta trombeta, até que se ouça o retumbar da sétima corneta!
É certo que a instrução Divina tem vindo recheada de figurações, as quais são, portanto, emblemas que deverão ser decifrados.
No entanto, crendo na possibilidade de haver erros e acertos interpretativos, contudo, procurando de forma mais racional possível se deparar com os acertos para demonstrar aos pecadores a mensagem que Deus deseja transmitir!      
Portanto, alicerçados na Palavra e conduzidos pelo Espírito, busquemos a compreensão do texto proposto.
Alguns analistas proféticos acreditam que a mensagem contida neste capítulo não segue uma ordem cronológica, se assim fosse, argumentam eles, este tratado deveria anteceder o capítulo dez.
No entanto, não desprezando as opiniões alheias, busquemos decifrar os enigmas propostos no texto.
Para João foi dada uma vara de medir e, com ela o profeta deveria verificar, tendo por base uma escala fixa de grandeza para avaliar o santuário de Deus, o altar e os adoradores.
É óbvio que de início precisamos descodificar os emblemas propostos e, numa análise simples, mas, não superficial, percebe-se, de início, cinco figuras que devem ser compreendidas.
A primeira figura é o próprio vidente João. De quem ele, especificamente, está sendo uma figuração?
Decifrada a primeira incógnita, deve-se buscar, então, o que  se precisa saber, ou seja, a significação do caniço de medir, do santuário, do altar e dos adoradores, seriam figuras de que?
Quais seriam as lições ou ensinamentos que o Mestre dos mestres queria que a humanidade se apercebesse, para melhor viver aqui na Terra, em preparação espiritual para a Vida Eterna?
Antes, porém, precisamos conhecer os versos que serão, diligentemente, esmiuçados. Ei-los: "Foi-me dado um caniço semelhante a uma vara, e também me foi dito: Dispõe-te e mede o santuário de Deus, o Seu altar e os que naquele adoram; mas deixa de parte o átrio exterior do santuário e não o meças, porque foi ele dado aos gentios; estes, por quarenta e dois meses, calcarão aos pés a cidade santa." Apocalipse 11: 1 e 2.

