Total de visualizações de página

domingo, 10 de setembro de 2017

IDE - O Toque das Duas Primeiras Trombetas

 O TOQUE DAS DUAS PRIMEIRAS TROMBETAS
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento. 



O toque das sete trombetas tem por objetivo primordial fortalecer o ser humano, capacitando-o a confiar no cuidado do Onipotente, durante qualquer crise que o possa sobrepor.
Essa proteção divina vem em forma de aconselhamentos, quando, a Divindade em qualquer período do cristianismo, expõem de forma inteligível, através do relato apocalíptico, importantes eventos, delineando os passos a seguir, pois, todos os acontecimentos proféticos, foram se tornando históricos, à medida que se cumpriam, tempo em que a humanidade conseguiu viver, em sua época, o presente, habilitado em instruções passadas, para que assim, pudesse vivenciar o futuro eterno!
Portanto, é necessário aplicar a mente no diligente estudo das trombetas, pois, são mensagens que descrevem o caminho a ser trilhado por todos aqueles que almejam alcançar a eternidade!
Dessa forma, então, fica evidenciado que as comunicações das Trombetas não abrangem toda a história da Era Cristã, pois, se comparada e relacionada com as sete igrejas do Apocalipse, as quatro primeiras trombetas, cobrem, apenas parte do período da Igreja de Pérgamo, já as demais trombetas alcançam até o retorno de Cristo.
No entanto, a análise das Trombetas é feita numa perspectiva diferenciada, onde os acontecimentos históricos que tiveram influência direta nas decisões de cada habitante, em seu período de oportunidade, norteasse a vida de cada pecador, habilitando-o a trilhar o caminho do bem, conduzindo-o à vida eterna!
Contudo, o relato do toque das sete trombetas assinala, inicialmente, o colapso do Império Romano.
Para alguns comentadores, o conceito das sete trombetas se concentra na compreensão da história como palco da ira Divina, e não como a atuação misericordiosa da Divindade em relação ao povo penitente, em busca da oportunidade de sair ileso ante o período em que o Inimigo, impiedosamente, afronta cada filho de Deus, na tentativa de impedi-lo a alcançar a eternidade!
Em se aceitando essa compreensão, admite-se que Deus seja uma criatura iracunda, que através de Suas manifestações de ira, e não de amor, desfralda Sua capacidade salvífica!
Todavia, para chegar a ter uma visão com mais acerto sobre o caráter Divino, se faz necessário conhecer os versos que serão analisados. "O primeiro anjo tocou a trombeta, e houve saraiva e fogo misturado com sangue, e foram atirados à terra. Foi, então, queimada a terça parte da terra, e das árvores, e também toda erva verde. O segundo anjo tocou a trombeta, e uma como que grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, cuja terça parte se tornou em sangue e morreu a terça parte da criação que tinha vida, existente no mar, e foi destruída a terça parte das embarcações." Apocalipse 8: 7 - 9.
O toque das sete trombetas, como se pode observar, não corresponde, exatamente, às sete igrejas e sete selos. Portanto, na atualidade, se estuda pelo relato histórico, onde se percebe que, nas igrejas e nos selos, a linha demarcatória indica a soleira ou entrada da Era Cristã, perpassando pelo limitar ou linha de demarcação final dos sete espaços de tempo da história do cristianismo.
No entanto, apesar de que os sete períodos que cobrem as sete trombetas, sejam semelhantes às sete igrejas e selos, não correspondem, exatamente, aos mesmos períodos cronológicos.
Por conseguinte, o toque da primeira, segunda, terceira e quarta trombeta, corresponde à parte do período da Igreja de Pérgamo e, ao selo do cavalo preto, só que, vislumbrado através doutro ângulo de compreensão.
Confira visualmente, essa veracidade histórica, com o auxílio desse diagrama profético que cobre, deste o estabelecimento do cristianismo, no ano 31 de nossa Era, até a volta de Cristo e vinda de Deus, na última geração da história universal, em estado de pecado! 
Nos dois espaços de tempo, cobertos pela primeira e segunda trombeta, que era predição do futuro, à medida que os fatos iam ocorrendo, a profecia se tornava, sucessivamente, em história, abrindo e fechando a linha demarcatória de cada um desses períodos!
Portanto, é necessário se absorver as palavras proféticas, descodificando, através do relato histórico!

