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sábado, 15 de julho de 2017

IDE - Abertura do Sétimo Selo - O Céu Fica Silente

CAPÍTULO VIII

ABERTURA DO SÉTIMO SELO - O CÉU FICA SILENTE  
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



Na abertura do Sétimo Selo, tem-se uma nítida impressão que nesse capítulo faz-se menção a acontecimentos que antecedem à vinda da procissão celestial, para resgatar as pessoas que se renderam aos atrativos de vivenciar a Vida Eterna.
Naquele momento, o Paço Celestial, o Esconderijo do Altíssimo, que é a morada da Divindade, se esvaziará completamente, provocando um ensurdecedor silêncio.
O Céu permanecerá silente por quase meia hora, o que equivale dizer que, durante exatos, sete dias e seis horas, não mais e nem menos, o Céu estará vazio, tanto da Divindade, quanto dos anjos e de todos os humanos que por ventura estejam no Céu, como no caso os quatro animais, que, como sabemos são eles; Enoque, Moisés, Elias e Isaías, como também dos vinte e quatro anciões e os demais seres celestiais, ou seja; os anjos, arcanjos, querubins, guardiões e os demais indivíduos que habitam nas mansões celestiais, todas essas criaturas estarão, naquele momento, participando da comitiva celestial, que virá à Terra buscar os resgatados para permanecer durante um período de mil anos no Céu!
Esse fato dá o vislumbre que a viagem da grande procissão celestial, tendo ao centro o Pai das Luzes, e ao Seu lado o Filho, O Cordeiro de Deus, o mesmo que possibilitou a todo humano, que tenha se arrependido de seus pecados, a oportunidade de viver eternamente, e poder desfrutar do convívio com a Divindade pelos séculos intérminos!
Por certo, a vinda deste cortejo para a Terra, durará pouco tempo, no entanto, o retorno para as mansões celestiais, acontecerá num intervalo de sete dias.
Esse espaço de tempo tem um significado especial, que precisa ser, diligentemente, compreendido! 
Para isso, se faz necessário conhecer o verso que será analisado. "Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, houve silêncio no Céu cerca de meia hora" Apocalipse 8: 1.

DESCODIFICANDO O SILÊNCIO NO CÉU DE QUASE MEIA HORA

É sempre bom estar apercebido de que o silêncio ocasional, não foi por meia hora, mas, por um pouco menos que meia hora.
Daí, o relato ser bastante exato ao descrever; por cerca, ou por quase, o que equivale dizer, faltando pouco para trinta minutos.
Deve estar transitando na mente de cada leitor, a seguinte inquietação: O que teria ocasionado essa ausência de barulho, ruído ou conversação, no Paço Celestial?
O Paço Celestial é, por conseguinte, a moradia da Divindade. Sabe-se que uma residência só fica em total silêncio, quando, por qualquer motivo, seus moradores se ausentam, daí não haver nenhum ruído.
                Foi, exatamente, esse tipo de acontecimento que João, naquela visão profética, divisava, ou seja, por quase meia hora profética, o Céu ficou silente, pois, a Divindade se ausentou do Céu, e, numa grande procissão, o Pai juntamente com o Filho, e todas as criaturas celestes, veio em busca da humanidade, num resplendoroso resgate, devolvendo-lhe o que o pecado lhe subtraíra, a eternidade.
Pois bem, a Bíblia revela que em profecias, cada dia profético, equivale a um ano literal, confira no relato bíblico. "Segundo o número dos dias em que espiastes esta terra, quarenta dias, por cada dia um ano, levareis sobre vós as vossas iniquidades quarenta anos." Ezequiel 4: 6 (grifo nosso).
Ou seja, o período de vinte e quatro horas proféticas, é sinônimo de um ano ou, trezentos e sessenta dias literais, pois, se contam doze meses de trinta dias, totalizando esses trezentos e sessenta dias. 
Essa quase meia hora poderia ser vinte e nove minutos ou, apenas, vinte e oito minutos. Então, normalmente, se calcula meia hora para ter a ideia de quanto tempo corresponde essa quase meia hora!
Comecemos, então, a descodificação. Se um dia de vinte e quatro horas proféticas equivale a um ano de 360 dias literais, meia hora (0,5 h.) corresponde a quantos dias?
Com o mínimo de conhecimento matemático, facilmente se resolve essa equação!

Solução:
24 h.   =   360 dias
                     0,5 h.   =         x
Multiplicam-se os extremos pelo meio
360      x       0,5 = 180
De posse desse resultado, divide-se por 24.
180      ÷        24 =  7,5