TIRANDO O VÉU DAQUILO QUE ESTAVA ENIGMÁTICO




Nessa comunicação proveniente do Paço Celestial, tendo por destinação a Terra, o canal humano utilizado foi o profeta João.
Sabe-se que a mensagem recebida tinha por destinação final, não simplesmente o planeta e sim, a criatura humana, com o intuito de capacitar a humanidade a manter um comportamento relacional com a Divindade, a fim de receber instruções que a capacite a vencer os entraves espirituais que o pecado lhe impõe!
Notadamente, fica, então, evidenciado de forma até racional e bastante compreensível, que João, ao receber a vara de medir, estava simbolizando cada criatura humana.
No entanto, sabe-se que, uma vara de medir tem por objetivo conferir alguma coisa, fato que nos remete a imaginar que o objetivo primordial dessa visão é alertar o pecador para que o mesmo faça um julgamento íntimo para conferir seu desempenho espiritual, para assim, corrigir alguma falha, que porventura esteja cometendo!
Sintetizando, esta vara de medir conduz o pensamento humano ao Juízo  Investigativo!
Todavia, devem-se desmistificar alguns equívocos em relação ao juízo investigativo.
Acredita-se que o juízo investigativo, seja Deus contabilizando em cada ser humano, o desempenho positivo e o negativo para, então, tomar uma decisão sobre sua recompensa final. Morte ou vida eterna?
Crê-se também que o juízo investigativo seja um acontecimento novo ou recente, que começou há cerca de duzentos e poucos anos.
Antes de tudo, baseado na Revelação, o pesquisador deve ficar atento para um simples detalhe. Se realmente for verdadeiro que a vara de medir simboliza o juízo, esta investigação não será feita por Deus, pois, o mesmo sabe de todas as coisas, e não precisa recorrer a nenhum artifício para reconhecer em que lado o pecador se encontra, se ao lado da Vida Eterna ou se preferiu escolher o caminho da perdição!
Aperceba-se que era João quem estava de posse da vara de medir, portanto, era ele quem deveria medir e não a Divindade.
Como João, nesta visagem é figuração da raça humana, isto indica que a investigação deve ser feita individualmente, cada pessoa fazendo seu próprio juízo, investigando sua própria vida e, decidindo que postura deva tomar!
Uma vez cônscio desta premissa, precisa-se compreender qual é o simbolismo da vara, o que ela representa e qual medida se deve seguir?
Pois bem, esta vara representa a norma do juízo ou o referencial por intermédio da qual, todo pecador deve se reger, portanto, esta vara é a Santa Lei de Deus que, por extensão representa o próprio Jesus Cristo, que é o nosso referencial tendo em Si próprio a estatura perfeita de Deus. "Falai de tal maneira e de tal maneira procedei como aqueles que hão de ser julgados pela lei da liberdade." Tiago 2: 12. "Até que todos cheguem à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo." Efésios 4: 13 (grifo nosso).
Você, amado leitor, pode, perfeitamente, não ter se convencido de que a vara seja símbolo do juízo e que de posse dela, cada pessoa possa fazer uma introspecção de sua própria postura espiritual.
No entanto, na Revelação consta que a vara é para medir o santuário, sendo assim, pode-se imaginar que essa medição seja para definir qual é a denominação verdadeira, para que, então, o humano a possa seguir embarcando na condução que, certamente, o guiará aos céus! Se você crê assim, saiba que esta definição interpretativa está, totalmente, equivocada!
Todavia, amado leitor, a Bíblia é extremamente clara ao declarar que o homem é o santuário de Deus, portanto, desde o advento do pecado, é função do ser humano, fazer uma introspecção para saber, se o santuário de Deus, que é o homem, está batendo com as medidas apresentadas pelos céus! "Porque nós somos santuário do Deus vivente, como Ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo." II Coríntios 6: 16.