O TOQUE DA PRIMEIRA TROMBETA



Comecemos, então, pelo toque da primeira trombeta! Ao estudá-la, compreende-se que a tensão que até então se tem apoderado da família humana, não existe, sequer, razão plausível, a não ser pelo terror que o inimigo deseja imprimir, contudo, a presença da Divindade, acalma, acalanta, enquanto tranquiliza os pecadores embalados pelo cálido aconchego do sangue remidor de Cristo!
Necessariamente, não existe um condutor, nem Jesus, nem muito menos o Inimigo, que seja responsável direto pelos acontecimentos preditos pelas trombetas, pois, a humanidade através de suas escolhas é quem direciona e desenha o traçado histórico. 
A despeito de que o Inimigo, esteja, incansavelmente, tentando perverter os conceitos Divinos e, a Divindade, apenas esclarecendo que determinada postura tomada pela humanidade, não é o mais sábio caminho a seguir, contudo, cabe somente ao humano tracejar a caminhada final, morte, ou Vida Eterna!
Sendo esta uma interpretação que toma por base a história, precisa-se entender, profeticamente, o sonido da trombeta. Sabe-se que no passado histórico, descrito nas Escrituras, se fazia soar a trombeta, tanto para alertar a aproximação de perigo ou guerra, quanto para se convocar grandes reuniões! "Fala aos filhos de Israel, dizendo: No mês sétimo, ao primeiro do mês, terá descanso solene, memorial, com sonidos de trombetas, santa convocação." Levítico 23: 24 (grifo nosso).
Seria o sonido das sete trombetas, uma inequívoca demonstração de um Deus iracundo ou, uma sensível prova por meio do raciocínio concludente, de confirmar e evidenciar o cuidado, amparo e apreço do Todo Poderoso em relação ao pecador arrependido, numa época de constante instabilidade e comoção espiritual?
O articulista acredita piamente na segunda alternativa!
Desta forma, tanto a primeira, quanto a segunda trombeta e as demais restantes, estão, embutidas nelas, grandes advertências que possibilitam aos humanos, uma postura equilibrada, ante as ocorrências históricas, que ao final, galardoará a todo vencedor a posse do reino de eterna paz!
É inegável que as atrocidades históricas tenham ocorrido naquele período, como, incontestavelmente, a descrição profética enfatiza eventos políticos e militares de destaque durante aquela época, encaixando perfeitamente com o enunciado do texto apocalíptico.
Portanto, cada toque de trombeta emitido pelo fôlego de cada anjo, ou seja, de cada ser humano com mensagens provenientes do céu, para a época em foco, é garantia da resposta Divina às orações do pecador penitente, que mesmo em possível sofrimento, em meio à guerra física ou espiritual, pragas, fomes ou outros atropelos que poderiam levá-lo à morte, esse pecador conserve a certeza de que Cristo está supervisionando a todos e, certamente, cada pessoa, receberá a recompensa que fará justiça a seu desempenho espiritual!
Na descrição do profeta João, ele relata que ao ecoar a primeira trombeta houve saraiva e fogo misturado com sangue que foi arremessado, propositadamente, à terra. Como iremos ater nosso comentário, tão somente, ao cuidado e proteção do Divino em relação aos habitantes da terra, deixaremos de lado os acontecimentos históricos, em forma de flagelo, que descreve a invasão do Império Romano pelos Visigodos sob o comando de Alarico que, culminou com a derrocada e descrédito do Império Romano.
Portanto, para melhor entender a preocupação Divina para com o ser humano, é preciso descodificar a precipitação de pedras afogueadas com sangue que eclodiram sobre a terra!
Numa primeira visualização, de forma até descuidada, tal relato imprime medo e terror, no entanto, se observado pela ótica divina, perceber-se-á que esta descrição é de ternura incalculável!
Entendamos, então, essa visão!
Não é sem razão, que esses elementos cognoscíveis, são, realmente, para se conhecer seu significado.
Sabe-se que saraiva é, verdadeiramente, um tipo de precipitação atmosférica na qual as gotas de água se congelam ao atravessar uma camada de ar frio, caindo sob a forma de pedra de gelo, portanto, pode ser interpretado como chuva de pedra!
                 Não é de admirar que nesse relato profético exista a junção de três elementos; pedra, fogo e sangue que, propositadamente foi arremessado para a terra, a fim de ser decifrada a sua significação.
 Elementarmente se pode confirmar que a pedra é uma simbologia da pessoa de Jesus Cristo, o nazareno. Existem inúmeros versos no relato bíblico que confirmam essa propositura; "Este Jesus é pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual se tornou a pedra angular." Atos 4: 11.
                       Nesse outro verso, a figuração de saraiva fica bem melhor compreendida, pois, a pedra vem em forma de água! "E beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo." I Coríntios 10: 4.
Quanto ao fogo, indubitavelmente, é um emblema tanto da Divindade como de anjos ministradores; "Porque o Senhor, teu Deus, é fogo que consome, é Deus zeloso." Deuteronômio 4: 24. "Fazes a teus anjos ventos e a teus ministros, labaredas de fogo." Salmos 104: 4.
O Sangue é, portanto, alusão ao sacrifício salvífico de Jesus Cristo, que tem por finalidade fazer a profilaxia como o único meio para evitar as doenças espirituais. "Se, porém, andarmos na luz, como Ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado." I João 1: 7. "Porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação." Apocalipse 5: 9.
Que lindo e emocionante quadro a primeira trombeta pinta para retratar o amor, a misericórdia e o cuidado que a Divindade dispensa aos habitantes da Terra. Não há como desfazer essa tríplice união, Jesus Cristo, nossa pedra angular, ter sido arremessado à terra, repleto do amor efervescente, revelado por Seu sangue, para que nos momentos mais probantes da história da humanidade, esta possa ter a certeza, confirmada através do fogo, mensageiros celestiais, de que os Céus ofertou ao ser humano toda condição de readquirir a Vida Eterna!
Como resultado dessa profilaxia, foi queimada a terça parte da terra, das árvores e de toda erva verde. Que mensagem estará embutida nesta descrição?
Antes de tudo, precisa-se decifrar a emblemática terça parte. Nos dias em que João, o vidente de Patmos, recebeu a Revelação, a Terra, geograficamente, era dividida em três partes, pois, naquele instante, não eram conhecidas a América nem a Oceania.
Portanto, as únicas partes que se tinham conhecimento geográfico eram: A Europa, administrada por Roma, a parte Oriental, ou seja, a Ásia, tendo Constantinopla como a grande metrópole e, a África, gerida, politicamente, pela cidade de Cartago.
Por isso, ser tão enfática a assepsia na terça parte, ou seja, unicamente na área de abrangência alcançada pelo toque da primeira trombeta, que aconteceu, especificamente, na Europa, mais precisamente sobre o Império Romano que, também ocupava boa parte da Europa se expandindo numa porção da Ásia e, numa pequena parte da África, totalizando uma terça parte conhecida do planeta!
Portanto, a parte profética que tinha por objetivo as medidas preventivas contra as enfermidades da alma, surtiu seu efeito, alcançando a região alvo, onde o Império Romano estava estabelecido que, fundamentalmente, abrangia grande parte da Europa, uma parte da Ásia e, uma pequena porção da África, prefigurada na profecia como a terça parte da terra.
Essa terça parte do globo terrestre, não só foi purificada através da ação do fogo, como também foi aquecida e iluminada espiritualmente, atuação que alcança também as árvores que, por sinal, são autenticas figurações do ser humano, uma vez que, após essa intervenção Divina, passou, ainda mais a brilhar, enquanto transmitia com ardor, fervor, paixão, energia e entusiasmo a manifestação do Agente Celestial! "Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor. Porque ele é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor." Jeremias 17: 7 e 8 (grifo nosso).
Contudo aquele fogo Divino queimou também toda erva verde! Qual seria a simbologia da erva verde, e como aplicá-la profeticamente?
Pois bem, no início de todas as coisas, o Criador separou todas as ervas para que servissem de alimento. "E disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento." Gênesis 1: 29 (Grifo nosso).
Portanto, fazendo-se uma aplicação lógica, essa erva verde é o alimento espiritual, que naquele instante foi purificado, para fortificar e habilitar toda pessoa da terça parte do mundo, ou seja, de toda região do domínio do Império Romano, a fazer a escolha ao lado de Cristo, sem se preocupar nas consequências imediatas, pois, certamente sua recompensa eterna estaria garantida!