Conclui-se, então, que aquela meia hora, está se referindo a exatos, sete dias e meio.
Contudo, o enunciado profético relata não por meia hora, mas, por quase meia hora, portanto, se fosse, exatamente, vinte e oito minutos, o silêncio no Céu, por conseguinte, a procissão celestial, duraria, exatos, sete dias para se deslocar do Céu à Terra e voltar novamente ao Céu.
Todavia, tudo leva a crer que essa viagem será feita em vinte e nove minutos proféticos, nesse caso duraria, exatos 7,25 dias, ou seja, sete dias e seis horas.
Daí, usando um pouco de racionalidade interpretativa, conclui-se que a viagem da comitiva celestial, do Céu à Terra, foi rápida, durando apenas seis horas.
Você, amigo leitor, pode até estar se arrazoando, um período muito longo, sabendo-se do poder de Deus, se comparado à Sua obra Criativa.
No entanto, durante essa viagem do Céu à Terra acontecerão alguns eventos que é de capital importância para a humanidade, e deverá ser presenciada por todos os humanos que estejam vivos naquele momento de especial significado para o ser humano, pois, fará total diferença nos momentos da eternidade!
Logo no início do retorno de Cristo e vinda de Deus Pai, haverá a ressurreição especial, descrita no livro de Daniel no capítulo doze e verso dois, onde informa que alguns inquisidores de Cristo, ressuscitarão para ver que eles, realmente, crucificaram o Filho de Deus, conforme predito no Apocalipse; "Eis que vem com as nuvens, e todo olho O verá, até quantos O traspassaram." Apocalipse 1: 7 pp. (Grifo nosso).
O próprio Jesus confirmou esse evento ao Sumo Sacerdote Caifás, quando Lhe conjurou pelo Deus vivo, que lhes informasse se Cristo era, de fato, o Filho de Deus, pelo que Jesus lhe respondeu: "Eu vos declaro, desde agora, vereis o Filho do homem assentado à direita do Todo-poderoso vindo sobre as nuvens do céu." Mateus 26: 64.
No entanto, no retorno de Cristo, após a ressurreição especial, esses algozes de Jesus Cristo, poderão confirmar a veracidade das palavras do Filho de Deus.
Não obstante, esses incrédulos serão destruídos pelo resplendor da Glória de Deus, pois, que harmonia existe entre a luz e as trevas, então, quando Cristo, a Luz do Mundo, se encontra com aqueles que estavam na escuridão, automaticamente, as trevas desvanecem e, aqueles agressores, não terão direito à Vida Eterna.
Essas pessoas serão mortas, não pela destruição provinda da Divindade, mas, como consequência do pecado. “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” Romanos 6: 23 (Grifo nosso).
Além dos inquisidores de Jesus Cristo, nessa ressurreição especial, retornarão à vida, aquelas pessoas que antes do fechamento da porta da graça, estavam preparadas espiritualmente para ver o retorno de Cristo, no entanto, não tinham condições físicas nem emocionais, para suportar as provas físicas e psicológicas requeridas pelo Tempo de Angústia de Jacó, por isso mesmo, não faziam parte dos Cento e Quarenta e Quatro Mil, por isso, Jesus fez um concerto de paz com elas, para igualmente ressurgir nessa ressurreição especial, para nunca mais morrer!
O Profeta Daniel houvera predito esse faustoso acontecimento, quando anunciou que "Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno." Daniel 12: 2 (grifo nosso). 
Além da ressurreição especial que contempla, uma boa parte dos ímpios como também dos justificados, haverá outro decisivo acontecimento.
Como vimos, nessa procissão, Jesus virá assentado à Direita de Deus Pai (Mateus 26: 64), todavia, Daniel em visão viu o momento exato em que o Pai, nesse percurso, do Céu à Terra, passa o Trono do Poder para o Seu Filho amado, Jesus Cristo. "Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de dias, e o fizeram chegar até ele. Foi-Lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas O servissem, o Seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o Seu reino jamais será destruído." Daniel 7: 13 e 14.
O Próprio Jesus Cristo, quando esteve peregrinando na região da Palestina, certa feita, descrevendo sobre Sua volta, confirmou as palavras de Daniel, fazendo entender que, só então, Ele se assentaria no Trono de Sua Glória! "Quando vier o Filho do homem na Sua majestade e todos os anjos com Ele, então, se assentará no trono da Sua glória." Mateus 25: 31.
Repare bem, amigo leitor, não é mais no trono de Sua graça, pois, a porta da graça, já houvera sido fechada, Por isso, Jesus estará assentado no trono da Sua glória, não como um coadjuvante, mas, como a Majestade, pois, Ele será de fato, Rei dos reis e Senhor dos senhores!  
Além da ressurreição especial daqueles que traspassaram a Jesus, e daqueles que faziam parte da aliança de paz, e da transcrição do Poder Universal do Pai para o Filho, acontecerá, então, a ressurreição geral dos justificados, onde cada ressurreto terá, então, o encontro com o Pai nas nuvens dos céus.
Todos esses episódios acontecerão no período de seis horas, não ocupando nenhum segundo a mais.
Logo após, esses eventos, só então, é que começará a viagem de retorno para os céus, viagem que durará, exatamente, sete dias literais!
Perceba amigo leitor, exatamente uma semana, sabe-se que numa semana consta o dia de Sábado, que, inclusive, é reclamado pelo próprio Jesus, como o dia do Senhor!
Portanto, todo salvo, ao entrar no Céu, terá guardado, ao menos, um dia de Sábado, conforme preceitua o quarto Mandamento da Lei Moral de Deus, como o Dia do Senhor! "Lembra-te do dia de Sábado, para santificá-lo. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o Sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de Sábado e o santificou." Êxodo 20: 8 - 11.
Outro fato interessante é que, só entrará no Céu, aquele resgatado que tenha passado pela experiência do batismo, pois, todo salvo deverá ser batizado pelo batismo que representa a morte para o pecado, o sepultamento das iniquidades e a ressurreição para uma novidade de vida, e o único batismo que tem essas características é o batismo por imersão, conforme Jesus foi batizado! 
Naquela viagem de retorno ao Céu, em algum desses sete dias, Jesus estará conduzindo uma cerimônia de batismo, para que não entre no céu, ninguém que não tenha participado dessa extraordinária experiência, para assim, ter direito a vida eterna.
Amigo leitor, você já imaginou ser batizado por imersão, da maneira como Cristo foi batizado?
Só que essa será a primeira oportunidade que Jesus mesmo estará batizando, pois, Ele se privou de oficializar um batismo, quando esteve aqui na Terra, deixando para fazê-lo naquela viagem celestial! “Quando, pois, o Senhor veio, a saber, que os fariseus tinham ouvido dizer que Ele, Jesus, fazia e batizava mais discípulos que João (se bem que Jesus mesmo não batizava, e sim os Seus discípulos)” João 4: 1 e 2. Como será gratificante ser batizado por Jesus Cristo!
Sem sombra de dúvidas, quem for batizado por Jesus Cristo, naquela viagem celestial, estará participando da mais emocionante aventura, numa viagem que tem por destino o Esconderijo do Altíssimo, as mansões celestiais!
Além de tudo isto, nesse espaço de sete dias literais, Cristo estará ministrando sobre a necessidade de se passar mil anos no Paço Celestial, para que toda dúvida sobre o caráter de Deus possa ser dissipado, tempo necessário para que, na Eternidade, o pecado não mais se levante!
         Portanto, nesse espaço de sete dias, a humanidade estará se habilitando a desfrutar, em profusão, do milênio, assim como, o milênio, será indispensável para se viver eternamente!
         Como se pode observar, nesse primeiro verso do capítulo oito do livro da revelação, o Apocalipse fecha com brilhantismo o relato da série dos sete selos.
           Assim, se pode notar que o sexto selo mostra-nos os acontecimentos finais da história de pecado que a humanidade vivenciou, descrevendo os acontecimentos dos dias finais, fazendo uma pausa no derradeiro dia, aqui, neste mundo malsinado pelo pecado!
            No capítulo sete, a Revelação faz um parêntese para esclarecer sobre a condição dos vivos que serão trasladados para os céus, em número de Centro e Quarenta e Quatro Mil.
             Portanto, nesse primeiro verso do capítulo oito, fecha-se a descrição histórica dos sete selos, numa sintetização divina, da comitiva celestial que virá buscar os redimidos de todas as épocas, compendiado, enquanto resumido, numa relação lógica da frase, silêncio no céu!
Quão bom seria que todo leitor desse texto, estivesse envolvido no contexto desse silêncio celestial, aguardando, aqui na Terra, essa comitiva, e ao divisar Jesus, nosso grande resgatador, flutuando nas nuvens dos céus, momento em que ressuscita os que serão galardoados com a vida eterna, estivesse a dizer; “Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará; este é o Senhor, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos.” Isaías 25: 9.
Amigo leitor, hoje, Jesus está te convidando a participar do reino que Ele preparou desde os tempos eternos, para cada ser humano, mas, um dia, a humanidade desprezou rejeitando essa oferenda, contudo, Cristo continua convidado a cada pessoa para refletir e aceitar essa maravilhosa benção do Remidor. “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.” Mateus 25: 34.
Ainda há tempo, a porta da oportunidade está prestes a fechar, todavia, continua aberta, pois, Jesus Cristo, permanece pacientemente aguardando por tua decisão, não deixe essa porta fechar, faça sua escolha ao lado do Senhor, antes que a porta da graça se feche!
Que essa seja a tua decisão, amado leitor!