É interessante perceber que foi ordenado a João que além de medir o santuário, ele deveria, também, medir o altar. Que mensagem instrutiva está atrelada na definição do altar?
Para responder com acerto tal inquietação, precisa-se, de início, saber o que é um altar e, qual a sua utilidade?
Pois bem, no passado, o altar era um bloco de doze pedras destinado à imolação de vítimas, como oferendas, em sacrifícios religiosos. Com o transcorrer do tempo, passou a ser o lugar de adoração e veneração.
Para nossa melhor compreensão, perceba que foi pedido ao vidente que medisse o santuário e também o seu altar, ou seja, o altar do santuário.
Apenas para informação preliminar, o altar, conforme a história eclesiástica é uma peça que faz parte do santuário de Deus. 
Havia dois altares, o de holocausto, localizado no pátio e o altar de incenso que ficava no primeiro compartimento do santuário denominado de Lugar Santo, junto ao véu, defronte da arca da aliança e do propiciatório que ficava no segundo compartimento, chamado de Lugar Santíssimo.
Conforme o enunciado, o altar a ser medido, só pode ser o altar de incenso, pois, é o que, de fato, está no santuário, e não no pátio!
Se o santuário, como vimos, é emblema do ser humano, e o altar faz parte do santuário, portanto, nesse caso, o altar em foco faz parte do ser humano!
Têm-se, então, subsídios para afirmar com plena convicção, que esse altar é simbólico do caráter de cada pessoa, pois, é possível ter-se um comportamento exemplar, ou seja, observar os mandamentos de Deus, sem, no entanto ter-se um relacionamento vivificante com Cristo.
Portanto, medir o altar, é figuração de uma introspecção sincera e sem paixão, que o pecador deve fazer para saber se ele está guardando os Mandamentos de Deus, apenas mecanicamente, com o intuito de comprar a salvação  ou, se é um ato responsivo de agradecimento ao amor incondicional de Cristo pelo pecador?
Quando o ser humano observa os Mandamentos de Deus de forma racional, por ter um relacionamento dignificante e amoroso com a Divindade e, não simplesmente uma obediência interesseira, mas, amorosa e responsiva, certamente, Deus se agrada desse procedimento, como resultado, o pecador será agraciado com a Vida Eterna!
É assim que é feita a medição do altar!
Foi dito ao vidente de Patmos que também fossem avaliadas aquelas pessoas que, no altar, também adoram a Deus.
Esta é a parte crucial do primeiro verso deste capítulo onze, pois, reflete a postura decisiva de cada pessoa que tenha passado pelo processo introspectivo, por isso mesmo, é de suma importância que essa pessoa esteja disposta a desempenhar a comissão proposta por Cristo!
É certo que você, leitor, esteja flutuando por não entender onde o articulista deseja chegar?
No entanto, é de importância suprema que cada pessoa que fizer um juízo da própria vida, esteja disposta a demonstrar que, realmente, teve um encontro pessoal, salvífico e vivificante com Jesus Cristo, por isso mesmo, está com o coração maleável e, por dar crédito à comissão do Filho de Deus, passe a anunciar a todos, as Boas Novas da Salvação. "Ide por todo o mundo e pregue o Evangelho a toda criatura." Marcos 16: 15. "E será pregado este Evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então virá o fim."  Mateus 24: 14.
Pois bem, as pessoas alcançadas pelo testemunho daqueles que fizeram juízo de sua própria vida, também deverão fazer o mesmo, analisar seu relacionamento com Cristo, imitar o Cordeiro de Deus e, divulgar o evangelho eterno, só assim estará cooperando no processo de abreviar a volta de Cristo e vinda de Deus!
Esta é a maneira mais eficaz do ser humano demonstrar que é um fiel adorador do único ser Onipresente, Onisciente e Onipotente!