O TOQUE DA SEGUNDA TROMBETA



O que mais chama atenção no toque da segunda trombeta, em se levando em consideração ao sonido da primeira, é que no primeiro toque houve uma queima, contudo, essa queimada, de forma alguma, provocou uma destruição. No entanto, ao soar a segunda trombeta houve uma mortandade generalizada no mar, destruindo, inclusive as embarcações. 
O que essa destruição e mortandade significariam? 
Analisemos, portanto, racionalmente, esse segundo toque!
Na interpretação dessa segunda trombeta, continuaremos fiéis à nossa predisposição de analisar, tão somente, o cuidado e a intervenção Divina, na terça parte da Terra, que corresponde à parte da Europa, da Ásia e da África, área onde predominava o império de Roma Ocidental.
Não obstante, somente para sinalizar os acontecimentos históricos e estabelecer um período cronológico, é necessário informar que na época do segundo toque da trombeta, aconteceu o ataque naval à Itália pelos vândalos sob a direção de Genserico que, vindo da África, através do Mediterrâneo invadiu Roma que tinha uma armada de 1.300 navios.
          No entanto, o almirante dos vândalos, Genserico,  numa ousada estratégia, na calada da noite, reboca alguns de seus navios carregados de material de fácil combustão, colocando-os entre os navios da armada romana, incendiando-os.
                Naquela noite foram destruídos mais de 1.100 navios romanos.
Quem observasse, de longe, aquela cena afogueada de destruição, pode perceber com acurada fidelidade, o cumprimento profético da segunda trombeta numa descrição drástica e autentica que se assemelhava a uma grande montanha que ardia em chamas, no meio do mar!
            Por conseguinte, a nossa intensão é demonstrar o cuidado do amorável Deus, para com a população que habitava aquela terça parte da terra!
               Como fugir de tamanha mortandade? "Como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação? Hebreus 2: 3. Essa era a tônica dos habitantes do Império Romano do Ocidente!
                O Salmista Davi faz uma interessante figuração onde assemelha a justiça Divina a uma montanha e nessa montanha, conforme o rei Davi, está o manancial da vida, e dela promana a luz da justiça e da benignidade de Deus. (Salmos 36: 6 - 9).  
                      Essa definição do salmista, atrelada ao enunciado do toque da segunda trombeta, vislumbra-se uma montanha de oportunidades. 
                  Essa montanha de oportunidades vem afogueada da glória de Deus, numa vívida demonstração da proteção e cuidado que o Onipotente dispensa a cada ser vivente, pois, somente dEle, promana o livramento. "O aspecto da glória do Senhor era como um fogo consumidor no cimo do monte, aos olhos dos filhos de Israel." Êxodo 24: 17. "Mas, no monte Sião, haverá livramento; o monte será santo; e os da casa de Jacó possuirão as suas herdades." Obadias 17.
                  O povo da época da mensagem da segunda trombeta, ficou revigorado com o terno cuidado de Deus, pois, o Pai da Eternidade garantia socorro em tempo sobremodo oportuno e, estava vivenciando um tempo de provações, contudo, todas as pessoas que se refugiaram no Senhor, certamente se sentiram socorridas! "Elevo os olhos para os montes; de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra. Ele não permitirá que os teus pés vacilem; não dormitará Aquele que te guarda. É certo que não dormita, nem dorme o guarda de Israel. O Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua direita. De dia não te molestará o sol, nem de noite, a lua. O Senhor te guardará de todo mal; guardará a tua alma. O Senhor guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre." Salmos 121: 1 - 8.
                     O mais interessante nessa descrição é que essa montanha afogueada tornou-se, em meio ao mar que, emblematicamente é símbolo das angústias e provocações sofridas pelas pessoas, transformou-se em sangue! "Passarão o mar de angústia, as ondas do mar serão feridas." Zacarias 10: 11.
                        Esse sangue nos informa que a vitória, o socorro e o livramento providenciado por Deus, veio em forma do sangue remidor de Cristo Jesus, e as pessoas que buscaram Deus, durante a grande catástrofe do Império Romano do Ocidente, puderam descansar, pois, tinham a certeza que seus pecados foram perdoados pelo sangue de Jesus e, o Filho de Deus haveria de recompensá-los com a Vida Eterna! 
                       O resultado dessa intervenção Divina em meio ao povo, aquela parte que se rendeu aos reclamos de Deus,  é que toda e qualquer forma de resistência ou exclusividade doutrinária pereceu, deixando de existir a doutrina excludente por compreender que o entendimento do semelhante era incompatível e, somente sua compreensão excluía todas as demais.
                  Todavia esse entendimento pereceu no mar, juntamente com as embarcações, neste caso, uma figuração de qualquer entidade ou instituição que incentivasse o pensamento exclusivista. 
                   Não havendo mais a força institucional prendendo a atenção do pecador, a humanidade ficou completamente livre para se apegar à única tábua de Salvação, Jesus Cristo!
                   Que essa seja a tua e a minha postura nesse mundo que está vivenciando os instantes finais da história deste mundo malsinado pelo pecado!
                         Que assim seja! 

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

IDE - Sete Anjos Com Sete Trombetas, Postados Diante de Deus

SETE ANJOS COM SETE TROMBETAS, POSTADOS DIANTE DE DEUS
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento. 



Após a visualização dos acontecimentos que ocorreram durante a viagem da Comitiva Celeste, que partiu do Trono do Poder para a Terra e, do retorno desta para o Céu, a atenção do Vidente de Patmos, é direcionada para sete anjos que estavam postados diante de Deus, momento em que receberam sete trombetas, provavelmente de chifres de carneiro!
Aqueles anjos seriam sete criaturas aladas, ou, seriam figurações de seres humanos, numa referencia às pessoas de muita influência, no desenrolar da história universal, principalmente, no aspecto que descreve o poderio bélico das nações, em sete períodos que devem ser analisados paralelamente às sete igrejas, selos e, agora, trombetas?
Nas Sete Igrejas é contada a história em sete períodos similares, com a visão dando ênfase para o aspecto espiritual, paralelamente, os selos refletem o ponto de vista comparativo da postura humana, realçando a preparação para se adequar aos eventos, mostrando o desempenho pessoal, já nas trombetas, similarmente a esses períodos, a história faz a confrontação, destacando a preparação bélica das nações, tentando, desesperadamente, vencer os atropelos do despreparo espiritual!
Portanto, a profecia das sete trombetas, tem por objetivo primordial, advertir toda humanidade a ter bom senso ao enfrentar os acontecimentos por vir, numa tentativa de infundir em cada pecador a certeza de que Deus tem acompanhado o desenrolar da história do pecado, ao tempo em que insufla em cada humano o conhecimento de Sua vontade, que habilita cada criatura ao seu próprio preparo, com o intuito de passar sobranceiro na crise relacional com o Ser Superior.
Sabe-se que a humanidade ficará desiludida, diante das medidas humanas, imposta pelo poder de fogo, das nações, sem, contudo, surtir efeito, fato, que fará o pecador arrependido buscar o Caminho, providenciando por Deus, Jesus Cristo! "Respondeu-lhe Jesus: Eu Sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim." João 14: 6.
Para se aprofundar nesse assunto, precisam-se conhecer os versos que serão analisados em pormenores! "Então, vi os sete anjos que se acham em pé diante de Deus, e lhes foram dadas sete trombetas. Veio outro anjo e ficou de pé junto ao altar, com um incensário de ouro, e foi-lhe dado muito incenso para oferecê-lo com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que se acha diante do trono; e da mão do anjo subiu à presença de Deus a fumaça do incenso, com as orações dos santos. E o anjo tomou o incensário, encheu-o do fogo do altar e o atirou à terra. E houve trovões, vozes, relâmpagos e terremoto. Então, os sete anjos que tinham as sete trombetas prepararam-se para tocar." Apocalipse 8: 2 - 6.