Amém!


domingo, 11 de junho de 2017

IDE - Quem Faz Parte da Grande Multidão?

QUEM FAZ PARTE DA GRANDE MULTIDÃO?  
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.



          Basicamente, a Bíblia deixa transparecer algumas informações sobre a grande abundância de redimidos em glorificação. Sabe-se que eles são procedentes da grande aflição.
             Alguns intérpretes admitem que essa numerosa adversidade, seja uma alusão unicamente ao tempo de angústia de Jacó ou, a última tribulação, amargura e tormento, que ocorrerá após o fechamento da porta da graça.
                Não obstante, há de se admitir que se usando um pouco mais de racionalidade interpretativa, chega-se à conclusão que esse entendimento não pode ser correto, pois, no verso nove, informa-se que essa grande multidão, representava criaturas provenientes de todas as nações, tribos, povos e línguas, portanto, estavam ali pecadores arrependidos, perdoados e restaurados de todas as regiões e épocas!
              Chega-se, então, a crer que essa grande tribulação é indicativo de todo o período de oportunidade, que corresponde desde a entrada do pecado no planeta, até o fechamento geral da porta da graça. 
                  Aquela grande multidão lavaram e alvejaram as vestes do caráter no sangue do Cordeiro, foi, exatamente, por esse motivo que durante o milênio, ela estará diante do Trono do Onipotente, enaltecendo a Divindade! "Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com Ele os mil anos." Apocalipse 20: 6. 
                Após tomar conhecimento dessas informações, precisa-se ter noção dos versos que serão estudados pormenorizadamente! "Um dos anciãos tomou a palavra, dizendo: Estes, que se vestem de vestiduras brancas, quem são e donde vieram? Respondi-lhe: Meu Senhor, tu o sabes. Ele, então, me disse: São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejou no sangue do Cordeiro, razão por que se acham diante do trono de Deus e o servem de dia e de noite no seu santuário; e aquele que se assenta no trono estenderá sobre eles o seu tabernáculo. Jamais terão fome, nunca mais terão sede, não cairá sobre eles o sol, nem ardor algum, pois, o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima." Apocalipse 7: 13 - 17.

A GRANDE MULTIDÃO DE TRIUNFANTES 

                  O número de redimidos era tamanho que chamou a atenção de um dos quatro anciões, não se sabe qual deles ficou tão impressionado, se Enoque, Moisés, Elias ou Isaías, o certo é que aquele ancião deu a entender, que gostaria saber de onde vinha tanta gente!
              Não é o caso dele estar desinformado, mas, para que todo o Universo tomasse ciência da importância daquele fato. Certamente a pergunta foi feita para externar a grandiosidade do amor restaurador de Deus!
                Naquele instante, João, o vidente de Patmos, em êxtase e em arrebatamento profético, há cerca de dois mil anos no passado, respondeu àquele ancião sobre uma cena que acontecerá no futuro ainda desconhecido, indicando que o interlocutor, mais do que ele, sabia donde procedia a numerosa multidão!
                Justamente, corroborando e dando força às palavras do vidente, aquele ancião informa que aquelas pessoas, que viveram num mundo de maldade que confrontavam o Altíssimo, mesmo assim, eles conseguiram branquear o caráter, com o sangue remidor de Cristo Jesus, por isso, se acham puras e justificadas, pois, em vida, enfrentaram a grande tribulação, numa alusão a história de pecado, mas, pela graça de Cristo, saíram vencedoras!
                 Eram, portanto, pessoas de todas as épocas, etnias, compreensões religiosas, mas, unificadas pelo poder de Deus, por isso, durante o milênio, estarão diante do Trono de Deus, servindo-O diuturnamente!
                 Então é informada a essa grande multidão, que ela jamais padecerá fome, seja ela de alimento natural, da Palavra, ou mesmo de justiça, uma vez que ela se fartará do Pão providenciado por Deus e, será dessedentada ao beber da Água da Vida que é Jesus Cristo. Ele que é o nosso Sol da Justiça, estará repousando sobre toda pessoa remida, em constante iluminação, aquecendo e fortificando o entendimento de cada ressurreto!
                  A última informação deste capítulo é um vislumbre das cenas que acontecerão aqui na Terra Restaurada, após o retorno de Cristo juntamente com o Pai, naquela grande procissão, onde todos os ressurretos, que naquele instante estarão na Nova Jerusalém, descendo para a Terra, esta, anteriormente, malsinada pelo pecado, finalmente, será o centro do Universo, pois, será a morada definitiva do Altíssimo!
                   Você amigo leitor, pode até estar se interrogando, o que faz o articulista acreditar nessa possibilidade?
              Ora, durante o milênio Deus estará ocupando o Trono, à sua direita estará Jesus Cristo.
                 Nesta parte da visão, quem está ao centro, portanto, ocupando o Trono é Jesus Cristo, o que leva a crer que essa cena esteja ocorrendo na Terra Restaurada, além de que Deus, só enxugará dos olhos toda a lágrima, quando, finalmente, o pecado for, definitivamente, extirpado, e isso ocorrerá somente após o Milênio, já nessa terra restaurada!
                De uma coisa se tem certeza, aquela grande multidão é composta de vencedores, são pessoas de diferentes sistemas linguísticos, com formação cultural diversificada, contudo, todas elas têm algo em comum, venceram a batalha contra o pecado, contra seus próprios pensamentos pecaminosos, abateram seus hábitos perniciosos, aniquilando os seus maus atos.
                Por isso mesmo, quando enfrentaram, no dia-a-dia, o degradante inimigo das almas, por estarem fortalecidas pela graça remidora de Cristo, saíram vencedoras!
               Não foi sem motivo que na figuração apocalíptica, esses vitoriosos aparecem portando em suas mãos, folhas de palmas, símbolo da vitória que, nesse caso, também é emblema da fertilidade que o Altíssimo está a nos ofertar!
              Essa oferta de fertilidade é reconhecida por todos os anjos, aqueles mensageiros humanos que, juntamente com as criaturas celestiais, aquelas que não se renderam aos enganos do Malfeitor, unem suas vozes nesse reconhecimento, ali também estavam os vinte e quatro anciões, Enoque, Moisés, Elias e Isaías que são os quatro seres viventes, conjuntamente à grande multidão de remidos, todos esses, em jubilosa exclamação, que pontuavam a vitória da vida eterna, não ao esforço pessoal da humanidade, mas, unicamente, àquela Divindade que é merecedora de todo louvor, glória, sabedoria, ações de graças, honra, poder e força. 
             Após aquela declaração, todo o Universo, em concordância, exclama altissonantemente; amém!