QUANDO A AÇÃO DIFERE DA INTENSÃO




A instrução deixada por Cristo Jesus ao profeta João, era clara ao informar que não havia necessidade de medir o átrio exterior do santuário de Deus.
É sempre bom ficar atento que a instrução de Jesus ao fazer referencia ao santuário de Deus, na verdade, era uma alusão ao ser humano, pois, a própria Divindade identifica o homem como sendo Seu santuário.
Ora, no santuário terrestre, para poder entrar no templo, representado pelos sacerdotes, era necessário fazer uma autoanálise e depositar uma oferenda no altar de sacrifício, que ficava no átrio exterior.
A pessoa que não reconhecesse sua pecabilidade e não sacrificassem suas atitudes vãs, não tinha direito de ser representada pelo sacerdote para adentrar no Tabernáculo, no Lugar Santo. Automaticamente, estaria desprovida das bênçãos eternais!
Como nessa nova figuração, foi pedido que não se medisse o átrio externo do tabernáculo, se entende que Cristo, nesse pedido, está confirmando que aqueles indicativos do passado ainda continuam em vigor.
Portanto, como nessa nova visão o Tabernáculo de Deus, representa cada ser humano, o não medir o átrio exterior, seria demonstrar que nem sempre as obras que se apresentam como tarefas de caridade e humildade, o são, verdadeiramente!
O próprio Jesus quando esteve peregrinando aqui na Terra, na região da Palestina, certa feita, alertou sobre esta possibilidade! "Este povo honra-Me com os lábios, mas, o seu coração está distante de Mim." Mateus 15: 8.
Na atualidade, muitos são enganados ao seguir obreiros fraudulentos que, no entanto, demonstram ser piedosos, entretanto, estão distanciados de Cristo.
Tais pessoas denotam crédito suplementar a determinados lideres e instituições, enquanto que o Instituidor, no caso, Jesus Cristo, fica velado perante o conceito de tais ministradores!
O Messias, já havia alertado sobre essa postura, afirmando; "E em vão Me adoram ensinando doutrinas que são preceitos de homens." Mateus 15: 9.
Na verdade, Jesus está alertando cada pecador penitente para não deixar se levar pelas obras exteriores de nenhum ser humano, pois, estas obras poderão ser fraudulentas, no entanto, cada pessoa deve fazer uma análise de sua própria vida e, se porventura, encontrar deficiência, procurar a correção divina, que se encontra na pessoa de Cristo! 
Ao aconselhar o povo, então, Cristo faz alusão ao acontecimento recente dos quarenta e dois meses, ou mil e duzentos e sessenta dias, que equivale há um tempo, dois tempos e metade de um tempo que, historicamente, representa o período de supremacia papal que cobre o espaço de 538 a 1798 que corresponde a 1260 anos literais!
O que aconteceu nesse período? O ano de 538 determina a ascensão do Sistema Papal que foi progredindo e se fortificando, ao tempo em que ia delimitando a liberdade religiosa, até que os franceses, comandados por Napoleão Bonaparte, feriram-no de morte em 1798.
            Na verdade este fato se deu quando o Papa Pio VI foi feito prisioneiro por Berthier, general francês, em 1798, pondo cifras quase definitivas ao domínio temporal da Igreja Dominante, fato que repercutiu, principalmente, em toda Europa. 
Nessa data termina, então, o calcar do pé, ou opressão imposta, naquele período, pela Igreja Dominante!
O amigo leitor deve estar se perguntando, ora, o articulista se privou de esclarecer que a opressão era sobre a cidade santa e, não contra as pessoas!
É bom lembrar que o livro da revelação usa uma linguagem enigmática, portanto, faz uso de várias figuras de linguagens, sendo assim, o escritor usa o recurso da Metonímia, que é uma figura que fundamenta a proximidade de ideias, explorando-se a relação existente entre as palavras.
Neste caso, quando o Profeta afirma que a cidade santa foi oprimida, ele estava fazendo uso de uma metonímia onde se interpreta o continente pelo conteúdo, ou seja, a cidade santa, que é o continente, deve ser interpretada pelas pessoas, que é o conteúdo de qualquer cidade!
No caso de ainda restar alguma dúvida, sugiro ao amado leitor que recorra, incansavelmente, à pesquisa da Palavra, que por certo, O Senhor Jesus Cristo, esclarecerá qualquer dificuldade em crer, por isso, creia tão somente, pois, esta é a vontade de Deus, que todos creiam em Jesus e tenham a Vida Eterna e, ressuscitem no último Dia! “De fato, a vontade de Meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nEle crer tenha a vida eterna; e Eu o ressuscitarei no último dia.” João 6: 40.
Este é o nosso desejo e a nossa oração! 

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

IDE - Uma Doce Promessa Resulta Numa Amarga Decepção

UMA DOCE PROMESSA RESULTA NUMA AMARGA DECEPÇÃO!
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
             Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