HOMENS DE BOA VONTADE NUM
                MUNDO AGRESSIVO




Com o advento do pecado, Adão confiou a administração do planeta ao falsário, em consequência, o inimigo passou a ser, por usurpação, o príncipe deste mundo. 
Não obstante, Cristo, o Criador, não abandonou a humanidade, pois, o germe do pecado, passou a fazer parte do ser humano e, por consequência, separou o homem de Deus! "Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o Seu rosto de vós, para que vos não ouça." Isaías 59: 2.
Todavia, o objetivo do anjo do mal não era, simplesmente, o domínio do planeta malsinado pelo pecado, mas, o controle do Universo.
Por isso, quando a Salvação de Deus veio ao mundo, o Príncipe do Mal, o pai da mentira, levou-O a um alto monte, mostrou todos os reinos do mundo, prometendo doar a Cristo se, tão somente, Jesus o adorasse!
Este fato foi relatado por Mateus e confirmado por Lucas. "Levou-O ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-Lhe todos os reinos do mundo e a glória deles e Lhe disse: Tudo isto Te darei se prostrado me adorares." Mateus 4: 8 e 9. "E, elevando-O, mostrou-Lhe, num momento, todos os reinos do mundo. Disse-Lhe o diabo: Dar-te-ei toda esta autoridade e a glória destes reinos, porque ela me foi entregue, e a dou a quem eu quiser. Portanto, se prostrado me adorares, toda será tua." Lucas 4: 5 - 7.
Com isso, o inimigo queria legitimar seu intento, ocupando lugar de destaque no reino do céu.
A partir de então, o falsário tenta perenizar seu controle sobre a Terra, fazendo dela seu quartel general, com o intuito de usurpar o Trono de Domínio Universal.

SETE ANJOS EMBLEMÁTICOS

Para isso, entram em cena os sete anjos emblemáticos, aqueles que estavam de pé, diante de Deus.
Certamente, esses anjos são simbólicos, cada um representando a supervisão e não, necessariamente, o controle de Deus, nas ações humanas, em cada um dos sete períodos que abrangem a história do cristianismo, desde sua implantação até o fechamento da porta da graça.
Alguma vez no relato bíblico a figura do anjo foi usada simbolicamente? Certamente que sim!
No tempo do profeta Malaquias, em seu ministério, ele anunciou a vinda do Senhor dos Exércitos, que seria precedido pelo anjo de Deus. "Eis que Eu envio o Meu anjo, que preparará o caminho diante de Mim; e de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais." Malaquias 3: 1 (grifo nosso).
A missão desse anjo seria preparar o caminho, em meio à humanidade, para que esta recebesse a Cristo Jesus como o Salvador. Quem, na verdade, era esse anjo? 
Esse anjo foi anunciando pelo profeta Isaías, identificado como sendo a voz que advertia no deserto. "Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus." Isaías 40: 3 (grifo nosso). 
Como a Bíblia é exata, certa feita Jesus se identificou como sendo o Caminho!
O livro de Lucas identifica, então, que aquele anjo é João Batista. "Este é aquele de quem está escrito: Eis que envio o meu anjo diante da tua face, o qual preparará diante de ti o teu caminho. E Eu vos digo que, entre os nascidos de mulheres, não há maior profeta do que João Batista." Lucas 7: 27 e 28. 
Pois bem, de certa forma, o estar, cada um dos sete anjos, de pé diante de Deus, denota que o Criador supervisiona, mas, não determina, pois, esses anjos humanos, têm resolução que depende da vontade própria, apesar de que, a Divindade procura imprimir em cada um deles o Parecer Divino, que pode ou não ser obedecido!
Ora, essas trombetas contam-nos dos embates políticos e bélicos, nesse período de tempo, supracitado.
Mas, para entender a supervisão da Divindade na história humana, sem, contudo, tirar da humanidade seu livre arbítrio, é necessário confrontar a história universal com os relatos proféticos, encontrados na Bíblia!
O profeta Daniel, no capítulo dois e sete de seu livro, descreve uma sequência de quatro reinos universais, a partir da Caldeia, cuja capital era a cidade doirada, Babilônia. Esse reino foi derrotado pelos Medos e Persas, que foram suplantados pelo Império Grego. Este por sua vez foi vencido pelo Império Romano.
O Império Romano, o quarto poder universal, jamais foi aniquilado, contudo, ele, no decorrer da história, foi dividido, inicialmente, em duas partes, daí, sendo fragmentado em dez porções, tornando-se, naquela época, nas nações europeias. 
Essa fragmentação, hoje, ampliada, durará até ao final da história da humanidade, onde, os caracteres romanos, permanecerão intactos, em cada nação, através do movimento religioso universal, conhecido como; catolicismo, que tem sua sede no Vaticano!   
Os lances adversos do destino, produzidos pela postura bélica do império romano, que ocasionou aquela divisão política, estão emoldurados no quadro profético das sete trombetas que, provavelmente, na profecia, eram de chifres de cordeiro.
Temos aí, duas figurações que precisam ser mais bem compreendidas. O que significam essas trombetas? Por qual motivo eram de chifres de cordeiro?
As trombetas, profética e biblicamente, são símbolos dos embates políticos, representando guerras. Esse símbolo permanece inalterado desde os tempos imemoriais do contexto descrito no Velho Testamento, permanecendo, ainda em vigor, no Novo Testamento. "Meu coração se agita! Não posso calar-me, porque ouves, ó minha alma, o som da trombeta, o alarido de guerra. Até quando terei de ver a bandeira, terei de ouvir a voz da trombeta?"  Jeremias 4: 19 up e 21. "Pois também se a trombeta der som incerto, quem se preparará para a batalha?" I Coríntios 14: 8.
Historicamente, o chifre representa força e poder, contudo, a Deus pertence à força e o poder, no entanto, para vencer o pecado, se precisa da força e do poder de Cristo, pois, dEle emana a única alternativa de suplantar a iniquidade.    
Por isso, as trombetas eram confeccionadas de chifre, numa figuração do poder de Deus, mas, esse chifre deveria ser de carneiro, representando a Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo! "Sete sacerdotes levarão sete trombetas de chifre de carneiro adiante da arca; no sétimo dia, rodeareis a cidade sete vezes, e os sacerdotes tocarão as trombetas." Josué 6: 4 (grifo nosso).
Pois bem, cada anjo com sua trombeta, trazem à baila, os principais acontecimentos políticos e bélicos, do período por cada um deles representado.
É interessante se aperceber que a humanidade, geralmente, toma conhecimento das mensagens provenientes do Céu de maneira diferenciada ou particular.
Daí, para preencher o vazio de entendimento dos humanos, Deus, então, providenciou três formas distintas; sete igrejas, sete selos e sete trombetas, para ajudar os humanos a entenderem os eventos que deveriam enfrentar em cada período da história, conforme preestabelecido por Deus para se resguardar do contraventor do mal.