HOJE, O DIA DA PREPARAÇÃO!



             Quem quiser fazer parte da grande multidão de remidos, terá que estar ciente de que o caminho a ser trilhado não será de facilidade.
                 Para a maioria dos remidos, as promessas da teologia da prosperidade, e do evangelho da facilidade, não caminharão em parelho, aqui nesta terra, muito pelo contrário, muitos dos vencedores, terão que suportar oposição, ódio, e até mesmo calúnia, não somente dos inimigos, mas, sobretudo dos próprios familiares, e até mesmo dos companheiros, aqueles que se dizem irmãos da fé!
                      Por isso, hoje, nesse momento oportuno, deve-se estar preparado, com a confiança robustecida em Cristo, pois, só assim, se adquire poder para suportar com resignação os dolorosos conflitos, negando-se a si próprio, todavia, se assim não agir, não se suportará as amargas decepções.
                     Essas pessoas sentirão em suas próprias peles o cumprimento da palavra de Cristo; 'no mundo tereis aflições, mas, tende bom ânimo', uma vez que, Jesus passou por tudo isso e saiu vitorioso!
               Não será diferente com você nem comigo, haveremos de experimentar em nossa própria experiência a malignidade do pecado, e muitos já estão passando por essa dolorosa realidade, contudo, não podemos esquecer que a mão do Senhor estará ajudando a toda pessoa que esteja se preparando para enfrentar essa grande crise espiritual! "Portanto, assim te farei, ó Israel! E, porque isso te farei, prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus." Amós 4: 12.
               O preparo é indispensável para usufruir das benesses eternas. Saiba que, só herdará a eternidade, quem já teve um encontro com o Augusto e glorioso Deus!
                Que essa seja a nossa experiência!
                 Amém!   
                           

sábado, 20 de maio de 2017

IDE - Relação Entre o Dom de Línguas, o Batismo do Espírito Santo e o Selo de Deus

RELAÇÃO ENTRE O DOM DE LÍNGUAS, O BATISMO DO ESPÍRITO SANTO E O SELO DE DEUS  
Educador Glauco César



NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.


     Quando Jesus esteve peregrinando, por cerca de trinta anos, com os pés empoeirados das terras da Palestina, após haver sido batizado nas águas, por intermédio de Seu primo João Batista, Ele passou a consolar e mostrar aos humanos o caminho de volta a Deus.
              Antes de desempenhar a contento Sua obra salvífica, Ele faz ver a Seus discípulos que precisaria retornar ao Pai, contudo, não deixaria a humanidade órfã, nem abandonada ou desamparada nem mesmo privada do amor protetor da Divindade!
              Justamente, nesse estado de ânimo, Jesus prometeu não o Espírito, pois, já estava com eles, mas, a qualidade inata, que estava adormecida em cada ser humano, de ter o privilégio de ser instrumentalidade nas mãos do Espírito. Esse é o especial dom que Jesus prometera aos seus fiéis seguidores! "Eu rogarei ao Pai," disse "e Ele dará outro consolador, para que fique convosco para sempre; o Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não O vê, nem O conhece; mas vós O conheceis, porque habita convosco, e está em vós." João 14: 16 e 17 (grifo nosso).
             A primeira lição que extraímos desse enunciando é que o Espírito Santo não é o Consolador, mas, outro Consolador, deduzindo-se, então, que Jesus Cristo, é, de fato, o Consolador.
               Sendo o Espírito 'outro', chega-se à conclusão que Ele tem as mesmas características de Cristo, ou seja, é um ser pessoal com natureza Divina, que sempre esteve conosco, pois, semelhante ao Pai e ao Filho, é também Onipotente, Onisciente e Onipresente.
               Por força destes atributos, leva-nos a crer que Ele nunca deixou de estar conosco, como afirma o próprio texto que Ele, desde sempre, estava habitando com a humanidade, pois, é um, dos indivíduos, que compõe a Divindade, e como tal está em todos os humanos, por todos eles e sobre todos, indistintamente!
                  A Divindade é a união do Espírito, do Senhor Jesus e de Deus Pai! "A unidade do Espírito... Um Espírito... Um só Senhor... Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos." Efésios 4: 3, 5 e 6.
                 Ora, os discípulos buscaram receber tal promessa, o dom do Espírito Santo, não, necessariamente, o Espírito Santo, pois, já estava com eles, mas, sobretudo, o dom, aquela capacidade de se tornar instrumentalidade nas mãos do Senhor, portanto, para isso, os seguidores de Cristo, em solene reverência, após o retorno de Jesus aos Céus, ajoelharam em oração, crendo na promessa de Jesus; "Tudo quanto pedirdes a Meu Pai, em Meu nome, Ele vo-lo concederá." João 16: 23.
             Interessantíssimo, é notar que para receber a promessa, os discípulos puseram de lado todas as divergências, todo o desejo de supremacia, unindo-se em íntima comunhão cristã, só assim, eles puderam se habilitar a usufruir da inegável dádiva, o poder de Deus nas vidas dos humanos que se renderam aos reclamos da Divindade!
                 Quando o Filho de Deus prometeu aos discípulos o dom do Espírito, Ele esclareceu que era necessário Ele partir, pois, só assim, os amigos de Cristo, poderiam, ter a posse e o gozo de desfrutar o poder dAquele maravilhoso dom. "Digo-vos a verdade, que vos convém que Eu vá... Mas, se Eu for vo-Lo enviarei... Mas, quando vier Aquele Espírito de verdade. Ele vos guiará em toda a verdade, porque não falará de Si mesmo, mas, dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir." João 16: 7 e 13 (grifo nosso).
     Após a prévia preparação para suportar a responsabilidade, os discípulos, finalmente, estavam em condições de usufruir o tão ansiado dom.
            Aconteceu, justamente, num dia de pentecostes, surgiu, de repente, o tão desejado dom, emblematicamente, apareceu como se fora línguas de fogo que repousou sobre todos. Daquela forma simbólica, Deus estava outorgando e capacitando seus mensageiros, a falar com fluência outras línguas existentes naquela época, sem ser, contudo, a língua nativa dos discípulos!
               A aparência de fogo denotava um zelo escaldante da obra do Espírito, bem como a ação devastadora daquele poder do céu, contra o pecado. "E foram vistos por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem." Atos 2: 3 e 4 (Grifo nosso).
               É bem verdade que as línguas não eram do idioma nativo dos discípulos, mas, também não eram línguas estranhas, portanto, precisa-se saber que outras línguas eles passaram a falar, momentaneamente?
                Sendo que naquele dia se comemorava o pentecostes, muitos judeus estavam, naquela ocasião, em Jerusalém. Cada língua conhecida estava por eles representada. Contudo, os discípulos, em sua maioria, só conheciam o seu idioma materno. Portanto, Deus, através do Espírito Santo, de maneira espetacular supriu a deficiência dos apóstolos. "E em Jerusalém estavam habitando Judeus, varões religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu." Atos 2: 5.
              Por isso, no dia de pentecostes, a experiência tachada de dom de língua, na verdade, foi muito mais dom de ouvido, pois, os discípulos que eram galileus, falavam em seu idioma materno, contudo, os ouvintes ouviam cada um em sua própria língua. "E, correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus todos esses homens que estão falando? Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?" Atos 2: 6, 7 e 8.
       Portanto, amigo leitor, o principal motivo da manifestação do Espírito Santo, não foi enaltecer o dom de línguas, nem muito menos o próprio Espírito, mas, levar todos, em todas as épocas ao arrependimento e ao batismo para remissão dos pecados. "E disse Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe; a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar." Atos 2: 38 e 39.
             Certamente, após o derramamento do dom do Espírito Santo, conforme o desejo da Divindade houve mais luz, ou seja, mais compreensão das verdades celestiais que ainda não estavam totalmente compreendidas, enquanto Cristo esteve fisicamente entre os pecadores nesta terra malsinada pelo pecado. A partir de então, o dom da compreensão tomou conta das mentes dos humanos que passaram a ter mais facilidade de entendimento da Palavra Revelada! 
              Desta maneira, o dom do Espírito, ficou mais sensível no entendimento dos pecadores que com facilidade descobrem dentro de si um poder de discernimento que divisa no Espírito Santo como aquela pessoa Divina que é apontada como o outro consolador, santificador, guia e testemunha.
              Todavia, aquele pecador que conseguiu fazer aflorar dentro de si o dom do Espírito Santo, não fica livre das tentações nem muito menos das provas, que o pecado lhe submete. "Estas cousas vos tenho dito para que tenhais paz em Mim. No mundo, passais por aflições; mas, tende bom ânimo; Eu venci o mundo." João 16: 33.
      Não é a manifestação de êxtase espiritual sob circunstância extraordinária, prova de que o homem é cristão, mas, sim a sua santificação.