O Oráculo Revelado de Deus, a Santa Bíblia, sempre envolveu em sombras misteriosas o tema sobre o dia em que Cristo retornaria à Terra, para resgatar todo pecador arrependido, perdoado e restaurado!
Por ter total conhecimento do estado atual da humanidade e, por reconhecer a pecabilidade do ser humano, o Onipotente preferiu velar essa informação, para evitar que o pecador deixasse para se preparar para o encontro com Jesus e Sua comitiva, somente quando estivesse, de fato, prestes a concretizar o retorno de Cristo e vinda de Deus, juntamente com o séquito celestial.
Agindo dessa forma, o Onisciente evita que a morte pegue de surpresa o pecador incauto, sem que ele tenha tido, sequer, a oportunidade do preparo para tal evento.
Voltando ao foco principal e, dando continuidade ao nosso estudo, muitos pesquisadores acreditam piamente que houve um hiato entre o término da sexta trombeta e o soar da sétima corneta.
Ora, existe uma escola interpretativa que divulga que a sexta trombeta finda, exatamente, com o término do domínio turco sob a tutela dos quatro sultões, terminando em 11 de agosto de 1840. 
Os que defendem esta ótica interpretativa acreditam que o período da sétima trombeta começa, exatamente, nesta mesma data.
É certo que essa linha interpretativa tem algumas variações, pois, há quem defenda que a sétima trombeta começou a soar, não em 1840, mas, somente em 1844. 
No entanto, outros estudiosos do assunto, acreditam que com o findar do período da sexta trombeta ocorrido em 1840, então, segue-se fatos importantes, como um interlúdio histórico, que se intercala nas várias partes da composição histórica, notadamente entre o período da sexta até alcançar a sétima trombeta, sem, no entanto, pertencer a nenhuma das duas trombetas, sendo, mais ou menos um tempo flutuante na história universal!
Para se chegar a uma racionalização conclusiva, se faz necessário conhecer os versos que serão, cuidadosamente, analisados. Ei-los: "A voz que ouvi, vinda do céu, estava de novo falando comigo e dizendo: Vai e toma o livro que se acha aberto na mão do anjo em pé sobre o mar e sobre a terra.
Fui, pois, ao anjo, dizendo-lhe que me desse o livrinho. Ele, então, me falou: Toma-o e devora-o; certamente, ele será amargo ao teu estômago, mas, na tua boca, doce como mel.
Tomei o livrinho da mão do anjo e o devorei, e, na minha boca, era doce como mel; quando, porém, o comi, o meu estômago ficou amargo.
Então, me disseram: É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis." Apocalipse 10: 8 – 11.

RACIONALIZANDO A MENSAGEM


Foi visto duas formas interpretativas dum mesmo entendimento, contudo, discordante sobre um determinado espaço de tempo, se pertencia à sexta ou sétima trombeta ou, se era um tempo flutuante com característica própria.
A mim me parece compreensível que o tempo em foco deve pertencer a uma ou a outra trombeta, nunca uma referência a um enxerto ou complementação temporal, pois, refletiria uma desatenção ou esquecimento por parte do Revelador Celestial ou, do correspondente terreno, no caso, o Vidente!
Por isso deve-se observar atentamente quando, de fato, termina a sexta e, inicia-se a sétima trombeta. Resolvendo essa questão, elimina-se toda e qualquer dúvida!
A sexta trombeta está relatada no nono capítulo da Revelação a partir do verso treze, no entanto, naquele capítulo, em momento algum se prescreve o final do período dessa trombeta.
O capítulo dez, então, continua relatando acontecimentos relativos a sexta trombeta, os quais referendam sobre a proximidade da volta de Cristo, informando, inclusive, que não haverá muita demora, para que esse evento venha a se concretizar.
Contudo, no verso seguinte, ou seja, no verso sete, sugere que o anjo da sétima trombeta, quando estiver para soar a mesma, notadamente, ainda na desenvoltura da sexta trombeta, então, será revelado o mistério de Deus, qual seja, o dia da vinda do Pai, e volta do Filho, Cristo Jesus e, consequentemente, a ressurreição dos mortos justificados e transformação dos justificados que estiverem vivos.
Todavia, enquanto o anjo não tocar a sétima trombeta, ainda vivenciando a sexta corneta, será "necessário profetizar a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis." Apocalipse 10: 11.
Essa necessidade de profetizar sobre muitos povos, caracteriza que a história da sexta trombeta ainda não chegou ao fim, ela continua em franco desenvolvimento, até que soe a derradeira trombeta, ou seja, a sétima!
Perceba, então, quando de fato o sétimo anjo tocará a sua trombeta: "Eis que vos digo um mistério: nem todos dormirão, mas, transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar d'olhos, ao ressoar da última trombeta (a última trombeta é a sétima). A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós (os que estiverem vivos) seremos transformados." I Coríntios 15: 51 e 52 (grifo e adendo nosso).
Amigo, a ressurreição dos mortos justificados e, a transformação dos vivos preparados para o encontro com Cristo, acontecerá, justamente, quando do retorno de Jesus e, quando esse fato estiver prestes a acontecer, começará o toque da sétima trombeta que descreve o retorno de Cristo para levar consigo, para as mansões celestiais, toda pessoa que procurou viver como Cristo viveu aqui na Terra, cumprindo a vontade do Onipotente!