      CRISTO, O ANJO DO CONCERTO,
           NOSSO SUMO SACERDOTE



Para se comprovar que os sete anjos não são literais, basta se aperceber que surge outro anjo, que não faz parte dos sete anjos emblemáticos, e que também não é conforme a letra.
Todavia, esse novo personagem não pode ser um anjo, pois, essa criatura estava junto ao altar, como que ministrando, ela estava com um incensário de ouro em Suas mãos, apesar de estar no primeiro compartimento do Santuário, mas, através de Suas próprias mãos, a fumaça do incenso chega à presença de Deus, no Santos dos Santos, por isso mesmo, não pode ser um simples anjo, uma vez que, somente o sumo sacerdote, Ele sozinho, ministra no lugar Santíssimo! "Entram no primeiro tabernáculo os sacerdotes, para realizar os serviços sagrados; mas, no segundo, o sumo sacerdote, ele sozinho." Hebreus 9: 6 (up) e 7 (pp).
A figuração do Altar de Incenso, no Santuário Terrestre, comprova que era Jesus quem nele ministrava, pois, em cada canto do altar havia chifres, por certo, de carneiro, representando que o ministrador, inequivocamente, era o "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo."  João 1: 29 up.   
Sabe-se que o Sumo Sacerdote é Jesus Cristo, portanto, esse outro anjo, inegavelmente, é figuração de Jesus! 
O profeta Malaquias também houvera predito que o Senhor Jesus foi identificado como sendo o Anjo do Concerto. "E de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós bucais, o Anjo do concerto, a quem vós desejais; eis que vem, diz o Senhor dos Exércitos." Malaquias 3: 1 (grifo nosso).
Por isso, esse outro anjo que está junto ao altar ministrando com um incensário na mão, indubitavelmente, é o nosso Sumo Sacerdote, Jesus Cristo! O apóstolo Paulo informa que o Messias "está à direita de Deus e também intercede por nós." Romanos 8: 34 up. Portanto é Ele quem está ministrando junto ao Altar de Incenso.
O Relato Bíblico identifica Cristo, de forma figurativa, como o Anjo do Concerto ou Anjo da Aliança. O próprio João Batista, em seu testemunho sobre Jesus, realça que Cristo, de fato, é a Salvação proveniente de Deus, conforme, anteriormente, afirmara Simeão. "E toda carne verá a Salvação de Deus" Lucas 3: 6.
João Batista estava concordando com a declaração de Simeão, quando Jesus ainda bebê foi apresentado no Templo. "Simeão O tomou nos braços e louvou a Deus, dizendo: Agora, Senhor, podes despedir em paz o Teu servo, segundo a Tua palavra; porque os meus olhos já viram a Tua Salvação, a qual preparaste diante de todos os povos." Lucas 2: 28 - 31.
Passado cerca de trinta anos desse episódio, aquela criança desenvolveu-se em estatura, conhecimento e graça, revelando-se como o Filho de Deus e, estando de passagem por Jericó, deparou-se com Zaqueu, indo pousar em sua casa.
Ao chegar à residência de Zaqueu, Jesus, então, se revela dizendo: "Hoje veio a SALVAÇÃO para esta casa."  Lucas 19: 9.
Cristo estava se referindo à Sua própria pessoa!
Sendo assim, a Salvação, não é um estado de espírito, nem uma condição espiritual e, nem mesmo uma recompensa futura!
Como percebemos, a Salvação é uma pessoa, Jesus Cristo, o Filho unigênito, o dom gratuito de Deus!
Portanto, retornando ao assunto em foco, um anjo literal, não pode exercer funções de sacerdote, nem mesmo de advogado, pois, o único mediador entre o pecador e Deus é Jesus. "Filhinhos Meus, estas cousas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo." I João 2: 1.
É interessante se observar no relato apocalíptico que Jesus, o anjo do concerto, recebeu muito incenso, juntamente às muitas orações dos santos, e de Sua mão, essa associação da fumaça do incenso juntamente com as orações, chega até à presença de Deus Pai, como aroma agradável.
Há quem acredite, baseado na própria revelação, que o incenso seja as orações dos santos. "Taças de incenso, que são as orações dos santos." Apocalipse 5: 8 up. No entanto, Davi informa que as orações humanas subiam como se fossem incenso, até a presença de Deus, e fossem depositadas no Altar de Incenso. "Suba à Tua presença a minha oração, como incenso." Salmos 141: 2 up. Observa-se que não era incenso, mas, semelhante ao incenso.
Contudo, Jesus, como ministrante do Altar de Incenso, sendo Ele próprio o Intercessor, mistura o mérito de Seu sangue, no caso o incenso, com as orações dos santos, para que esses pedidos humanos, com a junção meritória do sangue de Jesus, se tornassem agradáveis a Deus.
Sendo assim, o incenso representa os méritos da intercessão de Cristo, através da justiça dEle, alcançada pela Sua morte vicária, onde Seu sangue foi vertido na cruz do Calvário, devolvendo ao humano a possibilidade de reaver o que o pecado lhe subtraiu, a Vida Eterna!
Na cena seguinte daquela visão, o Profeta João percebe que o anjo, no caso, Jesus Cristo, nosso Sumo Sacerdote, faz uso do incensário, enche-o do fogo do altar e atira-o à terra. O que essa descrição quer transmitir para a humanidade?
Antes de concluir a minha linha de raciocínio, gostaria de ressaltar que o verso seguinte nos informa que esse derramar do fogo do incensário à Terra, aconteceu antes dos sete anjos emblemáticos tocarem as suas trombetas, isto quer dizer que o fogo foi derramado à terra no momento em que os anjos se preparavam para tocar seus instrumentos!
Essa é a grande providência de Deus! O Divino sempre prepara a humanidade para enfrentar os atropelos que o pecado nos submete, ou seja, antes que o fato aconteça, Ele capacita todo pecador com a força Divina, para vencer as mazelas do pecado se, o pecador assim o quiser! 
Portanto, basta ao humano fazer uso das ferramentas providenciadas por Deus para sair vencedor. Mas, ele só será vitorioso se tomar a postura correta, que é estar ao lado de Jesus se apoderando da Salvação que é o próprio Cristo!
Retornando à nossa linha interpretativa, concluímos que as orações dos santos chegam até o incensário, corroborando com a disponibilidade ofertada pela morte de Cristo, possibilitando ao humano chegar corajosamente até Deus, tendo a certeza que o Autor e consumador da nossa fé, recompensará, conforme a postura do pecador, no tempo da oportunidade! "Visto que temos um grande Sumo Sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um Sumo Sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno." Hebreus 4: 14 - 16.
Neste caso, algo extraordinário está a acontecer, que deve ser bem compreendido, pois, parece que há uma repentina mudança de atitude do Sumo Sacerdote, Ele enche o incensário com fogo, mas, não adicionou o incenso e, lança-o à Terra!
O significado dessa atitude reflete a misericórdia de Deus em relação ao pecador, e reporta-nos até ao tempo do ministério de Cristo quando Ele afirma, categoricamente, que laçaria fogo sobre a Terra. "Eu vim para lançar fogo sobe a terra e bem quisera que já estivesse a arder." Lucas 12: 49.
Esse misericordioso fogo que purifica o pecador derretendo o pecado, é o mesmo que ilumina a consciência da humanidade e aquece o relacionamento com seu semelhante e com o Divino.
Perceba que as ações do Messias, deste instante em diante, aquele fogo prometido conduzia o pecador ao arrependimento! "Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus." Mateus 4: 17.
Essa foi a função daquele fogo sem mistura de incenso jogado sobre a Terra! Contudo, deveria ser executada no tempo oportuno! "Mas, de preferência, procurai as ovelhas perdidas da casa de Israel; e, à medida que seguirdes, pregai que está próximo o reino dos céus." Mateus 10: 6 e 7.
O tempo correspondente a esse lançamento de fogo para a terra denota e representa a intercessão de Cristo por toda criatura humana, durante toda a Era Cristã.
Amigo leitor, esse fogo de Cristo está repousando em cada pecador, cabe a toda pessoa, individualmente, fazer bom uso dessa chama consumidora de pecado, para que ela venha aquecer o relacionamento com o nosso semelhante e aumentar o amor a Deus, para assim, ver o nosso caminho de retorno ao Pai ser iluminado pela luz gloriosa de Cristo Jesus!
O resultado imediato desse derramamento do fogo restaurador proveniente do Esconderijo do Altíssimo foi o desencadeamento de trovões, vozes, relâmpagos e terremoto.