               Lembre-se que santidade não é arrebatamento, é inteira entrega da vontade a Deus, ou seja, é amar Deus, e andar em toda a verdade, guardando os Mandamentos de Sua Sagrada Lei, inclusive, o Sábado que é o selo de Deus, que distingue o cristão consciente, diferenciando-o dos demais. "Também lhes dei os Meus Sábados, para servirem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu Sou o Senhor que os santifica." Ezequiel 20: 12.
               A principal função do Espírito Santo não é emocionar as pessoas por ter adquirido um suposto poder excepcional, mas, é trabalhar com discernimento na mente de cada pecador, para que ele fique convicto da grandiosidade Divina! "E quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo." São João 16: 8.
              Além de ser convincente, o Espírito Santo identifica também a vontade do nosso Salvador, procurando ensinar em detalhes, todas as coisas pertinentes ao caráter de Deus! "Ele Me glorificará, porque há de receber do que é Meu e vo-lo há de anunciar." João 16: 14. "Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo que vos tenho dito." João 14: 26.   
                 Rebuscando em diligente estudo da Bíblia, pode-se descobrir que o dom de língua não é o mais importante dos dons de Deus, portanto, não pode ser distintivo do verdadeiro cristão.   
                  Na verdade, o que distingue um fiel cristão, é o selo de Deus, ou seja, o Sábado. "A uns estabeleceu Deus na Igreja, primeiramente apóstolos e em segundo lugar os profetas, em terceiro mestres, depois operadores de milagres, depois dons de curar, socorro, governos, variedades de língua." I Coríntios 12: 28. "Santificai os Meus sábados, pois, servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu Sou o Senhor, vosso Deus." Ezequiel 20: 20.
         Existem muitos outros dons, tais como: sabedoria, conhecimento, fé, além de variedade de línguas e capacidade de interpretá-las.
               Os cristãos devem procurar zelosamente os melhores dons, e saber que Deus distribui conforme a Sua sabedoria, levando em conta a necessidade de Sua igreja. "Entretanto procurai, com zelo, os melhores dons." I Coríntios 12: 31. "Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas cousas, distribuindo-os, como Lhe apraz, a cada um, individualmente." I Coríntios 12: 11.
              Se fossemos dividir os dons por grau de importância, provavelmente, o dom de línguas não seria o mais importante, estaria abaixo do dom de profecia, senão vejamos: "Mas o que profetiza fala aos homens, edificando, exortando e consolando. O que fala em outra língua a si mesmo se edifica, mas o que profetiza edifica a igreja." I Coríntios 14: 3 e 4. 
              Fica até fácil de justificar uma melhor colocação para o dom de profecia em lugar do dom de línguas. "Não havendo profecia, o povo se corrompe; mas, o que guarda a lei, esse é feliz." Provérbios 29: 18.
              O apóstolo Paulo faz uma importante reflexão sobre o dom de línguas, que precisa ser bem refletida e tratada com o devido respeito! "Agora, porém, irmãos, se eu for ter convosco falando em outras línguas, em que vos aproveitarei, se vos não falar por meio de revelação, ou de ciência, ou de profecia, ou de doutrina? Assim, vós, se, com a língua, não disserdes palavra compreensível, como se entenderá o que dizeis? Porque estareis como se falásseis ao ar. Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com a mente; cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente. E, se tu bem disseres apenas em espírito, como dirá o indouto o amém depois da tua ação de graças? Visto que não entende o que dizes. Contudo, prefiro falar na igreja cinco palavras com o meu entendimento, para instruir outros, a falar dez mil palavras em outra língua." I Coríntios 14: 6, 9, 15, 16 e 19.
              O profeta Isaías já houvera dado sua opinião sobre esse tema. "Já não verás aquele povo atrevido, povo de fala obscura, que não se pode entender, e de língua bárbara, ininteligível." Isaías 33: 19.
               Contudo, não pode haver dúvida sobre o maior dom, indubitavelmente é o amor, e quem ama guarda os Mandamentos da Lei de Deus. Se a pessoa não possuir esse dom, nada será. Deve-se lembrar de que Deus é amor, o mandamento que revela o Deus Criador é o quarto mandamento do Decálogo. "Lembra-te do dia de Sábado, para santificá-lo... Mas o sétimo dia é o Sábado do Senhor, teu Deus;... Porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de Sábado e o santificou." Êxodo 20: 8, 10 e 11.
               Estimado leitor, precisamos ter o supremo amor a Deus e, desinteressado amor mútuo. Este é o melhor dom que nosso Pai celestial pode conceder.
                Este amor não é um impulso, uma emoção, mas, é sobretudo um princípio divino, um poder permanente. Se amamos Deus, é pelo fato dEle nos ter amado primeiro.
           O amor é O princípio que regula toda boa ação. "Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor." I Coríntios 13: 13.
                   Não é errado se imaginar que no verso acima esteja substanciada as pessoas da Divindade.
               A Fé, é insígnia de Jesus Cristo, pois, quem tem fé, confia em alguma coisa ou em alguém, a fé do cristão está depositada em Cristo.
           A Esperança é emblema do Espírito Santo, é esta Esperança que dá a certeza das coisas futuras, consola e convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo.
                O amor, indubitavelmente é uma alusão a Deus o Pai, pois, Deus é amor, logicamente, o amor é Deus. Porém o maior, em importância para a humanidade, é Deus, pois, Cristo e o Espírito Santo, dEle dá testemunho.
                Jesus afirmou em pormenores que o cumprimento do amor é a guarda dos Mandamentos. "Ora, sabemos que O temos conhecido por isto: se guardamos os Seus Mandamentos. Aquele que diz: Eu O conheço e não guarda os Seus Mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade." I João 2: 3 e 4.
             É importante notar que os dons foram dados não somente para desenvolver, instruir e conduzir o humano à maturidade, mas, principalmente para projetar nele a unidade proposta por Cristo. Apesar da diversidade dos dons, se produzirá uma unidade da fé. "Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, O qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos." Efésios 4: 5 e 6.
                   Portanto, não existe um batismo para remissão dos pecados, e outro batismo para receber o Espírito Santo, pois, fomos batizados num único batismo, que inclui, tanto o Pai, quanto o Filho e o Espírito Santo!
            Concluindo, só há um corpo, e um Espírito, um Senhor, uma fé. Que estamos fazendo para preservar a unidade, nos laços da paz?
               O batismo, é a porta pela qual o ser humano, expressa sua fé e demonstra publicamente sua crença na pessoa de Jesus Cristo.
                  O batismo por imersão, tem um tríplice significado, quando a pessoa é submersa nas águas, simboliza que ela morreu para os prazeres do mundo, por isso, figurativamente, está sendo sepultada na Água rejuvenescedora, que representa Cristo Jesus.
           O batismo, é também emblema de ressurreição, quando a pessoa emerge da água, significa que seus pecados foram lavados na Água pura e cristalina de Jesus, por isso, ressuscita como uma nova criatura.
               Portanto, quando o batizando sai do tanque batismal, passa a viver em novidade de vida, pois, identifica, facilmente o pecado do erro. Essa capacidade habilita o pecador a enfrentar os marasmos da vida, que é o batismo pelo fogo das inquietações e provações diárias.
              Os marasmos da vida ou, batismo pelo fogo, coloca o pecador na bifurcação da vida. De um lado, a Verdade, do outro a mentira, na direita, Cristo, na esquerda, o Usurpador. 
         Cabe a cada pessoa fazer a escolha certa, este é o verdadeiro batismo pelo fogo, o batismo pelo Espírito.
                Amém!