A DEGUSTAÇÃO DO LIVRINHO ABERTO



A partir do inicio do Século IXX os sábios estudiosos da Palavra de Deus, de várias denominações e continentes, sem prévia combinação, foram atraídos pelo desejo de perscrutar sobre a doutrina do  segundo advento de Cristo.
Naquela época, admitia-se que o retorno de Cristo, juntamente com o Pai, ocorreria após o Milênio, num futuro muito distante.
Até que, dentre os muitos estudiosos, se sobressaiu, entre eles, a compreensão de que Jesus retornaria antes da era milenar.
Dentre esses estudiosos, destacou-se um chileno, Manuel de Lacuza que era um sacerdote católico romano.
Assim, em cada continente surgiam defensores da proximidade do retorno de Cristo, desta forma foram brotando defensores deste conceito, tanto na Inglaterra quanto na Escócia tais como Eduardo Irving, Henry Drummond e Alexandre Keith.
Essa nova compreensão se espalhou ao redor do mundo. Coube a José Wolf conduzir a mensagem da breve volta de Cristo até o Oriente Médio e à Ásia.
Essa mensagem foi tão envolvente que na Escandinávia, um grupo de crianças saiu a proclamar as Boas Novas de que Jesus estava prestes a voltar!
No entanto, o disseminador desta gloriosa mensagem que mais se destacou foi um agricultor batista de Low Hampton, na cidade de Nova Iorque, por nome de Guilherme Miller.
Pois bem, conforme a profecia, João, o vidente, tomou o livro e o degustou. Naquela figuração, o livreto, em sua boca tinha um sabor adocicado como mel, no entanto, em seu estomago era de um amargor  insuportável.
Quais mensagens se podem extrair dessa figuração?
É interessante se observar que, no passado, foi ordenado ao profeta Daniel que encerrasse e selasse o livro que constava importantes informações sobre acontecimentos que ocorreriam no tempo do fim.
              A expressão bíblica 'tempo do fim' se refere ao fim do período de 42 meses da supremacia papal, que durou de 538 a 1798 AD. Esses quarenta e dois meses proféticos equivalem a 1260 anos literais. 
É sabido que no tempo determinado, estudantes da Palavra, teriam novas informações para divulgar ao mundo carente e ansioso da volta de Cristo!
A cena em que João degusta o livro é simbólica dos homens sábios do tempo do fim, que passaram a estudar, com total interesse, as mensagens seladas pelo Profeta, com o intuito de entender aquilo que houvera sido velado para Daniel. 
Portanto, João simboliza os estudiosos do tempo do fim, que comeram avidamente aquelas mensagens, tal qual fizera, no passado, o profeta Jeremias!  "Achadas as Tuas palavras, logo as comi; as Tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração." Jeremias 15: 16.
O mesmo sentimento ocorrido no passado repetiu-se no início do século IXX, houve uma exaltação de alegria, por acreditar que havia chegado o tempo do advento do nosso Senhor Jesus Cristo! Essa foi a mensagem adocicada como mel que alegrava os estudiosos, deleitando o paladar daquelas pessoas.
Por conta, principalmente, da mensagem pregada pelo batista Guilherme Miller, que focalizava a breve volta de Cristo, atraíram-se milhares de pessoas que acreditaram nas predições de Miller, notadamente, na América do Norte.
Guilherme Miller através de sua convicção pessoal, baseado na profecia das duas mil e trezentas tardes e manhãs marcou, finalmente, para o dia 22 de outubro de 1844, como a data do retorno de Cristo.