        TROVÕES, VOZES, RELÂMPAGOS
                           E TERREMOTO

Precisa-se compreender o que esses fenômenos naturais estão representando e, que mensagens estariam embutidas e, devem ser percebidas pelos sentidos e pela consciência humana!
Essa manifestação natural é figuração da comunicação direta de Deus para cada pecador. Cada uma dessas manifestações é emblema de uma das maneiras do Onipotente Pai falar calidamente à consciência de cada ser humano, para a época em que esteja vivendo, portanto, para cada parte da dispensação cristã.
Os Trovões são simbólicos, é como se as mensagens de misericórdia e de ponderação Divinas estivessem a abalar cada morador da Terra, para que saíssem da zona de conforto e refletissem sobre sua situação diante de Deus.
Portanto, esses avisos trovejantes, é Deus falando de forma audível, anunciando os momentos tormentosos que se há de passar.
No entanto, se o pecador, ainda assim, não compreender as sinalizações de Deus, Ele, rapidamente, muda sua estratégia e fala com a humanidade através de vozes.
Essas vozes é figuração de Deus atuando através da fala espiritual, por intermédio de Sua Palavra, a Bíblia, de forma perceptível à consciência humana, com todo poder de fazê-lo mudar de postura e se engajar no exército de Cristo, se assim o pecador o quiser!
Já os relâmpagos denotam as formas visíveis da comunicação Divina. Portanto, os relâmpagos, são mensagens especiais e particulares vindas dos céus, como verdadeiros lampejos brilhantes e iluminadores que clareiam o entendimento de cada leitor em relação à Palavra de Deus, descobrindo a verdade que conduz para a Vida Eterna!
Todo esse processo Divino tem por objetivo levar o pecador sincero descobrir que as coisas do mundo não lhe dão garantia, por isso, esse grande terremoto, tem por objetivo abalar sua crença nas coisas mundanas e, a pedra inamovível que é Jesus Cristo seja, de fato, o fundamento de sua segurança! "Mas pergunto: Porventura, não ouviram? Sim, por certo: Por toda a Terra se fez ouvir a Sua voz, e as Suas palavras, até aos confins do mundo." Romanos 10: 18.
O que mais me impressiona é que os anjos só se prepararam para tocar suas trombetas, após, do céu vir conforto, preparo, força e coragem para enfrentar os dissabores que a vida nos apresenta!
Amigo leitor estás disposto a responder de forma afirmativa às promessas oriundas dos céus, para entrar num estreito relacionamento, contigo mesmo, com teu semelhante e, principalmente, com Deus?
Então, curve sua cabeça em sentido de respeito ao Criador e agradeça por tão maravilhosa Salvação, que é Cristo Jesus!