domingo, 7 de maio de 2017

Janela das Reflexões - O SENTIDO DA ARTE

O SENTIDO DA ARTE
Educador Glauco César



“A arte, como veículo de conscientização, torna-se numa ferramenta que melhora o mundo.”
Glauco César.

“Pode acontecer que a arte desperte realmente, por assim dizer, os vestígios residuais deixados no espírito pelas diversas emoções da vida, sem, contudo, fazer subir à tona as experiências correntes, de sorte que recebemos um eco da emoção sem a limitação e direção particular que teve na experiência.”
Roger Fry.

Apreciar a pintura e a escultura com os elementos de composição é estar em interação vívida com a beleza, a harmonia e o padrão, que é o tripé básico para a contemplação e compreensão das obras de arte.
Todavia, deve-se ressaltar que desde os desenhos primitivos das cavernas até as pichações de paredes, dos nossos dias, o artista procurou demonstrar sua necessidade interna, em forma simbólica, como quem procura o sentido da vida.
Tal postura habilita o observador a entender melhor a vida e, sobretudo o ser humano.
Sendo assim, é comum associar a arte a tudo àquilo que se distingue como ‘plásticas’ ou ‘visuais’, contudo, deve-se juntar a essa compreensão a arte da palavra, da música e da alma, sendo um reflexo das paixões e aspirações da humanidade.
Por isso, existe arte em tudo que é visível, audível e também naquilo que não é claramente perceptível.
Por sua vez, o artista, desde sempre, faz apelo diretamente ao público, sendo livre para criar obra de arte da própria consciência, sempre com a intensão de agradar, senão ao apreciador, pelos menos a si mesmo, como quem maquila suas inquietações.
É provável que para o artesão a arte plástica, talvez, também seja uma tentativa de criação de formas belas e agradáveis.
A nós outros resta a possibilidade de apreciar as formas harmoniosas, na superfície e massa, que venha despertar uma sensação agradável que cultue a beleza!
É possível que muita gente seja incapaz de perceber a verdadeira beleza naquilo que necessariamente não seja plasticamente belo. Provavelmente tais pessoas não desenvolveram sua sensibilidade por completo.
Saliente-se que o sentimento de beleza é relativo, é, portanto, um fenômeno muito flutuante, varia de acordo com as percepções de cada pessoa.
A arte é passível de muitas manifestações, cada pessoa deve estar disposta a admitir o senso genuíno desse sentimento em outra pessoa, com forma diferente de interpretação ou mesmo percepção.
Cabe ao observador, à sensibilidade de ver beleza em toda manifestação artística, sem querer rotular de genuína ou falsa, ao invés disso, deve avaliar os méritos relativos de qualquer exteriorização de arte.
Aquilo que denominamos de arte não é, necessariamente, beleza. Historicamente, para o homem da caverna, não foi, como não é sociologicamente na atualidade, sendo, muitas vezes, destituídas de qualquer beleza.
Portanto, arte é também uma forma de expressar sentimentos, desejos, frustrações e ambições. Este tipo de arte acarreta no observador, um sentimento de indiferença, desconforto ou mesmo fealdade. É o que acontece com os pichadores de muros, artistas marginalizados!
Podemos perceber a pichação como uma inquietação, que não se preocupa com estética, esta manifestação, bela ou feia, deve descrever-se como obra de arte. Neste caso, a arte implica em valores de natureza emocional.
Não podemos negar nos pichadores um sentimento estético, que corresponde a um estado de emoção ou de sentimento, nem tão pouco podemos deixar de perceber suas frustrações pessoais e ambições sociais. Então, o que se percebe é que o pichador dá expressão à emoção ou ao sentimento, e isto é arte!
Assim, como é monótono um poema perfeitamente regular, e os poetas nem sempre respeitam as regras de metrificação e ritmo para ter um resultado mais belo, tanto assim, os pichadores sentem não ser tão regular a verdadeira beleza, por isso, cultuam a liberdade de ser livre!
O Artista ‘de suporte alheio’ tem espírito distinto, bem como, sensibilidade distinta, revelando-nos algo original. Esse modo de exteriorizar sua arte está em harmonia com sua satisfação e sua concepção de beleza.
Sua obra de arte é tão vívida, que nos projeta para dentro da mesma, determinando nosso sentimento de reação ao que lá achamos e nos remete a ver as dimensões que ocupamos; rejeição ao diferente, ao que tachamos normalmente como negação da arte!
Sociologicamente arte é uma fuga ao caos, na ânsia incontida de encontrar o ritmo da vida. Essa definição encontra um encaixe perfeito, simétrico e todo suficiente no ‘artista de suporte alheio’, o marginalizado pichador de parede!
Ao observador, cabe à sensibilidade de compreender tal postura, divisando uma formula capaz de, ao menos, amenizar tal desconforto, que instalou no seio da sociedade hodierna.
A diferença entre o ‘artista de suporte alheio’ e outro artista que tenha sensibilizado positivamente o mundo, é que este, talvez, tenha uma visão mais ampla ou genérica, pois, trabalha seu objeto salientando suas inferências universais, ao passo que aquele, tem por objetivo primordial os problemas ou necessidades que vê e sente imediatamente pela frente, ele, então, trabalha sua obra de forma extremamente livre, arbitrária, mas, definida.
Esses dois exemplos de artistas demonstram ou exprimem para os olhos do observador um estado de sentimento. O que eles transmitem, indubitavelmente, é tachado de arte!