Dezenas de milhares de pessoas se envolveram esperado a concretização de suas convicções, no entanto, aquele dia passou, deixando, tão somente o acre sabor que, de tão amargo tornou-se áspero, agudo e penetrante que chegou a desfigurar a esperança de milhares de pessoas envolvendo-as num profundo desapontamento. Justamente aí, se cumpriu o amargor do estômago!
No entanto, as pessoas que continuaram crendo na promessa da breve volta de Jesus, encontraram consolo na grande decepção que os discípulos de Cristo, tiveram ao perceber que o Filho de Deus não ascendera ao trono terrestre de Davi, mas, havia perecido na cruz como um malfeitor! No entanto, havia um erro de compreensão dos maiorais religiosos e, não da intensão Divina.
A decepção dos discípulos estava na má compreensão do enunciando de Daniel nove, no verso vinte e cinco que fala sobre a unção do Príncipe, crendo eles que Jesus seria ungido para o trono de Davi, aqui na Terra.
Já aqueles que estabeleceram a vinda de Cristo para o ano de 1844, estavam baseados nas predições de Daniel oito e, verso quatorze. Eles criam que a Terra era o Santuário a ser purificado e, que essa purificação dar-se-ia com a segunda vinda de Cristo Jesus!
O certo é que os discípulos de Cristo não compreenderam a natureza do reino espiritual estabelecido por Jesus, de igual modo os estudiosos do tempo do fim, não compreenderam o significado da purificação do santuário.
Aqueles estudiosos acreditavam que o santuário fosse a Terra, que seria purificada pela ação do fogo, por ocasião da segunda vinda de Cristo, que viria fazer juízo contra os ímpios. "Eis que vem o Senhor entre Suas santas miríades, para exercer juízo contra todos os ímpios, acerca de todas as obras ímpias que impiamente praticaram e acerca de todas as palavras insolentes que ímpios pecadores proferiram contra Ele." Judas 14 up e 15.
O certo é que depois da ascensão de Jesus Cristo, os discípulos compreenderam o motivo da sua amarga experiência. Eles foram libertos do jugo do pecado e não dos romanos.
Semelhantemente, os homens sábios e estudiosos do tempo do fim compreenderam a razão de seu desapontamento, causando uma tão amarga decepção.
Para entender o erro interpretativo eles se apegaram na parábola das dez virgens onde informa que o noivo tardou. Indicando que o noivo não viera no tempo esperado,   conforme o entendimento humano, contudo, a Revelação houvera informado sobre tal desapontamento. "E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram." Mateus 25: 5. "Certamente, ele será amargo ao teu estômago." Apocalipse 10: 9.
A parábola das dez virgens deixa claro que Cristo virá quando não se espera. A Bíblia, em outra porção, o próprio Cristo alertou sobre essa possibilidade. "Mas a respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe... Estai de sobreaviso, vigiai [e orai]; porque não sabeis quando será o tempo... para que, vindo Ele inesperadamente, não vos ache dormindo. O que, porém, vos digo, digo a todos: vigiai!" Marcos 13: 32, 33, 36 e 37.
Amigos, antes que Cristo retorne para a Terra, na companhia do Seu Pai, juntamente com milhares de milhares, miríades de miríades de seres luminosos, Seus anjos, conjuntamente com toda procissão celestial, antes mesmo que esse evento faustoso se concretize, se faz necessário que Seus fiéis seguidores, ainda deverão anunciar, neste período da sexta trombeta, não por conjecturas, mas,  em vaticínio, antevendo o mais brilhante futuro, fazer parte da família de Deus!
Que eu e você possa, não só anunciar, mas, aguardar intensamente o retorno de Cristo, esperando nEle se encontrar com o Pai, para viver eternamente em união familiar!

Esse é meu desejo e a minha oração!