Que Deus continue abençoando a todos!

sábado, 15 de julho de 2017

IDE - Abertura do Sétimo Selo - O Céu Fica Silente

CAPÍTULO VIII

ABERTURA DO SÉTIMO SELO - O CÉU FICA SILENTE  
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



Na abertura do Sétimo Selo, tem-se uma nítida impressão que nesse capítulo faz-se menção a acontecimentos que antecedem à vinda da procissão celestial, para resgatar as pessoas que se renderam aos atrativos de vivenciar a Vida Eterna.
Naquele momento, o Paço Celestial, o Esconderijo do Altíssimo, que é a morada da Divindade, se esvaziará completamente, provocando um ensurdecedor silêncio.
O Céu permanecerá silente por quase meia hora, o que equivale dizer que, durante exatos, sete dias e seis horas, não mais e nem menos, o Céu estará vazio, tanto da Divindade, quanto dos anjos e de todos os humanos que por ventura estejam no Céu, como no caso os quatro animais, que, como sabemos são eles; Enoque, Moisés, Elias e Isaías, como também dos vinte e quatro anciões e os demais seres celestiais, ou seja; os anjos, arcanjos, querubins, guardiões e os demais indivíduos que habitam nas mansões celestiais, todas essas criaturas estarão, naquele momento, participando da comitiva celestial, que virá à Terra buscar os resgatados para permanecer durante um período de mil anos no Céu!
Esse fato dá o vislumbre que a viagem da grande procissão celestial, tendo ao centro o Pai das Luzes, e ao Seu lado o Filho, O Cordeiro de Deus, o mesmo que possibilitou a todo humano, que tenha se arrependido de seus pecados, a oportunidade de viver eternamente, e poder desfrutar do convívio com a Divindade pelos séculos intérminos!
Por certo, a vinda deste cortejo para a Terra, durará pouco tempo, no entanto, o retorno para as mansões celestiais, acontecerá num intervalo de sete dias.
Esse espaço de tempo tem um significado especial, que precisa ser, diligentemente, compreendido! 
Para isso, se faz necessário conhecer o verso que será analisado. "Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, houve silêncio no Céu cerca de meia hora" Apocalipse 8: 1.

DESCODIFICANDO O SILÊNCIO NO CÉU DE QUASE MEIA HORA

É sempre bom estar apercebido de que o silêncio ocasional, não foi por meia hora, mas, por um pouco menos que meia hora.
Daí, o relato ser bastante exato ao descrever; por cerca, ou por quase, o que equivale dizer, faltando pouco para trinta minutos.
Deve estar transitando na mente de cada leitor, a seguinte inquietação: O que teria ocasionado essa ausência de barulho, ruído ou conversação, no Paço Celestial?
O Paço Celestial é, por conseguinte, a moradia da Divindade. Sabe-se que uma residência só fica em total silêncio, quando, por qualquer motivo, seus moradores se ausentam, daí não haver nenhum ruído.
                Foi, exatamente, esse tipo de acontecimento que João, naquela visão profética, divisava, ou seja, por quase meia hora profética, o Céu ficou silente, pois, a Divindade se ausentou do Céu, e, numa grande procissão, o Pai juntamente com o Filho, e todas as criaturas celestes, veio em busca da humanidade, num resplendoroso resgate, devolvendo-lhe o que o pecado lhe subtraíra, a eternidade.
Pois bem, a Bíblia revela que em profecias, cada dia profético, equivale a um ano literal, confira no relato bíblico. "Segundo o número dos dias em que espiastes esta terra, quarenta dias, por cada dia um ano, levareis sobre vós as vossas iniquidades quarenta anos." Ezequiel 4: 6 (grifo nosso).
Ou seja, o período de vinte e quatro horas proféticas, é sinônimo de um ano ou, trezentos e sessenta dias literais, pois, se contam doze meses de trinta dias, totalizando esses trezentos e sessenta dias. 
Essa quase meia hora poderia ser vinte e nove minutos ou, apenas, vinte e oito minutos. Então, normalmente, se calcula meia hora para ter a ideia de quanto tempo corresponde essa quase meia hora!
Comecemos, então, a descodificação. Se um dia de vinte e quatro horas proféticas equivale a um ano de 360 dias literais, meia hora (0,5 h.) corresponde a quantos dias?
Com o mínimo de conhecimento matemático, facilmente se resolve essa equação!

Solução:
24 h.   =   360 dias
                     0,5 h.   =         x
Multiplicam-se os extremos pelo meio
360      x       0,5 = 180
De posse desse resultado, divide-se por 24.
180      ÷        24 =  7,5