A diferença está no observador, ou seja, como ele analisa o que vê. Este deve levar em conta a arte como solução para as necessidades imediatas, quais sejam: O tempo em que se vive, bem como, a emoção e o anseio individual, que também é coletivo, portanto, de certa forma trabalha fatos universais, que em nada diferem do outro ângulo analítico!
Percebemos, então, uma relação interessante entre o artista, a arte, a civilização e o período que se vive.
A arte num todo, deve estar presente no pensamento e no sentimento, apelando-nos à nossa consciência sobre alguma apreensão intuitiva do autor. Nesse caso, deve ser julgada sob a luz da intensão que encerra.
Sua beleza está na mistura das tintas que se processam em nossas cabeças, provocando, por assim dizer, uma conscientização, pois, foi concebida pela apreensão emocional do artista, expelindo sua individualidade, ao partilhar um assunto comum, de um mesmo período, para uma geração materialista, daí ser pintada com a tinta do sangue quente da realidade!
Desta forma, o suporte artístico no qual a arte foi profunda e sensivelmente grafada, na realidade, deveria ser a nossa própria mente!
Só assim, com esse senso de conscientização, os observadores poderiam, em associação aos artistas, tornarem-se instrumentos essenciais, para dessa forma, melhorar o mundo!

domingo, 23 de abril de 2017

IDE - Uma Visão Maravilhosamente Estarrecedora

UMA VISÃO MARAVILHOSAMENTE ESTARRECEDORA 
Educador Glauco César


NOTA DO ARTICULISTA - Veicule nesse blog, seu artigo sobre esse mesmo assunto, remetendo seu texto para o e-mail janelaprofetica@hotmail.com
        Uma vez que, uma determinada opinião é postada, e outra sobre o mesmo tema versado também é veiculado, abre a oportunidade aos leitores de entrar em contato com vários entendimentos e, assim, concordar ou discordar dos mesmos, enriquecendo, desta maneira, seu cabedal de conhecimento.




                                 Depois da percepção dos Cento e Quarenta e Quatro Mil, procedentes das doze tribos do Israel espiritual, João, o discípulo amado, tem sua atenção voltada para o final do milênio, onde o relato informa que depois da segunda fase do julgamento, no juízo vindicativo, todo o universo reconheceria a justiça, misericórdia e o amor da Divindade.
            Naquele instante, João vê a Grande Multidão de justificados, oriundos de todas as regiões da Terra. 
       Era o grande grupo de remidos, ali estavam todos os resgatados de todas as épocas, desde o advento do pecado, perpassando por todos os séculos subsequentes, demonstrando que os pecadores tiveram oportunidade de arrependimento.
           Assim, todos os remidos estavam reunidos, totalizando uma grande multidão de justificados.
        Aqueles herdeiros, em sua totalidade, readquiriram o que o pecado lhes havia subtraído, a vida eterna.
          Agora, todos eles estavam de pé, ante o trono do Pai, que houvera sido absorvido da acusação imposta pelo outrora anjo de luz, que tornara-se na figura da Antiga Serpente, o Diabo, Satanás.
           Ladeando o Pai, encontrava-se a Luz do Mundo, o Filho de Deus, o Remidor que é Jesus Cristo.
           Aquela grande multidão de resgatados, veio de todas as nações, tribos, povos e línguas do planeta malsinado pelo pecado.
       É interessante perceber que todos que compunham àquele grupo, encontravam-se vestidos de branco, simbolizando o revestimento da justiça de Cristo.
           Cada pessoa conduzia em suas mãos as palmas, numa belíssima figuração da vitória alcançada sobre o pecado, demonstrando que toda criatura restaurada teve que suplantar o inimigo, logicamente, assessorado pelo grande Comandante, Cristo Jesus. Semelhante a Paulo, cada glorificado, pode externar; "combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quanto amam a sua vinda." II Timóteo 4: 7 e 8.
           Os glorificados declaram em alto e bom som, para que toda a Grande Expansão pudesse ouvir e comprovar que a morte é consequência do pecado, portanto, não é oriunda de Deus, pois, do Onipotente só procede a salvação e a abundância de vida! "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor." Romanos 6: 23.
            Esta certeza, advinda dos humanos, juntamente com as evidências apresentadas durante o milênio, no juízo comprobatório ou vindicativo, foi o bastante para convencer todos os anjos, e as demais criaturas inteligentes do Universo.
            Naquele instante, os Vinte e Quatro Anciões, os Quatro Seres Viventes, os Cento e Quarenta e Quatro Mil, juntamente àquela grande multidão de resgatados, uniram-se a todos os anjos e às demais criaturas do universo, convictas da justiça Divina, reverentemente prostraram-se ante o Pai e Cristo Jesus em adoração, disseram; amém, assim seja!
          Essa foi a forma mais inteligível de reconhecimento a irrefutável justiça da Divindade!
        De posse desse entendimento, podemos conhecer os versos que serão analisados.
         "Depois destas cousas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos; e clamavam em grande voz, dizendo: Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação.
         Todos os anjos estavam de pé rodeando o trono, os anciãos e os quatro seres viventes, e ante o trono se prostraram sobre os rostos, e adoraram a Deus, dizendo: Amém. O louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graças, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus, pelos séculos dos séculos. Amém.
             Um dos anciãos tomou a palavra, dizendo: Estes, que se vestem de vestidura brancas, quem são e donde vieram?" Apocalipse 7: 9 - 13.


A GRANDE MULTIDÃO




         Conforme o relato profético apocalíptico fica bem definido que os Cento e Quarenta e Quatro Mil, apesar de ser um grupo especial, com atividades e particularidades específicas, naquele instante estava, por assim dizer, avolumando a Grande Multidão de Remidos.
             Este grupo extraordinariamente grande é evidência de que o Plano da Redenção, apesar de não aceito pela maioria da raça caída, não fora em vão.
          Estava, assim, demonstrada para todo o Universo, a grandiosidade do amor perdoador de Deus, pois, dentre os redimidos, encontravam-se pessoas, anteriormente desprezíveis, que viveram por muito tempo à margem da sociedade, mas, tiveram um encontro transformador com Cristo.
               Após travar um relacionamento com o Filho de Deus, aquelas criaturas humanas se arrependeram, por isso, passaram a fazer parte da Grande Multidão e, haverão de reinar com o Salvador, eternamente, na Terra restaurada. 
           Dentre os remidos de todas as épocas, há representação de toda raça, grupo étnico, nação e região, com um único foco; divulgar a todo Universo que a reconciliação só foi possível mediante a abnegação do nosso Deus e do desprendimento altruísta do Remidor, Jesus Cristo!
        Ao divisar aquela Grande Multidão, pode-se compreender em toda plenitude a unidade em meio a diversidade proposta por Cristo, uma vez que, naquela Grande Multidão se encontram pessoas de diferentes culturas e dessemelhanças linguísticas. "Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus." Gálatas 3: 28.
             Que maravilhosa escolha a Grande Multidão fizera, vencera a batalha contra o pecado em toda sua extensão, divulgando não haver mérito algum dos humanos, que saíram vitoriosos, exclusivamente, pela graça redentora de Cristo. "Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-poderoso, alegremo-nos, exultemos e demos-Lhe a glória." Apocalipse 19: 6 up e 7 pp.
              Paradoxalmente, quão diferente do grande clamor dos perdidos, daqueles que se deixaram enganar, ao se aliar ao Inimigo do Senhor.
            Este outro grupo, ainda na Terra, ao final do juízo investigativo, preferiu se vestir da sua própria justiça, asseverando que nada lhe aconteceria por não crer na promessa de Deus.
               Como consequência dessa afronta, no momento mais probante daquele grupo, ouve-se um clamor no seu instante derradeiro, pedindo para que fosse soterrado e não divisasse Aquele que deveria ser a sua salvação. "E disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face dAquele que se assenta no trono da ira do Cordeiro." Apocalipse 6: 16.
            A grande lição que se extrai do episódio vivenciado pelos blasfemadores, do fato notável relacionado aos resgatados no final das eras, é direcionado a todo habitante da Terra, para que cada pessoa possa se aperceber da solenidade do único instante, realmente útil, que é o aqui e agora.
              Esse momento, quase indivisível, é o único tempo que se pode manusear, uma vez que o instante que se foi, cai na apoteose do passado, não mais se pode modificar, já o tempo que há de vir, por ainda pertencer ao futuro, nada pode ser feito, resta-se viver com absoluta sabedoria o instante que é palpável, a ponto de se orgulhar ao olhar para o passado, e ter a certeza de que a escolha que se fez foi a mais acertada e, certamente, projetará dias melhores!
      Assim, deve-se, no instante da oportunidade, sem demora, arrepender-se e converter-se, procurando distanciar-se, cada vez mais, do pecado, para que a iniquidade de cada habitante da Terra, não o conduza para a perdição eterna.
          Amigo leitor, neste mundo tenebroso. a depender da postura que se toma, hoje, aqui e agora, pode-se tornar luz em meio à escuridão do pecado. Esta postura imediata garantirá ao resgatado, no futuro eterno, principalmente, ao final do milênio, o privilégio de adorar, conjuntamente com os anjos, ao Augusto e Onipotente Criador.
          Que maravilhosa aquiescência, os humanos restaurados em agradecimento, juntamente aos anjos não caídos, em concordância aprovativa, em anuência a atitude Divina, professam; amém.
            Esse amém, no início da oração deles, indica que esse acontecimento ocorreu ao final do juízo vindicativo, aprovando e reconhecendo toda atitude da Divindade, daí caber esse sonoro amém!
            Amém que soou como um mavioso louvor, enaltecendo a glória da Divindade, a honra, o poder e a força do nosso Deus e, estará ressoando pelos séculos intérminos!... 
            Num fechamento altissonante, harmonioso e convicto, ouve-se mais um melodioso amém, em forma de anuência, ao concluir aquela grande oração!
            Após esse episódio, o céu por um instante ficou silente!
            Esse silêncio foi quebrado por um dos quatro Seres Viventes, não sendo descrito quem tomou a palavra... Teria sido Enoque, Moisés, Elias ou Isaías?
             O importante é que um deles, perguntou: "Estes que se vestem de vestiduras brancas, quem são e donde vieram?" Apocalipse 7: 13 up.
            Será que você, amado leitor, fará parte dessa grande multidão?
             Certo pensador afirmou, "o ontem é apenas um sonho, o amanhã é somente uma visão, mas, o hoje bem aproveitado faz de cada ontem um sonho de felicidade e de cada amanhã uma visão de esperança".
                 Você, amigo leitor, tem vivenciado o teu hoje com tamanha intensidade, a ponto de ter a certeza da vida eterna?

                     Que Deus continue nos abençoando!

                     Amém!