Conclui-se, então, que aquela meia hora, está se referindo a exatos, sete dias e meio.
Contudo, o enunciado profético relata não por meia hora, mas, por quase meia hora, portanto, se fosse, exatamente, vinte e oito minutos, o silêncio no Céu, por conseguinte, a procissão celestial, duraria, exatos, sete dias para se deslocar do Céu à Terra e voltar novamente ao Céu.
Todavia, tudo leva a crer que essa viagem será feita em vinte e nove minutos proféticos, nesse caso duraria, exatos 7,25 dias, ou seja, sete dias e seis horas.
Daí, usando um pouco de racionalidade interpretativa, conclui-se que a viagem da comitiva celestial, do Céu à Terra, foi rápida, durando apenas seis horas.
Você, amigo leitor, pode até estar se arrazoando, um período muito longo, sabendo-se do poder de Deus, se comparado à Sua obra Criativa.
No entanto, durante essa viagem do Céu à Terra acontecerão alguns eventos que é de capital importância para a humanidade, e deverá ser presenciada por todos os humanos que estejam vivos naquele momento de especial significado para o ser humano, pois, fará total diferença nos momentos da eternidade!
Logo no início do retorno de Cristo e vinda de Deus Pai, haverá a ressurreição especial, descrita no livro de Daniel no capítulo doze e verso dois, onde informa que alguns inquisidores de Cristo, ressuscitarão para ver que eles, realmente, crucificaram o Filho de Deus, conforme predito no Apocalipse; "Eis que vem com as nuvens, e todo olho O verá, até quantos O traspassaram." Apocalipse 1: 7 pp. (Grifo nosso).
O próprio Jesus confirmou esse evento ao Sumo Sacerdote Caifás, quando Lhe conjurou pelo Deus vivo, que lhes informasse se Cristo era, de fato, o Filho de Deus, pelo que Jesus lhe respondeu: "Eu vos declaro, desde agora, vereis o Filho do homem assentado à direita do Todo-poderoso vindo sobre as nuvens do céu." Mateus 26: 64.
No entanto, no retorno de Cristo, após a ressurreição especial, esses algozes de Jesus Cristo, poderão confirmar a veracidade das palavras do Filho de Deus.
Não obstante, esses incrédulos serão destruídos pelo resplendor da Glória de Deus, pois, que harmonia existe entre a luz e as trevas, então, quando Cristo, a Luz do Mundo, se encontra com aqueles que estavam na escuridão, automaticamente, as trevas desvanecem e, aqueles agressores, não terão direito à Vida Eterna.
Essas pessoas serão mortas, não pela destruição provinda da Divindade, mas, como consequência do pecado. “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” Romanos 6: 23 (Grifo nosso).
Além dos inquisidores de Jesus Cristo, nessa ressurreição especial, retornarão à vida, aquelas pessoas que antes do fechamento da porta da graça, estavam preparadas espiritualmente para ver o retorno de Cristo, no entanto, não tinham condições físicas nem emocionais, para suportar as provas físicas e psicológicas requeridas pelo Tempo de Angústia de Jacó, por isso mesmo, não faziam parte dos Cento e Quarenta e Quatro Mil, por isso, Jesus fez um concerto de paz com elas, para igualmente ressurgir nessa ressurreição especial, para nunca mais morrer!
O Profeta Daniel houvera predito esse faustoso acontecimento, quando anunciou que "Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno." Daniel 12: 2 (grifo nosso). 
Além da ressurreição especial que contempla, uma boa parte dos ímpios como também dos justificados, haverá outro decisivo acontecimento.
Como vimos, nessa procissão, Jesus virá assentado à Direita de Deus Pai (Mateus 26: 64), todavia, Daniel em visão viu o momento exato em que o Pai, nesse percurso, do Céu à Terra, passa o Trono do Poder para o Seu Filho amado, Jesus Cristo. "Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de dias, e o fizeram chegar até ele. Foi-Lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas O servissem, o Seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o Seu reino jamais será destruído." Daniel 7: 13 e 14.
O Próprio Jesus Cristo, quando esteve peregrinando na região da Palestina, certa feita, descrevendo sobre Sua volta, confirmou as palavras de Daniel, fazendo entender que, só então, Ele se assentaria no Trono de Sua Glória! "Quando vier o Filho do homem na Sua majestade e todos os anjos com Ele, então, se assentará no trono da Sua glória." Mateus 25: 31.
Repare bem, amigo leitor, não é mais no trono de Sua graça, pois, a porta da graça, já houvera sido fechada, Por isso, Jesus estará assentado no trono da Sua glória, não como um coadjuvante, mas, como a Majestade, pois, Ele será de fato, Rei dos reis e Senhor dos senhores!  
Além da ressurreição especial daqueles que traspassaram a Jesus, e daqueles que faziam parte da aliança de paz, e da transcrição do Poder Universal do Pai para o Filho, acontecerá, então, a ressurreição geral dos justificados, onde cada ressurreto terá, então, o encontro com o Pai nas nuvens dos céus.
Todos esses episódios acontecerão no período de seis horas, não ocupando nenhum segundo a mais.
Logo após, esses eventos, só então, é que começará a viagem de retorno para os céus, viagem que durará, exatamente, sete dias literais!
Perceba amigo leitor, exatamente uma semana, sabe-se que numa semana consta o dia de Sábado, que, inclusive, é reclamado pelo próprio Jesus, como o dia do Senhor!
Portanto, todo salvo, ao entrar no Céu, terá guardado, ao menos, um dia de Sábado, conforme preceitua o quarto Mandamento da Lei Moral de Deus, como o Dia do Senhor! "Lembra-te do dia de Sábado, para santificá-lo. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o Sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de Sábado e o santificou." Êxodo 20: 8 - 11.
Outro fato interessante é que, só entrará no Céu, aquele resgatado que tenha passado pela experiência do batismo, pois, todo salvo deverá ser batizado pelo batismo que representa a morte para o pecado, o sepultamento das iniquidades e a ressurreição para uma novidade de vida, e o único batismo que tem essas características é o batismo por imersão, conforme Jesus foi batizado! 
Naquela viagem de retorno ao Céu, em algum desses sete dias, Jesus estará conduzindo uma cerimônia de batismo, para que não entre no céu, ninguém que não tenha participado dessa extraordinária experiência, para assim, ter direito a vida eterna.
Amigo leitor, você já imaginou ser batizado por imersão, da maneira como Cristo foi batizado?
Só que essa será a primeira oportunidade que Jesus mesmo estará batizando, pois, Ele se privou de oficializar um batismo, quando esteve aqui na Terra, deixando para fazê-lo naquela viagem celestial! “Quando, pois, o Senhor veio, a saber, que os fariseus tinham ouvido dizer que Ele, Jesus, fazia e batizava mais discípulos que João (se bem que Jesus mesmo não batizava, e sim os Seus discípulos)” João 4: 1 e 2. Como será gratificante ser batizado por Jesus Cristo!
Sem sombra de dúvidas, quem for batizado por Jesus Cristo, naquela viagem celestial, estará participando da mais emocionante aventura, numa viagem que tem por destino o Esconderijo do Altíssimo, as mansões celestiais!
Além de tudo isto, nesse espaço de sete dias literais, Cristo estará ministrando sobre a necessidade de se passar mil anos no Paço Celestial, para que toda dúvida sobre o caráter de Deus possa ser dissipado, tempo necessário para que, na Eternidade, o pecado não mais se levante!
         Portanto, nesse espaço de sete dias, a humanidade estará se habilitando a desfrutar, em profusão, do milênio, assim como, o milênio, será indispensável para se viver eternamente!
         Como se pode observar, nesse primeiro verso do capítulo oito do livro da revelação, o Apocalipse fecha com brilhantismo o relato da série dos sete selos.
           Assim, se pode notar que o sexto selo mostra-nos os acontecimentos finais da história de pecado que a humanidade vivenciou, descrevendo os acontecimentos dos dias finais, fazendo uma pausa no derradeiro dia, aqui, neste mundo malsinado pelo pecado!
            No capítulo sete, a Revelação faz um parêntese para esclarecer sobre a condição dos vivos que serão trasladados para os céus, em número de Centro e Quarenta e Quatro Mil.
             Portanto, nesse primeiro verso do capítulo oito, fecha-se a descrição histórica dos sete selos, numa sintetização divina, da comitiva celestial que virá buscar os redimidos de todas as épocas, compendiado, enquanto resumido, numa relação lógica da frase, silêncio no céu!
Quão bom seria que todo leitor desse texto, estivesse envolvido no contexto desse silêncio celestial, aguardando, aqui na Terra, essa comitiva, e ao divisar Jesus, nosso grande resgatador, flutuando nas nuvens dos céus, momento em que ressuscita os que serão galardoados com a vida eterna, estivesse a dizer; “Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o Senhor, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos.” Isaías 25: 9.
Amigo leitor, hoje, Jesus está te convidando a participar do reino que Ele preparou desde os tempos eternos, para cada ser humano, mas, um dia, a humanidade desprezou rejeitando essa oferenda, contudo, Cristo continua convidado a cada pessoa para refletir e aceitar essa maravilhosa benção do Remidor. “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.” Mateus 25: 34.
Ainda há tempo, a porta da oportunidade está prestes a fechar, todavia, continua aberta, pois, Jesus Cristo, permanece pacientemente aguardando por tua decisão, não deixe essa porta fechar, faça sua escolha ao lado do Senhor, antes que a porta da graça se feche!
Que essa seja a tua decisão, amado leitor!

Amém!